JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

ALERTA IGNORADO! EM 2014 O CORONEL PM REF PAÚL FOI ENTREVISTADO E ARRASOU O PROJETO DAS UPPs

Prezados leitores, antes das eleições de 2014, quando foi reeleito (Cabral renunciou) o governador Pezão, o Coronel PM Ref Paúl concedeu uma entrevista sobre o fracasso das UPPs ao canal do Youtube REC Notícias.
Ele alertou sobre todos os problemas do projeto e antecipou o desastre.
Tratou da má formação dos Policiais Militares, da transferências dos traficantes, da falta de prisão dos criminosos, entre outros temas.
Infelizmente, Pezão foi reeleito e o projeto teve continuidade, aumentando o caos.
Hoje a população sofre as consequências.
Assistam e opinem.





Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 13 de junho de 2016

ALGO ERRADO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DESSES POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, algo não funcionou na formação profissional.





Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

POR QUE A SEGURANÇA PÚBLICA É PÉSSIMA NO BRASIL?

Prezados leitores, o policial não é devidamente valorizado e qualificado no Brasil.
Como ter uma segurança pública de boa qualidade diante dessa realidade?
Impossível.




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

REVISTA ÉPOCA: INSTRUTORES DA PM DO RIO ENSINAM A FORJAR TIROTEIOS

Prezados leitores, transcrevemos artigo da revista Época contendo graves acusações contra os "instrutores" da Polícia Militar.



"Revista Época
Instrutores da PM do Rio ensinam a forjar tiroteios 
Jovens policiais aprendem a “fazer a mãozinha” – pôr arma na mão de vítimas para alterar cenas de crimes, como aconteceu na UPP da Providência 
RAPHAEL GOMIDE E HUDSON CORRÊA 
06/10/2015 - 18h09 - Atualizado 06/10/2015 18h49 
“É melhor ser julgado do que carregado [num caixão]”, afirmou o instrutor para um grupo de alunos de um curso de reciclagem da Polícia Militar do Rio. O subtenente acabara de ensinar a prática da “mãozinha”: pôr uma arma na mão de um morto para simular que houve confronto. Narrado a ÉPOCA por um soldado da corporação, a “aula” ocorreu neste ano no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP). O vídeo mostrando cinco PMs da UPP Providência colocando uma arma na mão de Eduardo Santos, 17 anos, morto, e disparando duas vezes para fingir um tiroteio que não acontecera, explicitou uma prática ilegal ensinada informalmente há anos por policiais antigos a novatos. 
Na aula, o instrutor explicou as razões para usar a “mãozinha”: a vítima fica com marcas de pólvora nas mãos e a arma, com sinais de disparo, o que facilita a alegação de legítima defesa por parte dos policiais. O professor contou várias histórias de tiroteios, reais e simulados, entre policiais e criminosos, chamados por ele de “vagabundos” – um jargão típico dos policiais. Muitos alunos riam, mas um deles, mais experiente, questionou a orientação de pôr a arma na mão do baleado. “Se fizermos isso, vamos acabar no BEP [Batalhão Especial Prisional, para onde são levados PMs acusados e condenados por crimes e onde, na quinta-feira (1) a juíza Daniela Barbosa, foi agredida durante uma vistoria]”. 
Ensinar a prática da “mãozinha” não é novidade na corporação. Sete anos antes, em 2008, a reportagem presenciara um instrutor dar a mesma lição no primeiro mês do Curso de Formação de Soldados. “Se fez errado e descobrem, será punido. Mas têm dúvidas de que fazem isso todo dia? Vocês vão aprender na rua: deu tiro pelas costas, pega a arma, põe na mão do cara, dá um ‘tirinho’ e alega legítima defesa. Talvez eu fizesse isso no calor da emoção, filho!... Mas isso é na rua, aqui não é lugar para aprender isso. Arma de fogo é para legítima defesa sua ou de terceiros. Só. Massifica isso [espalha a informação]”, diz o instrutor. 
É evidente que, institucionalmente, a Polícia Militar não ensina esse tipo de conduta criminosa (Leiam mais)." 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 24 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR: A PÉSSIMA FORMAÇÃO E O "TIRO AMIGO"

Prezados leitores, caso seja confirmado o contido na reportagem da revista Veja que reproduzimos nesse artigo, a tragédia da morte do Capitão PM Uanderson será ainda maior. O tiro fatal pode ter sido efetuado por um Policial Militar da UPP que comandava.
A matéria apresenta ainda uma série de aspectos que exaustivamente publicamos sobre a péssima formação dos atuais Soldados PMs, após o governo ter transformado o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças em uma "fábrica de Soldados".


(Revista Veja)

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

RIO: BRINCANDO DE FAZER SEGURANÇA PÚBLICA

Sepultamento de Policial Militar

Prezados leitores, o governo está brincando de fazer segurança pública, uma brincadeira que coloca em risco a vida dos Policiais Militares e a vida dos cidadãos fluminenses.
Como aceitar que um Policial Militar seja colocado nas ruas do Rio de Janeiro sem estar devidamente preparado para usar o armamento com segurança?
Isso é inadmissível.
Aliás, isso seria inadmissível em qualquer lugar do mundo, mas no Rio de Janeiro isso chega a ser normal, considerando o que o governo tem feito nos últimos anos em termos de recrutamento, seleção e formação dos Policiais Militares.
O que resta aos PMs?
Buscar treinamento particular, gastando seu dinheiro, prejudicando ainda mais o sustento de sua família.
O que resta à população?
Rezar.

"JORNAL O DIA 
Com difícil acesso a exercícios na corporação, policiais procuram estandes particulares 
HERCULANO FILHO 
Rio - O cabo José, de 30 anos, já se envolveu em mais de dez confrontos no Complexo da Mangueirinha, uma das áreas mais perigosas de Duque de Caxias, na Baixada. Mas o praça só teve curso de tiro em outubro de 2005, quando saiu do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap). Policial militar há três anos, o soldado Antônio, de 33, ainda não possui arma própria. E precisou esconder o distintivo embaixo do tapete do carro ao ter o veículo roubado por quatro bandidos armados há sete meses. Ele estava de folga naquele dia. 
Os nomes usados nesta reportagem são fictícios. Mas as histórias fazem parte do cotidiano de PMs que pagam do próprio bolso pelos tiros dados em estandes particulares e precisam sair do serviço desarmados durante meses, enquanto aguardam pela liberação da licença para portarem arma. 
Um estande em Mesquita, na Baixada, é mantido graças à presença constante de PMs entre os clientes. Segundo uma funcionária, nove em cada dez que procuram o local pertencem à corporação, desembolsando pelo menos R$ 100 para dar 50 tiros com munição recarregada.
“É munição reciclada. Eles pegam o chumbo, derretem e colocam a pólvora na cápsula. Não é o ideal, mas serve para o treinamento”, explica o soldado Carlos, de 31, que foi ao estande pela última vez em março, para dar cem tiros.
Mas os PMs não vão a Mesquita apenas para aprimorar a mira. Com licença concedida pelo Exército, o comércio também vende armas. Na última sexta-feira à tarde, o soldado Antônio foi lá para comprar uma pistola, que custa R$ 4,9 mil. Estava acompanhado por um colega de farda à paisana, que estava armado.
“Como ando desarmado, chamei um amigo, para garantir a minha segurança. Não posso andar sem proteção, porque posso ser reconhecido por algum bandido”, pondera.
Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da PM, criticou a corporação pelas dificuldades impostas aos policiais. “É uma falta de respeito pela vida do PM. Quem sofre é a sociedade, que vai ter um policial mal preparado”, argumenta.
‘É vergonhoso’, diz coronel 
O coronel Mário Sérgio Duarte, ex-comandante da PM, criticou o fato de policiais treinarem tiros em estandes particulares.
“É vergonhoso, mas temos que atender a demanda da população, que é ter a polícia na rua. E aí, não há tempo para instrução”, disse o coronel, que hoje atua como secretário de Segurança em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
No comando da corporação até setembro de 2011, o coronel chegou a conceder aos policiais militares o direito ao porte da arma pertencente à corporação.
Longa espera para portar arma de fogo
O soldado Cleber, de 25 anos, entregou R$ 2,7 mil num envelope no balcão do estande, para comprar a sua primeira arma particular, uma pistola calibre 380. O dinheiro foi economizado desde janeiro, para evitar os juros numa aquisição parcelada. 
Mas saiu de lá apenas com a nota fiscal, que será entregue ao seu batalhão de origem nos próximos dias. A expectativa é que só retire a arma depois de uma espera de até nove meses.
O soldado Cristiano, de 26 anos, já aguarda pelo registro há quatro meses. “Moro perto de uma comunidade. E estava com a família quando vi dois homens armados. Se me identificassem, era um abraço. Vivo com medo”, confessa.
Curso intensivo em janeiro
Em nota, a Polícia Militar informou que os policiais vão passar por cursos intensivos em janeiro, incluindo manuseio e uso de arma de fogo.
Sobre a burocracia para liberar arma, a PM explicou que a legalização depende do Exército e da Polícia Federal. 
Tenente reformado das Forças Armadas e instrutor de tiro, Helder Andrade alerta que fazer disparos não é o suficiente para ter um bom policial. “Precisa ter excelente condicionamento físico, técnico e psicológico”, diz".

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