JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 10 de março de 2017

PEZÃO SE DÁ BEM ENQUANTO FUNCIONALISMO SE FERRA CADA VEZ MAIS



Prezados leitores, longe de discutirmos a promoção da Procuradoria Geral de Justiça favorável ao governador Pezão, considerando que como não conhecemos os autos não podemos opinar, mas não podemos deixar de comentar que chega a ser surreal acreditar que o vice-governador de Sérgio Cabral por dois mandatos, não tenha participado dos inúmeros esquemas ou que não tem tido pelo menos conhecimento dos fatos criminosos.
Pior que Pezão não saber de nada, só o fato do ex-secretário de segurança Beltrame, que tinha sob sua administração toda a Polícia Civil, a polícia investigativa, também não saber.
Só nos resta continuar acreditando naqueles que investigam, ouvem e enxergam normalmente, eles que estão colocando atrás das grades os piores criminosos do Rio de Janeiro.

"Jornal Extra
09/03/17 17:05 Atualizado em 09/03/17 17:05 
PGR pede arquivamento de inquérito da Lava-Jato contra Pezão 
André de Souza - O Globo
BRASÍLIA - O vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Borges de Andrada, pediu o arquivamento de um inquérito da Lava-Jato que investigava o governador Luiz Fernando Pezão. Ele argumentou que não foram obtidas provas suficientes para indicar sua participação em irregularidades. José Bonifácio solicitou também que os autos sejam encaminhados para o juiz Sérgio Moro, para que possa dar prosseguimento às investigações contra o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-chefe da Casa Civil do estado Regis Fichtner. A decisão caberá ao ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A investigação se baseou na delação do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele afirmou que solicitou vantagens indevidas em 2010 de empresas com contratos com a estatal. O dinheiro iria para a campanha de reeleição do então governador Sérgio Cabral e de seu vice, Pezão. Cabral está preso hoje no Rio em razão de desdobramentos da Lava-Jato (Fonte)"

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terça-feira, 21 de junho de 2016

NÓS QUEREMOS QUE CABRAL SEJA INVESTIGADO, JULGADO, CONDENADO E PRESO



Prezados leitores, nós fazemos parte do grupo de cidadãos brasileiros que deseja que o ex-governador Sérgio Cabral tenha todos os seus atos investigados e se for o caso, julgado, condenado e preso.

"Jornal do Brasil 
19/06 às 13h44 - Atualizada em 19/06 às 13h47 
Sérgio Cabral é foco de nova rodada de depoimentos da Carioca Engenharia 
O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o ex-secretário do governo dele, Wilson Carlos, são os personagens principais de uma nova rodada de conversas convocada por procuradores com a Carioca Engenharia da Lava Jato. De acordo com informações do colunista Lauro Jardim, no O Globo, a empreiteira foi chamada por ter omitido algumas questões na primeira colaboração. O que rendeu, inclusive, uma multa de R$ 10 milhões à companhia. 
Sérgio Cabral e Wilson Carlos foram citados na delação da Andrade Gutierrez, que indicou propina de 5% no valor dos contratos do Maracanã, Arco Metropolitano e Complexo de Manguinhos. Também apareceram na contribuição de Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff às investigações, que indicaram R$ 30 milhões em superfaturamento com o Comperj (Fonte)." 

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segunda-feira, 9 de março de 2015

COSTA DENUNCIA QUE AJUDOU NO CAIXA 2 DE SÉRGIO CABRAL E PEZÃO



Prezados leitores, o Rio de Janeiro se transformou em um "mar de lama". 

"Folha de São Paulo 
ELEIÇÕES DE 2010 
Costa diz que ajudou a criar caixa 2 na campanha de Cabral e Pezão
Em dezembro, quando o nome de Sergio Cabral foi citado na imprensa como relacionado ao caso Lava Jato, o ex-governador informou por meio de sua assessoria que repudia qualquer menção a seu nome em suposta lista
PUBLICADO EM 09/03/15 - 15h26
FOLHAPRESS
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que trabalhou para formar "caixa dois" para a campanha do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) em 2010, segundo documentos em poder do STF (Supremo Tribunal Federal) nos autos da Operação Lava Jato.
A PGR (Procuradoria Geral da República) entregou ao ministro Teori Zavascki um resumo das declarações prestadas dentro do acordo de delação premiada por Costa e por outro delator da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef. No documento, a PGR informa que Costa descreveu todo o processo de arrecadação para um "caixa dois" de Cabral, que governou o Estado do Rio de 2007 a 2014. 
Costa contou aos investigadores que reuniu-se com Cabral, a quem conhecia desde 2007, no primeiro semestre de 2010 "para tratar de contribuições [ajuda] para a campanha" de reeleição de Cabral. Na mesma reunião, segundo Costa, estavam o atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ) -que então era candidato a vice na mesma chapa de Cabral- e o secretário de Estado da Casa Civil, Regis Fichtner. 
Depois, Costa fez outra reunião, desta vez com empreiteiras que mantinham contratos com a Petrobras. 
"Paulo Roberto Costa fez contatos com empresas que atuavam na obra do Comperj e solicitou que elas fizessem doações para o 'caixa dois' da campanha de Sergio Cabral. Participaram da reunião representantes das empresas Skanska, Alusa e Techint. Do consórcio Compar (OAS, Odebrecht e UTC), ninguém participou da reunião, mas o consórcio foi o principal 'pagador'", afirmou o ex-diretor. 
Cada empresa, segundo Costa, deu "contribuição" no total de R$ 30 milhões. O Consórcio Compar pagou R$ 15 milhões, de acordo com o delator, e "o restante foi dividido entre as outras empresas, entre elas, Skanska, Alusa e UTC". 
Segundo o delator, "o dinheiro saiu do caixa das empresas e a operacionalização ocorreu entre Regis e as empresas, mas não sabe precisar detalhes de como isso ocorreu". 
Pezão, como ocupa o cargo de governador do Rio, deverá ser alvo de um inquérito específico no STJ (Superior Tribunal de Justiça), onde ele detém foro privilegiado. Ele tem negado irregularidades. 
Em dezembro, quando o nome de Sergio Cabral foi citado na imprensa como relacionado ao caso Lava Jato, o ex-governador informou por meio de sua assessoria que "repudia qualquer menção a seu nome em suposta lista ou fato relatado por Paulo Roberto Costa" (Link).

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terça-feira, 4 de novembro de 2014

O PT E ADVOGADOS DE CORRUPTOS SE ORGANIZAM AGORA PARA TENTAR DESTRUIR O JUIZ SÉRGIO MORO



Prezados leitores, transcrevemos texto do jornalista Reinaldo Azevedo:

"Revista Veja
03/11/2014 às 6:33
O PT e advogados de corruptos se organizam agora para tentar destruir o juiz Sérgio Moro 
Pouca gente se lembra, mas Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, transformado pelo PT no belzebu do Brasil, já foi um queridinho do partido. Lula se orgulhava de ter nomeado “o primeiro negro para a corte suprema do país”, o que, além de falso, era um tanto malandro. Antes de Barbosa, dois negros já haviam chegado à corte : Pedro Lessa, entre 1907 e 1921, e Hermenegildo de Barros, entre 1917 e 1931. Lula, como sempre, inaugurava o já inaugurado. O PT insistia na cor da pele de Barbosa porque esperava contar com um ministro grato que lhe fizesse todas as vontades. Quebrou a cara, e o herói de antes virou um desafeto. 
Na edição desta semana, leiam, VEJA traz uma reportagem de Daniel Pereira e Robson Bonin demonstrando que o alvo da vez do partido é o juiz Sérgio Moro, que cuida do caso do petrolão, seguramente mais grave do que o mensalão, de quem já tomou o lugar de maior escândalo da história republicana. A artilharia contra Moro já está preparada. 
À VEJA, disse um dos advogados dos acusados : “Já foram reunidas provas irrefutáveis de corrupção, e não temos mais como discutir o mérito. Nossa estratégia agora é encontrar falhas graves na condução do processo e tentar desqualificar o juiz”. 
Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, notório advogado de mensaleiros e agora de acusados de participar da corrupção na Petrobras, disse que Moro tinha virado “o grande eleitor da sucessão de 2014”. Os defensores dos corruptos pretendem denunciar o juiz ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável por analisar a conduta de magistrados. “Vão alegar, informa VEJA, que ele promoveu um vazamento seletivo de um processo em curso na Justiça Federal e esperam contar com a simpatia pela causa da corregedora do CNJ, a ministra Nancy Andrighi. A ideia é conseguir o afastamento de Moro das ações relacionadas ao caso”. Vale lembrar : Dilma Rousseff, candidata à reeleição e agora reeleita, fez a mesma acusação. 
A tropa de advogados pretende ainda buscar a anulação das delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, ainda a ser homologada, alegando que eles foram coagidos por Moro, que teria ameaçado prender familiares de ambos. 
Informa ainda a revista : “Em outra frente, os advogados estudam a possibilidade de pedir a transferência das investigações para o Rio de Janeiro, onde fica a sede da Petrobras, o foco dos maiores desvios em apuração. Com a mudança de foro, aumentariam suas chances de neutralizar os delegados da Polícia Federal e os procuradores que fazem as investigações. “Sem o trabalho deles, esse processo dificilmente chegará ao fim a contento”, diz uma das autoridades que trabalham no caso. 
Vão parar por aí? Não ! Um dos advogados afirma : “Também vamos levantar coisas da vida pessoal do juiz”. Informa VEJA : “A orientação é para verificar a evolução patrimonial dele e de seus familiares, além das relações políticas que eventualmente tenham”. 
Os companheiros, em suma, vão recorrer ao método de sempre : pôr para funcionar a sua máquina de enlamear reputações e contar com a rede suja na Internet e na subimprensa, financiada por estatais, para tentar desmoralizar o juiz e melar a investigação. 
Leiam a reportagem da VEJA que está nas bancas. O inimigo nº 1 do PT no momento chama-se Sérgio Moro, um juiz que tem o defeito, até onde todo mundo sabe, de ser incorruptível. Não serve para os “companheiros”. 
Por Reinaldo Azevedo" 

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

ESCÂNDALO DA PETROBRAS - LAVAJATO - DELAÇÕES PREMIADAS INCRIMINAM PEZÃO



Prezados leitores, na coluna do jornalista Cláudio Humberto o ex-governador Sérgio Cabral é citado como não constando das delações premiadas, uma surpresa.
O acusado é o seu vice Pezão, atual governador e candidato à reeleição.

"COLUNA DE CLÁUDIO HUMBERTO
20 de outubro de 2014.
PEGAM NO PEZÃO 
As citações mais contundentes contra políticos do Rio, na delação premiada, atingem o atual governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) (Link)".

As investigações avançam e Pezão pode aparecer com as mãos ou os pés sujos de petróleo.

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