Prezados leitores, o governo do Rio de Janeiro tem demonstrado que com os incontáveis erros na gestão pública que é o principal responsável pela crise instalada nos serviços públicos.
A população padece diariamente com uma péssima prestação dos serviços públicos essenciais, como a saúde, a segurança e a educação públicas.
Como todo culpado, o governo estadual tenta transferir a sua responsabilidade para terceiros, como tem feito, por exemplo, com relação a crise nos pagamentos, quando tem citado os Coronéis PM inativos como os grandes vilões. Sim, existem Coronéis PM inativos que recebem proventos que ultrapassam o teto estadual (sendo cortados e limitados a ele), mas o governo não fala dos super salários do Poder Judiciário e do Ministério Público, muito maiores que os pagos no Poder Executivo.
Por que não fala?
Deve ter medo da reação.
Composto por políticos citados aqui e ali nas operações da Polícia Federal, os governantes pensam que já basta o medo que convivem toda noite de serem pegos de pijama na manhã de qualquer dia desses.
O que levou as finanças do estado do Rio de Janeiro ao completo caos foi a péssima gestão do dinheiro público, eis a verdade.
A incompetência gestora aliada aos desvios do erário (superfaturamento de obras, por exemplo) formaram um sorvedouro por onde escoou todo o sacrifício da população que sofre com uma carga tributária avassaladora.
Uma gestão tão temerária que nem os salários, proventos e pensões do funcionalismo, dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares, o governo consegue honrar,
Quais seria o planejamento para reverter a falta de prestação dos serviços públicos?
Ninguém sabe, ninguém viu.
E, quando fala em soluções, o governo cita redução de investimentos, demissões e cortes de salários, o que demonstra o quanto está afastado do interesse público.
Isso só aumentará a crise.
O estado do Rio de Janeiro precisa na verdade de um novo governo, o que está aí é um fracasso amplo, geral e irrestrito, mas para isso é necessária a realização de novas eleições.
Isso só seria possível com a renúncia (ou o impeachment) do governador Pezão, que se encontra licenciado e do governador em exercício, o vice Dornelles.
Isso seria pensar no povo, mas o bem do povo não faz parte dos planos deles, pois o PMDB quer continuar no poder, o que seria muito difícil em caso de eleições, considerando o péssimo governo e o resultado das eleições para o município do Rio de Janeiro, onde nem para o segundo turno o PMDB chegou a ir.
A solução para ficar no poder encontrada pelo PMDB é ir mantendo Pezão ou Dornelles, não importando as condições de ambos, isso até o início de 2017, quando terão ultrapassado a metade do mandato e nesse caso, assumiria o presidente da ALERJ, caso não tivessem mais condições de governar.
Um plano ardiloso que impediu até hoje que o processo de impeachment de Pezão tenha sido iniciado na ALERJ.
Eis a realidade do Rio de Janeiro.
Um governo incompetente e uma população sem saída.
Juntos Somos Fortes!