JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 19 de julho de 2018

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

BRASIL CONSTRÓI A GERAÇÃO - (E)


Prezados leitores, quem ainda não ouviu nada a respeito das gerações baby boomer, X, Y e Z (Link)?
São classificações utilizadas para agrupar jovens que reúnem características comportamentais comuns, relacionadas com o desenvolvimento tecnológico do seu tempo, isso a partir da década de 60.
Na maior parte das vezes que lemos ou ouvimos sobre elas o tema primordial são as diferenças de cada categoria no ambiente de trabalho, mas eas diferenças extrapolam o ambiente profissional.
As categorias em referência estão representadas nas gerações de brasileiros, sendo que o país criou uma categoria diferenciada: a - (E).
Onde o "E" significa educação pública de boa qualidade.
A geração - (E) agrupa os brasileiros que não tiveram acesso a tal educação.
Como nas outras gerações, essa tem suas características próprias, sendo que a característica mais marcante é a incapacidade de formar a própria opinião.
São milhões e milhões de brasileiros que não possuem o ferramental indispensável para interpretar os fatos do cotidiano, relacioná-los entre si e tirar conclusões a partir deles.
É uma geração que embora faça uso da tecnologia, não a emprega para adquirir conhecimento.
Usa de forma recreativa, vivendo dentro de seus celulares.
A incapacidade de formar a própria opinião, obriga aos integrantes da geração - (E) a assimilarem opiniões alheias, as quais repetem como se fossem as suas próprias.
Deu no Facebook ou no Twitter é suficiente para ser verdade e passar a ser usado por eles.
São multiplicadores de ideias alheias, inclusive das ideias erradas.
Habitam as redes sociais e tratam de todos os assuntos, apesar de a maioria não ter lido uma linha sobre eles.
São repetidores humanos.
A geração - (E) é facilmente manipulável, o que a faz vítima preferencial de quem deseja espalhar inverdades aproveitando a instantaneidade da informação via internet.
Uma grande baboseira é transformada em verdade em questão de minutos, após milhões de compartilhamentos.
Algo sem a menor importância, como o novo namorado da atriz famosa, se transforma em viral em poucos segundos.
Uma informação completamente sem importância, um conhecimento inútil.
Os políticos adoram a geração - (E), inclusive fazem o possível para que o acesso à educação pública de boa qualidade seja cada vez mais difícil.
Uma postura natural (esperada), considerando a péssima qualidade da política no Brasil, onde inexiste qualquer liderança política positiva.
Alguns identificam a geração - (E) como sendo a integrada pelos analfabetos funcionais, nós concordamos que eles integrem a geração, mas consideramos o caso mais grave.
O Brasil está formando gerações e gerações de cidadãos incapazes de formar opinião a respeito dos fatos do seu dia-a-dia, isso é uma tragédia sem precedentes na história da nossa civilização.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

FUTEBOL: OS ERROS DE ARBITRAGEM E O USO DA TECNOLOGIA


Prezados leitores, o Fluminense foi eliminado na Copa do Brasil não por ter sido inferior ao seu adversário nos dois jogos, mas em virtude de erros de arbitragens nos dois jogos.
O Fluminense também já foi beneficiado por erros de arbitragens.
Se nós fizermos um levantamento dos erros de arbitragem no Brasileirão e na Copa do Brasil, provavelmente constataremos que quase todos os clubes já foram beneficiados e prejudicados.
Tal realidade nos leva a uma triste constatação: os erros de arbitragem estão decidindo jogos e campeonatos.
Isso não é novidade, isso é fato, mas a diferença é que hoje temos um antídoto para matar esse mal que afronta o espírito esportivo: a tecnologia.
Caso a tecnologia estivesse sendo empregada nos jogos entre Palmeiras e Fluminense, a final seria entre Santos e Fluminense.
Isso significa que o Fluminense perdeu muito dinheiro e que a presença do Palmeiras na final viola os valores que devem reger o esporte.
Não venceu o melhor, venceu o que foi beneficiado pelos erros de arbitragem.
Vamos por um ponto final nesse problema.
Os torcedores precisam cobrar que a tecnologia seja empregada a partir de 2016.
As arbitragens não podem decidir jogos, como está acontecendo com muita frequência.
Só quem gosta do "roubado é mais gostoso" não quer o uso da tecnologia.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

FLUMINENSE PREJUDICADO: ALGUNS ERROS DECISIVOS A FAVOR DO PALMEIRAS


Prezados leitores, as arbitragens no Brasil estão cada vez piores, isso é fato.
Em recente entrevista ao Site Sportist Page (Link) afirmamos que os erros são tantos que não se pode alegar que as arbitragens queiram ajudar ou prejudicar determinado time, pois quase todos acabam sendo vítimas.
A tecnologia nos tem permitido constatar esses erros de forma cristalina, inclusive expondo ao ridículo alguns comentaristas de arbitragens que insistem em negar a verdade que as câmeras exibem.
Nós somos favoráveis ao uso da tecnologia nos jogos de futebol como ocorre em alguns esportes com pleno sucesso.
Ontem, o Fluminense acabou sendo prejudicado no seu jogo com o Palmeiras, em face da ocorrência de erros de arbitragens, demonstraremos alguns.
Nos dedicaremos apenas aos erros relacionados com os tiros penais (Regra 14):

1) O segundo gol do Palmeiras.
A regra estabelece em um dos seus itens sobre o caso de invasão da grande área antes da bola entrar em jogo (ser chutada):

Um jogador da equipe defensora e um da equipe atacante infringem as Regras do jogo: 
tiro será repetido.


Exatamente o que aconteceu.

Acessem (Link) e parem aos 02:26 minutos. Congelem a imagem quando o batedor ainda está com a perna totalmente distendida para trás no movimento para chutar. Observarão jogadores do Fluminense e do Palmeiras já sobre a linha da grande área, inclusive o que fez o gol no rebote.
Obviamente, quando ele bateu na bola, os jogadores já tinham entrando mais na área.
Nesse vídeo o comentarista também coloca em dúvida a própria marcação do tiro penal, mas isso é discutível, pois não temos todos os ângulos para analisar.

2) Na disputa de tiros penais.

"O goleiro defensor: deverá permanecer sobre sua própria linha de meta, frente ao executor do tiro penal, entre os postes de meta até que a bola esteja em jogo."


A regra não permite em qualquer hipótese que o goleiro não fique sobre a linha, a regra não prevê nenhum passo para a frente, como querem criar alguns (Leiam uma interpretação a favor do passinho).

O goleiro do Palmeiras não respeitou a regra nos dois tiros penais desperdiçados pelo Fluminense.
Acessem (Link) e parem antes dos dois jogadores do Fluminense tocarem na bola e verão com clareza que o goleiro do Palmeiras descumpriu a regra.
Qual a sanção prevista na lei?

"O goleiro infringe as Regras de jogo: 
o árbitro permitirá que continue a jogada; 
se a bola entra na meta, se concederá um gol; 
se a bola não entra na meta, se repetirá o tiro."

Eis alguns erros da arbitragem que prejudicaram o Fluminense no jogo de ontem.



PS - Por favor, retornem ao lance do segundo gol do Palmeiras.
Observem que o goleiro do Fluminense também comete esse erro.
Avança e defende.
O árbitro deveria apitar e mandar voltar a cobrança.
Ele erra, deixa a jogada prosseguir, a bola fica dividida na pequena área e acaba indo para a esquerda, onde aparece o jogador do Palmeiras que faz o gol.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 22 de julho de 2014

NA GESTÃO BELTRAME AS POLÍCIAS NÃO SE CONHECEM...

Prezados leitores, a única função de uma Secretaria de Segurança é coordenar as ações das Polícias Militar e Civil.
Nem isso conseguem, pois está claro que a Polícia Civil não sabe como funcionam as câmeras colocadas nas viaturas da Polícia Militar.
Pelo menos temos uma boa notícia: faltam cinco meses para acabar esse martírio.


(O Globo)

(Jornal Extra)

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