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quinta-feira, 6 de abril de 2023

RIO: O COLAPSO DA SEGURANÇA PÚBLICA E A ANTIGA PROPOSTA ENGANOSA



O diagnóstico é simples de fazer, basta acompanhar o noticiário diário sobre a violência no Estado do Rio de Janeiro para concluir que a segurança pública entrou em colapso completo.

Os criminosos violentos estão vencendo e a violência generalizada trouxe o medo para cada cidadão fluminense.

O fato é que o governo atual fracassou, como os anteriores já tinham fracassado por meio de péssimas gestões na área da segurança pública.

O governador Cláudio Castro sem qualquer proposta para mudar o quadro atual usou no dia cinco próximo passado a velha e enganosa ideia de transferir a responsabilidade para o governo federal, apelando para um efetivo controle da entrada de armas ilegais no Rio de Janeiro, inclusive tocando na tecla desgastada de que não se produzem armas no Estado.

Como o senhor Cláudio Castro espera que as fronteiras do Rio de Janeiro sejam blindadas contra a entrada dessas armas com a ajuda do governo federal?

Quem sabe pensa na construção de um muro bem alto cercando todo o perímetro do Estado do Rio de Janeiro, com rígido controle nos raros postos para acesso de pessoas e veículos que criaria?

Tal loucura além de irrealizável, não fecharia as fronteiras aéreas.

Talvez realizar esse cerco com tropas das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal, substituindo o muro.

De onde surgirão os milhões de militares e policiais necessários para cumprir essa missão?

Senhor Cláudio Castro é impossível fechar as fronteiras, isso é óbvio.

Senhor Governador, organize a sua gestão da área da segurança pública, o que será um grande avanço, considerando que nem Secretário de Segurança Pública foi nomeado para coordenar as ações das forças policiais estaduais.

Faça o seu dever de casa.

E, não esqueça de pagar a GRAM PARA TODOS!

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Vídeo >> PODCAST A MATANÇA NO RIO DE JANEIRO - COMENTÁRIOS

 

VÍDEO

As Polícias precisam adotar estratégias proativas para não serem responsabilizadas pela imprensa como se fossem a grande mazela enfrentada pelos moradores das comunidades carentes.

Isso é urgente!

#foraclaudiocastro

#veteranospensionistasunidos

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 12 de maio de 2022

O ESTADO BRASILEIRO FAZENDO MAL À POPULAÇÃO BRASILEIRA

 

VÍDEO


A missão essencial do ESTADO é PROMOVER O BEM ESTAR SOCIAL.

Garantir a segurança pública faz parte dessa promoção do bem estar, mas o Estado tem fracassado completamente nesse aspecto.

Recomendo que assistam o vídeo "O FIM DAS NOSSAS POLÍCIAS" do diretor Elias Junior, onde ele relata como interpretações da legislação pelo Poder Judiciário estão limitando o trabalho das polícias brasileiras, o que dificulta a promoção do bem estar social.

É preciso que o ESTADO como um todo foque na promoção do bem estar social da população.

#ForaClaudioCastro

#VeteranosPensionistasUnidos

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

AS POLÍCIAS E O CONTROLE DA VIOLÊNCIA



O Rio de Janeiro é um exemplo da perda do controle da violência por parte do governo, como o noticiário comprova a todo momento.
Diante desse quadro é normal que quase todos os habitantes, inclusive os policiais, atribuam a responsabilidade às polícias, o que é um erro.
Todos sabem que as polícias brasileiras são deficientes no cumprimento de suas missões por uma série de fatores, os quais não irei discorrer neste curto artigo, em face de que a maioria deles é do conhecimento da população corretamente alfabetizada.
Neste caos que vivemos é importante ratificar que a atuação das polícias é necessária apenas quando uma série de ações preventivas deixaram de ser implementadas pelos governantes, sendo a primeira delas a promoção de educação de boa qualidade, condição indispensável para a formação da cidadania.
Portanto, devemos erguer nossas vozes não contra as polícias, mas contra todos os maus governantes que abundam pelo Brasil.
São eles que promoveram esse descontrole da violência no Rio de Janeiro e em outros entes federativos, como são eles que são os responsáveis pela ausência de obras de infraestrutura que evitariam que a "Cidade Maravilhosa" ficasse submersa a cada temporal, isso citando apenas dois exemplos da incompetência dos políticos.
As polícias não são as "vacinas", elas são os "antibióticos".

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

SEGURANÇA PÚBLICA - PRESIDENTE TEMER PODE CRIAR MINISTÉRIO



"Site G1
Temer planeja anunciar criação de Ministério da Segurança Pública após carnaval 
PF, PRF, Depen e Senasp ficarão subordinados à nova pasta. Um dos objetivos do ministério será desenvolver ações de combate à criminalidade. 
Por Delis Ortiz, TV Globo, Brasília 
12/02/2018 18h06 Atualizado 12/02/2018 18h17 
O presidente Michel Temer planeja anunciar, após o carnaval, a criação do Ministério Extraordinário da Segurança Pública. A TV Globo apurou que a nova pasta deverá ser criada por medida provisória (MP). Uma das atribuições do ministério será desenvolver ações de combate à criminalidade. 
A criação de uma pasta da Segurança Pública foi proposta pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, e vem sendo debatida desde novembro de 2017. Além de Torquato e Temer, participam das discussões os ministros Raul Jungmann (Defesa) e Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional). 
Na semana passada, Temer bateu o martelo em razão do agravamento da crise de segurança. O texto da MP, inclusive, já está pronto e o governo avalia nomes para a função (Fonte)".

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

MEGAOPERAÇÕES - IMPRENSA COBRA QUE FUZIS NÃO SÃO APREENDIDOS

Prezados leitores, a imprensa tem destacado que nas megaoperações não tem sido apreendidos fuzis.
Por que a imprensa está tão surpresa?
Será que não conhecem o modus operandi dos traficantes de drogas?
Peço que assistam o vídeo a seguir com trecho de novela das Organizações Globo.




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terça-feira, 22 de agosto de 2017

RIO - DIFICULDADE DAS FORÇAS FEDERAIS DEVE PROMOVER VALORIZAÇÃO DAS FORÇAS ESTADUAIS



Prezados leitores, as dificuldades que estão sendo encontradas pelas forças federais para obtenção de resultados nas megaoperações contra o tráfico de drogas, considerando a relação custo-benefício, deve servir como parâmero para valorizar os Policiais Militares e os Policiais Civis do estado do Rio de Janeiro, eles que sem estrutura têm enfrentado durante décadas o poder dos criminosos que estão encastelados em comunidades carentes, ultrapassando inclusive os limites de suas missões constitucionais.
Valorizar os policiais é passo essencial para melhorar o controle da violência no Rio de Janeiro.
Penso que seja o momento do governo federal e dos governos estaduais implantarem mudanças que garantam uma melhor qualificação e valorização dos Policiais Militares e dos Policiais Civis.

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RIO - VIOLÊNCIA 7 X 1 EDUCAÇÃO



Prezados leitores, optei por usar o placar do maior vexame do futebol brasileiro (Alemanha 7 x 1 Brasil) para expressar a goleada que a educação pública está sofrendo em consequência da luta contra os traficantes de drogas, diante da necessidade de fechar escolas em algumas comunidades por tempo indeterminado.
Escola sem alunos significa país sem futuro e tal tragédia reforça o pedido que fiz neste espaço para que as pessoas de bem que residem nas comunidades carentes no sentido de que denunciem com segurança (anonimamente) onde se homiziam os criminosos que dominam as comunidades e onde escondem seus armamentos.
As pessoas de bem devem pensar no futuro de seus filhos que está seriamente ameaçado não só pelos confrontos armados, mas também pela falta de aprendizado.

"Jornal O Dia
POR CONTA DA VIOLÊNCIA
Escolas do Jacarezinho e Manguinhos fecham por tempo indeterminado
De acordo com SME, 15 escolas serão fechadas e outras 11 farão horários alternativos para não expor alunos a riscos de tiroteios (Leiam mais)". 

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RIO - MEGAOPERAÇÕES - A MONTANHA ESTÁ PARINDO RATOS ( ? )



Prezados leitores, considerando o que foi anunciado pelo governo federal com toda pompa e circunstância sobre as operações contra o crime que seriam realizadas no estado do Rio de Janeiro e o resultados das megaoperações realizadas até o momento, alguém poderá estra achando que "a montanha está parindo ratos".
Sem dúvida, os custos de cada uma delas é altíssimo e os benefícios (resultados) obtidos parecem não corresponder. Assim como, ficam evidentes as dificuldades enfrentadas pelas forças federais.
Ouso expressar que essa avaliação pode ser precipitada, sobretudo se houver continuidade.
A continuidade, apesar dos custos, salvo engano, será o grande diferencial entre abalar seriamente a estrutura do tráfico de drogas ou apenas provocar alguns arranhões, logo cicatrizados.
E, não posso imaginar que com tantas autoridades envolvidas não tenha sido feito um planejamento de longo prazo, prevendo a continuidade das operações.
Se estiver certo com relação ao planejamento e à continuidade inserida nele, aposto na vitória dos mocinhos.

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sábado, 19 de agosto de 2017

A VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO PODERÁ DESMORALIZAR GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAL



Prezados leitores, a incapacidade do governo Pezão de controla a violência no estado do Rio de Janeiro é pública e notória, eis um fato.
Tamanha ineficiência fez com que o governo federal deslocasse em JULHO para o Rio de Janeiro efetivos das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal e do projeto da Força Nacional de Segurança, eis outro fato.
Diante desses fato, afirmo que hoje temos a responsabilidade pelo controle da violência dividida entre os governos federal e estadual.
É certo que as ações integradas ainda estão no começo e ninguém em sã consciência pode esperar resultados positivos rápidos diante da dimensão do problema da violência.
O tempo é senhor da razão.
Por sua vez, o tempo trabalha contra os dois níveis de governo e os resultados precisam aparecer sob pena de todo esse esforço e do dinheiro público consumido acabar produzindo descrédito para todas as instituições envolvidas.
Torço para que os resultados apareçam com a brevidade possível e que o povo possa acreditar que os governos federal e estadual unidos têm capacidade para controlar a violência que tem apavorado a população fluminense, seja nos bairros, seja nas comunidades carentes.
É inconcebível pensar que os governos não controlarão a violência.
Tento ser otimista, mas o tempo não para ultrapassamos a metade do mês de AGOSTO.

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

RIO - AS MEGAOPERAÇÕES AINDA NÃO APRESENTARAM OS RESULTADOS ESPERADOS

Prezados leitores, as megaoperações realizadas no estado do Rio de Janeiro após a chegada do reforço do governo federal, apesar do planejamento e do emprego da inteligência anunciados, ainda não apresentaram os resultados esperados.
A falta de resultados expressivos gera críticas por parte dos meios de comunicação, sobretudo considerando o desgaste dos recursos humanos e as despesas com os recursos materiais, em tempos de escassez de recursos..
Apesar dos resultados estarem longe do aguardado em face da violência disseminada no Rio de Janeiro, não podemos esquecer que as ações ainda estão em sua fase inicial e a tendência é a melhora dos resultados.




"Jornal O Dia 
Forças Armadas e polícia fazem megaoperação em Niterói 
Algumas ruas foram fechadas e o espaço aéreo está sendo controlado. Ao todo, 2,6 mil agentes participam da ação desde a madrugada desta quarta 
16/08/2017 07:33:39 - ATUALIZADA ÀS 16/08/2017 14:06:11 
Rio - As Forças Armadas, a Polícia Militar e a Polícia Civil realizam, desde a madrugada desta quarta-feira, uma operação em conjunto em comunidades de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Ao todo, serão cumpridos 26 mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão de menores e 34 de busca e apreensão. A ação tem a participação de 2,6 mil homens das forças de segurança. 
No início da manhã, moradores relataram tiroteio nas comunidades Ititioca, Atalaia, Preventório, Igrejinha, Caramujo e Grota, onde os militares estão atuando. Até às 14h, 12 pessoas foram detidas e um militar do Exército baleado. Oito pessoas que já estavam presas tiveram outros mandados de prisão recebidos. Um menor foi apreendido. 
Além disso, as equipes apreenderam dois coletes balísticos, 1kg de maconha, oito carregadores de fuzil, três carregadores de rádio, um caderno de contabilidade do tráfico, seis carros e uma moto roubados (Leiam mais)". 

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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RIO - ROUBO DE CARGA CONTINUA A TODO VAPOR APESAR DO APOIO DO GOVERNO FEDERAL



Prezados leitores, a presença das Forças Armadas, do projeto da Força Nacional de Segurança e do reforço da Polícia Rodoviária Federal, ainda não surtiu o efeito desejado no controle da violência.
O roubo de cargas, por exemplo, continua com números impressionantes.

"Jornal O Globo
Estado do Rio registra 246 casos de roubos de cargas em 11 dias 
Levantamento da Polícia Civil aponta média de 22 ocorrências a cada 24 horas desde a chegada de tropas federais 
POR ANTÔNIO WERNECK 
10/08/2017 4:30 / atualizado 10/08/2017 8:22 
RIO - Após o início das operações das Forças Armadas no Rio, o estado registrou, ao longo de 11 dias, um aumento na quantidade de roubos de cargas. Um levantamento da Polícia Civil obtido pelo GLOBO aponta que, de 28 de julho até terça-feira, houve um total de 246 casos. A estatística corresponde a uma média de 22 a cada 24 horas. No ano passado, no mesmo período, foram contabilizados um total de 195 (Leiam mais)". 

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sexta-feira, 21 de julho de 2017

RIO - UMA POPULAÇÃO APAVORADA POR CAUSA DA FALTA DE SEGURANÇA



Prezados leitores, ontem o governador Pezão comprovou o que temos afirmado no sentido de que a gestão da segurança pública é caótica. O governador desconhecia as tropas federais que já estão no Rio de Janeiro e anunciou em entrevista coletiva que os integrantes do projeto da Força Nacional de Segurança Pública e da Polícia Rodoviária estariam ainda a caminho do estado.
Por sua vez, o governo federal adiou, mais uma vez, o emprego das Forças Armadas diretamente na segurança pública.
Enquanto todos parecem perdidos, a população sofre com a violência no Rio de Janeiro e cidadãos continuam sendo vítimas de homicídios, latrocínios, roubos, furtos, etc:

1) Jornal Extra 
21/07/17 06:00 
Estado do Rio registra um sequestro-relâmpago a cada quatro dias (Link)" 

2) Jornal Extra 
21/07/17 06:10 Atualizado em 21/07/17 06:12 
Tiroteio na Barra da Tijuca assusta moradores (Link)". 

3) Jornal Extra 
21/07/17 03:42 Atualizado em 21/07/17 03:58 
Criminosos fazem arrastão em ônibus do BRT na Barra da Tijuca (Link)". 

4) Jornal O Dia 
Operação para prender chefe do tráfico fecha a Linha Vermelha (Link)". 

5) G1 
Polícia investiga quadrilha que assalta prédios na Zona Sul do Rio (Link)".

6) Jornal Extra
Rio tem 90º policial assassinado somente este ano (Link)".

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

VÍDEO - SEGURANÇA PÚBLICA - O "ESPECIALISTA" QUE NÃO É "ESPECIALISTA"

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reforma Paúl comenta o fato da imprensa estar qualificando como especialistas em segurança pública pessoas que não são especialistas no tema, sendo na verdade estudiosos da parte teórica sobre o tema. 




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quarta-feira, 3 de maio de 2017

RIO - IMAGENS - QUAL A EXPLICAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS E DAS POLÍCIAS FEDERAIS ?

Prezados leitores, qual a explicação das Forças Armadas, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal para a chegada desse arsenal ao Rio de Janeiro?






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quinta-feira, 30 de março de 2017

"CRÍTICAS E SUGESTÕES" (9) A ESDRÚXULA FORÇA NACIONAL - CORONEL PM REF HERRERA

Prezados leitores, publicamos o nono artigo da série "Críticas e sugestões" da lavra do Coronel PM Ref Herrera:



"CRÍTICAS  E  SUGESTÕES  (9)
A  ESDRÚXULA  FORÇA  NACIONAL

  “ Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um
   e amará o outro, ou será leal a um e desprezará o outro” 
(MATEUS  6:24)


Inicialmente, visando à melhor compreensão dos leitores, peço vênia para grifar em negrito, ao longo deste artigo, determinadas expressões nos textos legais transcritos.

Com fundamentação na Lei nº 10.201/2001 – equivocada, a meu modesto ver –,  sendo então Lula Presidente, e Márcio Thomaz Bastos, Ministro da Justiça, editou-se o Decreto nº 5.289/2004, da Presidência da República, que “disciplina as regras gerais de organização e o funcionamento da administração pública federal, para o desenvolvimento do programa de cooperação federativa denominado Força Nacional de Segurança Pública, ao qual poderão voluntariamente aderir os estados interessados, por meio de atos formais específicos”.
Em seu § 2º, dispõe ainda: “A Força Nacional de Segurança Pública atuará em atividades destinadas à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, nas hipóteses previstas neste Decreto e no ato formal de adesão dos Estados e do Distrito Federal”.
O decreto original sofreu alteração pelo Decreto nº 7.957/2013, sendo Dilma Roussef, Presidenta (sic) da República, e José Eduardo Cardozo, Ministro da Justiça.
Aduza-se, por ser relevante, a nova redação de seu § 4º, in verbis:

Art. 4o  A Força Nacional de Segurança Pública poderá ser empregada em qualquer parte do território nacional, mediante solicitação expressa do respectivo Governador de Estado, do Distrito Federal ou de Ministro de Estado. (Redação dada pelo Decreto nº 7.957, de 2013)
§ 1o  Compete ao Ministro de Estado da Justiça determinar o emprego da Força Nacional de Segurança Pública, que será episódico e planejado.
§ 2o  O contingente mobilizável da Força Nacional de Segurança Pública será composto por servidores que tenham recebido, do Ministério da Justiça, treinamento especial para atuação conjunta, integrantes das polícias federais e dos órgãos de segurança pública dos Estados que tenham aderido ao programa de cooperação federativa.

Deduz-se, pois, que compõem a Força Nacional de Segurança Pública os servidores civis das polícias federais (atuais Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal), bem como os policiais civis e os bombeiros e policiais militares estaduais, tendo todos recebido “treinamento especial para atuação conjunta”, em atividades destinadas, em suma, à preservação da ordem pública.
Analisemos com a devida prudência, à luz do ordenamento jurídico vigente.
A Constituição da República dispõe, taxativamente, sobre SEGURANÇA PÚBLICA (segundo o CAPÍTULO III, do TÍTULO V – DA DEFESA DO ESTADO E DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS).
Em seu art. 144, § 5º disciplina: Às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.”
A seguir, em seu art. § 6º, regula: As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos governadores dos estados, do Distrito Federal e dos Territórios.”
E, ainda no citado artigo, seu § 7º dispõe: A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, de maneira a garantir a eficiência de suas atividades.”
Entretanto, por mero decreto presidencial de 2004, em simulacro de Edito imperial, foi imposta a Força Nacional de Segurança Pública, dispondo-se que, basicamente, ”atuará em atividades destinadas à preservação da ordem pública”. 
De fato, buscou-se camuflar a criação de novo organismo policial, mas fundado em claro sofisma, pois a alegação é o ”desenvolvimento do programa de cooperação federativa denominado Força Nacional de Segurança Pública”.
Ora, não há necessidade de ser emérito jurisconsulto para entender o texto legal. O menos ilustrado dos cidadãos, desde que saiba ler, poderá concluir então:
a) a missão constitucional de cada Polícia Militar estadual reside na preservação da ordem pública em seu respectivo território;
b) a missão constitucional de cada Corpo de Bombeiros Militar estadual repousa nas atividades de Defesa Civil, sem implicar a preservação da ordem pública;
c) as missões constitucionais das polícias federais (atuais judiciária e rodoviária, e futura ferroviária), não implicam ações de preservação da ordem pública;
d) a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública deverão ser disciplinados por lei, obviamente sem ferir dispositivo constitucional;
e) há flagrante sofisma no decreto de criação da Força Nacional de Segurança Pública, sob pretenso programa de governo; e
f) incumbem à FNSP “as atividades destinadas à preservação da ordem pública”, afrontando flagrantemente dispositivos constitucionais.
Aliás, os governos lulopetistas foram profícuos no uso da chamada Novilíngua, na CPI do Mensalão e no recente processo de impeachment. Assim, sob esse enfoque, a novel FNSP não se constituiria em organização policial, mas mero ”desenvolvimento do programa de cooperação federativa”.
A FNSP, se analisada sob o aspecto da missão precípua, de pronto verificam-se violados os preceitos constitucionais inerentes à Segurança Pública, tornando ilegal e, no mínimo, absolutamente irregular seu emprego.
Se analisado o seu aspecto estrutural, constata-se confusa organização, sem definição de seu caráter civil ou militar, que, embora de subordinação federal, inclui no seu pessoal policiais civis, bombeiros e policiais militares estaduais. Aliás, este último, policiais militares, seu maior e mais expressivo contingente.
Observando-se sob o aspecto de gestão operacional, revela-se nítida impropriedade. Como poderão ser submetidos a atuação conjunta os policiais civis e militares, e mais os bombeiros militares, sob subordinação ao (atual) Ministro da Justiça e Segurança Pública? São os policiais civis que tomam a qualidade de paramilitares? Ou os bombeiros e policiais militares são tornados civis durante seu desempenho?
Resulta, dessa forma, uma excrescência jurídica sob todos os aspectos.
Ademais, situando-se no tempo os respectivos decretos presidenciais (2004 e 2013), verifica-se a ocorrência, nos idos de 2011 e de 2012 de movimentos ditos “grevistas” (sem dúvida, ilegais sob o aspecto jurídico), que geraram paralisações plenamente inconvenientes aos governantes, por exporem mazelas da ineficiente administração pública. Embora todos os movimentos contivessem justas reivindicações.
Portanto o pretenso ”desenvolvimento do programa de cooperação federativa”, na prática, claramente traduz a conveniência de o Governo federal possuir uma força policial de pronto emprego, para substituir os policiais militares rebelados em qualquer situação em cada ente federativo. Ou seja, uma Polícia para atuar sobre os bombeiros e policiais militares, sob o sofisma de reforço à segurança da população. Esta é a realidade. Sem engodo algum.
Notória a reação das Forças Armadas e mesmo sua preocupação em tentar substituir, sem o devido preparo técnico, as atividades de preservação da ordem pública. Criaram-se até as chamadas “Operações GLO – Garantia da Lei e da Ordem”. Mas não podem ser a mesma coisa. Apenas funcionam como lenitivo para aplacar a insegurança disseminada na população. Isso parece bem claro. Basta verificar, sem hipocrisia, os recentes acontecimentos em Vitória-ES e no Rio de Janeiro-RJ.
A esse respeito, talvez revelando a preocupação dos comandos militares, veja-se o oportuno artigo “A diferença entre defesa e segurança”, do Contra-almirante RR Adalberto Casaes, publicado no jornal O Globo, edição de 27/02/2017 (transcrito no blog do Coronel PAÚL), no qual resume de forma brilhante: “Seria frustrante assistir a militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica preocupados em conhecer procedimentos de abordagem policial”.
Aduzo que, por certo, haverá maior dificuldade ainda para efetivamente substituir o serviço dos bombeiros militares estaduais, haja vista sua precípua especialidade.
Assim, a par de tantas outras falácias, os governos lulopetistas impuseram, como panaceia para os males provocados por manifestações indevidas de policiais militares, essa esdrúxula Força Nacional.  E ninguém, nem as Forças Armadas, nem as Polícias e Corpos de Bombeiros Militares, nem mesmo suas associações de classe, ou quem quer que seja, ninguém se bateu contra essa inepta legislação.
Jamais foi arguida sua flagrante inconstitucionalidade. Já é hora de o Ministério Público Federal pronunciar-se. Ou será que já anda deveras sobrecarregado?

NELSON  HERRERA  RIBEIRO Cel PM Ref, advogado e professor


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

"O BRASIL DESCOBRE A IMPORTÂNCIA DE SUA POLÍCIA" - VICTOR POUBEL

Prezados leitores, sem polícia, sem civilização.
Excelente artigo!
Parabéns ao autor.



"Jornal Extra
Papo Federal
O Brasil descobre a importância de sua polícia
Por: Victor Poubel em 12/02/17 07:00 
Os brasileiros acompanham com atenção os desdobramentos da crise instalada na segurança pública do país, clamando por soluções que restabeleçam a ordem. Seus reflexos são tamanhos que repercutem em áreas aparentemente estanques, porém bastante interligadas, como o sistema prisional e a soberania nacional. Assim, o país começa a conhecer sua importância de sua policia.
Enquanto, ao longo dos últimos anos, a mídia noticiava os covardes assassinatos de policiais e pessoas inocentes, principalmente aquelas moradoras de regiões pobres, muitos assistiam com passividade e fingiam acreditar que tudo estava dentro da normalidade. Alguns, por sórdidos interesses, pregavam até o fim da polícia. Nesse contexto, uma violência epidêmica se explanava com certa facilidade pelas grandes e pequenas cidades.
Ressalto que, quanto mais avançar, mais ficará difícil a implantação de barreiras legais para conter a criminalidade. O quadro atual é de enfermidade: polícia sucateada, justiça lenta, prisões superlotadas, corrupção desenfreada, e um país com recursos escassos que ainda gasta mal. Enfim, graves problemas que impõem uma só diretriz: enfrentar com coragem. Não dá mais para fechar os olhos e torcer por dias melhores.
Na magnífica obra de "O príncipe", escrita em 1513, o italiano Nicolau Maquiavel ditou algumas lições políticas sobre a manutenção de um Estado, que se encaixam perfeitamente em tempos modernos. Numa visão de proteção profetizou: "O sono do príncipe depende do soldo do soldado", e mais adiante doutrinou: "Quando os homens não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição".
Assim, por mais que aja um fascínio e devoção pela atividade, sem o regular pagamento de dignas remunerações e condições adequadas de trabalho, não há discurso que consiga motivar o policial no fiel desempenho de suas funções. Este raciocínio se amolda a qualquer trabalhador, pois onde há intranquilidade e incerteza do provimento do sustento de sua família, faz nascer um estresse incontrolável, de perigosas consequências sociais.
Desde já adianto, o país não precisa de planos mirabolantes na segurança pública, gastança de dinheiro, e inchaço da máquina administrativa. Que tal começar pelo simples?! Das crises poderão vir as oportunidades, bastando aprender com lucidez. De certo é que "se a tropa não aderir, general nenhum manda, e nação nenhuma sobrevive" (Fonte)". 

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

ERRO GIGANTE! A CRIAÇÃO DO PROJETO DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA

Prezados leitores, uma significativa parcela dos gestores públicos brasileiros demonstra incompetência na gestão da coisa pública e/ou demonstra que se locupleta com o dinheiro público.
A área da segurança pública é pródiga neste sentido.
A criação do projeto da Força Nacional de Segurança (FNS) pode ser apontado como o MAIOR ERRO EM DÉCADAS no tocante à gestão da segurança pública no âmbito federal. Um erro do tamanho do projeto das Unidades de Polícia Pacificadora, esse o MAIOR ERRO EM DÉCADAS em termos de gestão da segurança pública no âmbito dos estados brasileiros.
O projeto é CARÍSSIMO e INEFICIENTE.
Deve ser extinto o mais rápido possível, inclusive para atender a ECONOMICIDADE, algo importantíssimo nesses dias de crise econômica.
Temos exaustivamente repetido isso, dessa vez temos o apoio dos Policiais Federais.




"Sindicato da PF chama Força Nacional de 'polícia inventada' em protesto contra cortes 
Os Policiais Federais de Mato Grosso do Sul realizaram um protesto com faixas e até um caixão na frente da Superintendência Regional em Campo Grande, para marcar os 67 anos da corporação. Segundo o presidente do Sindicato da classe em Mato Grosso do Sul (Sinpef/MS), Jorge Caldas, o velório simbólico representa o sucateamento da PF em todo o País causado com corte de repasses. 
Os agentes da Polícia Federal questionam o direcionamento de verbas para novas instituições, como a Força Nacional. Segundo Caldas, nunca faltam recursos para as “polícias inventadas”. Ele avalia que o policiamento ostensivo da Força Nacional não impede o avanço do crime organizado em Mato Grosso do Sul. 
Uma resolução do governo federal determinou o corte de gastos nas polícias federais de todo o Brasil. Essa resolução deve-se à redução de R$ 50 bilhões no orçamento federal de 2011, anunciado no mês passado pelo Planalto. 
A diminuição de recursos em todos os ministérios da União e, consecutivamente, o da Justiça, afetou a área operacional da PF. Viagens, abastecimento e até a formação de novos agentes estão comprometidos, segundo o sindicalista. “O policial federal está sustentando de seu bolso viagens operacionais”, diz Caldas. 
Com a diminuição dos repasses, representantes da polícia também alegam que a atuação da PF em eventos como a Copa do Mundo no Brasil em 2014 e as Olimpíadas de 2016 pode ser comprometida. Também foi lembrado que, até o ano do campeonato mundial de futebol, pelo menos 40% do efetivo atual da Polícia Federal em todo o País se aposentará (Leiam mais)". 

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