JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 2 de junho de 2017

DINHEIRO DESVIADO POR SÉRGIO CABRAL FOI BLOQUEADO

ex-prefeito Eduardo Paes, governador Pezão e ex-governador Sérgio Cabral


Prezados leitores, o ex-governador Sérgio Cabral segue pagando pelo que fez contra a população do estado do Rio de Janeiro.

"Site G1 
Justiça bloqueia R$ 3,1 bi de Cabral, Júlio Lopes e outros reús por suspeitas de fraude nas obras da Linha 4 
Eles são réus em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público. Na mesma decisão, juíza negou bloqueio de bens de Pezão e Osorio. 
01/06/2017 12h31 Atualizado há 1 hora 
A Justiça do Rio determinou o bloqueio de até R$ 3,1 bilhões dos bens de vários réus em processo sobre fraudes no contrato das obras da Linha 4 do metrô do Rio. Entre os alvos do bloqueio estão o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, o ex-secretário de Transportes e deputado federal Julio Lopes, e o ex-subsecretário de Turismo, ex-subsecretário Luiz Carlos Velloso
Também sofreram bloqueios integrantes da diretoria da Riotrilhos, da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp) e das empresas Rio-Barra (concessionária), Odebrecht, ZI-Participações, ZI-Gordo e Queiroz Galvão (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 20 de março de 2017

HOJE TODO MUNDO ACUSA SÉRGIO CABRAL, ANTES...



Prezados leitores, agora é Júlio Lopes quem acusa o ex-governador Sérgio Cabral de práticas ilícitas.
Hoje todos acusam Sérgio Cabral.
Nós pensamos como a realidade do estado do Rio de Janeiro seria diferente se tivessem nos ouvido em 2007 ou na campanha da reeleição de Cabral ou na campanha para eleição de Pezão.
Não nos ouviram, deu no que deu.

"Jornal do Brasil
Ex-secretário de Transportes, Júlio Lopes acusa Cabral em caso de propina do Metrô
19/03 às 12h42 - Atualizada em 19/03 às 14h43
Apontado nas delações da Odebrecht como beneficiário de propinas nas obras da Linha 4 do Metrô e do Arco Metropolitano, o ex-secretário estadual de Transportes, deputado federal Júlio Lopes (PP-RJ), afirmou, neste domingo (19), que as obras estavam sob a gestão da Casa Civil, e não com a pasta de Transportes. 
Segundo Lopes, a gestão da Linha 4 só ficou sob administração da Secretaria de Transportes a partir de 23 de janeiro de 2015, e ele foi secretário de Sérgio Cabral entre 2007 e 2014. 
"Sabíamos que nos usariam para justificar o valor (segundo o MPF, superfaturado) da obra da Linha 4. Ao cidadão comum, tem lógica a Secretaria Estadual de Transportes ser a responsável por uma obra de metrô. Deveria, mas não foi. A organização do Cabral jamais permitiu que qualquer um dos nossos atuasse na gestão e contato com Consórcio. A gestão da Linha 4 foi transferida para a Setrans, pelo então governador Pezão, apenas em 2015 com a obra já entregue. Nunca tivemos acesso aos trâmites e decisões sobre ações e custos", relatou Lopes (Leiam mais)". 

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