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quarta-feira, 1 de março de 2017

ESPÍRITO SANTO: EX-DEPUTADO CAPITÃO ASSUMÇÃO FOI PRESO ACUSADO DE PARTICIPAR DE MOTIM

Prezados leitores, o Capitão PM RR Assumção teve participação marcante na mobilização pela aprovação da PEC 300 quando era deputado federal, tendo comparecido em vários atos públicos realizados no Rio de Janeiro em 2008 e 2009, principalmente.




"Jornal O Dia
PM prende ex-deputado aliado de Bolsonaro 
Ontem, o sargento Aurélio Robson Fonseca da Silva também se apresentou à PM do Estado 
28/02/2017 16:07:51 - ATUALIZADA ÀS 28/02/2017 16:18:52
ESTADÃO CONTEÚDO
São Paulo - A Polícia Militar do Estado do Espírito Santo informou nesta terça-feira que o capitão da reserva Lucinio Castelo de Assumção, conhecido como Capitão Assumção, se entregou nesta manhã na Corregedoria da Polícia Militar e está recolhido no presídio da corporação. Ontem, o sargento Aurélio Robson Fonseca da Silva também se apresentou à PM do Estado.
Assumção, Silva e outros dois policiais tiveram a prisão decretada no sábado pela Justiça Militar do Espírito Santo, a pedido do Ministério Público Estadual, por envolvimento no motim dos policiais militares do Estado. Eles são acusados de incitar o movimento e de aliciamento de outros policiais com a divulgação de áudios e vídeos em redes sociais (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

sábado, 18 de fevereiro de 2017

RIO - PROTESTO DOS FAMILIARES DE PMs - COMENTÁRIO SOBRE TRABALHAR SEM RECEBER



Prezados leitores, resolvemos publicar um comentário que recebemos sobre artigo no qual tratamos dos protesto dos familiares de Policiais Militares em frente aos quartéis.
Nós respondemos no espaço dos comentários.
Eis o comentário:

"Anônimo 
17 de fevereiro de 2017 11:18 
Certíssimo, coronel. É elementar, militar não pode fazer greve. Ninguém tem o direito de impedir alguém a trabalhar, como fizeram, ou tentaram fazer as esposas dos policiais militares. E ficar igual a um babaca ao lado ou próximo dos batalhões empunhando cartazes com dizeres reivindicatórios também não dá em nada. O senhor acha mesmo que só de ler um cartaz destes o governador vai se compadecer da situação e atender as reivindicações dos policiais e seus familiares? É óbvio que também não vai. Resumindo, militares não tem o direito de reivindicar nada, tão pouco seus parentes também. Militar tem que aceitar qualquer coisa e fim de papo. Só que pode pleitear, e deveriam, porém não o fazem, são os coronéis. Só que também não seriam atendidos. Sabe por que? Por que o governador pouco se lixa pros coronéis também. Em dezembro o comandante geral da PMERJ, Cel Volney, fez um videozinho que correu nas redes de compartilhamento sociais onde aparece dizendo uma mensagem extensiva à todos os policiais militares onde dizia que tinha, através de um ofício, solicitado ao governador o pagamento do 13 salário, metas, RAS, PROEIS, e a volta do pagamento até o quinto dia útil do mês. E sabe o que o Pezão fez? C... e andou pra ele. Sabe que ele não tem voz nem moral nenhuma com o governo do estado. Aliás, é bom deixar claro, comandante geral nenhum tem essa moral. O que é um coronel para o governador além de um simples e reles homem fardado que só serve pra controlar outras centenas de homens fardados? Nada mais do que isso. Se bater de frente com os interesses do governo, simples, exonera ele e põe outro em seu lugar. O homem é respeitado pelo mal que pode causar. E que mal um coronel pode causar pro governo? Nenhum. Se não obedecer aos interesses dos políticos, troca e coloca outro no lugar dele. De coronel querendo a vaga de Cmt geral a PMERJ tá cheia. Enfim, greve não pode fazer,é lei. Impedir o policial de trabalhar também não pode, é lei. Impedir a população de ter direito à segurança não pode, é lei. Os coronéis são todos mudinhos e sem moral com o governo. Deixa como está. Tá ótima assim. Só temo mesmo o dia em que o governo decidir que nós temos que trabalhar de graça. E no dia que isso for decidido nós teremos que trabalhar sem direito a salário, por que os coronéis vão aceitar calados e ainda nos obrigar a aceitar. O senhor tem dúvidas disto?
órios"

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

OS PROTESTOS E OS NOSSOS DIREITOS CONSTITUCIONAIS



Prezados leitores, ao longo dos protestos realizados pelas ruas do Brasil nos últimos anos, nós ouvimos milhares de vezes de integrantes de grupos mobilizados que estavam apenas exercendo os seus direitos constitucionais.
É usual que cobremos os nossos diretos e que esqueçamos dos nossos deveres.
Nós esquecemos até daquele famoso dito popular no sentido de que o nosso direito termina quando começa o direito de outra pessoa.
Os referidos direitos estão elencados no artigo 5o da Constituição Federal (Link).
No inciso XVI, por exemplo, temos um direito diretamente relacionado com os protestos nas ruas:

" - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;"

A simples leitura desse direito nos permite entender o grande erro do Policial Civil que foi ao protesto da ALERJ e atirou em Policiais Militares, tendo em vista que nem armado ele deveria estar.
Nos permite também interpretar que os protestos pacíficos nas proximidades dos quartéis da Polícia Militar estariam amparados pela Constituição Federal.
Só que os protestos não foram ordeiros e pacíficos, os mobilizados tentaram fechar os quartéis, impedindo a entrada e a saída de Policiais Militares, prejudicando a execução do policiamento ostensivo.
O inciso II mostra que essa ação estava interferindo no direito dos próprios Policiais Militares, por quem os mobilizados protestavam:

"- ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;"

Os Policiais Militares estavam sendo obrigados a permanecerem ou a não entrarem nos quartéis.
Nós poderíamos citar inúmeros direitos que foram violados pelos mobilizados, mas acreditamos que a simples análise em conjunto desses dois incisos, comprova que os protestos estavam no caminho errado e acabaram gerando repressões, inclusive com excessos, o que determinou o fim da mobilização.
Por derradeiro, aproveitamos para reafirmarmos o nosso ponto de vista no sentido de que os maus políticos temem os protestos ordeiros e pacíficos, considerando que não podem interrompê-los, desde que tenham continuidade.
O exemplo mais claro disso foi o movimento SOS Bombeiros em 2011.
Eles tinham continuidade, todo dia estavam protestando e de forma pacífica e ordeira, enlouquecendo Sérgio Cabral que não sabia o que fazer.
Até que cometeram o primeiro erro, resolveram faltar aos serviços, o que fez com que tivessem que interromper o movimento e fazer um acordo com o governo para não serem punidos.
Reparem, a situação se inverteu, o governo ficou bem e os mobilizados ficaram mal.
Com a volta da mobilização, novamente pressionaram o governo diariamente, mas erraram pela segunda vez, ao "invadirem" o Quartel Central. Foram autuados e presos.
Quem defende que protestos ordeiros e pacíficos não levam a nada, alegando que é preciso quebrar algumas "regras" para chamar a atenção, na verdade só quer aparecer e, via de regra, com objetivos eleitorais.
Cuidado com as pessoas que defendem as violações.

Juntos Somos Fortes!
  

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

VÍDEOS - IMAGENS DO PROTESTO DOS FAMILIARES DE POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, reunimos vídeos que circulam pelas redes sociais sobre a mobilização dos familiares do Policiais Militares do estado do Rio de Janeiro.








Juntos Somos Fortes!

RIO - O ESTRANHO COMPORTAMENTO DO EFETIVO DA POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, vale lembrar que nos posicionamos algumas vezes sobre a impossibilidade de greve dos militares, portanto, no presente artigo não voltaremos ao tema, o nosso objetivo é unicamente destacar um comportamento "estranho".
Há décadas os Policiais Militares (Oficiais e Praças) padecem com salários miseráveis e com péssimas condições de trabalho. Os Bombeiros Militares também.
Apesar dessa verdade, não podemos esquecer para uma melhor avaliação, que a questão salarial sempre foi atenuada para aqueles que receberam (recebem) gratificações, sejam Oficiais ou Praças. 
Apesar de todo esse sofrimento, o comportamento do efetivo merece uma avaliação aprofundada, o que não poderemos fazer apenas nesse artigo.
Vamos nos concentrar apenas nas últimas mobilizações por salários dignos, condições de trabalho e os recentes sobre o "pacote de maldades", tendo como parâmetro para avaliação da participação o grande efetivo de ativos e de inativos (Oficiais e Praças) da instituição, que ultrapassa 60.000 PMs.

1) Movimento dos 40 da Evaristo e dos Coronéis Barbonos - Iniciados em 2007, apesar da participação de mais de 40 (quarenta) Coronéis do serviço ativo, a adesão foi muito pequena e no maior ato apenas 2.000 mobilizados compareceram. O Comandante Geral e os Coronéis Barbonos foram exonerados e inativados precocemente.
2) Mobilização pela aprovação da PEC 300 - Ela foi iniciada em 2008 no Rio de Janeiro, durou anos e a participação dos PMs foi sempre pífia.
3) Mobilização SOS Bombeiros - Iniciada em 2011, até hoje é a maior mobilização de militares ocorrida no Brasil, mas também teve uma participação tímida dos PMs. Os Praças do Corpo de Bombeiros sofreram gravíssimas represálias. Os Bombeiros Militares jogaram por terra a alegação (desculpa) de que os militares não se manifestavam em razão dos regulamentos draconianos.
4) Greve unificada da Segurança Pública - Um movimento irracional ocorrido em 2012 e, novamente, a participação dos PMs foi reduzida (a quase totalidade dos PMs presentes era das UPPs), como também foi pífia a participação dos Policiais Civis e dos Agentes Penitenciários. Sendo um movimento grevista, temos que compreender a não adesão. Oficiais e Praças do Corpo de Bombeiros sofreram gravíssimas represálias, mais uma vez.
5) Protestos contra o "pacote de maldades" - Iniciado em 2015, os PMs aderiram em pequeno número, novamente, apesar dos pagamentos atrasados.
6) Mobilização dos Familiares dos Policiais Militares - Iniciado dias atrás, tendo como inspiração o movimento ocorrido no Espírito Santo, temos que compreender que os PMs não podem aderir como ocorreu naquele estado, mas a forma como alguns Oficiais estão tratando Praças e familiares, bem como, o modo como alguns Praças estão tratando os familiares é inaceitável e todos os fatos relatados devem ser apurados com todo o rigor, tendo os vídeos e as provas testemunhais como referências.

Analisando a participação inexpressiva dos PMs (Oficiais e Praças) nas mobilizações, excetuando as de cunho grevista, somos forçados a interpretar que existe algo de muito estranho entranhado no seio do efetivo da PMERJ.
Quem analisa de fora para dentro também não consegue entender como os Oficiais e os Praças da PMERJ não se mobilizam para obterem melhores salários e adequadas condições de trabalho.
Nós convidamos os nossos leitores para comentarem essa situação esdrúxula.
Aqueles que desejarem podem encaminhar textos para pauloricardopaul@gmail.com
Nas redes sociais de forma jocosa culpam o amigo do Peixoto que através de um áudio fez contato com o referido PM fictício, mas temos que tratar o fato com a seriedade que ele merece, considerando que não é um comportamento normal.

Juntos Somos Fortes!

PROTESTO DOS FAMILIARES DOS POLICIAIS MILITARES - DENÚNCIAS SOBRE RISCOS PARA OS PMs

Prezados leitores, familiares de Policiais Militares que estão participando dos protestos fizeram denúncias à imprensa sobre ordens de Oficiais que estariam colocando em risco os Policiais Militares.




"Jornal O Dia
Mulheres denunciam ordem para PMs fazerem rendição sem aparato de proteção 
No 6º Batalhão (Tijuca), várias esposas acusam o coronel de mandar policiais para as ruas sem colete e arma. O mesmo ocorre na Coordenação de Polícia Pacificadora 
12/02/2017 09:41:44 - ATUALIZADA ÀS 12/02/2017 11:35:59 
Rio - No terceiro dia de protesto, mulheres de PMs denunciam que os policiais militares estão recebendo ordens dos comandantes do batalhão para que façam a rendição sem aparatos de proteção. Em resistência ao movimento, os policiais passaram a ser orientados a seguir diretamente para as UPPs nas favelas, para cabines da PM e para circular nas ruas sem uniformes, coletes e armas. 
Os carros da PM pegam os policiais nas esquina próximas ao batalhão. Os PMs que tentaram se apresentar no batalhão foram impedidos por dois policiais mantidos na porta da unidade. As mulheres de policiais militares do 6º Batalhão (Tijuca) bloquearam carros que levavam PMs sem proteção no banco de trás. A intenção das mulheres era evitar que eles trabalhassem despreparados e em situação de insegurança. 
"O coronel do 6º batalhão está designando eles (policiais) para ir para a UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) sem colete e sem arma. Eles têm que assumir no 6º batalhão. As fardas deles estão lá. O coronel está colocando os nossos policiais para morrer lá em cima na UPP. As viaturas estão vindo buscar na esquina de banco, de padaria", afirmou Laila, mulher de policial que não quis se identificar. 
Na coordenação de Polícia Pacificadora (CPP), em Bonsucesso, também há denúncias de que o comandante da unidade esteja dando ordens para que os PMs façam a rendição nas UPPs sem os aparatos de proteção necessária. Várias esposas dos policiais estão preocupadas, temendo pela vida de seus companheiros (Fonte)". 

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

PROTESTO DOS FAMILIARES DOS POLICIAIS MILITARES - PMs DO BCHOQUE DEMONSTRARAM APOIO

Prezados leitores, o vídeo mostra Policiais Militares em ato que seria de apoio à mobilização dos familiares dos Policiais Militares.





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PROTESTO DOS FAMILIARES DOS POLICIAIS MILITARES - DESESPERO DE ALGUNS OFICIAIS E PRAÇAS

Prezados leitores, os vídeos que temos publicado, todos oriundos das redes sociais, demonstram que os Oficiais e os Praças não estavam preparados para atuarem nesses protesto, algo que devemos estranhar pois os atos foram avisados com grande antecedência (diferente do Espírito Santo), permitindo amplo planejamento, como parece ter ocorrido em algumas Unidades Operacionais.
O vídeo a seguir demonstra o desespero do Oficial na forma como trata os Praças.




Juntos Somos Fortes!

FAMILIARES DE POLICIAIS MILITARES ALEGAM TEREM SIDO SEQUESTRADAS POR PMs DO 3o BPM

Prezados leitores, um denúncia muito grave foi feita a 1a DPJM e ao Ministério Público,
Duas familiares de Policiais Militares que estavam protestando no 3o BPM, alegam que foram enganadas quando foi combinado o retorno de uma viatura para o interior do batalhão.
Ao contornarem para seguir para o batalhão, os Policiais Militares teriam mudado de rumo e seguida com as duas rumo ao HCPM.
Elas teriam conseguido sair da viatura no bairro do Jacaré.
O vídeo a seguir foi feito por uma delas no interior da viatura.




Juntos Somos Fortes!

PROTESTO DOS FAMILIARES DE POLICIAIS MILITARES - RO DA CONFUSÃO NO 12o BPM

Prezados leitores, circula pelas redes sociais o que seria uma cópia do Registro da Ocorrência da confusão ocorrida no 12o BPM envolvendo o Comando do batalhão e familiares dos Policiais Militares, a conferir.





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REDE GLOBO EXPULSA DA REUNIÃO DOS FAMILIARES COM COMANDO GERAL

Prezados leitores, os familiares de policiais militares expulsaram a Rede Globo da reunião com o Comando Geral.





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sábado, 11 de fevereiro de 2017

RIO - FAMILIARES DE POLICIAIS MILITARES SE REUNIRAM COM O COMANDANTE GERAL

Prezados leitores, negociar é importante para solucionar qualquer crise. 




"Jornal Extra 
RAYANDERSON GUERRA 
11/02/17 17:11 | Atualizado: 11/02/17 19:19
O comandante-geral da PM, coronel Wolney Dias, com esposas de policiais 
RIO - Após uma reunião de cerca de três horas entre 40 mulheres de policiais e o comando geral da PM, não houve acordo entre as partes para a paralisação do movimento. De acordo com elas, as manifestações vão continuar até que uma lista de exigências entregue ao Comandante Geral da corporação, coronel Wolney Dias, seja atendida. 
As mulheres exigem, em suas reivindicações, pagamento dos salários, férias atrasadas, décimo terceiro salário, gratificações, melhores condições de trabalho, Ras, Proeis e metas de 2015 e 2016. O cumprimento da escala de trabalho também entrou em pauta. Segundo elas, as escalas de 12 horas de trabalho por 60 horas de descanso e de 24 horas por 72 horas não são aplicadas. 
A reunião foi realizada no Quartel General (QG) da corporação, no Centro do Rio. O encontro teve início por volta das 15h e foi mediado por três promotoras do Ministério Público Estadual e uma procuradora 
Verônica Nunes, mulher de um dos policiais, afirma que as manifestações não vão parar e que elas se organizam para atuar em outros locais além dos batalhões. 
- Queremos que eles tenham um armamento decente. Todos os dias morrem policiais por não terem um fuzil que funcione ou uma viatura blindada. Disseram que vão marcar uma reunião com o governador e com o secretário de segurança para tentar nos ajudar. Então, enquanto isso não acontecer, o movimento não vai parar. Vamos continuar nas portas dos batalhões e descobrir onde eles estão abastecendo. Amanhã tem jogo no Engenhão e nós vamos tomar medidas contra esse jogo também (Leiam mais).

Juntos Somos Fortes!

VÍDEO - EMPREGO DE AERONAVE DA POLÍCIA MILITAR - DENÚNCIA

Prezados leitores, em tempo de falta de dinheiro nos cofres públicos, essa denúncia merece ser investigada, considerando o elevado custo do emprego de uma aeronave.
O fato foi noticiado no site R7 (Fonte).




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PROTESTO DOS FAMILIARES DE POLICIAIS MILITARES - A CRISE VAI ACABAR SE AGRAVANDO

Prezados leitores, como temos publicado a Polícia Militar não pode deixar de realizar as suas missões constitucionais: o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.
Os Comandantes de Unidades Operacionais são os responsáveis pela saída do policiamento, algo que está sendo prejudicado em alguns batalhões pelo protesto dos Policiais Militares.
É preciso gerenciar essa crise com equilíbrio.
Nós propomos em artigos anteriores que o ideal seriam grandes protestos nas portas das Organizações Policiais Militares, mas sem impedir a saída do policiamento.
Assim os protestos ocorreriam e as missões da PMERJ seriam cumpridas.
Uma convivência pacífica.
Infelizmente, tal acordo não está sendo construído e estão ocorrendo fatos que só aumentarão a crise, como discussões e confrontos físicos entre Oficias e manifestantes, nem ameaças ou ordens absurdas em desfavor dos Policiais Militares.
É hora de planejar.
Hora de ser competente para resolver a crise.




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PROTESTO DE FAMILIARES DE POLICIAIS MILITARES - "AGRESSÃO" CONTRA ESPOSA DE POLICIAL

Prezados leitores, ontem, surgiram acusações contra Oficial da Polícia Militar que teria agredido a esposa de um Policial Militar.
Hoje o episódio está no noticiário (Fonte).






Juntos Somos Fortes!

RIO - ENTIDADES DA POLÍCIA CIVIL INFORMAM QUE CLASSE NÃO FARÁ POLICIAMENTO OSTENSIVO



Prezados leitores, a Polícia Civil não vai ficar no lugar da Polícia Militar nas ruas do Rio de Janeiro, caso isso seja necessário.

"NOTA À CATEGORIA 
As entidades de classe da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, dentre as quais a Associação dos Peritos Oficiais do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), Associação dos Papiloscopistas do Rio de Janeiro (APPOL), Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (COLPOL), Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (SINDELPOL) e Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (SINDPOL), vêm a público repudiar a determinação da Chefia de Polícia Civil para que os policiais civis sejam obrigados a realizar a função atípica de policiamento ostensivo, tendo em vista o movimento legítimo das famílias dos policiais militares em prol dos direitos que estão sendo usurpados de todo o funcionalismo público do Estado do Rio de Janeiro há mais de um ano, em especial as verbas de natureza alimentar que são a base da dignidade de todo o trabalhador. 
As entidades informam que desde a noite do dia 08/02/2017 os principais sistemas de informação da PCERJ estão inoperantes, impossibilitando a realização das atividades precípuas da instituição: investigação e inteligência. Com isso, a PCERJ demonstra não possuir condições mínimas do funcionamento básico institucional, sendo uma irresponsabilidade sem tamanho a determinação para que tal instituição assuma funções excepcionais em momentos de escassez de insumos básicos. 
Além disso, é fundamental informar que a quase totalidade das viaturas ostensivas da PCERJ estão irregulares administrativamente, não possuindo condições legais de circularem em vias públicas, pois estariam ferindo o Código de Trânsito Brasileiro. A maioria dos carros não foram vistoriados e licenciados pelo DETRAN no ano de 2016 e não possuem a garantia de que se encontram em condições mínimas de segurança para a atividade de patrulha, específica da PMERJ. 
Outro ponto de extrema relevância é o fato da maioria dos policiais civis não possuírem Curso de Condução de Veículos de Emergência, exigência do CTB para a condução de viaturas ostensivas e que não faz parte do currículo básico de formação dos agentes da PCERJ. Com isso, os policiais estariam infringindo a legislação de trânsito brasileira se realizassem tal atividade, não podendo por isso serem coagidos a realizar tal função por seus superiores hierárquicos, sob pena de assédio moral. 
As entidades relembram ainda que a PCERJ encontra-se em GREVE e que o patrulhamento de vias não se enquadra em seus serviços essenciais, sendo respeitadas somente a confecção de ocorrência que versem sobre roubo e furto de veículos, prisões em flagrante, cumprimento de mandados de prisão, homicídios, e crimes abarcados pela lei maria da penha. 
Por fim, as entidades representativas reafirmam seu compromisso com os agentes policiais da PCERJ, relembrando que todo o corpo jurídico está à disposição para a defesa de qualquer agente coagido ilegalmente. Relembramos também que o movimento de GREVE é LEGÍTIMO e LEGAL, ressaltando que, até o presente, nenhuma autoridade pública se predispôs a construir uma saída para a grave crise institucional da PCERJ, o que demonstra o descaso dos governantes para com a instituição e seus agentes. 
A segurança pública merece dignidade! (Fonte)"

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

ES: CRITIQUEM OS POLICIAIS MILITARES, MAS NÃO TENTEM VIVER SEM ELES

Prezados leitores, a mobilização realizada por familiares de Policiais Militares no Espírito Santo está servindo inclusive para demonstrar como são INDISPENSÁVEIS os policiais para a vida em sociedade.




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