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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

FLAPRESS - DESTRUIR A PARCERIA FLUMINENSE-UNIMED - EIS A MISSÃO!


Prezados leitores, a mobilização da torcida do Fluminense contra a ação orquestrada de parte da imprensa no sentido de culpar o Fluminense pelo rebaixamento da Portuguesa, uma das maiores mentiras já construídas na história do jornalismo brasileiro, ainda não trouxe o resultado que todos os torcedores tricolores esperam, ou seja, a investigação criminal dos fatos que denunciamos, mas pelo menos confirmou um fato que pairava entre a realidade e o imaginário futebolístico: a FLAPRESS existe!
A FLAPRESS fez (e continua fazendo) de tudo para proteger o Flamengo de um possível envolvimento no rebaixamento da Portuguesa, jogando toda culpa no Fluminense, apesar de saber que o tricolor não tinha qualquer envolvimento com os fatos.
A organizada FLAPRESS ainda colocou a UNIMED no pacote.
As constatações nos fizeram refletir sobre o interesse da FLAPRESS em destruir a parceria Fluminense-UNIMED, uma intenção que foi materializada em incontáveis artigos que tentavam minar a reeleição do Presidente da UNIMED, Celso Barros, para colocar no seu lugar um torcedor do Flamengo.
Um objetivo salta aos olhos: enfraquecer o Fluminense.
Outro era uma decorrência da eleição: fortalecer o Flamengo (se o torcedor do Flamengo vencesse a UNIMED poderia patrocinar o Flamengo).
Nesse ponto, propomos um questionamento:
- O arqui-rival do Flamengo não é o Vasco da Gama?
Não e sim.
Sim para os torcedores. 
Os torcedores de ambos os times vibram tanto nas vitórias do seu time, quanto nas derrotas do rival, isso é realidade, algo inquestionável.
Não para os mandatários do futebol, os que puxam as cordinhas.
O Vasco da Gama não é o grande rival do Flamengo.
Isso é fácil de demonstrar.
A UNIMED começou a patrocinar o Fluminense quando o clube estava na Série C do Campeonato Brasileiro, portanto, no fundo do poço.
Para facilitar o raciocínio vamos considerar as conquistas dos grandes do Rio de Janeiro nos últimos 10 anos (2004-2013).
Nesse período nenhum deles ganhou um título internacional.
O Botafogo só ganhou 3 Campeonatos Cariocas.
O Vasco da Gama só ganhou 1 Copa do Brasil..
O Fluminense ganhou 2 Campeonatos Cariocas, 1 Copa do Brasil e 2 Brasileirões.
O Flamengo ganhou 5 Campeonatos Cariocas, 2 Copas do Brasil e 1 Brasileirão.
Confere?
O Flamengo é o grande vencedor no estado, mas no âmbito nacional perde para o Fluminense.
Além disso, nesse período, o Fluminense foi vice de uma Libertadores e vice de sul-americana, não podemos esquecer.
Salvo melhor juízo, está bem clara a motivação da FLAPRESS para destruir a parceria Fluminense-UNIMED.
A título de curiosidade leiam uma matéria publicada no site da "Revista Época - Negócios"em 2012.
Isso mesmo, na parte de negócios da revista (Link).
A Revista Época pertence às Organizações Globo, não custa lembrar.
Outra matéria interessante foi publicada no ano passado no site da SPORTV (Leiam).
O Grupo Lance não poderia estar fora dessa luta (Leiam).
Destruir a parceria Fluminense-UNIMED, eis a missão!

Juntos Somos Fortes!



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: SERIA A UNIMED A PRINCIPAL SUSPEITA? MARCOS GOMES



Prezados leitores, mais um excelente artigo do amigo Marcos Gomes.

O Escândalo do Brasileirão – Seria a UNIMED a principal suspeita? 
Muitos têm sido os argumentos utilizados pelos flamenguistas para isentar seu clube da suspeita de ter comprado a Portuguesa. Um dos principais é que, como os cofres do Canindé estavam vazios, o pagamento dos atrasados dos jogadores rubro-verdes na 6ª feira 06/12 só poderia ter sido feito com dinheiro sujo. Como o Flamengo só ficou em situação difícil no dia seguinte, após escalar André Santos indevidamente, o rubro-negro não poderia ser o autor do pagamento.Aliviados por encontrar esse suposto álibi, alguns dos fãs do Flamengo ainda vão além. Para tentar afastar definitivamente as suspeitas da Gávea, acusam a UNIMED de ser a responsável pela compra da vaga da Lusa na Série A. Só que os que assim argumentam têm algumas questões a resolver para tornar essa teoria plausível. A primeira: por que o dinheiro teria de vir necessariamente da UNIMED? Não haveria outros interessados em que a Lusa perdesse pontos? Já foi visto que, antes do Flamengo se juntar ao grupo dos interessados no sábado à noite, Fluminense, Vasco, Coritiba e Criciúma também poderiam desejar uma punição da Portuguesa, pois isso melhoraria suas chances de não cair
Então por que a UNIMED é a única suspeita e os demais clubes e patrocinadores devem ser descartados? Há provas de que ela seja a mais rica, antiética ou que teria mais a perder que os demais?
A verdade é que sequer se pode afirmar que a queda do Flu fosse financeiramente ruim para a UNIMED. A cooperativa já vinha com uma política de diminuição de investimentos no clube desde o início de 2013. A prioridade era a rede de hospitais novos. Sendo assim, a Série B em 2014 poderia representar uma oportunidade de montar um elenco mais barato. Por outro lado, Flu e Vasco juntos na Segundona certamente monopolizariam a atenção daquele campeonato, o que daria uma excelente exposição a seus patrocinadores. Lembrem que um executivo da Nissan já havia confidenciado que para a sua marca era melhor ver o Vasco brilhando na B que penando na A, prova evidente de que os patrocinadores não pensam só com paixões clubísticas. Quem sabe então até ficasse melhor e mais barato para a imagem da cooperativa carioca capitanear a volta do Flu em grande estilo?
Alguns flamenguistas dizem ainda que a Segundona seria péssimo para as pretensões de reeleição de Celso Barros e que por isso ele faria de tudo para evita-la. Será? Pelo que foi dito acima, parece que seria justamente o contrário: CB poderia alardear para os seus eleitores um melhor custo benefício com o patrocínio ao Flu.
Outra questão que faz a teoria flamenguista não encaixar no quebra-cabeça é que seria uma estupidez tremenda pagar para que a Lusa colocasse Heverton em campo no domingo antes de ter certeza absoluta de que ele seria condenado. Para entrar num esquema arriscado e caro como esse, no mínimo a UNIMED teria que ter garantias de que o jogador pegasse ao menos duas partidas de gancho, pois ele já havia cumprido uma de suspensão automática. Para isso, a cooperativa deveria pagar para o advogado da Lusa fazer uma defesa ruim e para o relator do STJD propor uma pena mínima de dois jogos. Só que existia também o risco dos demais auditores não seguirem o voto do relator, o que não é incomum. Então, bom mesmo seria comprar mais dois deles para garantir a maioria de 3 votos. Impossível? Não, porém bastante improvável. Outra dificuldade é que todos sabiam que a Lusa estava quebrada, então deveria se pensar numa explicação plausível para a origem do dinheiro com que ela quitou os salários de seus jogadores.
A versão dada pelo novo Presidente Ilídio Lico foi que ele e outros conselheiros da Lusa fizeram uma “vaquinha” para isso (http://globoesporte.globo.com/futebol/times/portuguesa/noticia/2013/12/novo-presidente-promete-pagar-salarios-do-proprio-bolso-e-lusa-treina.html). Se ele mentiu, então a UNIMED deve ter comprado também a ele e mais alguns de seus pares para confirmarem a história. Vejam então que, para atender à teoria flamenguista, muita gente já teria de ter sido subornada antes mesmo do martelo bater para Heverton. A UNIMED, ou quem quer que tivesse decidido comprar a Lusa antes de 6ª feira, teria de ter no seu bolso o relator e a maioria dos auditores do STJD, o advogado e o novo Presidente da Portuguesa, assim como alguns de seus conselheiros. Além desses, obviamente ainda precisaria já ter fechado com mais meia dúzia de pessoas dentro do Canindé para garantir que o jogador, depois de suspenso, fosse relacionado. É muita gente envolvida só para poder dar início a um arriscadíssimo esquema fraudulento!
Será então que existe outra teoria mais plausível para explicar o pagamento dos atrasados na Lusa?
Sim. A mais simples é que o novo Presidente da Lusa de fato tenha falado a verdade. Lembrem que havia uma ameaça de greve por parte dos jogadores. Se eles não jogassem, a Lusa poderia ficar em sérios apuros, pois existem punições severas para clubes que não põe seus atletas em campo. Já que Manuel da Lupa parecia não ter interesse algum em resolver o problema, pois deixaria a presidência em poucos dias, cabia a Ilídio Lico buscar uma solução, senão ele é que depois pagaria o pato.
Mas vamos supor que Lico mentiu. De onde então teria vindo o dinheiro?
Lembrem que havia outros interessados em evitar a greve dos jogadores da Portuguesa, que, devido ao apoio do Bom Senso F. C., ameaçava se espalhar e parar o campeonato. Os mais preocupados eram a CBF e a Globo. Elas poderiam fazer alguma coisa? Sim, era só oferecer um empréstimo emergencial ou adiantamento de cotas para a Lusa saldar o débito e assim desarmar a bomba. Obviamente a operação, apesar de perfeitamente legal, deveria ser encoberta, caso contrário haveria uma fila de pretendentes falidos querendo o mesmo benefício.
De tudo o que foi dito aqui, conclui-se que é extremamente improvável que alguém tenha comprado a Lusa antes de conhecer a sentença de Heverton, na 6ª feira à noite. Como não existe nenhuma prova convincente de que o atleta tenha sido escalado antes de sábado à noite (vide em http://blogcoronelpaul.blogspot.com.br/2014/02/o-escandalo-do-brasileirao-sobre-fatos.html), a conclusão é que o Flamengo não pode ser descartado da lista de suspeitos.
Prezados leitores, penso que ao invés de ficar buscando álibis frágeis para o seu clube, os flamenguistas deveriam é se juntar ao coro tricolor, exigindo uma investigação policial para o Caso Lusagate. Se eles tivessem tanta certeza assim da inocência dos dirigentes da Gávea, provavelmente estariam tão interessados quanto nós na apuração. Foi justamente por terem preferido abafar o Caso Papeletas Amarelas há quase 30 anos que eles carregam essa mancha até hoje. Vão querer repetir a dose?
Um abraço.
Marcos Gomes

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