JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

BRASIL - MOBILIZAÇÃO POPULAR (02) - A INÉRCIA DO POVO TORNA IMPOSSÍVEL A MOBILIZAÇÃO?



Prezados leitores, o povo brasileiro não tem coragem para enfrentar a cleptocracia?
O povo é frouxo?
Eu usei tal afirmativa várias vezes, mas sou obrigado a reconhecer que tal qualificação é inadequada.
Penso que qualificar o nosso povo como inerte é o mais correto.
Os nossos quinhentos anos de Brasil estão recheados de atos heroicos por parte do povo, isso considerando que as narrativas que ouvimos nos bancos escolares expressem a verdade histórica dos fatos.
Citando um momento verídico e recente para fundamentar que o problema não é a falta de coragem, lembro que no movimento SOS Bombeiros (2011) nós assistimos no estado do Rio de Janeiro o apoio de expressiva parcela da população fluminense aos Bombeiros Militares que lutavam contra o criminoso governo "Cabral-Pezão".
Eu estava em Copacabana quando cerca de 50.000 pessoas participaram do protesto.
Coragem não faltou, sobretudo aos milhares de Bombeiros Militares.
Diante do exposto surge a pergunta:
- O que fazer para que a coragem vença a inércia e o povo cumpra o seu dever de defender o Brasil contra os cleptocratas?
A resposta é muito difícil.
Em artigos anteriores citei que temos um grande problema para promover esse movimento: a falta de uma liderança confiável de expressão nacional?
A liderança, exercida por uma pessoa ou um grupo, é indispensável para que o processo seja desencadeado.
A sua inexistência nos força a suportarmos um lapso temporal para que os primeiro passos sejam dados, aguardando o seu surgimento.
Não creio que a liderança nascerá no mundo político e nem nos movimentos populares que foram para as ruas nos protestos recentes.
Respeitando todas as opiniões contrárias, desde que fundamentadas, aposto minhas fichas que a liderança nascerá nos quartéis.
Militar (ou militares) ativo e/ou inativo exercerá esse papel.
Caso eu esteja com a razão o tempo que teremos que esperar deverá ser menor.
Se depender de uma liderança popular ou política, melhor que cada um compre o seu banquinho.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

BRASIL - MOBILIZAÇÃO POPULAR (01) - SERÁ A ÚNICA SAÍDA?



Prezados leitores, o país atravessa uma crise ética e moral nos governos federal, estaduais e municipais que parecem irreversível diante da complexidade e da multiplicidade das ações dos cleptocratas e da contaminação de parte significativa da população.
Políticos e empresários são a maioria dos criminosos que estão sendo presos, processados e condenados através dos esforços de uma parcela dos integrantes da Polícia Federal, do Ministério Público e do Poder Judiciário.
A situação é tão grave que o próprio presidente da república e ministros próximos foram denunciados pela Procuradoria Geral de Justiça, o presidente pela segunda vez.
Eles e seus advogados alegam inocência, mas manobras foram feitas para evitar a investigação do conteúdo da primeira denúncia e estão sendo feitas de novo para evitar que o contido na segunda denúncia seja investigado, o que coloca em dúvida a propalada inocência, considerando que "quem não deve, não teme", como ensina o ditado popular.
Diante desse quadro de contaminação, o que fazer para colocar um freio?
Curar a população através da educação de boa qualidade é uma tarefa que consumirá algumas décadas e apesar da necessidade urgente dessa medida ser implantada, não temos tempo para esperar os resultados.
A intervenção militar está sendo cobrada nas redes sociais por diversos grupos, mas não surgiu até a presente data qualquer sinal claro de que isso ocorrerá. Temos apenas críticas esparsas na forma de discursos e artigos oriundos de poucos Oficiais Generais ativos e inativos.
A eleição de um militar para presidente em 2018 é tida como a solução e uma alternativa à intervenção militar. Uma campanha está "bombando" nas redes sociais nessa direção, mas apesar dos esforços de muitos, ela se enfraquece pelo fato de não serem de domínio público os planos concretos de governo do pré-candidato para reverter a cleptocracia, caso a sua eleição se concretize. Logo não temos como avaliar se ele tem ou não possibilidade de ser o "salvador da pátria", posição que foi alçado pelos seus seguidores.
Outra alternativa é a campanha insipiente "não reeleja ninguém". Uma tentativa de "limpar" o mundo político dos cleptocratas com uma só tacada, mas isso é quase impossível de operacionalizar na prática, considerando inclusive que os que levam vantagem com a situação atual não deixarão de votar nos provedores dos seus "ovos de ouro", o que poderá ser suficiente para reelegê-los.
O que sobra?
Salvo melhor juízo, o caminho passa pelas mobilizações populares, ordeiras e pacíficas.
O povo precisa voltar para as ruas com uma pauta de objetivos para pressionar pelas mudanças.
Movimentos populares mudaram seus países, alguns deles nem foram ordeiros e pacíficos, mas alcançaram seus resultados como a história comprova.
Eu acredito que com o planejamento adequado de movimentos populares existentes, o povo brasileiro possa em ordem e de forma pacífica começar a reverter a destruição do Brasil.
Posso estar errado.
A boa educação poderá ter seus resultados acelerados.
A intervenção militar poderá ocorrer.
O militar candidato poderá ter planos fantásticos e ser a solução.
A campanha poderá alcançar seus objetivos e nenhum cleptocrata atual ser reeleito.
E, a saída não seja o povo nas ruas.
Apesar dessas possibilidade de erro de minha parte, tenho certeza que uma verdade está comigo: não podemos continuar apostando nos outros para mudar o futuro, cada um de nós deve fazer alguma coisa contra o que estamos vivemos no país.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

IMAGEM SINTETIZA A CLEPTOCRACIA IMPLANTADA NO BRASIL

Prezados leitores, a imagem das malas abarrotadas de dinheiro sintetiza a cleptocracia implantada no Brasil e o valor encontrado nelas demonstra a força desse regime cleptocrático.
Acorda, povo brasileiro!
Não reeleja ninguém!





Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

CRISE POLÍTICA - A CAMPANHA NÃO REELEJA NINGUÉM



Prezados leitores, a "Campanha Não Reeleja Ninguém" ainda é insipiente nas redes sociais.
Os seus defensores pregam que nas próximas eleições não se vote em nenhum político que tenha mandato no Executivo e no Legislativo, como sendo a única opção para tentar reverter o regime cleptocrático instalado no Brasil e que tem seus efeitos noticiados diariamente pela imprensa nacional e internacional.
Os que se manifestam contra a campanha alegam que ela é injusta com os bons políticos, eles que devem existir, mas o argumento de que até esses conviveram com esse mar de lama e nada ou pouco fizeram, não pode ser desprezado.
Os bons políticos parecem sofrer do "mal do ex-presidente Lula", o "eu não sabia de nada".
Não é fácil digerir que políticos desconheçam por completam o que fazem seus pares.
A campanha não prega o voto nulo, a abstenção ou o voto em branco, mas o voto em novos nomes, em candidatos que nunca exerceram mandatos no Executivo e no Legislativo.
Caso a campanha ganhe força e produza efeitos, isso não será a garantia de que a política irá sofrer um saneamento, tendo em vista que não se pode garantir a competência e a honestidade dos novos, mas um efeito é certo: todos os esquemas atuais serão rompidos de imediato, inclusive os que ainda não foram descobertos.
Diante da dimensão da crise atual política (e econômica), nenhuma opção pode ser desprezada.

Juntos Somos Fortes!