JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 23 de maio de 2022

quinta-feira, 14 de abril de 2022

PMERJ - CBMERJ - OS COMANDANTES-GERAIS PRECISAM FALAR COM A TROPA

Vídeo
 


Os Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro precisam falar com a tropa, assim como, os Diretores de Veteranos e Pensionistas também, daí surgiu a ideia de ter um canal no YouTube.

Não custa nada.

É de fácil operacionalização.

Tem visibilidade no mundo todo.

Será extremamente útil.

Por que não criar o canal?

Merecem nossos parabéns os mobilizados que realizaram um ato ordeiro e pacífico em Bom Jardim em desfavor do governador Cláudio Castro, que acabou saindo pelos fundos para não ter contato com os Veteranos e Pensionistas.

Sucesso absoluto!

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 13 de abril de 2022

VETERANOS E PENSIONISTAS - NEM CLÁUDIO CASTRO, NEM FREIXO, DIGA NÃO À POLARIZAÇÃO

 



Ontem, alguns amigos comentaram que no vídeo anterior eu estava induzindo o voto para Marcelo Freixo ao conclamar os Veteranos e as Pensionistas a não votarem em Cláudio Castro e ainda, realizarem campanha contra ele.

Eu entendo a preocupação, mas estão equivocados, quero provocar reflexões no sentido de que não existem apenas dois candidatos e que tal polarização só interessa a Freixo e a Castro.

Temos que aguardar o anúncio oficial de todos os candidatos e depois escolher o que considerarmos melhor.

Não podemos permitir que coloquem na nossa cabeça a tal polarização.

Isso é nos permitir ser conduzido pelo sistema.

Não somos gado.

É preciso pensar muito antes de votar e não aceitar essa imposição, simples assim.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 12 de abril de 2022

ATENÇÃO, VETERANOS E PENSIONISTAS DA PMERJ E DO CBMERJ !

Vídeo 


No dia 02 OUT 22 temos que fazer história e dar o troco aos políticos que nos prejudicaram financeiramente e aos que não ombrearam na nossa luta pelo retorno da paridade e para isso precisamos começar a nos organizar desde já.

Comece a campanha na sua família e no seu círculo de amigos.

Não existe um bairro do Estado do Rio de Janeiro onde não residam Veteranos e Pensionistas da PMERJ e do CBMERJ.


Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 25 de março de 2022

CONSULTA PROCESSUAL SOBRE O MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO DA AME-RJ - ATUALIZAÇÃO



Hoje (25 MAR 22) fiz nova consulta no site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, isso às 09:00 horas.

O número do processo é 0012280-32.2022.8.19.0000.

Não ocorreu qualquer outra movimentação além do pedido de informações por parte do Governo Cláudio Castro.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 22 de março de 2022

LUTA PELA PARIDADE - MANDADO DE SEGURANÇA DA AME-RJ - ATUALIZAÇÃO





No dia 21 MAR 22, às 19:15 horas, eu consultei a movimentação do Mandado de Segurança Coletivo impetrado pela AME-RJ para a recuperação da PARIDADE para seus associados VETERANOS e PENSIONISTAS.

Até o momento da consulta só existia o DESPACHO para notificação do IMPETRADO (Governo do Estado do Rio de Janeiro) para prestar informações no prazo legal.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 12 de março de 2022

A POSTURA DA AME-RJ COM RELAÇÃO À INCONSTITUCIONALIDADE DO ARTIGO 44 DA LEI 9.537/21

Imagem: Internet


Circula nas redes sociais uma nota da AME-RJ, datada do dia 7 de março de 2.022, “acerca da mensagem postada na rede social Whatsapp pelo Ilmo. Cel Wanderby, no dia 03 de março do corrente”.

A referida nota contém 6(seis) tópicos de esclarecimento, sendo assinada pelo seu Presidente.

Hoje li a nota no grupo de Coronéis da turma de 1.976, a qual pertenço, postada por um amigo.

Quem quiser obter o inteiro teor pode conseguir pesquisando na internet ou comparecendo à AME-RJ, sendo associado.

Eu vou me reportar apenas ao tópico 3 que trata da postura da AME-RJ sobre o inconstitucional artigo 44 da Lei 9.537/21.

Esclarece a AME-RJ:

“3) Sobre
“preceitos constitucionais relacionados ao teto remuneratório”, o Oficial refere-se ao art. 44 da Lei 9537/21, que acabou por permitir que o cargo em comissão seja recebido por militar com remuneração já no teto. Essa questão foi submetida à Diretoria e votada, quando ficou decidido, por maioria, que a AME/RJ não entraria nessa briga para prejudicar quem eventualmente está recebendo cargo em comissão acima do teto(notadamente o Comte Geral), já que deveria focar seus esforços nas ações que visam a correção quanto à quebra de paridade (inativos) e integralidade (pensionistas), de interesse da ampla maioria do quadro social. Reitero que a questão não foi decidida por este Presidente, mas pela Diretoria da entidade.” (eu grifei).

Salvo melhor juízo, respeitando os Ilustríssimos Sr Presidente e Srs Membros da Diretoria, entendo que se cometeu um erro.

Uma associação que representa Militares do Estado do Rio de Janeiro não tem o direito de optar entre agir ou não agir contra uma flagrante ilegalidade.

Não era um caso de votação, mas sim de ação.

Não se pode optar diante de uma concreta violação das Constituições Federal e Estadual.

No tocante especificamente à votação, caso exista na Diretoria da AME-RJ, Oficial da Ativa, era de se esperar que se abstivesse de votar, considerando que no futuro pode ser um beneficiário da inconstitucionalidade da lei.

O que o Coronel de Polícia Wanderby solicitou à AME-RJ foi apenas o encaminhamento da questão para a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Estaduais (FENEME) para que essa desenvolvesse uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), o que a AME-RJ não pode fazer, para reprimir tal violação constituição, a qual gera gastos indevidos aos cofres públicos, isso é fato.

Ao optar por “não brigar com o Comandante-Geral”, embora eu não consiga entender isso como um enfrentamento, apenas a busca pelo que é correto, a AME-RJ se apequenou como órgão representativo dos Oficiais.

Destaco que como sócio sempre fui muito bem tratado por diferentes administrações da AME-RJ, nada tenho de pessoal contra a atual, mas como sócio e como cidadão, sou de entendimento diametralmente oposto ao adotado pela Presidência e pela maioria da Diretoria.

A AME-RJ não representou o seu quadro social, preocupou-se em não ter problemas com o Comandante-Geral, que nem sei se é associado ou não.

Apesar da decisão ao meu ver absurda da administração da AME-RJ, a luta pelo fim do artigo 44 está em curso em várias frentes e, caso não prospere nelas, os partidos políticos poderão ser o caminho para que a ADI seja implementada e os cofres públicos preservados.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de março de 2022

CORONEL DE POLÍCIA RR WANDERBY PEDE EXONERAÇÃO DA DIRETORIA DA AME-RJ

 

Major de Polícia Wanderby (centro) - 2007 - Ato dos 40 da Evaristo na Cinelândia


Transcrição:

"Sr. Cel Ref. José Maria de Oliveira, Pres. AME/RJ

Valho-me desta para manifestar minha contrariedade com o caráter a meu sentir excessivamente burocrático, conservador, lento e, sobretudo, ineficaz com que têm sido tratadas demandas importantes de natureza institucional no âmbito da associação.

Cito, a título de exemplo, o nefasto deslinde da edição de legislação específica voltada à regulação do sistema de proteção social dos militares do RJ (Lei n.º 9.537/2021), por meio da qual foram paradoxalmente desprezados os fundamentos da paridade e da integralidade que deveriam ser aplicados a inativos e pensionistas e, por outro lado, ignorados preceitos constitucionais relacionados ao teto remuneratório, beneficiando diretamente autoridades militares que legitimaram o desprezo aos fundamentos citados.

Cito ainda a extinção da gratificação de tempo de serviço para todos os que ingressarem na carreira militar estadual a partir deste ano de 2022 (lei complementar 194/2021), gerando ainda maior incremento das distorções remuneratórias já existentes.

E ouso indagar, parafraseando Einstein:

É razoável fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes?

Não poderia também deixar de mencionar a vergonhosa inércia da associação frente ao flagrante desvirtuamento da atividade de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública protagonizado pelo "programa segurança presente", por meio do qual e em evidente afronta à Constituição Federal, até mesmo particulares têm sido empregados no exercício de "policiamento ostensivo" ao lado de militares da PM em trajes incompatíveis com o RUPMERJ,  em viaturas com caracterização alienígena frente às Normas Gerais de Transporte (M-9) e sob gestão externa à Polícia Militar.

Mas devo pontuar como fator determinante para a tomada da decisão a seguir descortinada a incapacidade pessoal deste Oficial Superior em arcar com o ônus moral de ocupar a diretoria jurídica de associação que se mantém, em termos práticos, inerte e curiosamente contemplativa diante do  adiantado caminhar da venda de patrimônio que, ao contrário e ainda que por via judicial, deveria ser preservado; me refiro ao Riviera Country Club.

Do exposto e atento à necessidade de preservação da própria reputação, solicito exoneração da função de diretor jurídico da Associação de Oficiais Militares do RJ.

Rio de Janeiro, em 03/03/2022.

Wanderby Braga de Medeiros, Coronel RR RG 52.807

Diretor Jurídico"


Prezado Wanderby, receba meu apoio e minha solidariedade.


Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

A AME-RJ E A VENDA DO RIVIERA COUNTRY CLUB

 



 

Eu custei a acreditar, mas é verdade, o Riviera Country Club será vendido, a Assembleia Geral para esse fim foi convocada para o próximo dia 13 de março.

Não sou sócio, mas lembro ter ouvido algum tempo atrás que a AME-RJ era detentora de mais da metade dos títulos, não sei se isso continua sendo verdade.

Não sou técnico no assunto, apenas "acho" que o terreno gigante (sem considerar a edificação) situado na Avenida Sernambetiba de frente para a praia da Barra da Tijuca, deve valer algo em torno de dez algarismos à esquerda da vírgula.

A AME-RJ, caso a venda se concretize, deverá receber milhões de reais e os sócios do Riviera também deverão receber uma fatia substancial.

Boa parte da história da Polícia Militar se perderá com essa venda, considerando que algumas vezes o Baile dos Cadetes  e o Baile do Aspirantes ocorreram no lindo clube, citando dois exemplos.

Isso sem falar nas "peladas" de confraternização e nas cervejas saboreadas por companheiros em volta da piscina, ao longo de intermináveis estórias castrenses.

Dinheiro, o mal do mundo.




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

AME-RJ - A LEI 9.537/21, O ART 44, A INCONSTITUCIONALIDADE E A DECEPÇÃO COM A ASSOCIAÇÃO

 



O artigo 44 da Lei 9.537/21 é inconstitucional.

Nem deveria constar no texto e deveria ter sido vetado pelo Governador Cláudio Castro.

Não disso aconteceu.

O artigo segue produzindo efeitos deletérios para os cofres públicos, ou seja, o nosso dinheiro continua sendo mal empregado.

Hoje a solução é retirá-lo por meio de uma ADI.

Ontem a AME não aprovou o encaminhamento para a FENEME, entidade nacional para que a ADI fosse desencadeada.

Nos decepcionamos com a AME-RJ que continua muito distante do antigo Clube de Oficiais.

Nós buscaremos outros caminhos.

A inconstitucionalidade precisa ser retirada da lei.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

AME-RJ, SÓ FALTA O COMANDO "EM FRENTE, MARCHE!"

 




Tudo pronto!

A AME-RJ está pronta para impetrar o mandado de segurança coletiva para o retorno da paridade.

Também está pronta para acionar a FENEME para o desenvolvimento de uma ADI para anular o artigo 44 da Lei 9.537, artigo que possibilitou a quebra do teto remuneratório em favor de Oficiais da cúpula da PMERJ e do CBMERJ.

Só falta o comando "EM FRENTE, MARCHE!"

Os associados precisam cobrar da Presidência e da Diretoria, o direito não atende quem dorme.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

AME-RJ -PARIDADE E INTEGRALIDADE - MANDADO DE SEGURANÇA - APROVAÇÃO




A AME-RJ decidiu impetrar mandado de segurança coletivo em favor dos associados Veteranos e Pensionistas em relação ao resguardo da PARIDADE no tocante à GRAM e impetrar mandado de segurança coletivo em favor das pensionistas associadas em relação ao resguardo da INTEGRALIDADE no tocante ao cálculo da pensão.

A Presidência da AME-RJ também agendou reunião com o Exmo Governador Cláudio Castro e com o Secretário de Polícia Militar.

 

quinta-feira, 1 de março de 2018

O CORONEL PAÚL FICOU COM "CARA DE CANDIDATO" ?



Desde o início da minha luta em defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares, integrando o movimento dos Coronéis Barbonos, passei a ser estimulado a participar de eleições.
Isso começou logo na primeira eleição após o movimento contra o governo Sérgio Cabral, ou seja, na eleição de 2008.
Eu não participei da eleição, talvez a que tivesse a maior chance de ser eleito, considerando a enorme visibilidade que alcancei na imprensa por ser o porta voz dos Barbonos e nas 10.000 visitas/dia que o blog alacançou.
A minha recusa foi por considerar que não teria uma base de apoio nem dentro da Polícia Militar, onde deveria ser o meu reduto eleitoral, em razão de ter sido Corregedor Interno de 2005 a 2008, o que ficou mais tempo no cargo. Na época considerava que teria uma campanha contra minha eleição nos quartéis, muito maior que a favorável.
O fenômeno voltou a ocorrer quando iniciei a luta pela PEC 300 no Rio de Janeiro promovendo um ato na Zona Sul e participando dos eventos que se seguiram. Apesar de manter a minha impressão sobre o que ocorreria nos quartéis, aceitei o convite para provar meu posicionamento e tive um votação pífia para deputado Federal em 2010, pouco mais de 3.000 votos. Tendo se confirmando, segundo vários narrativas que me foram feitas, que realmente ocorreu uma campanha contra a minha eleição na PMERJ. Os contrários aconselhavam aos companheiros: não vota nele não porque é Coronel e excluiu vários "irmãozinhos".
É fato também que fiz uma campanha ridícula, optando por gastar o mínimo possível do meu dinheiro, portanto, tenho minha parcela de culpa no resultado.
Em 2012, mais uma vez, a sugestão voltou em virtude da minha forte participação no movimento SOS Bombeiros, quando fui preso pela primeira vez de forma ilegal pelo grupo de Sérgio Cabral. Repeti a campanha anterior, pouco gastei, obtendo pouco menos  de 1.000 votos para vereador do município do Rio de Janeiro.
Nas duas campanhas reunidas gastei cerca de R$ 6.000,00 reais, não aceitei um centavo de dinheiro externo e o partido só me deu papel. Obviamente, ser eleito com tão pouco investimento se não é impossível, deve ser raro no mínimo.
Tenho que destacar por dever de justiça que recebi apoio material de uma amigo que fez um "jingle" para a campanha, excelente por sinal.
Em seguidas vieram as eleições de 2014 e 2016 quando me mantive firme e não aceitei os estímulos.
Eu já tinha lançado três livros sobre as nossas mobilizações contra o governo Sérgio Cabral, promovo e participei de centenas de atos nas ruas e comunicava aos que me abordavam que  já tinha dado a minha contribuição para a Polícia Militar e para o Corpo de Bombeiros, acrescentando que não conseguia ninguém que tivesse feito tanto e perdido tanto (exoneração, perda de gratificação, inatividade precoce e duas prisões ilegais, uma em Bangu 1).
Eis que este ano voltaram à carga!
Paralelamente, alguns companheiros passaram também a me procurar apresentando a ideia da minha candidatura para a presidência da AME-RJ (antigo Clube dos Oficiais da PM e do CBM). Algo que me fascina muito mais do que ser político. Neste caso argumentei que considerando o contido nos estatutos é muito difícil montar uma chapa de oposição que possa ser vitoriosa. Salvo melhor juízo, quem ler as regras estatutárias chegará a conclusão que foram elaboradas para facilitar a vitória da situação, diante de todos os requisitos para a montagem de uma chapa. Nunca concorri.
Dias atrás alguns vizinhos em conversa informal pediram para que eu voltasse a ser síndico do condomínio onde resido, concorrendo na eleição que se aproxima. Neguei de pronto, justificando que já exerci a função por duas vezes e outras vezes fui do Conselho Consultivo e Fiscal, considerando encerrada a minha participação na administração.
Os fatos que relatei me fizeram pensar que devo ter ficado com "cara de candidato".

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

CRISE DEIXA A POLÍCIA MILITAR EM APUROS - JORNALISTA CLAUDIA FREITAS

Prezados leitores, transcrevo artigo publicado no site VIU.
Eu fiz uma breve declaração à jornalista.



"Crise deixa a PM em apuros 
SET 13, 2017 
Claudia Freitas 
Policiais do Rio de Janeiro convivem com mortes em serviço e enfrentam dificuldades para ingresso no curso de oficiais; 
Da redação 
Enquanto as estatísticas registram um número alarmante de Policiais Militares assassinados no Rio de Janeiro este ano, os praças da corporação enfrentam situações internas difíceis de superar, além do recorde de mortes entre os companheiros de farda. 
A falta de estrutura operacional, justificada pela crise na Segurança, é uma delas. Mas os policiais vêm reclamando também de mudanças no regimento da PM, que resultam em obstáculos na ascensão no plano de carreira. 
O tradicional Concurso de Formação para Oficiais (CFO) da PM do Rio foi anunciado em janeiro de 2017, mas nem todos os militares interessados conseguiram fazer a inscrição com a mesma facilidade dos anos anteriores. O exame, pela primeira vez, exigiu dos candidatos formação superior em Direito. 
A Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais e a Associação de Oficiais Militares Estaduais do Rio elogiaram a iniciativa do comando. Na via contrária, a maioria dos praças e boa parte dos oficiais acha que a alteração nas normas do concurso gera entrave na escalada por cargos com melhor remuneração. 
PETIÇÃO ONLINE 
Em dezembro do ano passado, uma petição online pedia a anulação do edital do concurso para oficiais, organizada por candidatos que se sentiram prejudicados com a obrigatoriedade do curso superior em Direito. Na época, o coronel Roberto Vianna, comandante da Academia de Polícia Militar Dom João VI, afirmou que a mudança visava uma melhor prestação de serviço. “O PM atua na rua como defensor dos direitos”, disse. 
O coronel Paulo Ricardo Paúl, ex-corregedor da PM do Rio, acredita que a alteração “gera um ganho institucional, considerando que grande parte da carga horária do CFO era de matérias jurídicas. O curso pode ser comprimido e com maior carga horária aplicada nas técnicas policiais. Perderam os PMs e ganhou a instituição. Uma contradição”, avalia a coronel. 
FORÇA NACIONAL PARA DECORAÇÃO 
O soldado da PM que conversou com o Porta VIU!, mas pediu para não ser identificado, considera que a chegada da Força Nacional de Segurança ao Rio “só serviu para comer o dinheiro que poderia ser usado para pagar os salários e adicionais dos PMs”. Segundo o policial, amigos que atuam na Força Nacional contam que a ordem dada pelo comando é de “não ter guerra”. 
“O trabalho mais arriscado continua para a PM, que nem salário recebe em dia”, reclama o militar. 
Ele diz ainda que policiais nas UPPs [Unidade de Polícia Pacificadora] estão “acuados” por traficantes em comunidades e trabalhando com equipamentos sucateados e locações deprimentes (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

A AME-RJ ENCAMINHOU OFÍCIO À CGU EM DEFESA DA POLÍCIA MILITAR

Prezados leitores, nós parabenizamos a AME-RJ pela defesa institucional, como comprova o ofício encaminhado à Corregedoria Geral Unificada.







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