presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral
Prezados leitores, o número de denúncias, de delações, de inquéritos e de processos em desfavor dos políticos brasileiros é tão grande que acaba anestesiando a população, nascendo a crença que isso é comum.
Não!
Mil vezes não!
Uma denúncia contra um Presidente da República oriunda da Procuradoria Geral da República é um fato muito grave.
Se uma denúncia é gravíssima, uma segunda agrava sobremaneira a situação.
Infelizmente, a investigação só poderá seguir em frente caso a Câmara dos Deputados permita, algo que não aconteceu com relação à primeira denúncia.
Como o presidente Temer deve ter os votos necessários para barrar também esta segunda denúncia, mais uma vez, o denunciado não será investigado, o que é lamentável.
Eu sempre defendo que o interesse do inocente é que tudo seja devidamente investigado, pois só assim a sua inocência é palatável.
Sem investigação, não podemos "engolir" que o presidente seja inocente, isso é lógico.
Diante de tal realidade, o melhor para o país é que a Câmara aprove a investigação e o próprio presidente deve cobrar isso da sua base de apoio.
Apesar dessa verdade, não podemos esperar um comportamento de tamanha grandeza, nem dos deputados, nem do presidente, salvo melhor juízo.
"Site G1
Câmara recebe nova denúncia da PGR contra Temer; presidente será notificado
Defesa de Temer havia pedido ao STF para suspender envio da denúncia, mas Corte rejeitou.
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, prevê votação para outubro; saiba tramitação.
Por Fernanda Calgaro, G1, Brasília
21/09/2017 20h31 Atualizado há menos de 1 minuto
A Câmara dos Deputados recebeu nesta quinta-feira (21), do Supremo Tribunal Federal, a nova denúncia contra o presidente Michel Temer apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR). Com isso, Temer será notificado a apresentar a defesa sobre as acusações.
O documento foi entregue por volta das 20h30, pelo diretor-geral do STF, Eduardo Toledo, à Secretaria Geral da Mesa da Câmara.
Temer foi denunciado ao STF pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Mas a Corte só poderá analisar a acusação se a Câmara autorizar. A votação pode acontecer em outubro, segundo estimou o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) - (Leiam mais)".
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