As cobranças de multiplicam com relação a faltade resultados da intervenção federal na segurança pública.
Eu avisei que os interventores teriam enormes dificuldades para a consecução do objetivo mínimo de reverter a sensação de insegurança vivenciada pelos habitantes.
Tudo que começa mal (falta de planejamento) tem grande chance de dar errado, como ocorreu com a decretação política da intervenção.
Só nos resta confiar nas forças estaduais e nas forças federais, esperarando por dias menos tenebrosos.
Algo que considero muito difícil sem que ocorra uma redefinição em termos operacionais, a começar nas polícias estaduais, Instituições que estão há vários governos atuando desviadas de suas funções constitucionais.
Polícia deve atuar como polícia.
Policial não é "guerreiro".
Guerreiro é quem é preparado para a guerra.
Policial é preparado para realizar o policiamento ostensivo, a preservação da ordem pública e a investigação policial.
Simples assim!
"Jornal O Dia
Bandidos explodem banco...
Link:
Só acabam os crimes de sangue se o EB e a FAB bombardearem os quartéis da criminalidade beligerante.
ResponderExcluirSobre o assunto crime no estado do Rio, estamos diante de um "corpo" com "infecção generalizada"! Há essas alturas já formou gerações sob essa Cultura do Crime. Só com uma "intervenção brusca" , "estancamento" da fluidez dos mecanismos do crime! Desmantelamento de toda estrutura física , "social" e psicológica do crime (ex.motivação da juventude do crime em matar mais para se promover no crime). e por fim penalização, motivação boa (trabalho forçado) "desintoxicação da doutrinação marxista e da motivação para a violência). Por experiência , isso só é possível , por um tempo, sob um regime militar
ResponderExcluirE essa juventude gosta, se amarra, idolatra ser bandido. Não o são nem por dinheiro (não têm, são um bando de duros) fazem porque gostam, sentem prazer sendo bandidos/homicidas e são reverenciados por tais abomináveis atos no coletivo social em que habitam.
ResponderExcluirOnde habitam e também por esquerdistas defensores dos oprimidos.
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