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sábado, 25 de fevereiro de 2023

PESQUISA SOBRE SUICÍDIO NA PMERJ - DIVULGUE - IMPORTANTÍSSIMO


 


TRANSCRIÇÃO:

"Senhores, bom dia. 

Tendo em vista a necessidade de um melhor entendimento a respeito do suicídio na PMERJ, que ainda é um Tabu Social e, sobretudo, Institucional, elaborei este questionário, com apenas 10 (dez) perguntas, nas quais tentamos coletar informações-chave a respeito do fenômeno. 

Responder tais questões não vai demorar mais do que 5 minutos, que podem, contudo, ajudar vários companheiros que estejam passando por esta delicada situação. 

Desde já, agradeço a participação dos senhores!

Solicito a difusão deste questionário, cujo link segue no final desta mensagem, para que tal levantamento possa alcançar a maior quantidade de policiais militares e servidores da nossa PMERJ, fortalecendo ainda mais as possíveis evidências científicas que possam ser levantadas a partir dele. Além disso, estou elaborando um artigo científico, objetivando a sua publicação na Revista da ESPM, pois precisamos evidenciar  e entender academicamente o suicídio na nossa Corporação. 

Destaco, também, que não será necessária a identificação do participante.

Respeitosamente, 

Capitão Daniel Souza - Subsecretaria de Inteligência da PMERJ".

Link do questionário a respeito do suicídio na PMERJ:

https://forms.gle/MZU6TMAKzg2kNhZW7

Juntos Somos Fortes!



terça-feira, 7 de agosto de 2018

domingo, 28 de setembro de 2014

UMA MENSAGEM PARA OS ELEITORES INDECISOS DO RIO DE JANEIRO: NÃO VOTEM EM PEZÃO



Prezados leitores, temos feito uma campanha contra a candidatura Pezão (Cabral) no blog, no twitter e no facebook, uma tentativa de fazer com que os indecisos não optem por Pezão em virtude simplesmente do fato dele estar sendo colocado na liderança pelos institutos de pesquisa e pela imprensa.
Os indecisos são o nosso foco.
Como temos escrito, o importante é não votar em Pezão, pois temos que impedir a continuidade do domínio do grupo de Sérgio Cabral na política do Rio de Janeiro.
Isso é imprescindível!
No Rio de Janeiro podemos dividir os eleitores nos seguintes grupos:
- Os que odeiam a política e os políticos, esses não comparecem para votar, votam em branco ou anulam o voto. Infelizmente esse número cresce a cada eleição, mas não decide as eleições.
- Os que votarão em Pezão por considerarem que ele fez um bom governo junto com Cabral.
- Os que votarão em Pezão em razão de estarem obtendo alguma chantagem, por exemplo: cargo comissionado, gratificações, contratos com o governo, ...
- Os que não votarão em Pezão porque votarão em outro candidato pelos mais diferentes motivos.
- Os que não votarão em Pezão porque conhecem o péssimo governo que ele realizou junto com Cabral, mas ainda não escolheram em quem votar.
- Os que irão votar mas não escolheram o seu candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro.
Como o importante é não votar em Pezão, o último grupo é o nosso objetivo, os outros grupos já definirão a opção.
Prezado eleitor indeciso, não vote em Pezão, escolha outro candidato, motivos não faltam, os incontáveis escândalos estão no noticiário.
Pezão foi vice de Sérgio Cabral por quase oito anos.
Pezão e Cabral fizeram o governo pior avaliado da história do Rio de Janeiro, tanto isso é verdade que Cabral teve que se esconder e não aparecer na propaganda política de Pezão, no claro objetivo de apresentar Pezão como algo novo, quando ele é o velho Pezão, o que foi vice de Cabral.
Eleitor indeciso não esqueça das inúmeras vezes que o povo foi para as ruas gritar FORA CABRAL! (FORA PEZÃO!) e quantas vezes o Palácio Guanabara foi cercado por multidões que queriam tirar a dupla Cabral-Pezão do poder, mas foram impedidos pela ação da Polícia Militar.
Eleitor indeciso não seja bobo, institutos de pesquisa entrevistam 1.500 eleitores (cerca de 0,01 do número de eleitores) em um universo de mais de 11.000.000 de eleitores e apontam Pezão como líder das intenções de votos, apoiados pela imprensa que divulga esses resultados, isso para manipular você.
Você acredita nisso?
É hora de por um fim nesse trágico governo que só piorou a educação, a saúde e a segurança pública no Rio de Janeiro.
Se os outros candidatos não atendem aos parâmetros que você escolheu, caro eleitor indeciso, vote no que mais se aproximar, mas não vote em Pezão, essa é a pior opção.
Não votem em Pezão, isso por amor ao Rio de Janeiro e a sua população.

Juntos Somos Fortes!

DENÚNCIA: NAS ELEIÇÕES A UNIÃO DA IMPRENSA COM OS INSTITUTOS DE PESQUISAS É DECISIVA



Prezados leitores, vocês devem ter ouvido a expressão "levanta que eu corto".
Oriunda de jogadas do vôlei, a expressão significa entre outras interpretações, uma união de propósito, onde um tema é introduzido por alguém e explorado para outra pessoa, isso para que ambos alcancem o sucesso.
O raciocínio vale também para instituições.
Uma eleição deveria ser decidida nas urnas tendo como parâmetro o bom histórico e as propostas dos candidatos, mas como no Brasil a população não está nem aí para a política, como comprovam as abstenções, os votos em branco e os votos nulos, a regra não vale.
No Brasil, o cidadão vota para cumprir um dever, não para exercer o direito de escolher seus representantes, eis a verdade, infelizmente.
Nesse cenário surgem duas instituições que praticamente definem o rumo das eleições majoritárias (presidente, governador, prefeito e senador): a imprensa e os institutos de pesquisa.
Quem levanta a bola são os institutos de pesquisas.
Eles entrevistam cerca de 0,01% do total de eleitores, isso em menos da metade dos municípios e não indicam quais foram os municípios onde foram realizadas as pesquisas.
As pesquisas não são auditáveis, não podem ser conferidas.
Como comentamos em vídeos e artigos, os resultados da forma como são divulgados não deveriam servir para nada, mas servem para ganhar a eleição.
A imprensa corta e marca o ponto.
Como ela faz isso?
Repercute maciçamente esses resultados nas televisões, nas rádios, nos jornais e nas revistas.
A imprensa referenda os resultados.
No Rio de Janeiro, estamos assistindo algo que seria inexplicável se não soubéssemos a atuação dos institutos de pesquisa e da imprensa.
Pezão foi vice-governador de Sérgio Cabral por mais de sete anos.
O governo foi pessimamente avaliado e Cabral quase foi arrancado do Palácio Guanabara pelo povo que foi para as ruas gritar: Fora Cabral!
Cabral teve que se esconder e não participa da campanha de Pezão, uma tentativa de descolar seu nome do nome de Pezão.
Os escândalos são sucessivos e não param.
Apesar dessas verdades, sendo o quadro totalmente desfavorável ao candidato Pezão, os institutos de pesquisas indicam um crescimento de Pezão a cada pesquisa.
Por sua vez, a imprensa espalha esses dados invadindo a mente dos incautos.
A cada escândalo que surge envolvendo Pezão e seus aliados, mais ele cresce nas pesquisas.
Eleitor, você está sendo manipulado, isso é de clareza solar.
A imagem que ilustra o artigo corresponde a uma pesquisa não encomendada pelas Organizações Globo e não realizada por instituto de pesquisa. Não confiem nos dados revelados.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 27 de setembro de 2014

ELEIÇÃO - GOVERNO DO RIO DE JANEIRO - PESQUISA DE INTENÇÃO DE VOTOS

Prezados leitores, divulgamos resultado de uma pesquisa de intenções de voto para o governo do estado do Rio de Janeiro. 
Não foram representados no gráfico os votos nulos e os votos em branco.
A pesquisa não foi contratada pelas Organizações Globo, não foi realizada pelos institutos de pesquisa tradicionais e não foi registrada no TRE/RJ. 
Aconselhamos aos nossos leitores que não se deixem influenciar pelos resultados apresentados na pesquisa.




Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

PARA CADA QUATRO MORTOS PELA POLÍCIA, UM POLICIAL É ASSASSINADO



Prezados leitores, um levantamento da BBC revela uma relação pouco conhecida entre a letalidade policial e o assassinato de policiais, nós recomendamos a leitura.

"SITE POLICIAL BR
Para cada quatro mortos pela polícia no Brasil, um policial é assassinado
16 DE SETEMBRO DE 2014 16:20
Um levantamento feito pela BBC Brasil com os governos estaduais mostrou que um policial foi assassinado para aproximadamente cada quatro cidadãos mortos pela polícia no Brasil em 2013.
Os dados apontam tanto para uma alta letalidade das ações da polícia como para o grande nível de risco ao qual os agentes da lei estão expostos no país, segundo analistas.
No ano passado, ocorreram ao menos 1.259 homicídios cometidos por policiais e 316 baixas nos quadros das policias civil e militar em 22 Estados que forneceram dados a pedido da BBC Brasil (Leia mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

APÓS SETE ANOS DE CABRAL E BELTRAME, CRIMINOSOS DOMINAM O RIO



O governo Sérgio Cabral, tendo o Delegado de Polícia Federal Beltrame sempre na função de secretário estadual de segurança, completará sete anos no próximo mês. Neste período Beltrame nomeou nada mais, nada menos, que 5 (cinco) Comandantes Gerais da Polícia Militar e 3 (três) Chefes da Polícia Civil.
São sete anos de Cabral e de Beltrame gerindo a segurança pública fluminense.
O jornal O Globo publicou nesta 4a feira matéria sobre uma pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos em conjunto com Laboratório de Informação em Saúde, da Fiocruz (Leia).
A pesquisa revelou que existem 1.001 comunidades carentes no município do Rio de Janeiro.
Lembro que é a  região onde foram concentradas todas as ações de segurança pública do governo, com a implantação de dezenas de UPPs, nas quais trabalham quase 10.000 PMs, efetivo correspondente a 20 (vinte) Batalhões de Polícia Militar (BPM, como já tratamos neste espaço democrático, esta verdadeira trincheira da mídia independente e que já custou 2 (duas) prisões ao organizador, uma delas na Penitenciária de segurança máxima Bangu 1, onde fiquei inclusive incomunicável
Pasmem, prezados leitores.
Após sete anos de Cabral e de Beltrame gerindo a segurança pública fluminense, aplicando o efetivo de 20 (vinte) BPMs apenas no município do Rio de Janeiro, neste município o crime domina:

82% das comunidades carentes

O governo Cabral-Beltrame ocupa:

18% das comunidades carentes

As milícias dominam 45% das comunidades, o tráfico domina 37% e o governo ocupa 18%.
Vale ressaltar que o governo ocupa, não domina os 18%, como a imprensa noticia todos os dias, sobretudo na forma de tiroteios entre traficantes e entre traficantes e PMs.
Eu não conheço na história da segurança pública, quer seja no Brasil, quer seja no exterior, um fracasso tão retumbante.
Nunca antes se aplicou tantos policiais em determinada região, por tantos anos, para alcançar tão pouco.
A pesquisa desmoralizou por completo a gestão da segurança e serve como subsídio para que a população fluminense possa entender os motivos de tanta insegurança espalhada pelo estado do Rio de Janeiro.
Parabéns aos pesquisadores.
Por derradeiro, repito  a pergunta que tem sido recorrente nessa trincheira:

- Cidadão, caso você fosse nomeado secretário estadual de segurança pública, você colocaria 10.000 PMs imobilizados nas UPPs e desfalcaria os efetivos dos batalhões da PM, prejudicando a missão principal da instituição, a realização do policiamento ostensivo?

Isso deu completamente errado!

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

SÉRGIO CABRAL e EDUARDO PAES EM QUEDA LIVRE ...

Imagem: internet

EX-BLOG DO CESAR MAIA
AVALIAÇÕES DE CABRAL E PAES ENTRE 01/07 E 17/11 (PÓS-MANIFESTAÇÕES) CONTINUAM CAINDO!

1. Em 1 de julho de 2013. Datafolha. 
Sergio Cabral 25% de Ótimo+Bom e 36% de Ruim+Péssimo 
Eduardo Paes: 30% de Ótimo+Bom e 33% de Ruim+Péssimo.

2. Em 17 de novembro de 2013. Ibope. 
Sergio Cabral 18% de Ótimo+Bom e 41% de Ruim+Péssimo 
Eduardo Paes: 26% de Ótimo+Bom e 40% de Ruim+Péssimo.

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sábado, 16 de novembro de 2013

POLICIAIS NÃO SÃO MÁQUINAS DE SEGURANÇA - MARIA CECÍLIA DE SOUZA MINAYO

Um excelente texto sobre as dificuldades enfrentadas pelos policiais. Uma pesquisa que serve como ferramenta para humanizar os policiais. Uma profissão onde o risco de morte é iminente, as condições de trabalho são péssimas, os salários são famélicos e o reconhecimento é nenhum.
Parabéns à pesquisadora Maria Cecília de Souza Minayo.
O texto deveria ser discutido nas escolas brasileiras para que os estudantes possam ter uma visão real sobre as dificuldades dos policiais, antes de considerá-los inimigos nas ruas.
"O GLOBO 
São homens e mulheres que, como nós, sofrem, amam, desejam, têm medo, mas arriscam sua vida para nos proteger 
MARIA CECÍLIA DE SOUZA MINAYO (*)
Publicado: 16/11/13 - 0h00 
Dentre os assuntos tratados pela mídia a partir da divulgação do Anuário de Segurança Pública de 2013, destaco um ainda não tocado: a pessoa do policial. Não falo dos policiais corruptos que cruzam a linha tênue entre o crime e sua coerção. Refiro-me à maioria dos 675.996 policiais do país e especificamente aos quase 60 mil do Estado do Rio de Janeiro. 
Desde 2002 estudamos as condições de vida, trabalho e saúde dos policiais civis e militares, na hipótese de que seu bem-estar contribui para a segurança da sociedade. A lógica do Estado democrático repousa sobre a coesão e a coerção social, e a polícia, no mundo inteiro, foi criada para manter esse equilíbrio. Sua missão é exercer o monopólio da violência física legítima em nome do Estado, substituindo a prática da justiça pelas próprias mãos. 
A Constituição brasileira também atribui à polícia o nobre papel de proteger a sociedade, prevenir o crime e investigar os malfeitos que corroem a vida social. Apesar dessa missão indispensável, a polícia no Brasil sempre foi desprezada e cobrada mais do que deveria. Quando há um contexto conflituoso e convulsionado como o que ocorre desde junho de 2013, o endurecimento policial, cujo efeito funesto para a coesão social é conhecido, sempre acaba sendo reforçado. Poucos perguntam os motivos que provocam as desordens. Falta consciência de que ordem e desordem são coproduções, nas quais instituições de segurança têm papel tão importante como as populações com as quais se confrontam. 
Policiais não são máquinas de produzir segurança: enfrentam situações de risco que os levam à morte e a lesionar-se em proporções muito mais altas do que a população civil; suas jornadas são exercidas em condições adversas e extenuantes; existe insuficiência de servidores para a quantidade de serviço; e seus equipamentos de trabalho e proteção pessoal muitas vezes são impróprios e inadequados. 
Nossos estudos e outros mostram que a dignidade prévia de que os policiais se investem pelo papel essencial de poder de Estado não se sustenta quando inexistem condições suficientes para exercê-la. As pesquisas realçam o mal que lhes fazem a insatisfação, a ansiedade e a falta de reconhecimento. A impossibilidade de expressar e ver acolhido seu sofrimento acabam se transformando em adoecimento e comorbidades como problemas gastrintestinais, disfunções cardíacas, insônia, irritação, depressão e outros agravos físicos e mentais. Mas, mesmo enfrentando desvalorização profissional, a maioria gosta do que faz: seu papel social entranha tanto sua identidade que chega a definir o que são, como agem e como pensam. 
Assim, contra os que colocam na conta dos policiais todos os problemas de segurança pública, minha intenção é suscitar uma reflexão social sobre a necessidade de reconhecimento do seu papel e do valor de sua contribuição. Policiais são homens e mulheres que, como nós, sofrem, amam, desejam, têm medo, mas arriscam sua vida para nos proteger. 
(*) Pesquisadora da Fiocruz
Juntos Somos Fortes!