BLOG DO CORONEL PAÚL

JORNALISMO INVESTIGATIVO E INDEPENDENTE.

LIVROS ESGOTADOS

Prezado leitor, caso esteja interessado em obter informações sobre os próximos livros a serem publicados pelo Coronel Paúl, basta encaminhar e-mail para pauloricardopaul@gmail.com e forneceremos informações.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

BRASILEIRÃO 2015 - ÚLTIMA RODADA - JOGO FLUMINENSE X VASCO


Prezados leitores, o Brasileirão 2015 está chegando na sua última rodada e o que aconteceu na última rodada do Brasileirão 2013 não foi esclarecido.
Dois anos se passaram e o Ministério Público de São Paulo ainda está investigando os fatos.
Nós continuamos acompanhando e não desistiremos até que tudo seja clarificado.
Na última rodada, torcedores estão incluindo um jogo que não ocorrerá: Fluminense e Vasco.
Isso ocorre em virtude da importância de uma vitória ou de um empate do Fluminense no jogo contra o Figueirense para que o Vasco, caso vença o Coritiba, possa escapar do rebaixamento, considerando que ninguém acredita que o Avaí possa vencer o Corinthians em São Paulo.
A combinação desses resultados (vitória do Vasco + empate ou derrota do Figueirense + empate ou derrota do Avaí) faria com que o Vasco da Gama ultrapassasse o os dois, escapando do rebaixamento, um feito quase heroico.
Diante dessa realidade, surgiu nas redes sociais um movimento #entregaflu para prejudicar o Vasco da Gama.
A paixão clubística é o fato motivador desses movimentos, catalisada por fatos pretéritos onde o Fluminense foi prejudicado pela "falta de vontade" demonstrada pelo time do Vasco da Gama, acabando rebaixado.
Nós que lutamos pela ética no futebol, tanto que participamos da mobilização em defesa do Fluminense e de sua torcida (2013-2014-2015-...), inclusive escrevendo o livro "O escândalo do Brasileirão 2013 - Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento", não podemos apoiar essa ideia.
O Fluminense tem a vocação para a vitória.
Deve jogar e vencer.
Se a combinação de resultados salvar o Vasco da Gama do rebaixamento, sorte deles.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 28 de novembro de 2015

PREJUÍZO PARA A POPULAÇÃO: POLÍCIA MILITAR TERÁ NOVO COMANDANTE GERAL


Prezados leitores, ontem foi anunciado pela Secretaria de Segurança Pública que a PMERJ terá um novo Comandante Geral a partir do dia 4 de janeiro de 2016, o oitavo desde o início do governo (2007):
- Coronel PM Ubiratan.
- Coronel PM Pitta.
- Coronel PM Mário Sérgio.
- Coronel PM Costa Filho.
- Coronel PM Luiz Castro.
- Coronel PM Íbis.
- Coronel PM Pinheiro Neto.
O oitavo Comandante Geral será o Coronel PM Edison Duarte dos Santos Júnior (Link).
São nove anos de governo e oito Comandantes Gerais, quase um por ano.
Isso nunca tinha acontecido na história da segurança pública brasileira e a razão é muito fácil de entender: a sequência de trocas é extremamente prejudicial para a Polícia Militar, para o cumprimento de suas missões constitucionais e, consequentemente, para a população.
Ninguém pode negar que em todo mundo a base dos sistemas policiais são o policiamento ostensivo e a preservação da ordem público.
Não importa qual seja o modelo de sistema policial adotado no país, as missões de maior relevância serão as duas citadas.
No Brasil, as referidas missões são atribuições exclusivas da Polícia Militar.
Leitores, analisem com base na importância das missões e na rotatividade no comando da PMERJ, assim ficará muito fácil compreender os motivos que fazem com que a segurança pública no Rio de Janeiro seja um caos completo e a violência esteja presente em todos os lugares.
O poderio dos traficantes e dos milicianos, o fracasso das UPPs, tudo fica simples de interpretar.
Salvo melhor juízo, temos um gravíssimo problema de péssima gestão na segurança pública fluminense, que não será resolvido com a troca de Comandantes Gerais da PMERJ.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

OPERAÇÃO LAVA-JATO E FOGO À VONTADE



Prezados leitores, a operação lava-jato implodiu o governo PT-PMDB, isso é fato.
Nunca antes na história desse país um número tão grande de políticos, empresários e intermediários (os que fazem o meio de campo entre políticos e empresários) foram desmoralizados, alguns estão presos.
A delação premiada nunca tinha feito um estrago tão grande entre os cleptocratas, aliás, a regra anterior era que os apanhados em investigações ficassem em silêncio, na esperança de que os poderosos políticos participantes dos esquemas viessem a salvá-los tão logo a poeira baixasse.
Vida longa à operação lava-jato e a todas as investigações que estão surgindo.
Desejamos ardentemente que todos os culpados sejam presos e condenados.
Seus bens sejam confiscados e os valores retornem para os cofres públicos.
Se mantiverem o fogo nos alvos certos teremos a oportunidade de renovar o país.
Nós teremos que construir mais e maiores presídios, mas isso será um enorme prazer.
Fogo à vontade nesse oceano de lama!

Juntos Somos Fortes!

domingo, 22 de novembro de 2015

AS UPPs SÃO INSUSTENTÁVEIS! UMA LEMBRANÇA OPORTUNA


Prezados leitores, lembramos que o nosso espaço foi o primeiro no Brasil a publicar que as UPPs eram insustentáveis, isso quando elas estavam no auge da popularidade, sendo apresentadas como modelo para ser empregado em todo Brasil.
Inclusive publicamos um livro para materializar as nossas argumentações.
Nós consideramos que o momento é oportuno para fazer essa lembrança.

Juntos Somos Fortes!

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - MUDANÇA DE PROMOTOR


Prezados leitores, recebemos de um amigo o link para a matéria da Folha de São Paulo que trata do afastamento do promotor Roberto Senise Lisboa, por suspeitas de receber "propinas" (Link).
Ele será substituído por outro promotor na condução do Inquérito Civil Público que apura os fatos insólitos que ocorreram na última rodada do Brasileirão 2013.
As investigações estão sendo feitas pelo GAECO e não acreditamos que a substituição poderá prejudicar a elucidação dos fatos.
Nós continuaremos acompanhando e cobrando os resultados das investigações.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

QUAL A SOLUÇÃO PARA CONTROLAR A VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO?


Prezados leitores, perguntamos:
Qual a solução para controlar a violência no Rio de Janeiro?
Uma pergunta aparentemente difícil de responder.
Antes de responderem solicitamos aos leitores que lembrem dos mandamentos constitucionais:

"A Constituição Federal prevê em seu artigo 144 que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, sendo exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Tal direito foi constitucionalmente disposto como direito e garantia fundamental, assegurado aos cidadãos brasileiros, tratando-se de cláusula pétrea (que não pode ser modificada) na forma dos artigos 5º, caput e 60, § 4º, IV, ambos da Constituição Federal de 1988 (Link)".

A Constituição Federal também estabelece os órgãos responsáveis pela promoção da segurança pública.
A Constituição Federal não deixa margem para qualquer dúvida. 
O Estado tem o DEVER de preservar a ordem pública e a incolumidade das pessoas e do patrimônio.
A segurança pública é um DIREITO do cidadão, sendo RESPONSABILIDADE de todos. 
Devemos cuidar para que não envolvamos o cidadão, o destinatário do direito, no dever que o Estado tem.
O cidadão deve colaborar com o Estado, nunca substitui-lo ou compartilhar com ele o dever.
No Rio de Janeiro a violência difundiu um sentimento de medo na população, diante das notícias de atos violentos praticados por criminosos diariamente em vários pontos do território fluminense.
O DIREITO da população está sendo violentado em razão do Estado não cumprir o seu DEVER.
A violência não surgiu no Rio de Janeiro com o atual governo, existia antes dele, como seus integrantes não cansam de dizer em entrevistas que nos últimos 30 anos...
É verdade, a violência era nossa companheira antes de Sérgio Cabral assumir no início de janeiro de 2007.
Não podemos cobrar nada do atual governo antes desta data, mas podemos cobrar depois.
O governo que assumiu na época (Cabral-Pezão), reeleito duas vezes, está por completar NOVE ANOS no poder, quase uma década.
Perguntamos:
O que foi feito em NOVE ANOS na área da segurança pública que efetivamente contribuiu para controlar a violência?
Quais foram os projetos implantados em NOVE ANOS de governo?
Será que alguém no Rio de Janeiro é capaz de citar outro projeto além da implantação das UPPs?
Salvo melhor juízo, o entendimento comum é que as UPPs são o único projeto da área da segurança pública.
Perguntamos:
Como devemos avaliar o projeto: sucesso ou fracasso?
Sempre que essa pergunta é feita aos Policiais Militares que trabalham nas UPPs, a impressão que fica é que a maioria considera um retumbante fracasso.
As UPPs só tem defensores nos moradores dos bairros da Zona Sul e da Grande Tijuca, onde elas trouxeram uma valorização de imóveis, os moradores do restante do Rio de Janeiro só tem queixas.
Em apertada síntese:
1) O Estado (governo) tem o DEVER de promover a segurança pública.
2) A segurança pública é DIREITO da população.
3) No Rio de Janeiro cabe ao governo Cabral-Pezão o DEVER de proporcionar segurança pública.
4) Em quase uma década o governo Cabral-Pezão implantou um projeto na área de segurança pública: as UPPs.
5) As UPPs fracassaram.
6) A "pacificação" virou piada.
Eis a realidade.
Eis a verdade.
Repetindo a pergunta título desse artigo:
Qual a solução para controlar a violência no Rio de Janeiro? 
A pergunta que aparentemente era difícil de ser respondida, agora pode ser respondida com muita facilidade.
A solução é trocar o governo que tem se mostrado ineficaz para cumprir o seu DEVER.
Isso só pode ser feito (infelizmente) nas próximas eleições.
Hoje só nos resta cobrar que o governo troque os gestores da segurança pública.
Quem sabe com outras pessoas e com novas ideias, o governo possa melhorar seu pífio desempenho.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

'O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - O SILÊNCIO DA IMPRENSA É ÓTIMO SINAL



Prezados leitores, o "escândalo do Brasileirão 2013" segue sendo investigado pelo GAECO do Ministério Público de São Paulo e a imprensa segue não dando o devido destaque às investigações em curso.
Todos que se mobilizaram em defesa do Fluminense e em busca da verdade, acabam se frustando com a apatia da imprensa, inclusive nós que através desse blog centralizamos boa parte da luta.
Nós sonhávamos com uma imprensa que cobrasse de forma insistente do GAECO os resultados, mas isso não está acontecendo.
A realidade não é essa, mas isso não pode ser considerado de todo mal.
Pode ser um bom sinal, tendo em vista não podemos esquecer que a inércia da imprensa nos dias 7 e 8 de dezembro de 2013 foi fundamental para que os fatos se desenvolvessem como ocorreram. Portanto, a realidade nos permite supor que a imprensa pode não ter interesse que o GAECO chegue a algum lugar e, caso chegue, não tem motivo para divulgar.
Ao silêncio da imprensa devemos aglutinar a postura dos que nos acusavam e que após se defrontarem com os fatos, esses chatos, abandonaram as acusações e começaram a investir novamente na possibilidade do "duplo erro".
Uma turma que agora não acha mais que foi o Fluminense (o que chamam de "rei do tapetão") ou o seu patrocinador (UNIMED), o responsável pelo acordo com a Portuguesa. 
Uma gente quer nos fazer acreditar que nada de anormal aconteceu.
Um grupo de acredita na normalidade dos alienígenas azuis, dos sacis, dos comandos anti-monstro, etc.  
O silêncio dele é um ótimo sinal, sinal que temem o estrondo.
Eles que consigam seus abafadores de ruído (protetores auriculares), pois a torcida do Fluminense confia no GAECO, quer a verdade e torce para que ela surja com muito barulho.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - CANDIDATO DO FLAMENGO JOGA NO VENTILADOR



Prezados leitores, a ESPN fez um debate entre três candidatos à presidência do Clube de Regatas do Flamengo.
Além dos candidatos e do moderador, Eduardo Monsanto, estavam presentes os jornalistas Mauro Cezar Pereira e Paulo Calçade.
O debate está disponível no site da ESPN (Link).
Nós solicitamos especial atenção à réplica do candidato Cacau Cotta à resposta do candidato Wallim Vasconcelos.
A fala está na 1a parte e começa aos 17:46 mimutos.
Ao longo de sua fala, o candidato Cacu Cotta jogou no ventilador:

"(...) na sua época enquanto você era vice-presidente de futebol em 2013 o Flamengo quase caiu prá zona de rebaixa...  prá segunda divisão e não caiu porque a Portuguesa ajudou o Flamengo 
na escalação de jogador errado (...)".

A palavra está com o GAECO do Ministério Público de São Paulo.

Juntos Somos Fortes!

BRASIL CONSTRÓI A GERAÇÃO - (E)


Prezados leitores, quem ainda não ouviu nada a respeito das gerações baby boomer, X, Y e Z (Link)?
São classificações utilizadas para agrupar jovens que reúnem características comportamentais comuns, relacionadas com o desenvolvimento tecnológico do seu tempo, isso a partir da década de 60.
Na maior parte das vezes que lemos ou ouvimos sobre elas o tema primordial são as diferenças de cada categoria no ambiente de trabalho, mas eas diferenças extrapolam o ambiente profissional.
As categorias em referência estão representadas nas gerações de brasileiros, sendo que o país criou uma categoria diferenciada: a - (E).
Onde o "E" significa educação pública de boa qualidade.
A geração - (E) agrupa os brasileiros que não tiveram acesso a tal educação.
Como nas outras gerações, essa tem suas características próprias, sendo que a característica mais marcante é a incapacidade de formar a própria opinião.
São milhões e milhões de brasileiros que não possuem o ferramental indispensável para interpretar os fatos do cotidiano, relacioná-los entre si e tirar conclusões a partir deles.
É uma geração que embora faça uso da tecnologia, não a emprega para adquirir conhecimento.
Usa de forma recreativa, vivendo dentro de seus celulares.
A incapacidade de formar a própria opinião, obriga aos integrantes da geração - (E) a assimilarem opiniões alheias, as quais repetem como se fossem as suas próprias.
Deu no Facebook ou no Twitter é suficiente para ser verdade e passar a ser usado por eles.
São multiplicadores de ideias alheias, inclusive das ideias erradas.
Habitam as redes sociais e tratam de todos os assuntos, apesar de a maioria não ter lido uma linha sobre eles.
São repetidores humanos.
A geração - (E) é facilmente manipulável, o que a faz vítima preferencial de quem deseja espalhar inverdades aproveitando a instantaneidade da informação via internet.
Uma grande baboseira é transformada em verdade em questão de minutos, após milhões de compartilhamentos.
Algo sem a menor importância, como o novo namorado da atriz famosa, se transforma em viral em poucos segundos.
Uma informação completamente sem importância, um conhecimento inútil.
Os políticos adoram a geração - (E), inclusive fazem o possível para que o acesso à educação pública de boa qualidade seja cada vez mais difícil.
Uma postura natural (esperada), considerando a péssima qualidade da política no Brasil, onde inexiste qualquer liderança política positiva.
Alguns identificam a geração - (E) como sendo a integrada pelos analfabetos funcionais, nós concordamos que eles integrem a geração, mas consideramos o caso mais grave.
O Brasil está formando gerações e gerações de cidadãos incapazes de formar opinião a respeito dos fatos do seu dia-a-dia, isso é uma tragédia sem precedentes na história da nossa civilização.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 10 de novembro de 2015

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - O INEVITÁVEL DESÂNIMO DEVE SER SUPERADO


Prezados leitores, temos recebido e-mails dando conta do desânimo que está tomando conta de muitos torcedores do Fluminense, em razão da demora da solução do Inquérito Civil Público (ICP)instaurado no Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
Alguns chegaram a encaminhar e-mails para o MP-SP quando solicitaram informações sobre o andamento das investigações, mas a resposta é sempre igual, os autos se encontram à disposição na secretaria para consulta.
Nós também obtivemos tal resposta e chegamos a pensar em empreendermos uma nova viagem para São Paulo com o objetivo de consultar os autos, diante do oferecimento, mas acabamos desistindo de empreender tal diligência no corrente ano. Só viajaremos no início de 2016, caso os resultados não sejam divulgados ou não estejam dentro do que esperamos em termos de investigação.
O fato é muito grave.
Nós temos convicção que está sendo tratado dessa forma pelo MP-SP. 
São dirigentes, advogados e jogadores a serem ouvidos.
Além deles, os inúmeros membros da imprensa que deram declarações, nesses quase dois anos, alegando que tinham informações sobre o que ocorreu.
Caso as oitivas revelem contradições, o MP-SP está sendo obrigado a promover acareações para confrontar.
Isso sem falar nas quebras de sigilos.
É preciso ter paciência.
Não custa lembrar que nós denunciamos em 2009 os contratos superfaturados de compra e de manutenção das viaturas da PMERJ.
Na época foi instaurado também um ICP, mas o processo só começou esse ano, com a aceitação pelo Poder Judiciário da denúncia do Ministério Público, transformando os denunciados em réus.
A torcida do Fluminense deve acreditar no MP-SP, mas deve ter a preocupação de cobrar constantemente os resultados e para isso não pode deixar o desânimo ganhar terreno.
Nós, tricolores de coração, continuamos querendo a verdade e não desistiremos, demore o tempo que demorar.

Juntos Somos Fortes!

LANÇAMENTO DO LIVRO "2014: O ESPÍRITO DA COPA" - PAULO-ROBERO ANDEL

Prezados leitores, temos o prazer de divulgar o lançamento de mais um livro do tricolor Paulo-Roberto Andel, o qual ocorrerá na próxima terça-feira, dia 17/11/15, a partir das 18 horas, conforme programação;



Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A MELHOR POLÍCIA PARA UMA SOCIEDADE HIPÓCRITA


Prezados leitores, a revelação dos resultados de um inquérito policial sobre a morte de uma criança em uma comunidade carente, fato ocorrido durante um confronto entre criminosos e policiais no Complexo do Alemão, causou revolta em algumas pessoas pelo fato de nenhum Policial Militar ter sido indiciado, efeito reproduzido pela grande mídia.
O posicionamento contrário às investigações oriundo dos familiares deve ser entendido como natural, pois é uma dor sem igual perder um filho, sobretudo em virtude da violência.
Excetuando a família, salvo melhor juízo, os contrários aos resultados estão a um passo da hipocrisia.
É de domínio público a situação vivenciada nas comunidades carentes do Rio de Janeiro, ou seja, que elas são dominadas por milicianos ou traficantes, inclusive as ocupadas por Unidades de Polícia Pacificadora.
Quem sendo morador do Rio de Janeiro pode alegar que desconhece essa realidade?
Ninguém pode negar.
Quem sendo morador do Rio de Janeiro desconhece que os Policiais Militares e Civis quando ingressam nessas comunidades carentes são confrontados pelos criminosos?
Quem sendo morador do Rio de Janeiro desconhece os resultados desses confrontos?
Todos sabem que resultam em mortos e feridos.
Policiais Militares e Policiais Civis feridos e mortos.
Criminosos feridos e mortos.
Moradores feridos e mortos.
Isso ocorre todo dia em várias comunidades, episódios próprios de uma guerra que são noticiados pela mídia (rádio, televisão, jornais e revistas).
Eis a nossa realidade nas comunidades carentes, ninguém pode negar.
Só hipócritas negam que isso seja o cotidiano das comunidades.
Quem deixou que os criminosos se estabelecessem nas comunidades carentes?
Os governos eleitos pela população.
Quem permitiu que os criminosos tivessem acesso ao armamento usado em guerras (fuzis, granadas, ...)?
Os governos eleitos pela população.
Quem determina que se realize operações policiais nas comunidades carentes sabendo que ocorrerão confrontos e que resultarão em feridos e mortos?
Os governos eleitos pela população.
Quem são os culpados?
Os governantes e nós (população) que os elegemos,
Colocar a culpa no policial que cumprindo ordens, arrisca a própria vida, pela morte da criança ocorrida no Complexo do Alemão é pura covardia.
Uma sórdida covardia.
Nenhum policial do mundo está preparado para participar das operações que são realizadas nas comunidades carentes do Rio de Janeiro, sendo que a maioria dos policiais do mundo civilizado se negaria a adentrar em tais comunidades, isso nas condições atuais.
Não enganem a população alegando que falta um melhor preparo para os policiais.
O que ocorre nos morros do Rio de Janeiro são ações de guerra e não ações de polícia.
Aprendam,
Esse é o parâmetro correto.
Em uma guerra a morte de civis não é desejada, mas é inevitável, como a realidade que vivemos no Rio de Janeiro comprova.
Enquanto nós (população) continuarmos elegendo os governantes que temos eleito, a realidade não mudará no Rio de Janeiro.
Não foi o primeiro morador de uma comunidade carente que foi morto durante um confronto entre criminosos e policiais.
Infelizmente, vários outros serão mortos.
A culpa pela morte não é do Policial Militar que atirou, nem da Polícia Militar e muito menos do Policial Civil (Delegado) que conduziu as investigações.
A culpa é nossa (população) que permitimos tudo isso sem mover um dedo para mudar a realidade.
Nós, fingindo não saber de nada, culpamos o PM para tirar a culpa dos nossos ombros.
Hipócritas, fingimos, que não existe uma guerra em curso no Rio de Janeiro.
Nós sabemos que hoje outra criança pode morrer durante um novo confronto, mas nos calamos e, hipócritas, fingimos que nada disso está acontecendo até que a nova morte ocorra, momento que saímos em busca de culpados.
Somos uma sociedade hipócrita.
Prezados leitores, se o destino nos colocasse nesse momento na cadeira do Secretário de Segurança , nosso primeiro ato seria proibir as operações nas comunidades carentes e, para ser coerente, extinguiríamos todas as Unidades de Polícia Pacificadora, usando todo o efetivo para policiar as ruas do Rio de Janeiro.
Nós seríamos tão hipócritas quanto a população e fingiríamos que as comunidades carentes não estão dominadas por traficantes e por milicianos, todos portando armas de guerra.
Ignoraríamos a guerra.
Isso não seria o certo, muito pelo contrário, mas atenderia o mundo real.
Policiais Militares e Civis não seriam mais feridos e mortos nessas comunidades.
E, quando morresse alguém, adulto ou criança, durante um confronto entre traficantes de facções diferentes ou entre traficantes e milicianos, pelo menos a culpa não seria do Policial Militar ou Policial Civil, que hoje cumpre ordens e participa de operações de guerra nessas comunidades carentes, matando e morrendo.
A Anistia Internacional (AI) só poderia reclamar que as comunidades estão infestadas de criminosos e que o governo não faz nada, o que diante da relação custo-benefício é quase nada diante do que acontece atualmente, quando a AI só levanta a voz para acusar policiais. 
A mesma Anistia Internacional que que teve ciência que Policiais Militares foram presos ilegalmente em Bangu 1, em razão da luta por melhores salários e por melhores condições de trabalho (inclusive melhor formação) e nada fez em defesa deles. 
Calou-se.
Hipocrisia é a regra.
A melhor polícia para uma sociedade hipócrita é uma polícia hipócrita, uma que finge que a guerra não existe.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O FLUMINENSE O "MELHOR AMIGO DO VASCO DA GAMA"


Prezados leitores, o Fluminense foi alçado a condição de "melhor amigo do Vasco da Gama'.
Nós cinco jogos restantes, o Fluminense enfrenta três adversários diretos do Vasco da Gama: Chapecoense, Avaí e Figueirense. 
Os vascaínos terão que torcer por vitórias do Fluminense para facilitar a sua saída do Z-4, por sua vez o Fluminense deverá se empenhar ao máximo para vencer os jogos, pois essa é a obrigação.
Não podemos permitir a repetição da derrota de um time do Rio de Janeiro, em condições suspeitas, que acabou alavancando o rebaixamento do Fluminense no passado próximo.
Posturas como essa ofendem os valores do esporte e colocam o futebol na categoria JOGO DE AZAR, onde os resultados podem ser manipulados.
O time do Fluminense deve cumprir o seu dever e dar outra aula de moralidade no futebol brasileiro. como a aula que deu no domingo contra o próprio Vasco e a aula que estamos dando desde 2013 cobrando o esclarecimento do escândalo do Brasileirão 2013.
Parabéns Fluminense!

Juntos Somos Fortes!





ARENA PALMEIRAS: A FALTA DE UM DESFIBRILADOR DEVE SER INVESTIGADA


Prezados leitores, a existência de um desfibrilador em estádio de futebol deve ser encarada com um direito de todos os torcedores presentes ao evento.
A eficiência do equipamento está mais do que comprovada para aumentar as chances de sobrevivência.
Infelizmente, tudo indica que não existia esse equipamento na Arena Palmeiras no dia do jogo com o Fluminense, pelo menos não existia para pronto emprego onde estavam os torcedores tricolores, conforme os relatos.
Tal deficiência deve ser considerada na investigação sobre a morte do torcedor.

"Um médico, torcedor do Fluminense, foi quem começou a realizar os primeiros socorros e a massagear o peito de Flávio. Quando os bombeiros apareceram, chegaram sem a maca e não sabiam onde achá-la, retardando ainda mais o atendimento ao torcedor. Não havia, segundo as testemunhas, desfibrilador e nenhum tipo de equipamento para o socorro (Link)".

A inexistência do equipamento indispensável não altera o resultado do campo, mas deve gerar responsabilidade para quem deveria equipar o local com pelo menos um desfibrilador.

Juntos Somos Fortes!