JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 29 de março de 2022

NO TEMPO DOS "VELHOS" CORONÉIS DE POLÍCIA - UMA OBRA PRIMA

 Leiam com atenção, o documento é de 1.989.




Bons tempos!

Tempos de amor corporativo!

Juntos Somos Fortes!

sábado, 26 de fevereiro de 2022

POLÍCIA MILITAR - 46 ANOS DE INCORPORAÇÃO DA TURMA DE ASPIRANTES DE 1.978



Hoje a turma de Oficiais a qual pertenço completa 46 anos de incorporação nas fileiras da PMERJ.

Cursamos a então Escola de Formação de Oficiais no período 1976-1978, hoje denominada Academia de Polícia Militar D. João VI.

É com imenso prazer que integro essa turma.

Idealismo, destemor e competência.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 16 de setembro de 2017

EXIGÊNCIA DO CURSO DE DIREITO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA PMERJ - COMENTÁRIO

APM D. João VI

Prezados leitores, a Polícia Militar passou a exigir dos candidatos para o Curso de Formação de Oficiais possuírem o curso de bacharel em Direito.
A primeira turma composta por estes bacharéis está na Academia de Polícia Militar D. João VI cursando o primeiro ano.
Vozes se ergueram a favor e contra tal exigência.
Eu tenho publicado alguns dos comentários que recebo.
Publico um recebido ontem contrário à exigência para reflexão dos leitores.

"Anônimo
15 de setembro de 2017 22:14 
O curso de direito não acrescenta nada na atividade policial militar. O que sempre foi ministrado nas escolas da PM a respeito do direito penal, constitucional e administrativo sempre foi mais do que necessário àqueles que se ocuparão com o policiamento ostensivo. Ao invés dessa estratégia para forçar o ciclo completo de polícia, a PM deveria investir nas técnicas policiais, na distribuição mais eficiente do policiamento e na segurança e motivação dos seus funcionários, pois assim a sociedade ganharia. Parece não perceberem a quantidade de baixa e reserva remunerada todos os dias, perda de material humano precioso. O que é mais coerente, abrir concursos para civis que levarão anos amadurecendo e juntando experiência ou motivar os que já atingiram esse nivel a permanecer nas fileiras? Intrometer-se na carreira jurídica vai servir para negligenciar ainda mais a missão constitucionalmente prevista, mas trará poder a muita gente. Defender a cidadania através da PM não é criar defensores públicos com farda. O PM praça atua na rua como um cabide da farda, quando deveria estar circulando para prevenir a ocorrência de delitos, e o PM oficial atua em gabinetes rubricando papéis, quando deveria estar junto da tropa nas ruas. Na vontade cega de ganhar um cartório, perde a sociedade, ganham os megalomaníacos inúteis".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

RIO: A POLÍCIA MILITAR REFORÇOU A IDEIA DA DESMILITARIZAÇÃO

A morte de um aluno do Curso de Formação de Soldados durante um treinamento forneceu aos defensores da desmilitarização uma ferramenta muito poderosa. O fato ocorreu no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da PMERJ, onde são formados os milhares de Soldados PM que integram e que integrarão as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). 
Segundo o secretário de segurança Beltrame, eles são o melhor da PM, os formados para atuarem em comunidades carentes, exercendo o policiamento de proximidade.
Tudo precisa ser esclarecido, tendo em vista que se a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro não respeita os direitos humanos dos próprios PMs, como conseguirá formá-los sob a ótica do respeito aos direitos humanos da população? 
Isso é impossível!
Ninguém quer uma polícia que violente os direitos do povo, começando por violar os direitos dos seus próprios membros.
Quem não é tratado como cidadão, não respeita a cidadania de ninguém.
Não é essa a polícia que queremos, merecemos e precisamos.
A morte do jovem Soldado é uma tragédia em todo os sentidos.
A investigação deve avançar também para buscar o que levou os responsáveis pelo treinamento a agirem da forma como está sendo noticiado.
Será que os Tenentes foram vítimas de tratamento semelhante quando estavam  no Curso de Formação de Oficiais da Academia de Polícia Militar D. João VI, onde o "maldito" trote parece resistir a todos os esforços para extingui-lo.
Diante do ocorrido, todos nós, Oficiais e Praças da PMERJ, temos que receber as críticas com o coração aberto e apurar todas as responsabilidades.
Deixo a reflexão:
Será que os autores do presente foram as vítimas no passado?
Soldado PM Paulo Aparecido Santos de Lima, descanse em paz e que Deus dê o conforto aos familiares e amigos.
Eis a fala do deputado Marcelo Freixo:




Juntos Somos Fortes!