JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

NOTA SOBRE INVASÃO DA IGREJA DE SÃO JOSÉ POR POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, transcrevemos nota da Irmandade do Glorioso Patriarca São José. 



"Excelentíssimo Reverendíssimo DOM LUIZ HENRIQUE, 
"Boas cercas fazem bons vizinhos."
Provérbio Russo 
O tumulto sócio-político que tomou conta da São Sebastião do Rio de Janeiro, hoje, 3ªfeira 6.12.2016, chegou até a Igreja de São José, na Av. Presidente Carlos, no começo da tarde. 
Por precaução e vigilância ao nosso patrimônio sacro-cultural, em dias de tais manifestações nas imediações da ALERJ – Assembleia Legislativa, sempre tomamos cuidado de fechar portas e janelas de nosso venerando templo mesmo a contra-gosto. 
Tropa da PM invadiu a igreja pela porta dos fundos, de aceso dos empregados e, subindo às sacadas, no 2º andar, de lá de cima jogavam bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral e gás de pimenta. Os manifestantes se revoltaram e começaram a apedrejar o nosso santuário de 410 anos. 
Certamente a Arquidiocese vai nos dirigir caminho a seguir e será importante nota eclesiástica na empresa para que nossa imagem, católica e pacifista, não fique atrelada a desmandos da Policia local. O prontuário aberto na policia, por nós, contra a indevida postura da PM no episodio é RJ-6.12.2016 – 0700119. 
Valemo-nos de sua sábia determinação e cumprimentamos com apreço e distinção 
Respeitosamente, 
Gary Bon-Ali e Lêda Machado
Provedoria
Irmandade do Glorioso Patriarca São José
Igreja de São José Centro"

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

COMANDANTE GERAL DA PM PEDE DESCULPAS AO ARCEBISPO

Prezados leitores, o Comandante Geral da Polícia Militar pediu desculpas ao Arcebispo.





"Jornal Extra
07/12/16 08:19 Atualizado em 07/12/16 09:09 
Comandante da PM pede desculpas ao arcebispo do Rio por invasão de policiais à igreja: 'Lamentável' 
Ana Carolina Torres 
O arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, recebeu, na manhã desta quarta-feira, o comandante-geral da corporação, coronel Wolney Dias, e o porta-voz da PM, major Ivan Blaz. Durante a reunião, Wolney pediu desculpas ao religioso pela invasão de agentes à Igreja São José durante o protesto ocorrido em frente à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), nesta terça - PMs se posicionaram nas janelas do templo, que fica na Rua São José, no Centro, ao lado da Casa, para atirar com munição não-letal em direção aos manifestantes. 
- Na verdade, o motivo principal da minha vinda aqui hoje foi para formalizar um pedido de desculpas oficial da Polícia Militar, como seu representante, relativo ao episódio de ontem. Consideramos lamentável que um templo sagrado tenha sido invadido. Logicamente foi uma decisão tática naquele momento, tomada sob o calor da situação, em que policiais estavam sob risco, sendo alvejados com pedras, fogos, bombas. Então, naquele momento se tomou uma decisão - disse Wolney (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

PACOTE DE MALDADES: A INVASÃO DA IGREJA DE SÃO JOSÉ - FOTOS

Prezados leitores, publicamos fotos que estão circulando na internet sobre a invasão da Igreja de São José promovida por Policiais Militares.










Juntos Somos Fortes!

PACOTE DE MALDADES: INVASÃO DA IGREJA DE SÃO JOSÉ POR PMs SERÁ INVESTIGADA

Prezados leitores, a apuração de responsabilidades é primordial, o ato foi um absurdo.




"G1
Arquidiocese diz que vai apurar invasão de igreja no Centro do Rio durante protesto
Policiais atiraram balas de borracha da janela de Igreja de São José, que fica ao lado da Alerj. 
06/12/2016 17h01 Atualizado há 4 horas 
A Arquidiocese do Rio de Janeiro emitiu nota, na tarde desta terça-feira (6), afirmando que vai apurar a invasão da Igreja de São José, no Centro do Rio, durante protesto contra o pacote de austeridade do governo do estado em frente a Alerj. Um vídeo feito pelo repórter Henrique Coelho, do G1, mostra que, da janela do templo, policiais dispararam balas de borracha em manifestantes. 
"A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, em face da utilização da Igreja São José, da Irmandade do Glorioso Patriarca São José, para uma ação relacionada aos protestos desta manhã, informa que buscará apurar os fatos", diz o texto da Igreja. 
O comunicado destaca ainda que, "em face do contexto atual que marca o Estado do Rio de Janeiro, importa as soluções sejam buscadas através do diálogo e do esforço de todos, em vista da justiça e da paz".
O primeiro dia de votação do pacote foi marcado por protestos e muita violência fora da Alerj. Segundo a PM, o confronto com manifestantes começou quando manifestantes tentaram invadir a casa. Os manifestantes atiraram bombas em direção a assembleia e os agentes responderam com bombas de gás e balas de borracha. Até as 17h, oito PMs tinham ficado feridos, segundo a corporação (Leiam mais)". 

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

PACOTE DE MALDADES: A IGREJA DE SÃO JOSÉ E OS DEPUTADOS MASCARADOS...



Prezados leitores, o protesto contra o "pacote de maldades" do governo Pezão acabou, mais uma vez, em confronto envolvendo os Policiais Militares que estavam de serviço na proteção da ALERJ e os manifestantes (funcionários públicos, Bombeiros e Policiais Militares).
Os Policiais Militares usaram a Igreja de São José como fortaleza para atacar os manifestantes.

"G1
Dia na Alerj termina com dois projetos aprovados e 30 feridos
Deputados Tia Ju e Paulo Fernandes estão entre os socorridos no Departamento Médico da Alerj. Nove pessoas foram detidas. 
06/12/2016 19h22 Atualizado há 1 hora 
O primeiro dia de votação do pacote de medidas de austeridade do governo estadual teve dois projetos aprovados e foi marcado por conflitos entre PMs e manifestantes nesta terça-feira (6), que resultaram em 30 feridos, entre eles, onze policiais. Nove pessoas foram detidas durante a manifestação.
Segundo nota enviada pela Alerj, entre as pessoas feridas estavam servidores, policiais e os deputados Tia Ju e Paulo Fernandes, todos atendidos no Departamento Médico da Casa. A maioria passou mal por causa de fumaça de bombas e do spray de pimenta.
A manifestação começou por volta das 13h com uso de bombas em direção à Alerj. A PM revidou com bombas de efeito moral e uma grande confusão se formou no local. Durante o ato, algumas pessoas mascaradas e usando capacetes tinham rojões nas mãos e atiravam na direção da polícia. 
No confronto, alguns PMs se abrigaram dentro da igreja de São José, que fica ao lado da Assembleia Legislativa, de onde dispararam bombas de efeito moral. Em nota, a Polícia Militar informou que o confronto começou após tentativa de invasão da Alerj.



Homens do 5º BPM, do Batalhão de Choque e do Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos atuaram no local, mas foi difícil conter o grupo que tentou depredar estruturas próximas à Alerj, que ateou fogo em objetos nas ruas e fez barricada para impedir a passagem da polícia. 
Ao menos 50 bombas foram arremessadas pela polícia. Ativistas responderam com pedras e morteiros. O spray de pimenta chegou até no plenário. Ruas foram interditadas e o comércio nos arredores foi fechado. Havia relatos de cheiro de gás também dentro dos restaurantes. 
Dentro da Assembleia Legislativa, na sessão extraordinária que começou às 14h, os deputados estaduais aprovaram duas medidas de economia da própria Casa: o fim da frota de carros oficiais e a proibição de realizar sessões solenes no plenário à noite, o que significa menos gastos com energia elétrica e horas extras. 
Também foi aprovado o corte de 30% nos salários do governador, do vice-governador e dos secretários, com emenda enquadrando os secretários no teto do estado, que hoje é de pouco mais de R$ 26 mil. O autor da emenda é o deputado Comte Bittencourt. 
Por 32 votos a 19, deputados rejeitaram o destaque que excluiria secretários que ganham acima do teto do corte de 30℅ no salário. Com o resultado, secretários de Educação e Fazenda, que ganham acima do teto, terão salários reduzidos ou deixarão os cargos. "Secretários podem ficar nos cargos recebendo R$ 26 mil mensais ou pedir exoneração", disse o deputado Marcelo Freixo (PSOL). 
Os parlamentares decidiram também antecipar o calendário de votação do pacote, que inicialmente iria até o dia 15. Agora, as últimas medidas serão votadas na próxima segunda-feira (12). A sessão promete ser a mais polêmica, já que na pauta estarão o aumento da contribuição previdenciária dos servidores, de 11% para 14% do salário, e o adiamento para 2020 de reajustes salariais para diversas categorias, que já haviam sido aprovados pela própria Alerj (Leiam mais)." 

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