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sexta-feira, 20 de maio de 2022

RIO DE JANEIRO - A DEGENERAÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA





O medo faz parte do cotidiano da população fluminense em razão do crescimento da criminalidade e da degeneração do sistema de segurança pública.

A situação é caótica e será necessária um conjunto de ações enérgicas do novo governador para que que se dê início a uma recuperação.

Transcrição:

"Jornal Extra

Delegada e Policiais Militares são alvos de operação contra a maior milícia do Estado do Rio de Janeiro

20/05/22

Rafael Nascimento de Souza

O Ministério Público do Rio (MPRJ) deflagrou na manhã desta sexta-feira uma operação para cumprir 10 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão contra agentes públicos do Rio aliados do maior grupo paramilitar do estado. Entre os alvos, estão três policiais militares, seis agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e até uma delegada. A ação foi intitulada Heron. A organização criminosa já foi chefiada por Wellington da Silva Braga, o Ecko, morto em confronto com a Polícia Civil em 12 de junho de 2021, na comunidade Três Pontes, em Paciência, Zona Oeste do Rio, e hoje é comandada por seu irmão Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada da Capital (Leia mais)"

#ForaClaudioCastro

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sábado, 29 de abril de 2017

O QUE ESTÃO COLOCANDO NA ÁGUA DO BRASIL QUE NOS TORNA TÃO MEDROSOS?



Prezados leitores, a atual postura do povo brasileiro é algo que desconheço na história recente do planeta.
A falta de capacidade para compreender a gravidade dos problemas nacionais nos remete ao primitivismo da espécie.
Nos reconduz ao interior da caverna.
A incapacidade nos direciona para a inércia diante das crises moral e ética ou nos conduz a movimentos apartados dos interesses nacionais.
Erramos na inércia e nas ações.
O quadro indica que temos grupos com interesses contrários, sentados cada um em volta de sua fogueira, planejando como vencer o outro para levar vantagens.
Enquanto isso a maioria fica ao relento e exposta ao frio.
A quase totalidade desconhece os valores básicos da cidadania, o resultado da falta de educação decorrente de processos ensino-aprendizagem completamente ineficazes.
Somos milhões de analfabetos e analfabetos funcionais.
Somos milhões de desempregados.
Somos milhões sem acesso à água potável.
Somos milhões sem acesso à coleta de resíduos orgânicos.
Somos milhões sem acesso à saúde, à educação e à segurança públicas.
Somos milhões vivendo em guetos insalubres.
Somos milhões dominados pelo crime organizado que implanta o terror com suas armas de guerra.
Somos milhões de moradores de rua, disputando o papelão que nos serve de colchão e cobertor.
Não somos um povo.
Não temos uma nação.
Logo, civismo e patriotismo, nós não conhecemos, portanto, não praticamos.
Não somos um país que não deve ser levado à sério, como disseram. 
Na realidade somos um país e um povo inacreditáveis.
O Brasil parece uma ficção de terror.
Talvez estejam colocando algo na nossa água.
Algo que nos faça ser tão submissos diante da gravidade da realidade nacional.
É hora de pararmos de beber dessa água contaminada.
É hora de honra e de coragem.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

VIDA DE PM NO RIO: DESPREZADOS, DOENTES E COM MEDO - REVISTA ÉPOCA - 04 FEV 2016



Prezados leitores, a reportagem é de 2016, hoje nós a republicamos considerando que a triste realidade dos Policiais Militares no Rio de Janeiro piorou mais ainda nesse período de um ano da publicação da matéria.

"Revista Época
Vida de PM no Rio: desprezados, doentes e com medo
Malvistos pela população e caçados pelos criminosos, os policiais militares do Rio de Janeiro estão abalados como soldados em guerras e mais suscetíveis a cometer erros fatais
HUDSON CORREA E RAPHAEL GOMIDE
04/02/2016 - 08h05 - Atualizado 04/02/2016 08h51 
Todos os dias, na hora de sair de casa para o trabalho, Bianca Silva ouve o apelo da filha, de 9 anos. “Mamãe, você vai morrer?”, diz Maria, que, invariavelmente, chora e abraça forte a mãe. “Por que você não escolhe outra profissão?” Bianca é capitã da Polícia Militar do Rio de Janeiro e, desde setembro de 2014, é toda a família que Maria tem. O pai, o capitão da PM Uanderson Silva, foi morto aos 34 anos durante um confronto com traficantes no Complexo do Alemão. Comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, a mais violenta entre as favelas incluídas no programa, Uanderson foi morto pela bala de um de seus soldados ao ficar no meio do fogo cruzado. Bianca passeava em um shopping quando recebeu a notícia de que o marido havia sido baleado. Antes de ir ao hospital, passou no batalhão para trocar o vestido pela farda, temendo que o ciumento Uanderson reprovasse o traje de passeio. Uanderson morreu antes que ela pudesse vê-lo. “Os danos psicológicos são inevitáveis”, diz Bianca. “O tempo inteiro nós convivemos com o medo de morrer.” Bianca não cogita desistir da profissão, apesar da tristeza da filha, que toma tranquilizantes e é acompanhada por psiquiatras da Polícia Militar. 
Bianca e Uanderson se conheceram na academia de formação de oficiais da PM do Rio de Janeiro e trabalhavam na mesma região. Só no primeiro semestre do ano passado, policiais das UPPs do Complexo do Alemão e da Penha estiveram envolvidos em 260 tiroteios, mais de um por dia. Na favela Nova Brasília, o clima entre policiais e moradores é de animosidade. A polícia é tratada como mais um inimigo, não um aliado. Para amainar a situação, no passado Bianca considerou criar um programa de distribuição de presentes no Dia das Crianças. Mas o projeto minguou, segundo ela, pela resistência da população local. “Sentia o medo das crianças em falar comigo”, diz. “Elas crescem com a visão de que o policial é violento.” 
É comum entre os PMs a percepção de que a população sente medo, repulsa e até certo desprezo por eles, como mostra a pesquisa UPPs: o que pensam os policiais, feita recentemente pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes. Para a maioria dos policiais entrevistados, os sentimentos dos moradores em relação a eles são de ódio, raiva, aversão, desconfiança, resistência e medo. O cabo Rodrigo Cunha sentiu isso nas vielas do Morro São Carlos, onde uma UPP foi instalada em 2011. “Existem lugares em que o Estado está lá de intruso”, diz. “Você dá bom-dia à criança e a mãe vem correndo levá-la embora. ‘Não fala com polícia.’ Acham que seria melhor se nós não estivéssemos lá.” Comerciantes se recusavam a vender garrafas de água a Rodrigo e moradores cuspiam no chão quando ele e os colegas passavam. 
Barbaridades cometidas por alguns PMs ao longo dos anos, como tortura, agressões, execuções de inocentes e fraudes para camuflar assassinatos a sangue-frio, criaram essa rejeição em parte da população. Para ficar em um exemplo rumoroso, desde julho de 2013 não se sabe o que aconteceu ao pedreiro Amarildo, que desapareceu depois de ser levado para a sede da UPP da Rocinha. Vinte e cinco policiais da unidade são acusados de participar da tortura, morte e do sumiço do corpo. Nesta semana, oito PMs foram condenados. Chagas como essa não apenas não cicatrizam, como contaminam a rotina dos policiais que trabalham direito. ÉPOCA entrevistou militares, levantou estatísticas e teve acesso a pesquisas inéditas sobre a situação-limite em que vivem os policiais do Rio de Janeiro, como mostram os quadros desta reportagem. Os policiais têm índices piores que a média da população de doenças causadas por sedentarismo, sentem-se desanimados, com medo, e usam álcool, remédios e drogas. Os policiais sabem que são malvistos, sentem-se ameaçados e têm muito, muito medo de morrer – justamente por serem policiais. 
O curso de formação de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro ensina os aspirantes a policial a agir, em todos os sentidos. Há algum tempo, entre as orientações eles aprendem a ocultar a profissão e sobreviver em uma cidade violenta, refratária a eles. Os policiais ouvem que devem usar o carro, em vez do ônibus, para ir trabalhar. Mais: devem esconder a farda no porta-malas ou no banco traseiro, sempre pelo avesso e dentro de um saco escuro. Todos os dias, o soldado Antônio Matsumoto, de 34 anos, passa cerca de três horas no trânsito para chegar ao quartel na Tijuca, na Zona Norte da cidade. Chegaria mais rápido se fosse de trem ou metrô, mas tem medo de assaltos: a farda na mochila pode ser uma sentença de morte, como foi em outubro para o sargento Fernando Monteiro, assassinado a tiros de fuzil quando assaltantes encontraram seu uniforme. Parceiro de Matsumoto no patrulhamento diário, Fábio Terto, de 33 anos, é obrigado a ir de trem para o trabalho. Depois de fardada e armada, a dupla vai de ônibus para o patrulhamento, uma novidade para aproximar os agentes da população. Matsumoto fica de pé na porta perto da catraca, com a mão na pistola, enquanto Terto se posta na porta traseira. A aflição é total. Ninguém olha para ninguém. Como eles, 81% dos policiais acham que vivem “em risco constante (Leiam a reportagem completa)”. 

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

RIO: O PROBLEMA DA SEGURANÇA PÚBLICA É O GESTOR.


Prezados leitores, enquanto o gestor da segurança pública no Rio de Janeiro for o delegado de Polícia Federal Beltrame, preferimos encerrar a publicação de artigos com temas relacionados ao assunto.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

RIO DE JANEIRO: FALTA ÁGUA E SOBRAM BALAS PERDIDAS

Prezados leitores, a violência segue sem controle no Rio de Janeiro.
A Ong Rio de Paz e familiares de vítimas da violência realizaram protesto em Copacabana.


Daniela Hallack Dacorso / Agência O Globo

"JORNAL O GLOBO 
Em dez dias, Grande Rio teve doze casos de balas perdidas 
No fim de semana, mulher e menina foram atingidas na Zona Norte; jovem em Niterói; dois homens em São Gonçalo; e mulher na Rocinha 
POR RENAN FRANÇA / BRUNO AMORIM
25/01/2015 17:00 / ATUALIZADO 26/01/2015 9:16 
RIO - RIO - Adriene Solan do Nascimento, de 21 anos, foi baleada durante um tiroteio entre traficante e policiais da UPP, na Rocinha, na Zona Sul, na noite deste domingo. Segundo informações do 23º BPM (Leblon), a mulher foi encaminhada para o Hospital municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo os policiais, os tiros que atingiram Adriene partiram de traficantes. O caso foi registrado 11ª DP (Rocinha) (Leia mais)". 

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domingo, 25 de janeiro de 2015

VIOLÊNCIA NO RIO: QUEM SÃO OS CULPADOS?



Prezados leitores, a seguir transcrevemos matéria publicada no jornal O Dia sobre a violência no Rio de Janeiro.
A realidade vivenciada pela população é gravíssima, pois a violência está em todo lugar.
A sensação é de que existe uma guerra no Rio de Janeiro.
Uma guerra que é travada pela polícia contra os criminosos e travada entre os próprios criminosos.
Importante destacar que não se chega a um estágio tão grave da noite para o dia.
A guerra foi se instalando dia após dia.
É hora de identificar os culpados pelos desacertos do governo, que provocam, por exemplo:

"O destrambelhamento da polícia também contribui para a chuva de projéteis: no lugar da inteligência e da ação cirúrgica, saraivada de balas ...".

Não podemos esquecer o atual governo e seus gestores da segurança pública são os responsáveis pela condução do processo há mais de oito anos, portanto, nada justifica que a polícia não use a inteligência e não faça ações cirúrgicas.
Discordando em parte do contido na matéria, consideramos que uma polícia cidadã também precisa de armas, isso para serem usadas nos momentos imprescindíveis e em conformidade com a legislação.
É hora de identificar os culpados.
É hora de trocar gestores.
Insistir no que não dá certo é um erro grosseiro.

"JORNAL O DIA 
25/01/2015 00:00:34
Editorial: A praga das armas perdidas
Balas que entram com inaceitável facilidade no estado e são disparadas com frequência absurda e sem critério são um perigo numa cidade lotada e espremida como o Rio
Rio - Balas perdidas não são fatalidades. São sintomas, quer do recrudescimento da atividade criminosa, quer do despreparo policial, que levam a um grave problema: o derrame de armas e munição. Balas que entram com inaceitável facilidade no estado e são disparadas com frequência absurda e sem critério são um perigo numa cidade lotada e espremida como o Rio. 
Até a meia-noite de sexta-feira, contavam-se sete vítimas de bala perdida em uma semana, sendo três delas crianças. Duas morreram: Larissa e Asafe. Brincavam quando foram atingidas. O caso mais recente, até a conclusão desta página, foi do jovem alvejado enquanto assistia a um torneio de skate no Parque Madureira. Fechava-se a sinistra média de um caso de vítima do ‘acaso’ por dia. 
A movimentação de bandidos, sejam traficantes ou milicianos, é uma das fontes de balas perdidas. Arma-se fortemente o bando independentemente da ação: uma invasão a um morro, um arrastão, um assalto a pedestre, uma saidinha de banco. 
O destrambelhamento da polícia também contribui para a chuva de projéteis: no lugar da inteligência e da ação cirúrgica, saraivada de balas, como foi no caso da jovem Haíssa. Recrutas, não sem razão, reclamam do treinamento de tiro. Em entrevista ao DIA domingo passado, o comandante da PM, Alberto Pinheiro Neto, afirmou rever os procedimentos de formação e cogitou desarmar parte da tropa, após uma “reavaliação”. 
É verdade que uma polícia cidadã não precisa de armas. O Estado se impõe muito mais pela cidadania e pelas oportunidades que proporciona do que pela força. Mas que não se acredite reduzir as estatísticas de bala perdida cortando a letalidade das forças de segurança. É preciso, sim, estancar o vazadouro de fuzis, metralhadoras e pistolas, consequência do livre comércio de drogas. Cedo ou tarde, o país terá de enfrentar essas questões, pois até agora só se vê um enxugamento de gelo e sangue (Fonte)". 

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

RIO: TRÁFICO VENCE A EDUCAÇÃO

Prezados leitores, a insegurança que tomou conta do Rio de Janeiro está produzindo fatos inacreditáveis.

(Jornal O Dia)

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

RIO: FRACASSO NA GESTÃO DA SEGURANÇA PARECE PIADA MAS É GRAVÍSSIMO

Prezados leitores, a população do Rio de Janeiro é vítima da péssima gestão da segurança pública.
Parece piada, mas o quadro é gravíssimo.


(Jornal Extra)

(Jornal Extra)

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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME, POR FAVOR, PEÇA PARA SAIR

(Jornal Brasil Econômico)

(Jornal O Dia)

Prezados leitores, em condições normais, o secretário de segurança Beltrame  já teria sido exonerado há muito tempo, em face dos incontáveis erros na gestão.
Quem não lembra das trocas sucessivas de Comandantes Gerais da Polícia Militar e Chefes da Polícia Civil, empurrando as culpas para o andar de baixo?
Quem não lembra dos erros na implantação das UPPs, o único projeto elaborado em oitos anos de gestão?
Quem não lembra da transferência de traficantes das áreas "pacificadas" para outros bairros e municípios, espalhando a violência?
Quem não lembra das centenas de viaturas compradas com kit gás que nunca foram utilizados? 
Quem ainda não viu as torres blindadas e as cabines blindadas sem qualquer policial por falta de efetivo?
Quem ainda não constatou a falta de policiamento nas ruas em razão da falta de efetivo nos batalhões, efetivo consumido todo nas UPPs?
Quem não lembra da facilitação das provas para o concurso para Soldado da Polícia Militar desqualificando a tropa da Polícia Militar, algo que o noticiário revela quase que diariamente?
Quem não lembra do número enorme de Policiais Militares mortos e feridos em serviço e de folga? 
Quem não lembra da prisão ilegal de Bombeiros e Policiais Militares em Bangu 1, isso por estarem lutando por salários dignos?
Quem desconhece a violência que se espalhou por todo estado do Rio de Janeiro?
Quem ainda não foi vítima dessa violência?
Nós poderíamos enumerar dezenas de erros, mas se alguém não considerar os que elencamos suficientes, lembramos que o secretário de segurança se encontra denunciado pelo Ministério Público por improbidade administrativa e superfaturamento de contratos. 
O MP quer a devolução de mais de R$ 130 milhões aos cofres públicos.
Infelizmente, não vivemos uma situação normal, o governador não irá exonerar o secretário, não nos pergunte os motivos de tamanha inércia, ao contrário, Pezão o manteve por mais quatro anos.
Diante dessa realidade só nos resta solicitar ao secretário que peça para sair, isso para o bem da população, da Polícia Miitar e da Polícia Civil.

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

RIO "PACIFICADO" - QUASE 700 POLICIAIS MILITARES FORAM VÍTIMAS EM 2013

Prezados leitores, os Policiais Militares continuam sendo vítimas da péssima gestão da segurança pública no Rio de Janeiro.
Em 2013, quase 700 PMs foram assassinados ou feridos no Rio de Janeiro


(Jornal Extra)

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O RIO "PACIFICADO" MATA CABO DO EXÉRCITO BRASILEIRO

Prezados leitores, o Rio "pacificado" pelo governo Cabral-Pezão continua fazendo vítimas.
Hoje o sangue não foi azul, foi verde oliva.



"SITE G1
28/11/2014 20h31 - Atualizado em 28/11/2014 20h49
Morre cabo do Exército baleado na cabeça em ataque na Maré, Rio
Morte é a 1ª de militar das Forças Armadas desde início da pacificação.
Militares foram atacados por traficantes nesta sexta-feira.
Morreu o cabo do Exército baleado na cabeça enquanto fazia um patrulhamento no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, nesta sexta-feira (28). A morte de Michel Augusto Mikami, que era de Vinhedo, no interior de São Paulo, é a primeira de um militar das Forças Armadas desde o início do processo de pacificação, há seis anos.
Um vídeo mostra o momento em que o cabo foi socorrido por médicos e militares.
Também na região, um blindado caiu num canal em outro ataque de criminosos. O veículo blindado da Força de Pacificação que estava em patrulhamento na Região do Conjunto Esperança recebeu tiros de supostos envolvidos com facções criminosas (Leia mais)".

terça-feira, 11 de novembro de 2014

A DIFICÍLIMA MISSÃO DO COMANDANTE GERAL, CORONEL PM ÍBIS SILVA

Prezados leitores, o atual Comandante Geral da PMERJ tem uma missão hercúlea, a qual foi sintetizada por ele ao afirmar:
"O afeto do amor vai vencer o do medo".
Nós desejamos sucesso ao Coronel PM Íbis Silva.


(Jornal Extra)


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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

ARRASTÕES: CABRAL E PAES JOGAM A CIDADE DE VOLTA À DÉCADA DE 90

JORNAL DO BRASIL 
Rio 21/11 às 14h45 - Atualizada em 21/11 às 15h06 
Cabral e Paes jogam a cidade de volta à década de 90 
As cenas de violência que todos os cariocas achavam que tinham ficado no passado, voltaram com força total durante o feriado de quarta-feira (20/11). Retrato do desgoverno, da falta de ação de Cabral e Paes que jogaram a cidade num túnel do tempo e conseguiram resgatar os arrastões da década de 90, quando o Rio estava entregue ao crime. Os arrastões nas praias, dessa vez, não respeitaram nem a presença de policiais que tentavam inutilmente conter a onde de assaltos cometidos por vários grupos de deliquentes, muitos deles menores de idade. 
Em resposta, as autoridades insinuaram a possibilidade dessas ações serem orquestradas por grupos de oposição ao governo. Se for, cabe a pergunta: onde estava a segurança da população? Onde estava o policiamento? Se realmente foi orquestrado, serviu de teste e o estado e a prefeitura foram reprovados. O que se viu nesta quarta foi também a continuidade de uma política de segurança que vem demonstrando seu esgotamento, que recentemente matou o pedreiro Amarildo, que vem sendo responsável pelo aumento da criminalidade em todos os bairros da cidade. 
ARRASTÕES EM 1992 LEVAVAM PÂNICO ÀS PRAIAS DO RIO 


Reprodução de matéria do Jornal do Brasil publicada em 19/10/1992


A política de segurança pública implantada por Cabral, com a criação das UPPs, seguiu no rumo fácil, correu para a mídia e o que se viu foram apenas belas imagens de hasteamento de bandeiras nos morros e favelas ocupados. Essas ações, mais pirotécnicas do que efetivamente de conquistas das áreas que antes estavam sob domínio do tráfico, trouxeram prestígio ao governador,mas não se sustentavam. Não houve um trabalho de desenvolvimento social, capacitação dos moradores, estímulo ao empreendedorismo, entre tantas outras ações. 
A política de segurança falhou também por não capacitar os novos policiais militares que foram lotados nas UPPs e nem investir nas atividades de inteligência da PM, fundamental para combater o crime organizado. Como resultado, moradores das favelas insatisfeitos com a intervenção da polícia em suas rotinas e total incapacidade desses policiais para lidar com o crime, que não foi eliminado definitivamente nessas áreas. Da política de segurança restou apenas a esperança de se ter um Rio melhor, sonho que a cada dia que passa vai se esvaindo. 
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

RIO; CRIA DOS TIPOS DE DELEGACIA: AS IMÓVEIS E AS MÓVEIS

A coisa está muito feia na segurança pública no Rio de Janeiro.
A cada novo problema na área alguém inventa logo uma solução.
Parece coisa de assessor de imprensa, o especialista em criar fatos novos para abafar crises.
Aquele que a cada problema sugere logo a criação de uma comissão para atuar na questão, dando uma esfriada no problema.
Pode não ser, mas parece coisa de assessor de imprensa.
Aquele que orienta o político a sumir quando a crise se instala e a aparecer de todas as formas quando o momento é bom.
A invenção do momento surge surfando na onda da volta dos arrastões nas praias da Zona Sul: as delegacias móveis.
O que ainda inventarão?
O GLOBO:
Célia Costa (Email · Facebook · Twitter) 
Isabela Bastos, da coluna Gente Boa (Email) 
Fábio Teixeira (Email) Renata Leite (Email) 
Publicado: 20/11/13 
RIO - Após uma nova onda de assaltos na orla da Zona Sul da cidade, nesta quarta-feira, a Polícia Civil confirmou que, a partir do próximo fim de semana, a região contará com uma delegacia móvel. A informação foi antecipada na coluna de Ancelmo Gois no GLOBO desta quarta-feira. O objetivo é facilitar o registro de ocorrências, já que muitas vítimas acabam deixando de fazer a queixa. A delegacia móvel funcionará em um ônibus, mas a Polícia Civil não informou onde o veículo ficará estacionado, o que deve ser decidido até sexta-feira. Será montado também um trailer do Instituto Félix Pacheco (IFP) para identificação dos suspeitos (Leia mais e tente descobrir o que ainda vem por aí).
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RIO PACIFICADO: VISITE ÀS NOSSAS PRAIAS PACIFICADAS

Extra

JORNAL EXTRA
Banhistas voltaram a sofrer com a violência na orla da Zona Sul da cidade na tarde desta quarta-feira. Mais duas turistas foram atacadas por criminosos na Praia do Arpoador. Pela manhã, uma tentativa de arrastão na Praia do Arpoador provocou correria, deixando muita gente assustada. Na ocasião, dois homens que haviam furtado o celular de uma turista colombiana haviam sido presos. Segundo informações do site “G1”, 12 pessoas foram detidas, a maioria por furto na orla, mas a Polícia Militar nega que tenha acontecido um arrastão (Leia mais se tiver estômago)".
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

RIO: ARRASTÕES DA PACIFICAÇÃO E BANDIDO PAGA CONTAS

Prezados leitores, bandido tem família e paga contas.
Se um criminoso perde espaço em uma atividade criminosa, infelizmente, ele não busca um emprego no mercado formal, para o qual ele não está qualificado, ele continua buscando dinheiro de forma ilícita.
O bandido precisa de dinheiro, eis a verdade.
Encurralado ele migra para outra atividade ou segue para outro local onde exercerá a atividade habitual.
Em apertada síntese, o criminoso que trabalha no comércio de drogas ao ver a sua comunidade ocupada por uma UPP, passa a ter as seguintes opções:
- permanece trabalhando no tráfico da comunidade, o tráfico que muda a localização das bocas de fumo. Algo como mudar de setor dentro da empresa.
- permanece na comunidade mas parte para ações criminosas nas ruas, mudando de ramo, por assim dizer.
- migra para outra comunidade onde continuará trabalhando no comércio de drogas ilícita. Uma mudança de agência na organização.
Bandido não vira trabalhador da noite para o dia, ele tem contas para pagar e família para sustentar.
Isso vale para a função mais elevada na hierarquia do movimento da comunidade até a da base da pirâmide.
A partir desse raciocínio simples, procure entender o que está acontecendo no Rio de Janeiro e se for capaz, responda a pergunta que ninguém responde:
- Que "pacificação" é essa que o governo e a grande imprensa inventaram no Rio?


Agência: O Globo

O GLOBO 
Onda de furtos volta a assustar banhistas na orla da Zona Sul 
Polícia Militar diz que 15 pessoas foram detidas, mas nega arrastões 
Ao menos duas tentativas de arrastão geraram correria no Arpoador 
Célia Costa (Email · Facebook · Twitter) 
Isabela Bastos, da coluna Gente Boa (Email) 
Fábio Teixeira (Email) 
Renata Leite (Email) 
Publicado: 20/11/13 
RIO - Banhistas voltaram a sofrer com a violência na orla da Zona Sul da cidade nesta quarta-feira. Pelo menos duas tentativas de arrastão na Praia do Arpoador provocaram correria, deixando muita gente assustada. Durante a tarde, duas turistas da Argentina foram atacadas por criminosos. Pela manhã, a vítima foi uma colombiana. Segundo o comandante do 23º BPM (Leblon), tenente-coronel Luiz Octávio, 15 pessoas foram detidas, a maioria por furto na orla. Entre elas estão dois homens que haviam furtado o celular da turista da Colômbia. A PM, no entanto, nega os arrastões. 
Na tarde desta quarta-feira, uma das vítimas foi a argentina Júlia Acuña, de 26 anos. Ela chegou ao Rio nesta quarta e como está hospedada em um hotel na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, caminhou pela areia até o Arpoador. Já na altura do Parque Garota de Ipanema, foi abordada por assaltantes, que tentaram levar sua bolsa. Como ela não largou o pertence, foi golpeada no rosto, causando sangramento do supercílio. Os agressores só conseguiram levar o cordão da mãe da vítima, Patrícia Acuña, que a acompanhava. Elas foram levadas por guardas municipais para o Posto 7, na orla de Ipanema, onde Júlia permaneceu enquanto sua mãe foi buscar um táxi para levá-la de volta ao hotel. 
- Ela está muito assustada. Vamos ficar mais quatro dias aqui no Rio, mas à praia não voltamos mais - disse Patrícia, que afirmou ainda que não irá registrar queixa na delegacia. 
Por volta das 14h30m, houve tumulto e correria por causa de dois furtos. Após cometerem os crimes, os jovens saíram do Arpoador e correram em direção ao Hotel Fasano. 
Pela manhã, a confusão no Arpoador começou depois de uma colombiana ter sido furtada. Guardas municipais detiveram dois suspeitos, que foram encaminhados para a Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat). 
De acordo com a assessoria de imprensa da GM-Rio, banhistas vêm relatando a ocorrência de diversos roubos na praia nesta quarta-feira. No Leblon, dois casais contaram ações criminosas têm sido realizados no trecho em frente à Avenida Afrânio de Melo Franco. Bandidos estariam roubando cordões e celulares dos banhistas e correndo para as ruas internas do bairro.(Leia mais)
Juntos Somos Fores!