Não ocorreu qualquer movimentação no Mandado de Segurança interposto pela AME-RJ e nem no processo que tramita na Casa Civil sobre a recuperação da paridade para os Veteranos e Pensionistas.
Como não tenho o protocolo da denúncia feita pela comissão estou impossibilitado de verificar o andamento.
Vou tentar verificar a denúncia feita pela FENEME já que o protocolo foi público.
Todos nós cometemos o erro de atribuir às Instituições Militares do Estado do Rio de Janeiro a razão para o seu bom ou mal desempenho dos seus integrantes.
Precisamos mudar tal posicionamento errado.
A lei 9.537/21 é uma tragédia jurídica, isso é fato, mas não justifica que os nossos Comandantes, Chefes ou Diretores não consigam minimizar o caos, são competentes o necessário para desenvolver ações na direção do acerto.
Infelizmente, no tocante ao pagamento da GRET, alguém aumentou o problema, prejudicando novamente Veteranos e Pensionistas.
Quem foi o responsável pelo erro?
Isso deve ser apurado e deve ser dada publicidade inclusive sobre a solução.
Os Comandantes-Gerais precisam se posicionar também sobre o pagamento da GRAM para os Veteranos e as Pensionistas.
São favoráveis?
São contra?
É preciso esclarecer publicamente.
Comandantes-Gerais não podem ficar calados enquanto os seus comandados sofrem.
Ninguém espera essa postura de uma pessoa que está tendo a honra de comandar Militares do Estado do Rio de Janeiro.
Juntos Somos Fortes!
PS - Vou publiquei no artigo anterior dois vídeos relativos à conscientização sobre o autismo. É preciso entender e respeitar as diferenças, afinal todos somos diferentes, ninguém é igual a outra pessoa.
Desde o "nascimento" da Lei 9.537/21 a denominei como a "tempestade perfeita" e sugeri que a principal medida a ser adotada pelos Veteranos e pelas Pensionistas era o acionamento do Poder Judiciário para a manutenção dos seus direitos.
A cada dia que passa a "tempestade" fica pior.
Os Comandantes-Gerais não emitem opinião e o Governador Cláudio Castro do alto da sua vaidade nada faz para sanar os males que causou com a parceria de deputados estaduais.
Sofrem os idosos e as viúvas, mas essa dor não parece ser suficiente para que os que deveriam protegê-los movam um músculo ou emitam uma palavra.
Assim caminham as Instituições Militares do Estado do Rio de Janeiro.
Sabe-se lá onde chegarão em termos de degeneração institucional.
Só o Exmo Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro pode responder porque a PMERJ não pagou e o CBMERJ pagou.
Diante do erro administrativo da PMERJ, caso o comando não forneça os esclarecimentos devidos e indispensáveis, o primeiro passo é a esfera administrativa, caso não se resolva, ingressar com ação no Poder Judiciário.
Creio que o comando irá se manifestar e explicar quando será feito o pagamento.
Explico pela enésima vez que não sou contra a comissão, sou contra a forma dele agir, sobretudo pela falta de prestação de contas.
Exemplifico com o comportamento quando da viagem para Brasília, sendo certo que até hoje, apesar dos inúmeros vídeos produzidos, ainda não divulgaram a Carta Aberta entregue ao Exmo Presidente da República, o que dá margens a interpretações no sentido de que a tal carta pode nem existir.
Igual raciocínio pode ser feito por alguém em razão da falta da exibição da notificação que fizeram, considerando que só liberaram um rascunho sem assinaturas e sem protocolo.
Faço um paralelo com essas omissões com a situação que será vivenciada pelo Governador Cláudio Castro que não esclareceu quem pagou a sua festa de aniversário. Algo que será usado contra ele durante a campanha.
Peço, novamente, que liberem os documentos.
Por derradeiro, comento que apesar da reunião ocorrida essa semana, o processo (SEI) sobre a paridade não teve qualquer movimentação.
Embora anunciada com euforia a reunião de dois membros da autodenominada comissão de representantes, realizada no Palácio GB essa semana, com a presença de representantes do governo Cláudio Castro e do Chefe de Gabinete de um Deputado Federal ligado ao Presidente da República, que veio de Brasília para auxiliar, não fez o processo andar, conforme consulta feita no dia 31 MAR 22, às 20:20 horas.
AFRONTA ÀS INSTITUIÇÕES MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
Após prejudicar idosos e viúvas da PMERJ e do CBMERJ o governador Cláudio Castro faz uma festa faraônica para comemorar seu aniversário.
Transcrição:
JORNAL EXTRA
Castro celebra aniversário com Belo e Alcione em festa para 2 mil pessoas no Jockey Club
Por GABRIEL SABÓIA
30/03/22 04:30 | Atualizado:
Adversários politicos trocando afagos e palavras carinhosas, comida e bebidas, inclusive uisque, liberados para dois mil convidados e shows de alguns dos maiores nomes da música brasileira. O aniversário de 43 anos do governador Cláudio Castro (PL), realizado nesta terça-feira, no Jockey Club do Rio, teve como pano de fundo disputas partidárias sendo travadas e divergências ideológicas deixadas de lado, em meio à festança de mais de cinco horas, que não teve valores e fonte pagadora divulgados. Embora o aniversário fosse de Castro, outro convidado dividiu as atenções: o senador Flávio Bolsonaro (PL) monopolizou as atenções até a chegada do governador e ouviu um sem-número de questionamentos sobre o nome escolhido para vice na chapa encabeçada pelo correligionário.
Cercado por assessores e seguranças, Flávio foi um dos poucos a receber um abraço de Castro na chegada ao evento e se recusou a responder à imprensa se indicaria o vice. O clima de especulações e articulações, no entanto, foi quebrado em poucos minutos: Castro cumprimentou a todos em cima de um palco e emendou um dueto com o cantor Alex Cohen. Mas, demorou pouco para que a primeira surpresa da noite se apresentasse: a cantora Alcione invadiu o palco e cantou a música "Depois do Prazer", do grupo Só Pra Contrariar, com Castro e Cohen.
O canto de "Parabéns pra você" foi puxado por Alcione e Castro fez questão de chamar dois improváveis nomes para o seu lado. O também pré-candidato ao governo, Felipe Santa Cruz (PSB), e o presidente da Assembleia Legislativa, André Ceciliano (PT), que arrumaram um espaço em suas agendas, apesar da presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Rio.
Questionado sobre a presença, Ceciliano não titubeou:
— Vim tomar uma cerveja e cumprimentar esse grande amigo — resumiu (Leiam mais)."
Conclamo aos ATIVOS da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro a lerem com toda atenção a NOTIFICAÇÃO DA FENEME.
Tenho certeza que todos que assim procederem irão ombrear na luta dos Veteranos e das Pensionistas para que todos recebam a GRAM.
É urgente que os ATIVOS entendam que de forma ordeira, disciplinada, respeitando a hierarquia, precisam se mobilizar interna corporis para que os Comandantes-Gerais da PMERJ e do CBMERJ cobrem do Governador Cláudio Castro a extensão da GRAM para todos.
No tocante à notificação feita pelos três Militares do Estado do Rio de Janeiro se faz necessário que disponibilizem cópia da NOTIFICAÇÃO ORGINAL, contendo assinaturas e protocolo, bem como, devem dar publicidade a CARTA ABERTA que teriam entregue ao Exmo. Sr Presidente da República.
Transparência é fundamental.
Por derradeiro, a troca de ofensas entre grupos em face dos interesses políticos está passando de todos os limites e ferindo de morte a nossa natureza militar.
Juntos Somos Fortes!
PS - Na verdade, como acabo e apurar em conversa com o referido Coronel de Polícia, só foi elaborado um documento sobre a paridade. No tocante à inconstitucionalidade do Artigo 44 foi realizada uma reunião da diretoria para decidir se a AME-RJ faria algo contra o artigo 44, sendo a decisão por não fazer nada, quando o Coronel de Polícia foi voto vencido.
Hoje, 29 MAR 22, às 08:20 horas, fiz nova consulta para o verificar o andamento do processo para recuperação da paridade dos Veteranos e das Pensionistas.
O processo continua parado.
Nem os pareceres jurídicos dos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar devem ter sido inseridos o processo, conforme se evidencia analisando as movimentações.
Em apertada síntese, a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares (FENEME) solicitou a instauração de procedimento de fiscalização sobre a quebra da paridade e da integralidade gerados pela Lei 9.537/21.
O presente vídeo complementa vídeo anterior.
Toda a documentação será postada no próximo artigo para leitura e interpretação.
Em apertada síntese, sem tecnicismos, comento ser improvável que os ATIVOS percam a GRAM.
Sendo certo que existe uma denúncia que contempla essa possibilidade de perda.
Sendo certo também que a GRAM é claramente um aumento disfarçado, portanto, deve ser paga também para os Veteranos e as Pensionistas.
Diante de tais verdades, estando em um ano eleitoral, sendo parceiros de palanque eleitoral o Presidente da República e o Governador do Estado do RJ, o mais provável é a extensão da GRAM para todos.
Destaco que nada disso estaria acontecendo se os ATIVOS ombreassem com os VETERANOS e as PENSIONISTAS na mobilização pelo retorno da PARIDADE.
Eis o grande erro dos ATIVOS e que os colocou diante dessa possibilidade, que repito ser improvável.
É um defeito comum no CBMERJ e na PMERJ, o fato de olhar só para o seu umbigo.
Comento os principais erros na construção e implementação da mobilização para a recuperação da paridade para os Veteranos e as Pensionistas.
Mobilização que teve um grupo que ganhou maior destaque com o passar dos dias e que passou a dirigir os destinos sem o necessário planejamento.
Destaco a falta do compromisso com a verdade e o erro de tentar transformar fracassos em vitórias, como se os Veteranos e as Pensionistas não tivessem a capacidade de entender os fatos que estavam acontecendo.
Hoje os outros grupos estão batendo forte na autodenominada comissão de representantes em face dos equívocos.
O ingresso no Judiciário passou a ser a única opção para recuperar a paridade.
Enquanto isso, a notificação feita por integrantes da comissão poderá aumentar a tempestade perfeita gerada pela Lei 9.537/21, caso interfira na GRAM dos ativos.
Poucos minutos após eu ter publicado um vídeo no qual cobrava a transparência dos Militares do Estado do Rio de Janeiro que viajaram até Brasília, eu recebi o que penso ser uma cópia da provável notificação à Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.
Identifiquei como um rascunho em razão da falta de assinaturas e de um protocolo de recebimento.
Na exposição "Dos Fatos" é identificada a criação da GRAM como fator determinante para a quebra da paridade.
Salvo melhor juízo, caso a verificação seja feita e constatado a GRAM como o problema, existem as seguintes possibilidades: a Lei 9.537/21 "caducar" ou a GRAM ser paga para todos ou não ser paga para ninguém.
Confesso desconhecer a tramitação caso seja reconhecido o erro, mas a lógica determina que o relatório a respeito seja encaminhado para o Ministério da Economia.
Penso que o Ministério da Economia em seguida encaminhará para os órgãos de controle sugerindo alguma opção.
Em consequência, no âmbito administrativo só nos resta acompanhar e aguardar, desde que nos forneçam o número de protocolo, indispensável para isso.
Um grupo de mobilizados na luta pela PARIDADE viajou para Brasília para tentar obter ajuda do Exmo Sr Presidente da República Bolsonaro no sentido de interceder junto ao Governador Cláudio Castro para que esse concedesse a PARIDADE para Veteranos e Pensionistas.
O grupo foi composto por oito Militares do Estado do Rio de Janeiro: Coronel Fidalgo, Coronel Anderson, Maj Luigi, Tenente Marcelo, ST Mesac, ST Cardoso, Sargento Mata e Sargento Aquino.
O encontro correu em dois momentos, isso no dia 24 MAR 22.
O primeiro foi no denominado "cercadinho" onde o Sargento Aquino solicitou a pretendida ajuda, o que foi rechaçado de pronto pelo Presidente, que informou que não entraria em contato com o Governador e que nós deveríamos resolver com ele e com a justiça (Judiciário), tudo registrado em vídeo.
O segundo encontrou teve a participação do Major Luigi e do ST Mesac em uma reunião com o presidente, onde foi entregue uma "Carta Aberta" e feita uma fotografia dos dois com o Presidente, não sendo disponibilizado vídeo do encontro.
Reafirmo que os encontros ocorreram no dia 24 MAR 22, três dias se passaram e não foi informado o número da notificação que fizeram na Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, nem foi dada publicidade ao inteiro teor da tal carta.
Transparência é indispensável.
Sem ela a credibilidade pode ser afetada.
Começam a surgir ilações.
É indispensável dar publicidade, tal providência está muito atrasada.
Não consigo encontrar justificativa para o fato de que até a presente data, 26 MAR 22, os integrantes da comissão que alegam nos representar, não informaram aos representados (Veteranos e Pensionistas da PMERJ e do CBMERJ) o inteiro teor a da CARTA ABERTA e o protocolo da NOTIFICAÇÃO.
Infelizmente, pessoas se denominam como representantes dos Militares do Estado do Rio de Janeiro, mas não querem prestar as devidas informações como está sendo processada tal representação.