JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador estádios de futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estádios de futebol. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

PEZÃO NÃO ENTREGOU CASAS POPULARES, MAS QUERIA REFORMAR ESTÁDIOS EM FRIBURGO

Prezados leitores, não votem em Pezão, não façam isso com a sofrida população do Rio de Janeiro. 



"REVISTA VEJA
21/01/2014 - 19:18
Rio de Janeiro
Sem entregar casas populares, Pezão promete reforma de três estádios em Nova Friburgo 
Obras custarão 2,2 milhões de reais. Governo do estado do Rio de Janeiro prometeu 8.000 casas para região serrana após chuvas de 2011, mas só entregou mil 
Daniel Haidar, do Rio de Janeiro 
Das 8.000 casas prometidas pelo governo do Estado do Rio de Janeiro para cidades da região serrana devastadas pelas chuvas de abril de 2011, só mil foram entregues até agora. A promessa foi posteriormente reduzida a 4.702 unidades pelo governo, mas ninguém sabe ao certo quando as 3.700 restantes ficarão prontas. A cidade de Nova Friburgo enfrenta mais uma época de chuvas com moradias precárias e parte da população dependente do subsídio conhecido como "aluguel social" para ter um teto provisório. Mesmo assim, na última segunda-feira, o vice-governador Luiz Fernando Pezão, pré-candidato ao Palácio Guanabara, aterrissou na cidade no helicóptero oficial para prometer mais construções. Não de casas, mas de estádios de futebol. Pezão assinou convênio para gastar 2,2 milhões de reais na reforma de estádios municipais em Riograndina, Campo do Coelho e Cordoeira. 
Apesar dos recursos escassos do orçamento estadual e dos sucessivos atrasos na entrega de moradias prometidas à população, Pezão alega que um projeto não atrapalha o andamento do outro. Agora, o governo do Estado promete entregar quase 5.000 moradias até o fim de 2014. Ou seja, em pouco menos de 12 meses, diz que o governo vai fazer mais do que executou em quase dois anos. 
A situação da cidade ainda é crítica. Os alagamentos deixaram de ser episódios extremos: qualquer chuva inunda áreas do centro e dos bairros. Na última quinta-feira, uma chuva normal de verão, que durou cerca de meia hora, deixou inundadas áreas do centro e a Praça do Suspiro - locais também afetados pelo temporal de 2011. 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A TAÇA É DELES (E A CONTA É NOSSA) - GUILHERME FIUZA



Prezados leitores, recomendamos a leitura do artigo de Guilherme Fiuza sobre a Copa do Mundo de Futebol.

"POLÍTICA 
A taça é deles (e a conta é nossa) 
Guilherme Fiuza, O Globo 
Os pessimistas e a elite branca deram com os burros n’água : a Copa do Mundo no Brasil é um sucesso. A bola está rolando redondinha, os gramados estão todos verdinhos e o país chegou até aí batendo mais um recorde : gastou com os estádios da Copa mais do que Alemanha e África do Sul juntas. Com brasileiro não há quem possa. 
Aos espíritos de porco que ainda têm coragem de reclamar do derrame sem precedentes de dinheiro público promovido pelos faraós brazucas, eis a resposta definitiva e acachapante : a Copa no Brasil tem uma das maiores médias de gols da história. Fim de papo. 
De que adianta ficar economizando o dinheiro do povo, evitando os superfaturamentos e as negociatas na construção dos estádios, para depois assistir a um monte de zero a zero e outros placares magros ? Fartura atrai fartura. Depois da chuva de verbas, a chuva de gols. É a Copa das Copas. Viva Messi, viva Neymar, viva Dilma. 
Está todo mundo feliz, e o país mais uma vez se renderá a Lula. O oráculo afirmou que era uma babaquice esse negócio de querer chegar de metrô até dentro do estádio. Que o brasileiro vai a jogo até de jegue. O filho do Brasil mais uma vez tinha razão. 
O país teve sete anos para usar a agenda da Copa e investir seriamente em infraestrutura de transportes. Sete anos para planejar e executar uma expansão decente do metrô nas capitais saturadas, por exemplo — obras caras que dependem do governo federal. 
Ainda bem que nada disso foi feito, e as capitais continuaram enfrentando sua bagunça a passo de jegue. Seria um desperdício, porque todo mundo sabe que essa mania de querer chegar aos lugares de metrô é uma babaquice da elite branca. 
Felizmente, o dinheiro que seria torrado nessa maluquice foi bem aplicado nos estádios mais caros do mundo, entre outros investimentos estratégicos. 
Agora a Copa deu certo, o brasileiro está sorrindo e a popularidade de Dilma voltou a subir — provando de uma vez por todas que planejamento sério é uma babaquice. O que importa é bola na rede. 
Nos anos que antecederam a Copa das Copas, os pessimistas encheram a paciência do governo popular com a questão dos aeroportos. Mas o PT resistiu mais uma vez à conspiração dessa burguesia ociosa que reclama de tudo. E deixou para privatizar (que ninguém nos ouça) os aeroportos às vésperas da Copa. 
Foi perfeito, porque sobrou mais tempo para o bando da companheira Rosemary Noronha parasitar o setor da aviação civil, proporcionando aos brasileiros o que eles mais gostam : ser maltratados nos aeroportos em ruínas, se possível derretendo com a falta de ar-condicionado (o que Dilma chamou carinhosamente de “Padrão Brasil”). 
Os pessimistas perderam mais essa. Na última hora, com um show vertiginoso de remendos e puxadinhos (Brasil-sil-sil !), os aeroportos nacionais não obrigaram nem uma única delegação estrangeira a vir para a Copa de jegue. Todas as seleções entraram em campo — a televisão está de prova. 
E, no que a bola rolou, quem haveria de memorizar detalhes insignificantes, como metade dos elevadores da Favela Antonio Carlos Jobim enguiçados, além de algumas esteiras e escadas rolantes interditadas, entre outros desafios dessa gincana Padrão Brasil ? 
Ora, calem a boca, senhores pessimistas. A Copa deu certo. A Rosemary também. 
Quem vai cronometrar o tempo dos otários nas filas monumentais ? Os cronômetros só medem a posse de bola. E bem feito para quem ficou preso nos engarrafamentos a caminho do estádio, de casa ou de qualquer lugar. Lula avisou para ir de jegue. 
Você ficou engarrafado porque é um membro dessa elite branca que contribui para o aquecimento global. Além de tudo, é ignorante, porque ainda não entendeu que o combustível no Brasil foi privatizado pelos companheiros e seus doleiros de estimação. Como diria o petista André Vargas ao comparsa Alberto Youssef, o petróleo é nosso. 
Além de jegue e jabuticaba, o Padrão Brasil tem feriado. Muito feriado. Quantos o freguês desejar. Pode haver melhor legado que esse para a mobilidade urbana ? 
Se todo mundo andar de jegue e ninguém precisar ir trabalhar, acabaram-se os problemas viários. Poderemos ter Copa todo mês. E os brasileiros não precisarão mais correr riscos com obras perigosas como os viadutos — que, como se sabe, desabam. 
A Copa no Brasil tem tido jogos realmente emocionantes. É o triunfo do único inocente nessa história — o futebol. Viva ele. Os zumbis que ficavam gemendo pelas ruas que “não vai ter Copa” sumiram na paisagem do congraçamento das torcidas. 
Mas é claro que isso será entendido pela geleia geral brasileira como... gol da Dilma ! É a virada dos companheiros, a vitória dos oprimidos palacianos sobre as elites impatrióticas etc. A taça é deles. E a conta é nossa. 
Se você não suporta mais essa alquimia macabra, que faz qualquer sucata populista virar ouro eleitoral, faça como os atletas do Felipão : chore". 
Guilherme Fiuza é jornalista.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DILMA ROUSSEFF DÁ MAIS DINHEIRO PARA ESTÁDIOS DO QUE PARA EDUCAÇÃO



Prezados leitores, parece que o ex-jogador Ronaldo, o fenômeno, fez escola no mal sentido.
O gênio da bola que deve ter fugido da escola, afirmou meses atrás que Copa do Mundo se faz com estádios e não com hospitais, isso quando todos criticavam os bilhões gastos na construção e na reforma de estádios para a Copa, enquanto o povo continuava morrendo em filas de hospitais públicos, sem receber o devido atendimento médico. 
Escola faz falta.
Escola de boa qualidade faz muita falta.
Sem elas estamos construindo gerações de analfabetos funcionais, pessoas inteiramente incapazes de entender não só o contido nos textos, mas a realidade do mundo que os cerca.
Hoje O Globo informa que em 9 das 12 cidades que abrigarão jogos da Copa, o financiamento do governo federal para os estádios foi maior que o repasse para a educação nessas cidades (municípios).
O Brasil caminha rápido para ser a terra dos analfabetos funcionais.
Melhor ensinarmos aos nossos filhos que devem se dedicar ao futebol, largando a escola e investindo full time nos treinamentos. Difícil não é, mas tendo também que estudar, acaba faltando tempo para treinar dribles, chutes, assim como, a arte de simular faltas, algo primordial nesse jogo.
Pela qualidade dos jogos que assistimos no Brasileirão 2013 e na Copa do Brasil 2013, não deve ser difícil arrumar uma vaga em um grande time.
Brasil, o país que era do futuro e que perdeu o futuro em algum campo de futebol.

Juntos Somos Fortes!