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quarta-feira, 11 de abril de 2018
A "ESQUERDA" CRIOU O BRASIL DA LIBERTINAGEM
Assistam o vídeo com o desabafo de um agredido por "esquerdopatas":
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quinta-feira, 4 de maio de 2017
PROTESTO - 28 ABR 17 - DEPUTADOS QUEREM OUVIR GOVERNADOR PEZÃO E SECRETÁRIO DE SEGURANÇA ROBERTO SÁ
Prezados leitores, nós concordamos que o governador e o secretário de segurança sejam responsabilizados por todos os erros decorrentes do mal planejamento das ações preventivas e repressivas, mas gostaríamos que os deputados também adotassem medidas para cobrar dos dois a identificação e a prisão de todos os vândalos e desordeiros que transformaram o Centro do Rio de Janeiro em uma praça de guerra.
"Nobres" deputados, aproveitem a presença dos dois e cobrem tudo que precisa ser cobrado, não apenas os possíveis excessos da força policial.
"Jornal O Dia
Deputados responsabilizam Pezão pela atuação da PM em protestos
Eles exigem que o governador e o secretário de Segurança Pública, Roberto Sá, prestem esclarecimentos públicos
02/05/2017 19:44:19
Rio - Vinte e dois deputados estaduais, de dez partidos diferentes, assinaram uma nota de repúdio à violência policial empregada nas manifestações da Greve Geral no último dia 28. Na nota, os deputados consideraram que "A Polícia Militar atuou deliberadamente para impedir que o protesto ocorresse" e "lançou de forma indiscriminada bombas de gás contra todos os manifestantes, provocando pânico".
Segundo o deputado Flavio Serafini (PSOL-RJ), que discursava na Cinelândia quando o palco foi atingido por uma bomba de gás, o caso foi denunciado: "Fiquei impressionado com as filmagens, como todo mundo fica. Não tinha noção de que a bomba havia chegado tão perto do meu rosto. Poderia ter tido consequências graves, e agora cabe à Polícia e ao Ministério Público avaliar" (Leiam mais)".
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quarta-feira, 3 de maio de 2017
ONTEM, O CORONEL PAÚL GRAVOU ENTREVISTA PARA A REDE RECORD E AVISOU QUE A VIOLÊNCIA VAI PIORAR
Prezados leitores, ontem, às 06:30 horas, o Coronel de Polícia Ref Paúl gravou uma entrevista para a Rede Record.
Não acompanhamos se a matéria foi exibida ou não.
O repórter fez uma pergunta sobre o que fazer para reverter o quadro de violência e o Coronel PM Ref Paúl reafirmou sua opinião que é indispensável a extinção da secretaria de segurança e uma alteração no projeto das UPPs.
De forma correta o repórter argumentou que dificilmente o governo acabaria com a secretaria de segurança e fez nova pergunta:
Repórter: Do jeito que tá pode piorar?
Coronel PM Ref Paúl: Do jeito que está? Vai piorar! Não há a menor dúvida. Se mantiver essa estrutura com a secretaria de segurança coordenando as duas polícias e não tiver uma remodelação do projeto das UPPs, infelizmente, a população do Rio de Janeiro pode esperar mais violência, a qualquer dia, em qualquer local e em qualquer horário.
Ao longo do dia a população do Rio de Janeiro experimentou uma parcela da piora que foi anunciada.
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segunda-feira, 1 de maio de 2017
VÍDEO - RIO - GREVE GERAL - REPRESSÃO POLICIAL - COMENTÁRIOS
Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta os erros por parte da Polícia Militar na repressão aos grupos de vândalos e desordeiros que se infiltram nos protestos, como ocorreu no dia 28 de abril de 2017.
O jornal O Estado de São Paulo publicou a seguinte matéria sobre o tema:
> Comando da PM vê uso de tática de guerrilha urbana em protestos http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,comando-da-pm-ve-uso-de-tatica-de-guerrilha-urbana-em-protestos,70001757093
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quarta-feira, 30 de julho de 2014
MINISTÉRIO PÚBLICO CRITICA DESEMBARGADOR SIRO DARLAN
Prezados leitores, o Ministério Público critica o desembargador Siro Darlan pela liberdade dos "ativistas".
O nome de Siro Darlan consta no manifesto "Em defesa da democracia contra o estado policial".
(O Dia)
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OS NOSSOS PRESOS POLÍTICOS - COMENTÁRIO - TEN CEL RR PAULO FONTES
Prezados leitores, a seguir transcrevemos editorial do Estadão com comentário do Ten Cel PM RR Paulo Fontes:
"Editorial do Jornal Estado de São Paulo
23 de julho de 2014
OS NOSSOS PRESOS POLÍTICOS
O fenômeno do “ativismo” ora em curso no País atingiu de vez o nível do delírio. Convictos de que estão acima das leis e de que o Estado é, por definição, um ente inimigo, os chamados ativistas, também conhecidos como militantes, se dedicam dia após dia a atormentar os cidadãos comuns nas grandes cidades, sob o argumento de que a democracia lhes faculta o direito de bloquear avenidas, de depredar a propriedade alheia e de praticar outros delitos.
Quem disso discorda e defende a necessária ação da polícia e da Justiça contra a baderna e o vandalismo é logo acusado, por uma barulhenta rede de simpatizantes espalhados pelas universidades e pela internet, de advogar a “criminalização das lutas sociais”. Quando finalmente o Estado decidiu agir, encarcerando vândalos que se dizem “ativistas”, essa rede imediatamente reagiu, dizendo que os detidos e os indiciados são “perseguidos políticos” – uma farsa que expõe seja a má-fé, seja a confusão moral dessa turma.
O caso mais recente, envolvendo uma advogada que diz prestar assistência jurídica a manifestantes, dá a exata medida dessa tentativa cínica de desmoralização do Estado Democrático de Direito no Brasil. A advogada Eloísa Samy, acompanhada de dois adeptos da violenta tática Black Bloc, foi ao Consulado do Uruguai no Rio de Janeiro para – pasmem – pedir asilo político.
Eloísa, de 45 anos, é considerada foragida da Justiça, porque foi denunciada pelo Ministério Público do Rio por associação criminosa. Ela e outros 22 “ativistas” tiveram a prisão decretada pela 27.ª Vara Criminal do Rio. O inquérito da Polícia Civil que baseou a denúncia concluiu, conforme revelou o jornal O Globo, que os acusados planejavam atacar seus alvos com explosivos no dia 13 de julho, quando foi disputada a final da Copa do Mundo.
Em vídeo que gravou para expor sua versão, Eloísa afirma que está sendo perseguida em razão de sua “atuação na defesa do direito de manifestação”. O promotor Luís Otávio Figueira Lopes afirma, no entanto, que a advogada, “escudando-se em um suposto exercício da atividade profissional”, prestou “apoio logístico” aos delinqüentes , “cedendo sua residência para reuniões” de preparação de atos violentos.
É bem possível que Eloísa e seus colegas acreditassem que o Uruguai fosse mesmo lhes dar asilo. Afinal, o país é governado por José Mujica, aquele presidente simpático e modernoso que defende a liberação da maconha. Ele receberia, pois, os “perseguidos políticos” de braços abertos.
A reação da diplomacia uruguaia, porém, escancarou o ridículo da situação. A cônsul-geral Myriam Fraschini Chalar informou aos solicitantes que o Brasil “é um autêntico Estado Democrático de Direito”, razão pela qual não há perseguidos políticos no País nem motivo para conceder asilo. A deputada Janira Rocha, do PSOL, que foi ao consulado para dar apoio aos “ativistas”, disse à diplomata uruguaia que “o problema não é o Brasil, o problema é o Estado do Rio, que está agindo como um verdadeiro estado de exceção”. Pela lógica desse pessoal, até um condômino pode pedir asilo político ao Uruguai se acreditar que está sendo perseguido pelo síndico do prédio.
A patetice, no entanto, não deve servir de pretexto para que os tais “ativistas” sejam tratados com a candura dispensada aos inimputáveis. É o caso de enfatizar que, no inquérito policial sobre os black blocs, Elisa Quadros, vulgo “Sininho”, considerada a líder do bando, é acusada de incitar seus companheiros a atear fogo à Câmara Municipal do Rio durante protesto no ano passado – o ato só não se consumou porque militantes mais ajuizados impediram. É o caso também de relembrar que a ação desses delinqüentes já produziu um morto, o cinegrafista Santiago Andrade. Eles não estão para brincadeira.
Resta agora às autoridades investigar com rigor as possíveis ligações desses “ativistas” com sindicatos e partidos políticos radicais. Há cada vez mais indícios de que os militantes vândalos podem estar atuando como uma espécie de “braço armado” de organizações que se constituíram graças à democracia, mas que não têm nenhum apreço por ela.
COMENTÁRIO:
O editorial do Estado de São Paulo desmonta a farsa perpetrada por esses criminosos profissionais a soldo de Partidos Políticos, Ongs e Sindicatos e se o braço legal do Estado, representado pela Polícia, Poder Judiciário e Ministério Público não agir na forma da lei para a defesa do estado democrático de direito, em breve teremos um movimento radical sem controle, infenso a qualquer fiscalização do poder público.
Essa radicalização violenta já custou a vida de um profissional da imprensa e se um basta não for dado agora a sociedade vai chorar por outras vítimas que certamente tombarão atingidas por coquetéis molotov, morteiros e bombas com pregos.
Absurdo e gravíssimo também é o fato provado de Camile Jourdan, uma das denunciadas, ser Professora de Filosofia da UERJ, ou seja, é uma funcionária pública muito bem paga pelo tesouro estadual, leia-se com o seu, o meu e o nosso dinheiro, arrecadado através de impostos, e nesse particular urge uma atuação firme do reitor daquela universidade, no sentido de instaurar um Procedimento Administrativo Disciplinar(PAD ) em face dessa agente pública transgressora, indiciada em Inquérito Policial e denunciada pelo MPE.
Tenente-Coronel PM RR Paulo Fontes
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
CONFUSÃO NA SAÍDA DOS ATIVISTAS DA PRISÃO
Prezados leitores, tanto a prisão, quanto a liberação dos ativistas, gerou muita confusão.
"O GLOBO
Grupo agride jornalistas na liberação de três ativistas presos no complexo de Gericinó
Desembargador concedeu habeas corpus para 23 denunciados por atos de violência em manifestações
GUSTAVO GOULART
24/07/2014 9:11
RIO - Um grupo que aguardava, na entrada do complexo de Gericinó, em Bangu, a saída de três ativistas beneficiados por um habeas corpus agrediu profissionais da imprensa que acompanhavam a movimentação no local. Eles tentavam impedir que fossem registradas imagens de Elisa Quadros, a Sininho; a coordenadora do programa de pós-graduação em filosofia da Uerj, Camila Jourdan; e Igor D’Icarahy, soltos por volta das 18h10m desta quinta-feira. Os três ganharam o benefício na noite desta quarta-feira, quando o desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ), mandou recolher os mandados de prisão contra os 23 ativistas denunciados por atos de vandalismo durante protestos (Leiam mais)".
Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo
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quinta-feira, 24 de julho de 2014
RIO: DENÚNCIA CONTRA ATIVISTAS FOI BASEADA EM UM SÓ DEPOIMENTO
Prezados leitores, recomendamos a leitura dessa matéria da Folha de São Paulo:
(Jornal Folha de São Paulo)
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
RADICAIS DE RUA: CRIME NÃO POLÍTICO - ALOÍSIO DE TOLEDO CÉSAR
Prezados leitores, solicitamos especial leitura do Editorial do jornal O Estado de São Paulo.
Sugerimos analisar o conteúdo com olhos no presente e no passado.
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segunda-feira, 21 de julho de 2014
PROTESTOS: AVALIE AS INVESTIGAÇÕES SOBRE OS ATOS DE VIOLÊNCIA
Prezados leitores, transcrevemos uma matéria do jornal O Globo sobre as investigações relacionadas com os protestos para reflexão dos nossos leitores.
(Fonte: O Globo)
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terça-feira, 15 de julho de 2014
COPA 2014 - PROTESTOS - ANALISE A AÇÃO DOS MANIFESTANTES E DOS POLICIAIS MILITARES
Prezados leitores, a seguir postamos mais dois vídeos recebidos através do twitter para que possam analisar a atuação dos manifestantes e dos Policiais Militares.
Vídeo 1
Vídeo 2
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CORREGEDORIA IRÁ APURAR AÇÃO DE PMs CONTRA JORNALISTAS
Prezados leitores, a Corregedoria Interna da Polícia Militar irá apurar as denúncias de que jornalistas teriam sido agredidos por Policiais Militares.
Nós temos postados vídeos onde se evidenciam comportamentos inadequados tanto por parte de PMs, quanto de manifestantes e de jornalistas.
Vamos aguardar os resultados.
(Fonte: O Fluminense)
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segunda-feira, 14 de julho de 2014
COPA 2014 - RIO - PROTESTO E CONFRONTO ENTRE MANIFESTANTES E POLICIAIS
Prezados leitores, a seguir postamos mais um vídeo recebido através do twitter para que possam analisar a atuação dos manifestantes e dos Policiais Militares.
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PROTESTOS: OAB TENTA SOLTAR OS PRESOS ACUSADOS POR VANDALISMO
Prezados leitores, a OAB está tentando soltar as pessoas que foram presas sob acusação de participação de atos de vandalismo.
(Fonte: O Globo)
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sábado, 12 de julho de 2014
POLÍCIA CIVIL CONSEGUE PRENDER SUSPEITOS DE VANDALISMO NO RIO DE JANEIRO
Prezados leitores, quinze suspeitos de vandalismo são presos.
As prisões tem um efeito inibidor contra possíveis protestos na final da Copa do Mundo que acontecerá amanhã no Rio de Janeiro.
"O GLOBO
Presa em Porto Alegre, Sininho negociou por telefone compra de fogos de artifício
Escutas telefônicas mostram que artefatos seriam usados em manifestações contra a Copa
POR SÉRGIO RAMALHO
12/07/2014 11:25 / ATUALIZADO 12/07/2014 11:51
RIO - Presa em Porto Alegre (RS) na manhã deste sábado, Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, de 28 anos, negociou por meio de ligações telefônicas e mensagens de texto a compra de fogos de artifício que seriam usados em protestos no Rio. A descoberta foi feita pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), que interceptou as conversas telefônicas da ativista com autorização da Justiça.
Além de Sininho, 15 outros ativistas adeptos da tática black bloc também tiveram as prisões temporárias decretadas pela 27ª Vara Criminal. Todos são acusados de promover atos de vandalismo durante manifestações que aconteceram na cidade.
Entre os detidos, há um professor de História, que foi preso em casa, na Urca, Zona Sul do Rio. No imóvel, os policiais encontraram uma máscara contra gás lacrimogêneo (Leia mais)".
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
RIO - PROTESTO - NOVO CASO CLARO DE ENFRENTAMENTO COM A PM
Prezado leitores, graças à divulgação pelo twitter do trabalho de um integrante da mídia independente, podemos constatar no vídeo a seguir mais um caso claro de incitação, ofensa e tentativa de confronto com a Polícia Militar.
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domingo, 22 de junho de 2014
RIO: AS ARMADILHAS MONTADAS CONTRA OS POLICIAIS MILITARES NOS PROTESTOS
Prezados leitores, recebemos mais um vídeo sobre os protestos no Rio de Janeiro.
No nosso espaço democrático temos publicado uma série de vídeos recebidos, sendo que em vários deles constatamos erros na ação dos Policiais Militares, os quais criticamos.
Apesar dessa verdade, não podemos esconder outra, ou seja, a existência de ações organizadas para afrontar os Policiais Militares, incitá-los para provocar reações que serão filmadas por dezenas de câmeras e de celulares, estrategicamente posicionados.
A seguir transcrevemos um novo vídeo.
Observem que as ordens dos Policiais Militares não são obedecidas de forma deliberada.
Cercam os Policiais Militares e provocam o enfrentamento o tempo todo, enquanto ficam com suas câmeras e celulares filmando.
Parece que todo mundo que tem uma câmera e/ou um celular virou "imprensa".
Nós destacamos a importância da presença da mídia independente nos protestos, mas isso não é importante apenas para filmar a ação dos Policiais Militares, ela também filma a ação dos "manifestantes", o que nos permite avaliar a conduta de todos.
Procure uma agressão praticada por um Policial Militar no vídeo?
Não achará.
Verá atos de enfrentamento e e ouvirá ofensas aos Policiais Militares que conseguem manter o equilíbrio apesar do incitamento constante.
Ouçam os cânticos.
Reafirmamos: as ordens dos Policiais Militares ou Civis devem ser obedecidas.
Assistam o vídeo e tirem suas conclusões.
Alertamos que por alguns momentos a imagem desaparece, mas ela retorna.
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sábado, 21 de dezembro de 2013
MENSAGEM DE UM "OLD BLACK BLOC" PARA OS "BLACK BLOCS"
Eu sou Policial Militar, ingressei na corporação em 1976 e fui promovido ao posto de Coronel PM em 2005. Coronel é o último posto da carreira, tanto nas Polícias Militares, quanto nos Corpos de Bombeiros Militares, não existem Oficiais Generais nas corporações, como ocorre nas Forças Armadas.
Ao longo da carreira eu fui solidificando um conceito: os Coronéis são os responsáveis pela preservação da identidade e dos valores institucionais. Portanto, aos Coronéis cabe a defesa institucional.
Em 2007, exercendo a função de Corregedor Interno, conheci um grupo de idealistas composto por Oficiais e Praças, os "40 da Evaristo". Eles queriam conquistar melhores salários e adequadas condições de trabalho. Cansados certamente de esperar uma postura dos Coronéis, começaram a realizar atos nas ruas para conscientizar a população. Os parâmetros para participar dos atos eram claros: estar de folga, em trajes civis e desarmados.
Eles me ensinaram essa lição, os militares podem exercer de forma plena a cidadania, respeitando algumas regras. Muito obrigado!
Em 2007, integramos o grupo dos "Coronéis Barbonos" tendo os objetivos propostos por eles e mais alguns, dentre eles romper com a subserviência política que já naquela época escravizava a PMERJ.
No ano seguinte comecei a ir para as ruas, tendo participando nesses seis anos de quase cem atos públicos, pelas mais diferentes causas. Eu participava desde que o ato fosse organizado, ordeiro e pacífico. Aprendi com os "40 da Evaristo".
Prezados leitores, deve ser assim, só pode ser assim!
Os atos cívico-democráticos realizados nas ruas devem ser organizados, ordeiros, pacíficos e devem ter continuidade. É esse contexto que apavora os maus políticos, pois eles não encontram justificativa para a repressão, para o confronto que só interessa a eles pois afasta as pessoas das ruas. A continuidade (regularidade) de atos com tais características os destrói politicamente.
Eu recebi através de email o texto que transcrevo a seguir. Ele é dirigido para quem acha que sem confronto o ato não repercute e não atinge os políticos, o que é um grande erro.
Eis o texto:
"Para reflexão dos Black Blocs, Anarquistas, Socialistas e Comunistas:
> Filho, eu descobri essas coisas no seu armário…
- Qual é o problema de ter uma máscara do anônimos e um taco de beisebol?
> Você usa isso?
- Não… quer dizer, às vezes…
> É que que estou precisando. Será que você me empresta?
- Precisando? Pra quê?
> É que eu li as coisas que você andou escrevendo na internet…
- Você andou lendo o meu face?
> Qual é o problema? Não é público?
- É…mas…
> Pois é, eu li o que você escreveu e …
- Pai, eu sei que você não gostou do que eu escrevi lá , mas… eu não vou discutir, são as minhas ideias. Eu sou anarquista e…
> Não. Eu achei legal. Você me convenceu.
- Convenci? De quê?
> Tá tudo errado mesmo… eu li o que você escreveu e concordo. Agora eu sou anarquista também, que nem você…
- Você o quê? Pai… que história é essa?
> É, você fez a minha cabeça. tem que quebrar tudo mesmo! Agora eu sou Old Black Bloc!
- Pai, você não pode… você é diretor de uma empresa enorme e…
> Não sou mais não. Larguei o meu emprego. Mandei o meu chefe tomar no .... Mandei todo mundo lá tomar no ....
- Pai, você não pode largar o seu emprego. Você está há 30 anos lá…
> Posso sim! Aliás tô juntando uma galera pra ir lá quebrar tudo.
- Quebrar tudo onde?
> No meu trabalho! Vamos quebrar tudo ! Abaixo a opressão! Abaixo tudo!
- Você não pode fazer isso, pai…
> Posso sim! É só você me emprestar a máscara e o taco de beisebol. E aí, você vem comigo?
- Não… acho melhor não…
> É melhor você vir porque agora que eu larguei tudo, a gente vai ter sair desse apartamento…
- Sair daqui? E a gente vai morar aonde?
> Sei lá! Vamos acampar em frente a uma empresa capitalista qualquer e exigir o fim do capitalismo!
- Pai, você não pode fazer isso ! Não pode abandonar tudo!
> Tô indo! Fui!
- Peraí, pai! Pai! E minha mesada ? E meu computador ? E a gasolina do meu carro ? Onde eu vou morar ? Volta aqui! Volta aqui, pai!!! Voooltaaaaa!"
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
GREVE DE POLICIAIS: CAOS INSTALADO NA ARGENTINA
Prezados leitores, constatem o que pode acontecer em caso de greve de policiais.
"FOLHA DE SÃO PAULO
Protesto policial atinge 15 de 23 Províncias da Argentina
LÍGIA MESQUITA
DE BUENOS AIRES
Os protestos e greves de policiais na Argentina acontecem em 15 das 23 Províncias do país na manhã desta terça-feira.
Pela reivindicação de aumento salarial, os policiais saíram às ruas para protestar e deixaram de fazer a segurança em diversas cidades. Como consequência, comércios foram saqueados e houve brigas e assassinatos.
No total, 17 Províncias já enfrentaram a paralisação da polícia desde que os protestos começaram, na quarta-feira da semana passada, em Córdoba. No fim de semana, foi a vez de Rio Negro enfrentar o problema. Nessas duas províncias, a paralisação já foi encerrada.
Depois, os protestos se estenderam a Buenos Aires, Catamarca, Chaco, Chubut, Corrientes, Entre Rios, Jujuy, La Pampa, La Rioja, Mendoza, Neuquén, Santa Fé, San Luís, Terra do Fogo e Tucumán.
Dez pessoas morreram na última semana.
Em Salta, capital do Estado de mesmo nome, não houve protesto policial, mas aconteceram saques. Até o início da manhã, 130 pessoas tinham sido presas.
No início desta tarde, oito governadores já haviam concedidos reajustes salariais para os policiais retornarem ao trabalho.
Em Tucumán, onde três pessoas morreram durante a onda de saques na madrugada, o governador José Alperovich afirmou que o povo não "merece isso" e pediu "por favor" para que os policiais voltem logo ao trabalho.
Na segunda-feira (9), a Casa Rosada afirmou que "há um complô desestabilizador" e que algumas forças políticas estariam por trás das convocações de saques pelas redes sociais.
O ministro da Justiça, Julio Alak, chegou a dizer que os saques eram organizados".
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domingo, 13 de outubro de 2013
OS CONFUSOS "BLACK BLOCS" TUPINIQUINS
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