JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 29 de março de 2018

BRASIL DIVIDIDO: O PERIGOSO "NÓS CONTRA ELES"



O Brasil atravessa um momento grave fomentado a partir do uso em campanha eleitoral do "NÓS CONTRA ELES".
Como não poderia deixar de ser a repetição exaustiva desse absurdo acabou por dividir o país  e não apenas com relação à predileção partidária.
As divisões seguiram se propagando nos mais diferentes temas.
O saudável debate de ideias diferentes perdeu lugar para o quem pensa diferente é "inimigo".
Torço para que o processo se reverta, mas as últimas notícias dão conta do acirramento do problema, o que me faz temer ainda mais pelo futuro do Brasil, país que parece estar se dividindo e caminhando para uma luta fratricida.


sábado, 3 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 28 de junho de 2017

PRESIDENTE DO PT NO RIO PREGA "CONFRONTO POPULAR NAS RUAS" SE LULA FOR CONDENADO

ex-presidente Lula e presidente Temer


Prezados leitores, nós estamos vivendo dias difíceis no Brasil. 
Os políticos estão perdendo excelentes oportunidades de permanecerem com as bocas fechadas.
A postura de enfrentamento pregada pelo Quaquá não dará bons resultados, isso é óbvio.

"Folha de São Paulo
Presidente do PT do Rio prega 'luta aberta' nas ruas se Lula for condenado
CATIA SEABRA 
DE SÃO PAULO 
27/06/2017 00h06 
Dentro da estratégia de blindagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do PT do Rio, Washington Quaquá, divulgou nesta segunda-feira (26), uma nota em que prega "confronto popular aberto nas ruas" caso o petista seja condenado pelo juiz Sergio Moro. 
"Queremos, a partir do Rio de Janeiro, dizer em alto e bom som: condenar Lula sem provas é acabar de vez com a democracia! Se fizerem isso, se preparem! Não haverá mais respeito a nenhuma instituição e esse será o caminho para o confronto popular aberto nas ruas do Rio e do Brasil!", afirmou Quaquá. 
"Nós queremos repactuar o Brasil em torno da democracia e dos direitos e reformas que melhorem, de fato, a vida do povo, com emprego, desenvolvimento econômico e soberania nacional. Mas quem dirá se será pacto democrático ou luta aberta será a burguesia que deu o golpe! (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 7 de maio de 2017

VÍDEOS - VENEZUELA, POPULAÇÃO VIVENCIA O CAOS

Prezados leitores, assistam os dois vídeos e analisem o que está acontecendo no país vizinho.






Juntos Somos Fortes!


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

PALESTRA DO CORONEL PM ÍBIS, COMANDANTE GERAL - COMENTÁRIO



Prezados leitores, nós recebemos alguns comentários sobre a palestra do Coronel PM Íbis, Comandante Geral da PMERJ, proferida para os alunos do último ano do Curso de Formação de Oficiais e a seguir transcrevemos um comentário anônimo contendo críticas.

- " Anônimo
20 de novembro de 2014 09:05
Manda ele ir até os líderes das facções criminosas que implantaram o terrorismo no Rio e dizer que o PM é "homem", e precisa, como ele, ser tratado com dignidade. Discurso pra sociólogo, pra ONG dos direitos humanos. É claro, somo policiais e temos, ainda que contra nossa vontade, agir dentro da legalidade, limitados e pautados pela lei. A guerra embrutece o soldado. assassina sua sensibilidade e suprime o amor pelo próximo. Então temos que ser Jesus Cristo, que ama e perdoou quem o matou? Não somos máquinas que podemos ser desligados e reprogramados. Somos humanos, imperfeitos. Nos dê amor e amaremos; nos trate com educação e seremos educados; nos tratem com carinho e seremos carinhosos. Agora, atirem em nós e responderemos com mais e mais disparos de fuzis. Queremos voltar pra casa todos os dias, mas os marginais trabalham para que isso não aconteça.
Pura retórica este discurso.
O Brasil vive uma guerra civil, mas muita gente não consegue perceber e aceitar isto (sic)".

Os grifos são nossos.
Nós temos certeza que esse comentário será aplaudido por muitos Policiais Militares e para os que concordam com o que foi escrito, propomos uma reflexão:
Dizem e escrevem que a maioria dos Praças da Polícia Militar é favorável à desmilitarização.
Vocês que aplaudem o comentarista anônimo, querem a desmilitarização?
Se a resposta for sim, algo está errado logo no começo da argumentação.
Se vivenciamos uma guerra civil (não estamos duvidando disso), como desmilitarizar a polícia?
Se os Policiais Militares e os Policiais Civis enfrentam uma guerra, temos que na verdade militarizar a Polícia Civil, aliás, isso aconteceu em parte com a criação da CORE à semelhança do BOPE.
A lógica nos conduz para tal realidade, porém, atuar em guerras é atividade própria para militares ou paramilitares  (grupos organizados militarmente), assim sendo, se existe uma guerra civil no Rio de Janeiro, quem deve atuar são as Forças Armadas, não as Polícias Civil e Militar.
Não queremos desacreditar o comentário, muito pelo contrário, estamos tentando encará-lo como sendo a verdade e nesse caso concluindo que a Polícia Militar e a Polícia Civil devem sair dessa guerra, o mais rapidamente possível, pois a missão do policial não é guerrear.
No primeiro momento, as palavras do Coronel Íbis parecem realmente vindas de alguém que pertence a uma ONG dos Direitos Humanos, mas não são.
Ele falou como policial.
Os que discordam do Coronel PM Íbis acreditam que o Policial Militar deve ser um guerreiro, mas ele não deve.
Deve sim conhecer as técnicas para atuar no serviço policial, sobretudo para salvaguardar a sua vida e a vida de terceiros.
Enquanto acharmos que somos guerreiros continuaremos matando e morrendo isso ao longo dessa guerra civil que não está nem perto de acabar, alguém duvida?
Nós próximos quatro anos de governo Pezão mataremos quantos?
Quantos Policiais Militares morrerão nesse período?
Policial Militar ou Civil não deve morrer e deve evitar matar, eis a verdade.
Como fazer isso se vivemos em uma guerra civil?
Simples, provando a existência da guerra e exigindo a intervenção federal.
Ocupando todas as comunidades carentes não com Policiais Militares mas como integrantes das Forças Armadas, eles são preparados para guerrear, os policiais devem ser preparados para realizar o policiamento ostensivo, a preservação da ordem pública e a investigação policial.
O policial não pode perder o amor pelo próximo, isso é o cúmulo do absurdo, pois jura defende-lo até com o risco da própria vida.
Nós temos comentado em artigos e vídeos que a Polícia Militar perdeu a sua identidade, o conteúdo do comentário prova isso.
Nós não sabemos o que somos?
Não sabemos nem a nossa missão?
Queremos a desmilitarização, mas queremos também guerrear.
Perdemos os nossos valores, principalmente o respeito ao Policial Militar que tem sido jogado em UPPs instaladas em comunidades onde os fuzis do tráfico ainda estão presentes e atuantes.
A fala do Coronel PM Íbis é uma esperança de nos realinharmos com a nossa identidade, recuperarmos nossos valores e aprendermos a nossa missão: o servir e proteger à população fluminense.
Se lá em cima daquele morro existe um grupo paramilitar, usando armas de guerra para praticar o terror, não cabe aos Policiais Civis ou Militares o enfrentamento, não somos preparados para isso.
Se existe uma guerra civil em curso, a missão é das Forças Armadas.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A TRÊS PASSOS DA GUERRA CIVIL - GENERAL GELIO FREGAPANI



"A TRÊS PASSOS DA GUERRA CIVIL 
 Por Cel. Gelio Fregapani 
Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. 
Falta ainda homologar no Congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra. 
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial. 
O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. 
Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável. 
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos. 
 [...]
A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos.
— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas. 
[...] 
A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista. 
A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de "uma grande nação" indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas. 
O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios.
[...] 
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra. 
O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir. 
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola 
 [...] 
Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial. 
Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo. 
Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir. 
O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma "zona livre", uma "república do MST" na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas. 
É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: "O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará." 
Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse. 
[...] 
O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira 
[...] 
A três passos da guerra civil.
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos. 
[...] 
 Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu. 
Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital? 
Que Deus guarde a todos vocês".

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A GUERRA CIVIL DE BAIXA INTENSIDADE E SÃO PAULO EM CHAMAS

Prezados leitores, a insegurança pública crescente no Brasil, fruto da criminalidade, da onda de vandalismo que explode nas ruas a cada protesto popular e da total incapacidade dos governantes de manter a ordem pública, dá sinais que o país pode estar ingressando em uma "guerra civil de baixa intensidade".
Qual a sua opinião?
Para auxiliar nossa reflexão, transcrevo uma parte da entrevista do sociólogo Boaventura de Souza Santos, concedida ao jornal Folha de São Paulo:
"(...) 
Milhares foram às ruas no Brasil para protestar por diversas causas. Qual é a sua reflexão sobre o que ocorreu? 
Analiso os diversos movimentos que surgiram no mundo desde 2011: a primavera árabe, o ocuppy [Wall Street, nos EUA], os indignados no sul da Europa, o movimento contra a fraude eleitoral no México, o movimento estudantil do Chile e também os protestos no Brasil. Comparo 2011-2013 com momentos como 1968, 1917, 1848: momentos de movimentos revolucionários. 
O que os caracterizam fundamentalmente? 
São sinais de que, em muitos países, estamos a entrar num processo de guerra civil de baixa intensidade: uma grande agitação social porque as instituições não funcionam propriamente. Há uma deterioração das instituições, uma ideia de que a democracia foi derrotada pelo capitalismo. No sul da Europa isso parece muito claro, e as ruas e as praças são os únicos espaços onde o cidadão pode se manifestar (Leia a íntegra)".
Enquanto pensa, concordando ou discordando sobre a existência de uma "guerra civil de baixa intensidade" no Brasil, leia a matéria sobre os atos que ontem incendiaram São Paulo:
O GLOBO 
Vândalos interditam rodovia e queimam veículos em SP; cerca de 90 pessoas são detidas 
SÃO PAULO – Um novo protesto contra a morte do adolescente Douglas Martins Rodrigues, de 17 anos, vítima de um disparo no tórax após uma abordagem da Polícia Militar (PM) neste domingo, fechou na noite desta segunda-feira as pistas da Rodovia Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte, na região do Parque Novo Mundo, Zona Norte de São Paulo. Manifestantes atearam fogo em duas carretas, cinco ônibus e um carro parados na pista. Um grupo tomou um caminhão-tanque e percorreu a rodovia em alta velocidade com o veículo. Um homem foi baleado no protesto na Zona Norte e operado em um hospital da região. Segundo a Polícia Militar, cerca de 90 pessoas foram detidas. 
As chamas atingiram a rede elétrica e causaram a explosão de um transformador. Um outro grupo de manifestantes saqueou lojas da região usando carrinhos de lixo para arrombar as portas. Outros manifestantes foram para o Terminal de Cargas, na região do Parque Novo Mundo, onde tentaram saquear caminhões estacionados. A PM chegou ao local e usou bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes. 
A rodovia Fernão Dias foi totalmente interditada na altura do km 86. Por volta das 20h, uma das pistas da Rodovia Fernão Dias, sentido São Paulo, foi liberada pouco depois das 20h, de acordo com a concessionária Autopista Fernão Dias. Havia nessa direção 5 quilômetros de lentidão, a partir do km 86. A outra pista, em direção a Belo Horizonte, permanecia bloqueada, e o congestionamento era de 4 quilômetros. Até as 22h35m, um dos sentidos da rodovia continuava bloqueada. (Leia mais). 
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