sábado, 30 de agosto de 2014

MARINA SILVA ASSUME A LIDERANÇA NAS PESQUISAS E CAMINHA PARA A VITÓRIA

Prezados leitores, o resultado das pesquisas eleitorais divulgado pelo Datafolha indica que a candidata Marina Silva segue para a vitória e que o candidato Aécio Neves praticamente saiu da disputa presidencial.
A votação ocorrerá no dia 5 de outubro, portanto, faltam menos de quarenta dias para o compromisso da população de comparecer para votar. 
Não resta dúvida que o tempo é curto para reverter uma forte tendência, mas como na política brasileira vale tudo, temos que continuar focados em cada notícia, não para acreditar no seu conteúdo, mas para analisá-lo e tirarmos as nossas conclusões.
Marina é identificada como símbolo da mudança e todos acham que a política no Brasil precisa mudar.
Dilma e Aécio são o continuísmo, ou seja, representam o que precisa ser mudado.
Resultado: Marina dispara...


(O Dia)


Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - COMENTÁRIOS - CONCLUSÕES

Prezados leitores, conforme o prometido, publicamos o último vídeo da série contendo comentários do Coronel PM Ref Paúl sobre as investigações e os julgamentos dos 11 (Onze) PMs condenados pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Na verdade foram feitos dois vídeos, tendo sido escolhido esse, mas nada impede que seja exibido o outro, caso seja necessário para um melhor entendimento, pois a abordagem é diferente em alguns pontos.
Nesse o Coronel Paúl sintetiza o que comentou nos vídeos anteriores e faz novos comentários.
Lembramos ser indispensável que assistam os vídeos anteriores para a correta compreensão dos comentários e das conclusões (Link).
Tirem as suas conclusões e os que concordarem com o exposto, entrem na luta dos familiares e dos advogados dos PMs para que o caso seja reaberto e que a verdade (as provas) prevaleça.


 

Nesse último vídeo o Coronel Paúl cometeu um equívoco ao citar o nome do PM que na delação fez menção ao nome do comandante do 7o BPM. 
O Coronel optou por assinar o erro no próprio vídeo, isso para não ter que refazer a gravação e considerando que em vídeos anteriores o fato já foi corretamente citado.

Juntos Somos Fortes!

AÉCIO NEVES AFUNDA DE VEZ AO SE ASSOCIAR AO SECRETÁRIO BELTRAME

Prezados leitores, uma tragédia colocou Marina Silva entre Aécio Neves e o sonho de ocupar a cadeira de presidente da república.
Ele esperava ir para o segundo turno e tentar um milagre para reverter a significativa vantagem da presidente Dilma Rousseff sobre ele nas intenções de voto, mas diante da entrada de Marina Silva na campanha viu seu sonho se transformar em pesadelo.
Se as chances de ir para o segundo turno eram mínimas, Aécio conseguiu piorar ainda mais a sua situação ao se associar ao secretário de segurança pública Beltrame, o homem que municipalizou a segurança pública no Rio de Janeiro, espalhou traficantes por bairros e municípios e que foi acusado formalmente pelo Ministério Público de improbidade administrativa e de superfaturamento de contratos.
Aécio deu um tiro na própria cabeça.
Perderá votos no Rio de Janeiro que poderão migrar para Marina, pois ninguém aguenta mais a dupla PT-PMDB.

(Jornal Extra)



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - VÍDEO FINAL - ELABORAÇÃO



Prezados leitores, a nossa decisão de concentrar em um único vídeo as considerações finais do Coronel PM Ref Paúl, ex-Corregedor Interno, sobre as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares condenados pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli, acabou determinando uma nova montagem dos vídeos.
O trabalho precisa ser refeito.
O vídeo final será dividido em blocos, isso vai facilitar que possa ser visto em partes, isso sem comprometer o entendimento.
O vídeo será longo e terá os seguintes blocos:
- O dia seguinte (contexto).
- A interação da Polícia Civil com a imprensa.
- As não conformidades.
- As provas técnicas.
- As provas testemunhais.
- Conclusões.
Amanhã, nesse espaço democrático.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - A HISTÓRIA QUE A IMPRENSA NÃO CONTOU



Prezados leitores, no dia 29 de agosto de 2014, sexta-feira, nós comentaremos fatos relacionados com as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram condenados pelo assasinato da juíza Patrícia Acioli, que a IMPRENSA não contou.
Novamente, solicitamos aos interessadosque assistam os nossos vídeos anteriores (Link).

Juntos Somos Fortes!

UPPs: A ENTREVISTA TARDIA QUE VEIO DO FRIO

 
 
Prezados leitores, aconselhamos a leitura da excelente entrevista concedida pelo Coronel PM Robson Rodrigues ao jornal O Globo sobre as UPPs e outros temas.
Só lamentamos que ela tenha sido concedida quando o Oficial se encontra sem função da DGP ("geladeira"), pois se fosse concedida quando ele comandava todas as UPPs ou quando atuava no Estado Maior Geral, o impacto seria muito maior e as chances de produzir mudanças também.
 
"O GLOBO
‘A secretaria ficou refém do discurso político de ter 40 UPPs’, diz ex-comandante
Coronel Robson Rodrigues, ex-chefe do Estado-Maior Administrativo da PM, conta ao GLOBO como tentou reformular estrutura da corporação para superar mazelas internas
por Alexandre Rodrigues 26/08/2014 6:00 / Atualizado 26/08/2014 17:19
RIO — Criado em Nilópolis, na Baixada Fluminense, o coronel Robson Rodrigues, ex-comandante da Coordenadoria de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e do Estado Maior Administrativo da Polícia Militar do Rio, frustrou o pai duas vezes na juventude. Na primeira, não confirmou o talento para o futebol virando jogador profissional. a segunda foi quando fez de tudo para escapar do serviço militar obrigatório. O pai queria que ele fosse oficial do Exército, mas, em plena ditadura, nos anos 1970, o jovem tinha aversão total ao militarismo. Pouco tempo depois, ironicamente, trocou a faculdade de estatística pela academia da Polícia Militar, atraído pela promessa de uma carreira estável que viu num anúncio de jornal. Acabou “viciado” na profissão, mas, confessa, nunca se sentiu à vontade na condição de militar. Um ano depois de deixar a cúpula da PM em meio à crise provocada pela reação da polícia às manifestações de rua, Rodrigues revela em entrevista ao GLOBO que chegou perto de promover uma reforma profunda na estrutura da PM. Depois de dirigir as UPPs por um ano, entre 2010 e 2011, Rodrigues foi transferido para o Estado Maior para liderar um projeto de unificação da carreira dos policiais militares. Soldados passariam a ter um caminho aos postos de comando por meio de um curso realizado em paralelo com o trabalho, sem a obrigação de passar pelos três anos da academia de oficiais. Era o passo principal do projeto de instaurar o que ele chama de “militarismo mitigado”, uma forma de modernizar a gestão da PM sem abrir mão da hierarquia militar, imposição da Constituição. Para Rodrigues, seria um passo importante para incorporar a meritocracia e os princípios do policiamento de proximidade das UPPs na ação de toda a Polícia Militar. Mas o projeto não resistiu à troca de comando e às resistências corporativas dos oficiais.
As UPPs são o tema mais importante da disputa eleitoral pelo governo do Estado este ano, mas, para o coronel Rodrigues, ainda não é possível dizer se elas são um sucesso ou um fracasso. Ele alerta que, sem mecanismos de avaliação e uma reforma profunda da PM como um todo, as UPPs não passarão de mais uma expectativa política frustrada. E fala isso não apenas como um policial com 30 anos de experiência, mas como pesquisador e antropólogo. Rodrigues foi um dos primeiros (e ainda poucos) policiais militares a fazer o caminho dos quartéis para a academia, justamente onde se encontram alguns dos maiores críticos da atividade policial. Formado em direito pela Uerj, ele fez mestrado em Antropologia na UFF e dá aulas na Universidade Candido Mendes. Enquanto aguarda, “na geladeira”, o início do processo que o levará para a reserva da PM, Rodrigues trabalha como consultor para o Instituto Igarapé, um centro de estudos dedicado à segurança no Rio. Com os cabelos crescidos e roupas informais no lugar da farda, ele participa de um grupo de especialistas de vários estados que elaborou um documento com propostas para a segurança pública que foi entregue a presidenciáveis. “Fui descartado pela minha instituição, mas quero continuar a contribuir para a mudança na gestão da segurança por uma obrigação cívica, não corporativista”, diz (Leiam mais)".
 
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TIROTEIO: PEZÃO ENFRENTA A SUA "PACIFICAÇÃO" NA ROCINHA

Prezados leitores, ontem, o "criador" foi vítima da "criatura".
Um tiroteio na "pacificada" Rocinha atrapalhou a campanha do candidato Pezão (PMDB).
Penso que o fato demonstrou com clareza que a "pacificação" é uma farsa enorme.


(Povo do Rio)



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terça-feira, 26 de agosto de 2014

RIO: NOVO ARRASTÃO NAS PRAIAS



Prezados leitores, não existe lugar seguro no Rio de Janeiro...

"JORNAL O DIA
24/08/2014 23:45:57
Série de roubos a banhistas durou quatro horas no Arpoador e Leblon Grupos causaram pânico e correria nas areias das praias Luiz Almeida 
 Rio - Domingão ensolarado em pleno inverno. O que seria um dia agradável de lazer acabou se tornando um transtorno para dezenas de banhistas que se divertiam na tarde deste domingo nas praias do Arpoador e Leblon, na Zona Sul. Cariocas e turistas foram roubados por bandos formados em sua maioria por menores em diversos pontos da orla. As ações duraram das 13h às 17h, quando policiais do 23º BPM ( Leblon), com o apoio do Batalhão de Choque, conseguiram conter a ação dos assaltantes que passavam correndo levando bolsas, celulares, tênis e outros objetos, causando pânico (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - COMENTÁRIOS - CONCLUSÕES



Prezados leitores, nós resolvemos produzir um único vídeo para demonstrar os últimos temas constantes da série de vídeos que temos publicado contendo comentários do Coronel PM Paúl, ex-Corregedor Interno da Polícia Militar, a respeito das investigações e dos julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram condenados pelo assassinato cruel da juíza Patrícia Acioli, crime praticado no dia 11 de agosto de 2011.
Usaremos três parâmetros básicos: as provas técnicas, as provas testemunhais e as não conformidades.
Analisamos os aspectos positivos e negativos dessa decisão, pois é certo que um vídeo de longa duração acaba desestimulando o acesso, mas optamos por isso em razão da possibilidade de que qualquer pessoa que assista esse vídeo, mesmo sem ter assistido aos anteriores, tenha a possibilidade de concluir sobre o que estamos demonstrando, ou seja, a inexistência nos autos de provas que justifiquem a condenação da maioria dos Policiais Militares.
Embora seja evidente, não custa lembrar que temos tentado apresentar os fatos sem tecnicismos, tendo em vista que queremos alcançar todos os nossos leitores, não apenas os conhecedores da legislação.
O Coronel PM Ref Paúl usou em todos os vídeos a linguagem mais simples possível e buscou destacar repetidas vezes os aspectos mais importantes para a formação de opinião.
Certamente, ouvidos os advogados de defesa dos Policiais Militares, eles apresentarão um número maior de fatos que comprovem o que nós temos alegado, afinal não participamos das investigações e dos julgamentos.
O trabalho está sendo desenvolvido com o que consta no universo (nos autos).
Reafirmamos que não alegamos inocência em nenhum momento de qualquer um dos acusados, nós temos sustentado unicamente que o conjunto probatório existente nos autos não é suficiente para a condenação de todos.
Na sexta-feira, dia 29 de agosto de 2014, publicaremos o vídeo que marcará o fim da nossa exposição, mas poderemos publicar novos artigos e /ou vídeos caso sejam necessários para o total esclarecimento da nossa linha de raciocínio ou para contestar alguma alegação que possa ser oferecida contrária aos nossos argumentos.
Aconselhamos, novamente, que assistam os vídeos anteriores (Link).
Por derradeiro, como sempre fizemos nesses oito anos de existência do blog, deixamos claro que o espaço está aberto para todos que quiserem publicar artigos favoráveis ou contrários às nossas opiniões.
E-mail para remessa:
pauloricardopaul@gmail.com
Além disso, como também sempre ocorreu, o Coronel PM Ref Paúl, está pronto para repetir as suas conclusões em qualquer local, desde que seja convidado e/ou intimado.

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"NÃO PODEMOS NOS TORNAR MONSTROS PARA DERRUBAR UM MONSTRO"



Prezados leitores, ontem, lemos uma frase no facebook.
Ela contém importante ensinamento sobre o cuidado de não nos tornarmos iguais aos que combatemos.
Curiosos, fizemos uma pesquisa na internet sobre:
"Não podemos nos tornar monstros para derrubar um monstro".
Não encontramos referência a essa frase específica e retiramos as aspas, repetindo a pesquisa.
Surgiram uma série de posssibilidades.
Ao nosso ver a principal nos remete a uma citação atribuída a Friedrich Nietzsche, encontrada no site wikiquote (Link):
- Aquele que luta com demônios deve acautelar-se para não tornar-se um também.
Sim, isso é um grande perigo.
Não podemos permitir que a nossa essência do bem se transforme em algo ruim só porque temos que lutar contra o mal.
Não podemos usar as mesmas armas e as mesmas táticas. 
Isso nos iguala.
Não podemos mentir para vencer mentirosos, isso também nos torna mentirosos, pegando um exemplo.
Contra a mentira temos que usar a inteligência e descontrui-la, isso fará nascer a verdade, nos fazendo vencer a luta. 
No nosso espaço democrático (e na vida pessoal) temos tentado enfrentar as adversidades sem nos tornarmos iguais aqueles que praticamn contra nós o mal, seja de que forma for.
Temos tentado mostrar a verdade, onde a mentira se apresenta.
Não usamos o recurso de mentir também para fazer valer a nossa opinião.
Na realidade temos persistido em nos opor a cada mentira com a verdade.
Assim, desconstruímos várias mentiras governamentais, tais como, os beneficíos da terceirização da compra e da manutenção de parte das viaturas da Polícia Militar e o fato das UPPs serem a obra prima do combate aos criminosos encastelados nas comunidades carentes.
Insistimos na verdade e as mentiras do governo, apesar do apoio da imprensa, caíram por terra.
Não viramos monstros para derrotarmos os monstros.
Usamos a verdade também como norte no nosso primeiro livro "Cabral contra Paúl - A Polícia Militar de joelhos", inclusive incluindo documentos comprobatórios.
E, estamos repetindo a fórmula (verdades contra mentiras) nos dois livros que estaremos lançando em setembro:
- UPP - Uma farsa eleitoral; e
- A ditadura de terno e gravata - A luta dos bombeiros e policiais militares.
O ditado popular ensina que a mentira tem perna curta e nós acrescentamos que a mentira não resiste à inteligência.

Juntos Somos Fortes!

UPPs: O MARTÍRIO DOS JOVENS POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, os jovens Policiais Militares vivem um verdadeiro martírio nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), eis a verdade que o governo Cabral-Pezão-Beltrame não consegue mais esconder.


(Jornal Extra)


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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O PONTO COMUM ENTRE AS CHACINAS DE VIGÁRIO GERAL, DA CANDELÁRIA E OS CASOS PATRÍCIA ACIOLI E AMARILDO



Prezados leitores, tudo indica que está nascendo um ponto comum entre as chacinas de Vigário Geral,  da Candelária e os casos do assassinato da juíza Patrícia Acioli e do desparecimento de Amarildo, um morador da Rocinha: a prisão de Policiais Militares sem as indispensáveis provas.
Nas chacinas isso já ocorreu, o tempo comprovou.
No caso do assassinato da juíza Patrícia Acioli existem fortes indícios de que isso voltou a ocorrer.
E, pode ocorrer no caso Amarildo.
Via de regra o que leva o Estado a cometer essa gravíssima violação de direito, ou seja, cercear a liberdade de um cidadão (Policial Militar) sem provas, via de regra, começa por erros no curso da investigação policial, sobretudo quando as provas testemunhais são as direcionadoras do processo de culpabilidade dos Policiais Militares.
É a supremacia da prova "prostituta" (testemunhal) direcionando conclusões para levar cidadãos (Policiais Militares) a serem  presos (e condenados) sem que existam provas técnicas que confirmem o contido em depoimentos (acusados, acusadores e testemunhas).
Quem não lembra da atuação de Ivan Custódio na Chacina da Candelária?
Sugiro aos mais novos que pesquisem na internet.
Segundo consta Ivan Custódio era informante da Polícia Civil, o apelidado X-9, inclusive participava de operações policiais. Ele vivia do denominado "espólio de guerra". Era tão presente que muitos o consideravam como sendo um Policial Civil.
Ivan soltou o verbo e saiu fazendo declarações que levaram mais de vinte Policiais Militares a serem presos.
Dava detalhes e era verborrágico na citação de nomes.
Usaram e abusaram da fonte.
O resultado?
Inocentes presos.
Vidas destruídas.
Nós escrevemos várias vezes que em razão da nossa experiência na área correcional, aprendemos que quando existem muitos Policiais Militares sendo acusados, as chances são enormes de ocorrerem erros de avaliação.
No caso do Amarildo temos mais de 20 (vinte) PMs sendo investigados, alguns já estão presos há muito tempo, a chance de existirem inocentes nesse grupo deve ser considerada, cabendo ao Ministério Público e aos defensores dos Policiais Militares zelarem pela salvaguarda daqueles contra os quais não existem provas suficientes para a condenação.
No que diz respeito ao assassinato da juíza Patrícia Acioli, onde temos 11 (onze) Policiais Militares condenados pelo assassinato, podemos estar diante de um "novo" Ivan Custódio, tendo em vista que o depoimento de um dos Policiais Militares condenados é a prova principal contra a maioria dos acusados.
Isso é perigosíssimo. 
É o primeiro passo para a injustiça.
Nós estamos encerrando a publicação dos vídeos nos quais o Coronel PM Paúl fez comentários sobre as investigações e os julgamentos do caso Patrícia Acioli, solicitamos a especial atenção dos frequentadores desse espaço democrático para os temas que foram e que serão abordados, pois existem fortes indícios do Estado estar repetindo o erro que praticou nas chacinas de Vigário Geral e da Candelária.
Se estivermos com a razão, precisaremos nos mobilizar para a reversão dos erros cometidos pelo Estado nesse caso e para evitar que o Estado erre também no caso Amarildo.
Infelizmente, como também escrevemos incontáveis vezes, os Policiais Militares do Rio de Janeiro perderam a PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA", um direito de todo cidadão brasileiro.
Basta alguém acusar um Policial Militar para ele ser antecipadamente considerado culpado.
É o prejulgamento!
É a condenação antecipada.
Uma condenação materializada antes do julgamento por meio da imprensa, que entrevista delegados e promotores, tornando público inquéritos que são por natureza sigilosos, assim o processo de condenação se antecipa.
Os 11 (onze) Policiais Militares acusados pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli chegaram nessa condição diante do Tribunal do Júri.
Não custa lembrar que nós, Coronéis da Polícia Militar, ativos e inativos, somos os defensores dos direitos e das prerrogativas dos integrantes da instituição.
Somos os defensores da identidade e dos valores institucionais.
Não podemos nos calar diante de qualquer violação contra os nossos.
Os que se omitem desse DEVER demonstram que não aprenderam ao longo da carreira o sentido do que é ser Coronel de Polícia Militar.
Apenas usaram o título, vestiram as fardas, receberam as honrarias e as gratificações.

Juntos Somos Fortes!

DIA DO SOLDADO - HINO DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

Prezados leitores, prestamos nossa homenagem ao Dia do Soldado, apresentando o Hino da Força Expedicionária Brasileira (Hino do Expedicionário):



Juntos Somos Fortes!

A POLÍCIA MILITAR E O ZEPELIM - POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO




Prezados leitores, recebemos por e-mail o texto que transcrevemos a seguir como sendo uma nota da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 

E-MAIL:
"Leia a íntegra da nota da Polícia Militar:
A PM e o Zepelim?
Mais uma vez, somos questionados por um órgão de imprensa sobre o nosso modelo de polícia, o militar. O ponto de início da matéria a ser construída obedece a alguns entendimentos já pacíficos por parte da reportagem e subsidiados pela opinião de "especialistas". Vejamos:
A Polícia Militar trata parte da população brasileira como potencial inimigo;
O sistema de segurança pública é o mesmo da ditadura, guiado pela Lei de Segurança Nacional;
A ditadura ainda está na cabeça dos governantes e principalmente das polícias;
A PM que está aí atira para matar. Ela está servindo a outros interesses.
Como diria o colunista Reinaldo Azevedo, este é mesmo "o ano de satanização dos militares".
É triste ver como a desinformação parece habitar algumas mentes neste nosso Brasil de tantos Brasis. Pior: é mais triste ver como alguns sentimentos se tentam materializar, migrando da quimera à teoria; daí à crença; por fim, daí à "verdade".
Ninguém deveria se ocupar do julgamento do pretérito, especialmente com os olhos do presente, mas não é o que ocorre neste país... Conseguimos anistiar pessoas, mas não conseguimos libertar o passado, que parece um espírito confuso, agarrando-se a um corpo jacente.
Falar em inimigos, em Lei de Segurança Nacional, que a PM atira para matar, se não fosse terrível, seria cômico, porque denota, sim, a construção de um pensamento que se pretende coletivo, a partir de pessoas que se sentem intelectuais.
Seria mais simples pensar o mundo a partir de fatos, mas alguns propagadores de opinião preferem as ideologias, o partidarismo e, até, o oportunismo.
Na maioria das vezes, as polícias militares se desviam do posicionamento político (na essência da palavra); nossos contumazes detratores, não. E essa desigualdade se reflete no açoite cotidiano à categoria que se imbui de receber sobre si todos os pecados do mundo.
Talvez seja oportuno então alertarmos a sociedade quanto ao Brasil que alguns sonham construir, numa versão romântica, e bastante suspeita.
Antes disso, porém, talvez devêssemos informar que, desde 1997, a Polícia Militar de São Paulo se estrutura a partir de conceitos de polícia comunitária.
Pode-se mencionar também que o Método Giraldi de Tiro Defensivo para a Preservação da Vida, criado por um oficial da PM paulista e nela desenvolvido, é recomendado pela Cruz Vermelha Internacional como efetivamente aplicável ao treinamento das polícias.
Nosso Programa Estadual de Resistência às Drogas (Proerd), em vinte anos de atividade, já formou mais de sete milhões de crianças, ensinando-lhes caminhos seguros para fugir ao contato com esse mal que assombra nossa sociedade. Isso significa dizer que já educamos um número de jovens que representa 16% dos 43 milhões de paulistas, segundo estimativa do IBGE para o ano de 2013.
E não seria demais também lembrar que, no ano passado, atendemos 2.450.098 ocorrências, prendemos 183.952 pessoas, apreendemos mais de 80 toneladas de drogas, 13.828 armas de fogo em poder de criminosos, prestamos 2.506.664 atendimentos sociais e resgatamos 619.231 pessoas.. 
Seria tudo isso fruto de nossa vocação para enxergar a população como inimiga? Seria a ditadura que ainda está em nossa cabeça? A influência da Lei de Segurança Nacional? Ou ainda nossa compulsão de atirar para matar?!
Em que mundo esses "especialistas" fundamentam suas teorias?
Muito provavelmente a resposta esteja em outro século e em outro continente, nascida da cabeça de alguém que pregou a difusão de um modelo hegemônico, que se deve construir espalhando intelectuais em partidos, universidades, meios de comunicação. Em seguida, minando estruturas básicas e sólidas de formação moral, como família, escola e religião. Por fim, ruindo estruturas estatais, as instituições democráticas. Assim é o discurso desses chamados "intelectuais orgânicos", como costumam se denominar, em consonância com as ideias revolucionárias do italiano Antonio Gramsci, que ecoaram pelo mundo a partir da década de 1930.
Tão assombrosa quanto esse discurso anacrônico, ou mais, é a teorização formulada por quem, em vez de servir a uma instituição, prefere servir-se dela, desqualificando-a, conspurcando-a. Nesse caso, o problema talvez não esteja na ideologia, mas na conveniência da oportunidade de mercado.
No presente momento em que diversos grupos supostamente democráticos fazem coro para desmilitarizar a nossa polícia, vemos pessoas que aqui passaram a maior parte de sua vida se colocando como arautos das mudanças que urgem. Esse tipo de voz ecoa muito mais pelo inusitado do que pela qualidade de seus argumentos pseudocientíficos. É a chamada crítica à moda Brás Cubas. Saca-se alguém de um determinado meio e essa pessoa recebe chancela de legitimidade por falar de algo que, em tese, conhece por vivência. É inadmissível que um profissional, que deveria ter compromisso com a verdade, pois assim assumiu em juramento, falar em premiações, medalhas a policiais que matam, como se isso fosse uma prática corrente, cultural. Somos a instituição que mais depura seu público interno, sujeita a regulamentos, códigos rígidos de conduta e com uma corregedoria implacável contra agressores de policiais e contra policiais bandidos. Exoneramos centenas. Só em 2013, foram 349. Como dizer que toleramos o erro? Onde está a responsabilidade no que é dito.
Enfim, parece ser oportuno criticar um modelo de polícia que suporta o tempo e as circunstâncias adversas. Temos história, uma cultura, valores morais, coisa rara nos dias de hoje.
Critica-se, mas, no momento da agrura, sabemos qual é a última instância salvadora, quem pode nos socorrer: "o policial ditador, que nos vê como inimigos, que age conforme a L.S.N., que atira para matar...". É como soava no refrão de Chico Buarque: ".... Ela é feita pra apanhar, ela é boa de cuspir...". Vem o sufoco, a salvação; passa o sufoco, torna-se ao linchamento. Será que a sociedade prescinde um dia de nós? Uma manhã? Uma hora?
Ainda somos uma democracia, é bom que nos lembremos sempre disso. Se um dia tivermos de mudar nosso modelo, que seja pelo desejo do povo, não de "especialistas".
Centro de Comunicação Social da Polícia Militar de São Paulo 

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A SOBREVIVENTE - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA


Prezados leitores, transcrevemos um novo artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa:

"A SOBREVIVENTE
Maria Lucia Victor Barbosa 
24/08/2014 
Da morte trágica do candidato à presidência da República, Eduardo Campos, emergiu a sobrevivente, Marina Silva, que tendo se abrigado no PSB por não ter conseguido registrar o seu partido Rede Sustentabilidade seria a vice na chapa. 
Como escreveu Elias Canetti em sua magistral obra, Massa e Poder: “O momento de sobreviver é o momento do poder”. “O espanto diante da visão da morte se dissolve em satisfação, pois não se é o morto”. “O morto está estendido e o sobrevivente está de pé”. “É como se um combate tivesse antecedido aquele momento, e nós mesmo tivéssemos derrubado o morto”. Canetti se referia às batalhas onde se mata e morre literalmente, mas não é uma campanha eleitoral uma espécie de batalha? 
Marina, a sobrevivente, se sente ungida pela “providência divina”, segundo suas palavras. Na eleição de 2010 obteve 20 milhões de votos e ficou em terceiro lugar. Neste ano viu frustrada sua intenção de voltar à campanha presidencial por ter falhado a oficialização da Rede Sustentabilidade. Agora, por um desses acasos que ela atribui a forças sobrenaturais ei-la no centro do palco da política. 
Alçada à cabeça de chapa Marina se transformou rapidamente de hóspede em hospedeira do PSB e sua primeira providência foi a de substituir os comandos da campanha por gente sua, enquanto alijava o pessoal de Eduardo Campos. Portanto, o PSB pode dar adeus às ilusões. A Rede que ainda não existe adonou-se da escalada ao Planalto e se Marina chegar lá tudo indica que não sobrará nada para os socialistas de Campos. As aspirações pesebista foram sepultadas junto com o líder morto. 
Dizem em tom de brincadeira que Marina é verde por fora e vermelha por dentro. Toda brincadeira tem um fundo de verdade e não se duvide que no peito de Marina bata ainda um coração petista. A sobrevivente ungida é como o avatar de um PT já longínquo que se dizia puro, ético, a verdadeira esquerda que vinha para mudar o que estava errado.
Á frente do PT a estrela barbuda, que na quarta tentativa chegou lá depois de vestir terno Armani, aparar a barba e fazer publicar uma Carta na qual se comprometia a manter os fundamentos da nossa economia capitalista de Terceiro Mundo. 
No poder os éticos e puros mostraram a que vieram e foram na nossa endêmica corrupção os mais corruptos. Incompetentes, reeditaram a inflação, a inadimplência e nos fizeram o país dos pibinhos, dos descalabros na Educação e na Saúde, da Petrobras arrebentada, da diplomacia vergonhosa que defende e custeia os mais nefastos ditadores mundiais. Para piorar o País é o lanterninha dos Brics. 
O Brasil como paraíso é uma fraude gerada pela propaganda enganosa. O que de fato se tem é a herança maldita dos quase 12 anos de governo Lula, pois a bem da verdade, nos últimos desastrosos quatro anos foi o criador que mandou e a criatura somente obedeceu. 
Note-se que a sobrevivente já iniciou sua metamorfose ao incorporar como vice o gaúcho Beto Albuquerque, ex-petista que agora é citado como defensor do agronegócio. Marina, como se sabe, sempre foi contra o agronegócio. Será que mudou? Afinal, ela apoia os sem-terra. 
A candidata da Rede também já aceita a ideia da autonomia do Banco Central. É o que afirma a herdeira do Banco Itaú, Maria Alice Setubal, amiga e coordenadora do programa de governo da sobrevivente. Sem dúvida, um truque da candidata com o intuito de agradar o mercado, que se antes temia Lula agora a teme. Só falta a Rede lançar uma Carta para apaziguar certos ânimos. 
Marina está fortalecida. Leva vantagem sobre Rousseff porque além de ser mulher representa com seu aspecto frágil um perfil bem mais feminino. E ganha de Lula porque teve como ele origem humilde, mas, como já foi dito é mulher e negra. Daqui a pouco vão dizer de modo politicamente correto que é mulher, negra e índia. Então, aí de quem criticá-la. Tal coisa será considerada não como preconceito, mas como crime de racismo, portanto, inafiançável. 
A sobrevivente, que se esclareça, não é terceira via e sim o Lula de saias abanando uma bandeira vermelha. Com relação ao PT ela pode dizer: “eu sou você amanhã”. Mas, quais são seus planos de governo? Já se sabe que seu programa incluirá os tais conselhos populares idealizados pelo PT e outros canais de democracia direta. Uma quinada e tanto à esquerda que talvez o PT faça caso Rousseff ganhe. 
Quanto ao PSDB nunca foi oposição ao PT por temer a popularidade do demagogo Lula. Se agora os tucanos continuarem abúlicos por conta do medo da “santa da floresta” e seguirem sacudindo seus punhos de renda contra a borduna do PT e o arco e flecha da Rede, podem jogar a toalha. Então, ecoará da Papuda a profecia de José Dirceu: “Viemos para permanecer 20 anos”. “Muito mais”, dirá Lula, “meu modelo é Fidel Castro”. 
Maria Lucia é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br 
www.maluvibar.blogspot.com.br

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