quinta-feira, 11 de abril de 2024

RIO DE JANEIRO: FUGIR OU TENTAR SALVAR?



Tentar salvar o Estado do Rio de Janeiro ou sair dele o mais rápido possível?

Apesar da indiferença reinante na população (brasileira), algo que só é interrompido pelos cidadãos quando passam para a condição de vítimas diretas da violência, logo a população fluminense terá que fazer tal opção: tentar salvar ou fugir.

A minha certeza a respeito da chegada desse momento se deve ao crescimento exponencial do domínio territorial das facções criminosas que infestam o Rio de Janeiro, domínio esse que se transforma em votos para os maus políticos, estabelecendo uma relação criminosa cada dia mais visível.

Apenas para demonstrar esse quadro peço que lembre dos noticiários frequentes sobre o envolvimento de maus políticos ou de seus assessores com a criminalidade organizada.

Não custa lembrar também que os maus políticos estão inseridos nos poderes executivo e legislativo, o que amplia a promiscuidade substancialmente.

Como o problema só cresce cada habitante terá que optar.

O mais seguro é fugir, não resta dúvida, mas poucos tem essa possibilidade, ou seja, refazer a vida familiar fora desse Inferno em construção.

Diante dessa realidade, tentar salvar me parece a opção mais viável.

É óbvio que tentar salvar não passa pelo enfrentamento das facções criminosas que possuem milhares de membros armados com armamento de guerra.

A população terá que dirigir suas ações para afastar os maus políticos do executivo e do legislativo, isso terá que ser uma verdadeira obsessão.

Sem eles a criminalidade perde fortíssimos aliados e poderemos pensar, por exemplo, em instituições policiais dirigidas por bons policiais e não por indicados por maus políticos, não raro.

Deixo a reflexão na certeza de que não tarda o dia da escolha: fugir ou tentar salvar?

Vida que segue...

Juntos Somos Fortes!


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Exerça a sua liberdade de expressão com consciência. Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste blog.