quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A IMAGEM SÍMBOLO DAS ELEIÇÕES NO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, publicamos uma matéria da revista Carta Capital que em nossa opinião exibe a imagem símbolo das eleições no Rio de Janeiro:




Juntos Somos Fortes!

PAÚL NELES! - 30 OUT 2014 - 1a EDIÇÃO - OS CORONÉIS MUDOS...

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl comenta a crise na segurança pública e a inércia dos Coronéis ativos e inativos da Polícia Militar, assim como, a inação dos clubes e associações de classe.




Juntos Somos Fortes1

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

ARMAS SOMEM DE DENTRO DE QUARTEL DA POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, a crise na área da segurança pública segue se agravando.

"SITE G1 
29/10/2014 18h53 - Atualizado em 29/10/2014 18h57
PM do RJ confirma desaparecimento de 28 armas do Batalhão de Choque
Corporação constatou a falta de 23 pistolas calibre 40 e de outras 5 armas.
Equipe que estava de serviço na unidade foi presa administrativamente.
A Polícia Militar Judiciária investiga o paradeiro de 28 armas que desapareceram do Centro de Manutenção de Materiais (CMM), localizado dentro do Batalhão de Choque. Conforme informou a Globo News, durante a tarde desta quarta-feira (29), era feita perícia na unidade e carros particulares e da corporação eram submetidos a vistoria para tentar localizar o armamento (Leia mais)". 

Juntos Somos Fortes!

PAÚL NELES! 29 OUT 2014 - 2a EDIÇÃO - AS "NOVIDADES" NA SEGURANÇA PÚBLICA

Prezados leitores, Pezão anuncia "novidades" na área da segurança pública.


Juntos Somos Fortes!

SÃO PAULO: POLÍCIA MILITAR IMPEDIDA DE USAR ARMAMENTO NÃO LETAL

Prezados leitores, uma decisão judicial proíbe a PMESP de usar armamento não letal em protestos.

"UOL NOTÍCIAS
Caio Guatelli - 18.mai.2000/Folha Imagem


Justiça proíbe PM de usar bala de borracha em manifestação
James Cimino
Do UOL, em São Paulo 28/10/201421h32
A Justiça de São Paulo concedeu na última sexta-feira (25) liminar (decisão provisória) que proíbe a PM (Polícia Militar) de utilizar armas e balas de borracha para dispersar manifestações. 
Agora, a PM paulista tem 30 dias para informar publicamente um plano de ação em protestos de rua, que não inclua o uso deste tipo de equipamento, sob o risco de multa diária no valor de R$ 100 mil, que devem ser imputados ao governo do Estado em caso de descumprimento. Como a medida é liminar, há possibilidade de o governo recorrer. 
De acordo com a decisão, há pontos obrigatórios que devem estar inclusos no plano de ação da PM. Além da proibição do uso balas de borracha, todos os envolvidos nas ações de policiamento deverão ter a identificação dos nomes dos policiais afixada na farda de forma visível.O plano de ação das tropas, em caso de necessidade de dispersão, deverá também indicar o nome de quem o ordenou. 
A liminar foi concedida pelo juiz Valentino Aparecido de Andrade da 10ª Vara da Fazenda Pública que atendeu as medidas de ação movida pela Defensoria Pública e proposta pela Conectas, uma ONG de defesa de direitos humanos. 
"O objetivo foi reivindicar que a PM aja de forma preventiva e não repressora. Queremos que a polícia garanta esse direito de manifestação de forma inteligente", declarou o defensor público Fabrício Viana. 
O documento diz, ainda, que "sprays de pimenta e gases podem eventualmente ser utilizados, mas em casos extremos"
Repercussão
"É uma decisão extremamente positiva e de importância dentro da questão dos direitos humanos. Da legitimidade do direito da manifestação pacífica, um ganho para a sociedade toda", disse o fotógrafo Sérgio Silva, vítima de uma bala de borracha no olho esquerdo, durante uma manifestação no dia 13 de junho do ano passado, em São Paulo. 
Devido ao acidente, Silva perdeu o olho esquerdo e hoje usa uma prótese estética no local. "O uso desse tipo de arma tem de obedecer um tipo de regulamento, que na prática não ocorre", disse ele. 
Neste ano, o fotógrafo entregou um abaixo-assinado ao secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, que pedia o fim do uso desse tipo de armamento. 
"As assinaturas foram recolhidas pela sociedade civil, em um momento em que eu ainda recuperava a minha saúde", disse ele, que segue fazendo acompanhamento médico. 
A reportagem do UOL pediu, por e-mail e por telefone, que a Secretaria de Segurança Pública do Estado se manifestasse sobre a decisão, mas até o fechamento desta reportagem ainda não havia recebido qualquer resposta (Fonte)".   

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PAÚL NELES! - 29 OUT 2014 - 1a EDIÇÃO - O FRACASSO POLÍTICO DOS PMs

Prezados leitores, mais uma vez, os Policiais Militares do Rio de Janeiro não elegeram nenhum representante.



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terça-feira, 28 de outubro de 2014

IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA E FECHAMENTO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT)



Prezados leitores, a seguir transcrevemos texto recebido por e-mail sobre pedido de impeachment da presidente Dilma e sobre o fechamento do PT.
Infelizmente, não temos como disponibilizar os sete anexos encaminhados, mas publicaremos a primeira folha de um deles devidamente protocolada ao final.

"IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA E FECHAMENTO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT) 
Nesta terça-feira, 21 de outubro, foi protocolado junto à Câmara dos Deputados Federais, no Distrito Federal, o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, bem assim duas outras ações junto ao Tribunal Superior Eleitoral, uma, requerendo o fechamento do Partido dos Trabalhadores (PT) e, outra, o afastamento da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, das Eleições de 2014. 
As denúncias fundam-se no fato da presidenta da República subordinar e submeter a sua administração, diga-se, a da República Federativa do Brasil, a interesses de entidade e governos estrangeiros, notadamente, à entidade denominada Foro de São Paulo e aos governos de países ditos “revolucionários” da América Latina. 
O Foro de São Paulo é uma entidade fundada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 1990 com objetivos de definir estratégias e diretrizes para os “companheiros” e partidos políticos revolucionários tomar o poder nos países da América Latina e, passo contínuo, fixar políticas e ações para se manterem e se perpetuarem no poder, mediante atuações diretas nas administrações e políticas internas dos países, a exemplo do Brasil, Venezuela, Bolívia, Equador e Cuba. 
É de ser destacar que no Foro de São Paulo, entidade com gestão estratégica direta do PT, houve participação das FARC – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, organização guerrilheira e tida, por alguns países, como terrorista. 
Nas ações protocoladas são destacadas as declarações do ex-presidente Lula, de José Dirceu e da presidenta Dilma, que, além de confirmarem a existência da entidade Foro de São Paulo, esclarecem e declaram as intenções da entidade para tomada do poder no Brasil e nos países da América Latina, e quais as estratégias para administrar e se perpetuarem no poder. 
As duas outras ações, estas ajuizadas junto ao Tribunal Superior Eleitoral, fundam-se na violação da Constituição Federal, notadamente ao Estado Democrático de Direito, à Independência da República Federativa do Brasil e aos Direitos Políticos. 
A ação do mandado de segurança requer o afastamento/impedimento da candidata do PT, Dilma, de participar das Eleições de 2014, vale dizer, na votação em segundo turno, no próximo dia 26, em face de que não preenche os requisitos constitucionais de elegibilidade e por violar os princípios constitucionais da moralidade e da legalidade. 
O pedido de fechamento do Partido dos Trabalhadores (PT), denúncia encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral para cancelar o registro do partido e seu estatuto, decorre do fato do mesmo estar, a exemplo da Presidência da República, subordinado e sob influência direta de entidade e governos estrangeiros. 
Confira-se em anexo o inteiro teor das ações: Pedido de Impeachment da presidenta Dilma, Pedido de Fechamento do PT e Mandado de Segurança requerendo o afastamento da Candidata do PT, Dilma, das Eleições de 2014. 
Caroline Rodrigues De Toni
OAB/SC 29.606
Mestre em direito público pela Universidade Estácio de Sá" 




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A "PACIFICAÇÃO" DE PEZÃO CADA VEZ PROMOVE MAIS TIROTEIOS

Prezados leitores, acho que arrumaram um novo sinônimo para confronto armado (tiroteio).
O novo termo empregado nessas ocorrências é "pacificação".


(Jornal Meia Hora)


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FRAUDES MILIONÁRIAS NA POLÍCIA MILITAR. SERÁ VERDADE?

Prezados leitores, a crise na segurança pública continua.


(Jornal O Dia)


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PAÚL NELES! - 28 OUT 2014 - 2 a EDIÇÃO - ATRASO NO PAGAMENTO DO RAS

Prezados leitores, o Coronel Paúl comenta o atraso no pagamento dos serviços extras dos Policiais Militares.












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UPPs: CORONEL PM PAÚL PARTICIPA DE MATÉRIA DO PORTAL TERRA



Prezados leitores, o Coronel PM Paúl foi entrevistado para uma matéria do Portal Terra. 
Ele agradece a oportunidade de participar da matéria sobre os desafios da segurança pública. 

"PORTAL TERRA
Rio de Janeiro
27 de outubro de 2014 • 11h27 • atualizado às 11h37
Novo governo Pezão (PMDB) enfrenta desafios na segurança
O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) pode ter que passar por revisão
A verdade é que nem Pezão acreditava em Pezão. Saído de dentro de um dos governos mais criticados da história do Rio de Janeiro - cujo índice de aprovação chegou a 12% no fim de 2013 - Luiz Fernando de Souza, o Pezão, ganhou o direito de governar o Estado do Rio por mais quatro anos. E o maior desafio para a sequência do seu mandato é a segurança pública. O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), carro-chefe do governo Cabral/Pezão, parece ter saído de controle. A crescente violência nas áreas que em teoria estariam livres do tráfico pôs em cheque a política comandada pelo todo-poderoso secretário de segurança, José Mariano Beltrame, que vai ser confirmado no cargo para mais quatro anos. Pezão prometeu durante a campanha mais 50 UPPs em todo o Estado. 
Em entrevista ao Terra no mês de fevereiro, diante das primeiras notícias de aumento da violência nas áreas de UPPs, a socióloga Julita Lemgruber já falava do fracasso da política. “As UPPs têm dificuldades de se sustentar no longo prazo seja em que governo for. Mesmo que venha um governo que se proponha a dar continuidade ao programa, a modalidade de policiamento que as UPPs propõem implica em um número de policiais muito grande. Era mais fácil quando você só tinha meia dúzia. Todo o mecanismo de controle, tanto interno quanto externo, tinha mais chance de funcionar. Crescer nesse ritmo frenético é preocupante. A possibilidade de controlar a violência e a corrupção diminui muito. E é o que estamos vendo. O caso do Amarildo foi o mais emblemático, mas temos visto com frequência, disse Julita. 
Ex-corregedor interno da Polícia Militar e crítico ferrenho do governo Cabral (que chegou a mandar prendê-lo durante uma greve de policiais), o coronel da reserva, Paulo Ricardo Paúl, bate duro no projeto. “Em oito anos de governo só foi criado um projeto na área da segurança pública: as UPPs. Isso demonstra a incapacidade gestora da Secretaria de Segurança Pública. A falta de infraestrutura foi um problema que saltou aos olhos de todos que conheceram a intimidade das UPPs. 
Mas o principal problema foi a forma como foi implantado o projeto. Uma correria desenfreada para "fabricar" novos PMs, que acabaram sendo pessimamente formados, para colocá-los nas comunidades sem qualquer experiência”, afirma. Ele critica também a forma como a ocupação é feita. “Avisar antes das ocupações e não prender os criminosos provocou dois efeitos previsíveis e evitáveis: a transferência de criminosos e o adiamento dos confrontos armados, que foram evitados com o aviso prévio, mas que estão ocorrendo atualmente nas UPPs, vitimando PMs, moradores e criminosos. Municípios onde a violência estava sendo controlada, hoje assiste ao desfile de 'fuzis'", diz. 
Mas Pezão mantém o foco de chegar com UPPs à Baixada, para onde os traficantes fugiram depois das ocupações na capital, e expandir até onde for necessário. O problema é que traficantes e milicianos começam a voltar para a capital. Além disso, neste ano, já foram 65 policiais mortos no Rio, sendo 17 em áreas de Unidades de Polícia Pacificadora. O governador acena com a criação de mais batalhões em áreas como Nova Iguaçu e Itaguaí, onde a violência explodiu depois da criação das UPPs na capital fluminense. 
Paúl, o coronel da reserva, diz que é preciso reestruturar a polícia antes de ampliar o projeto. “O desafio é a reconstrução da Polícia Militar. O atual governo para atender interesse eleitoral de implantar o maior número de UPPs no menor espaço de tempo, sacrificou o recrutamento, a seleção e, sobretudo, a formação do soldado PM. Hoje são cerca de dez mil PMs mal formados. Isso é uma verdadeira tragédia institucional, assim como um perigo muito grande para a população como um todo. O novo governo terá esse retrabalho pela frente: promover uma nova formação para milhares de PMs que estão nas UPPs e, simultaneamente, formar de forma adequada novos soldados, pois o efetivo dos batalhões foi dizimado”, afirma. 
Para Pezão, a política implantada está correta, a confiança no secretário de segurança do Rio, José Mariano Beltrame, parece total. O governador diz que “pacificar não é só retomar o território com as forças policiais, mas oferecer serviços públicos de qualidade e, por meio disso, melhorar a qualidade de vida dos moradores de cada uma dessas comunidades pacificadas com saneamento básico, educação, saúde, cultura.” E esse é outro dos desafios: fazer chegar os serviços sociais às comunidades ocupadas, para que traficantes e milicianos não consigam mais dominar as localidades. 
Corrupção
Além dos problemas de aumento de violência, o governo foi sacudido nos últimos meses com notícias de corrupção no alto escalão da Polícia Militar, que atingiu até o terceiro homem no escalão hierárquico da corporação e colocou em dúvida o comando da PM. Pezão e Beltrame adotam o discurso de que “estão cortando na própria carne”. Mas a corrupção na polícia parece ter voltado a fugir do controle. Para a socióloga Julita Lemgruber a questão é falha. “Precisamos de um órgão externo de controle forte, autônomo e independente. As ouvidorias de polícia quando foram criadas, em meados dos anos 1990, vinham de uma discussão de que o norte desses órgãos seria a independência e a autonomia. Qualquer democracia que possa se orgulhar de funcionar como uma democracia tem um controle externo da polícia forte, e nós não temos”. 
Paulo Ricardo Paúl diz que o problema é maior. “Trata-se de uma delação, que ainda deve ser investigada, ainda estamos no campo do 'ouvi dizer', mas isso é grave. Pior, mantido o alto escalão, quem vai investigar seus integrantes? Eles todos deveriam ser afastados e um coronel da PM mais antigo que todos eles ser o responsável pela investigação. Beltrame fez isso? Não”. (Fonte)" 

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MOVIMENTO ANULA JÁ! A PROVA QUE A POPULAÇÃO REPROVOU O GOVERNO PEZÃO

Prezados leitores, hoje publicamos uma matéria do jornal o Globo que reafirma a necessidade de um movimento popular para alterar as regras eleitorais.
Apoie e participe do "Movimento cívico-democrático ANULA JÁ!"
Acesse e compartilhe:
Os dados numéricos revelam que o governo Pezão foi reprovado pela população fluminense, aliás, como não poderia deixar de ser, pois os governo foi péssimo. 
Leia e constate:


(O Globo)


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PAÚL NELES! - 28 OUT 2014 - 1a EDIÇÃO - LIVRO FOGO URBANO



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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ELEIÇÕES - MOVIMENTO CÍVICO-DEMOCRÁTICO ANULA JÁ! - PARTICPE



Prezados leitores, os valores democráticos estão sendo destruídos no Brasil, nós estamos sendo governados por políticos que não representam a maioria do eleitorado.
O povo tem protestado nas urnas votando em branco, anulando votos e não comparecendo (abstenção), o que significa que estão REPROVANDO todos os candidatos. Porém isso de nada adianta, pois o mais votado (não importa o baixíssimo percentual de votos) acaba eleito e exercendo o mandato.
Nós estamos iniciando uma mobilização cívica-democrática no intuito de ser alterada a legislação de modo que no primeiro e no segundo turno só seja declarado eleito o candidato que obtiver mais de 50% dos votos possíveis (total do eleitorado).
Dilma e Pezão, citando dois exemplos, foram eleitos apenas com um pouco mais de um terço dos votos possíveis, portanto, não representam a maioria do povo brasileiro.
Em defesa da democracia, convidamos a todos e a todas para que ingressem nessa luta ordeira e pacífica.
Acessem e compartilhem a fan page "ANULA JÁ!":

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PAÚL NELES! 27 OUT 2014 - 2a EDIÇÃO - O ASSASSINATO DA DEMOCRACIA NO BRASIL

Prezados leitores, nós estamos assassinando a democracia no Brasil.
Assistam e reflitam:



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