JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 22 de março de 2018

21/03/2018 - UM DIA EXTREMAMENTE TRISTE



No curso da intervenção federal na área da segurança pública, transcrevo mensagem que está sendo divulgada nas redes sociais desde ontem:


"21/03/2018 Um dia extremamente triste 😢

Batista - 25° BPM
Mesquita - UPP Rocinha
Barros - 39° BPM

Não terão direito a 8 equipes da Divisão de Homicídios; não terão direito a 6 promotores exclusivos; Não terão (se é que terão) mais que 2 minutos na reportagem..."

sábado, 17 de março de 2018

OS ASSASINATOS E OS ARTISTAS

Artistas expressam luto pelo assassinato da vereadora (foto).
Luto?
Salvo melhor juízo, o sorriso não é uma expressão relacionada ao luto na nossa cultura.
A vestimenta na cor preta representa.
Penso que devemos respeitar os familiares e os amigos de todos que são vítimas da violência que contaminou todo o Rio de Janeiro.
Não devemos transformar cadáveres em bandeiras políticas.
Vamos cobrar resultados da Polícia Civil na apuração de todos os homicídios que ocorrem diariamente, mas deixemos os mortos descansarem em paz.




sexta-feira, 16 de março de 2018

EXISTE RELAÇÃO ENTRE A INTERVENÇÃO FEDERAL E A EXECUÇÃO DA VEREADORA?



No artigo anterior comentei que não podemos cobrar da intervenção a execução da vereadora (Link), tendo em vista que só um erro grosseiro dos executores poderia permitir que ações relacionadas com o policiamento ostensivo evitassem o crime.
Além dessa necessária desconstrução, penso ser necessário desfazer neste primeiro momento a relação que estão fazendo nas redes sociais entre a intervenção e a execução.
Citam que a execução foi promovida por grupo que contrário à intervenção. Fundamentam alegando que a morte de uma parlamentar no curso da intervenção é uma demonstração clara de sua ineficiência. Nesta linha, a morte atenderia aos interesses de facções criminosas, milicianos e "banda podre" das polícias, grupos que estariam perdendo dinheiro com a presença das Forças Armadas.
Considero prematura tal análise, mas não descarto que a hipótese possa ser confirmada no futuro, mas temos que esperar o avanço das investigações.
No Rio de Janeiro mata-se por qualquer motivo e até sem motivo, eias a verdade.
Nós, cidadãos de bem, devemos continuar apoiando a intervenção federal na área da segurança pública, afinal, os crimes continuam ocorrendo, o que justifica cada vez mais a sua necessidade.

A INTERVENÇÃO, A EXECUÇÃO E O RIGOR NA APURAÇÃO




Erram aqueles que fazem ilações sobre a cruel execução (segundo a Polícia Civil) da vereadora Marielle, ação que culminou também com a morte de Anderson, motorista do veículo que a conduzia, como sendo um sinal de fracasso da intervenção federal.
O homicídio previamente planejado para matar (executar) uma pessoa é um crime quase impossível de ser evitado por ações relacionados com o policiamento ostensivo.
Os criminosos podem escolher dia, hora, local, modo de ação, etc.
Isso permite que possam dificultar ao máximo a ação da Polícia Militar (polícia ostensiva) para evitar e/ou reprimir o crime.
Só erros grosseiros de planejamento por parte dos executores podem permitir uma ação da polícia que está nas ruas.
Portanto, imputar às Forças Armadas e à Polícia Militar qualquer responsabilidade em virtude do acontecido, não passa de uma tentativa de amplificar discursos políticos que podem gerar votos, mas que não permeiam a verdade e são inócuos.
Cabe sim cobrar à Polícia Civil, não apenas neste caso, que a investigação apresente um resultado concreto que possa permitir a prisão e a condenação dos criminosos. 
Nessa direção sim podem ser cobrados dos interventores resultados, considerando que a Polícia Civil se encontra subordinada a eles.
Erram também aqueles que cobram rigor nas investigações, tendo em vista que essa é a missão constitucional da Polícia Civil: investigar.
E, toda investigação deve ser rigorosa, obedecendo a melhor técnica.
Por derradeiro  desejamos sucesso à Delegacia de Homicídios na elucidação de todos os assassinatos que ocorrem no Rio de Janeiro, pois a impunidade alimenta à criminalidade, como todos sabem.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

CASO PATRÍCIA ACIOLI - DEVE SER ANULADA A EXPULSÃO DOS PRAÇAS



Prezados leitores, informações e documentos que recebemos nos fazem concluir que a expulsão dos Policiais Militares do caso Patrícia Acioli deverá ser anulada.
A hipótese mais provável é a anulação do PAD que serviu de base para a decisão do comandante geral e a realização de um novo.
Ratificamos que nós não defendemos a inocência de nenhum dos acusados, mas demonstramos a inexistência de provas contra a maioria dos condenados (Vídeos).

Juntos Somos Fortes!

CASO PATRÍCIA ACIOLI: EXPULSÃO DOS POLICIAIS MILITARES - COMENTÁRIOS



Prezados leitores, tivemos acesso à solução publicada no BDR da Polícia Militar sobre a expulsão dos 9 (nove) Praças acusados e condenados pelo cruel assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Emitir opinião sem ler os autos do processo administrativo disciplinar (PAD) é algo de todo condenável, mas pelo que conseguimos perceber através do conteúdo da decisão não surgiu nenhuma prova nova, além das contidas no processo judicial, todas analisadas nos vídeos produzidos pelo Coronel PM Paúl.
Diante de tal realidade, tudo leva a crer que ser factível a possibilidade das injustiças praticadas na esfera judicial terem se repetido na esfera administrativa, isso diante da absoluta falta de provas para sustentar acusações.
Destacamos como um aspecto negativo a decisão do colegiado do PAD pela não oitiva, como testemunha de defesa, do ex-comandante geral da PMERJ, o Coronel PM Mario Sérgio, Oficial que causou sérios constrangimentos nos julgamentos por sustentar a falta de provas.
Salvo melhor juízo, isso compromete a ampla defesa, assim como, a não oitiva do Tenente Coronel PM Cláudio, um dos acusados e condenados no processo judicial.
Vale lembrar que em nenhum momento o Coronel PM Paúl sustentou nos vídeos que produziu a inocência de qualquer Policial Militar envolvido no caso, mas demonstrou a ausência de provas para materializar as condutas criminosas imputadas a alguns dos acusados (Oficial e Praças).
Vida que segue.
Os advogados de defesa deverão entrar com recursos administrativos para anular a decisão e nós pretendemos comentar o contido na solução em artigo próximo.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

INACREDITÁVEL! POLÍCIA MILITAR EXPULSOU TODOS OS PRAÇAS DO CASO PATRÍCIA ACIOLI



Prezados leitores, nós publicamos uma série de vídeos do Coronel PM Paúl comentando as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram condenados pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli. Neles o Coronel apontou uma série de desconformidades existentes, inclusive o fato de não existir nos autos nenhuma acareação, embora existam versões conflitantes, o que fere a ampla defesa e o contraditório, salvo melhor juízo, pois as acareações são ferramentas previstas no Código de Processo Penal para a busca da verdade.
Todos os vídeos estão disponíveis no blog (Assistam os vídeos e confirmem).
Hoje, o jornal O Globo (internet) informou a exclusão de todos os Praças envolvidos, o que nos causa profunda estranheza.
Não tivemos acesso ao boletim que publicou as expulsões.
Cabe destacar que os Praças são julgados interna corporis, cabendo a decisão ao comandante geral da PMERJ e os Oficiais pela Turma Criminal do Tribunal de Justiça.

"O GLOBO
Nove policiais militares condenados por envolvimento com a morte da juíza Patricia Acioli são expulsos da corporação 
A PM do Rio excluiu de seus quadros, através de boletim interno publicado nesta terça-feira, nove policiais militares condenados na Justiça por envolvimento com a morte da juíza Patricia Acioli, assassinada em agosto de 2011. A lista de PMs expulsos traz, do 7º BPM (São Gonçalo), o soldado Junior Cezar de Medeiros, o terceiro sargento Charles de Azevedo Tavares e os cabos Alex Ribeiro Pereira, Jeferson de Araújo Miranda, Sammy dos Santos Quintanilha e Sergio Costa Junior; o soldado Handerson Lents Henriques da Silva, do 12º BPM (Niterói); e os cabos Carlos Adílio Maciel Santos e Jovanis Falcão Junior, que estavam lotados na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) da corporação.
Os nove agentes desligados foram condenados pela Justiça entre dezembro de 2012 e 14 de abril deste ano — portanto, cinco meses antes de as exclusões serem realizadas pela Polícia Militar. O primeiro julgamento foi o de Sergio Junior, que pegou pena de 21 anos de reclusão por homicídio triplamente qualificado. Posteriormente, Jefferson Miranda foi condenado a 26 anos; Jovanis Júnior, a 25 anos e seis meses; Alex Pereira, Charles Tavares e Sammy Quintanilha, a 25 anos; Junior Cezar de Medeiros, a 22 anos e seis meses; Carlos dos Santos, a 19 anos e seis meses; e Handerson Lents, apontado como o responsável por indicar o endereço da juíza ao resto do bando, a quatro anos e seis meses em regime semiaberto (todos os outros terão que cumprir regime inicial fechado).
Além dos nove praças, dois oficiais também foram condenados pela morte de Patricia Acioli. Embora tenham recebido as penas mais altas, de 36 anos de reclusão, o tenente Daniel dos Santos Benitez Lopez e o tenente-coronel Claudio Luiz Silva de Oliveira — então comandante do 7º BPM (São Gonçalo) e apontado como o mandante da execução — permanecem vinculados à Polícia Militar. Todos os 11 PMs julgados no caso foram condenados pela Justiça.
Patrícia Acioli foi assassinada na porta de casa com 21 tiros, no dia 12 de agosto de 2011, no bairro de Piratininga, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Os disparos foram efetuados por dois homens encapuzados em motocicletas, um deles depois apontado como sendo o tenente Daniel Lopez. A juíza era titular da 4º Vara Criminal de São Gonçalo e foi responsável pela prisão de cerca de 60 policiais ligados a milícias e grupos de extermínio, fato que teria gerado insatisfação entre os grupos criminosos que atuavam na região (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 31 de agosto de 2014

ASSASINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - COMENTÁRIOS - RESULTADO PRÁTICO?



Prezados leitores, agradecemos as mensagens de apoio que recebemos em razão da série de vídeos que exibimos contendo comentários do Coronel PM Ref Paulo Ricardo PAÚL, ex-Corregedor Interno da Polícia Militar, sobre as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram acusados e condenados pelo cruel assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Nós apenas cumprimos o nosso dever, tentando demonstrar que algo errado ocorreu no curso das investigações e dos julgamentos. 
Sinceramente, acreditamos que conseguimos mostrar a verdade, mas isso não representa nenhum efeito prático para os Policiais Militares que continuam tendo os seus direitos e prerrogativas violados, por exemplo, pois não estão presos em Organizações Policiais Militares, como a legislação determina, mas estão encarcerados em presídios (penitenciarias), alguns em RDD, sendo mantidos presos dentro das celas por 22 horas diariamente.
Isso é "tortura".
O sistema penitenciário tem como norte a ressocialização, não a vingança.
A situação só começará a ser resolvida quando os advogados conseguirem ser atendidos em suas justas solicitações, inclusive no tocante à anulação dos julgamentos.
Enquanto o caso não for tratado em conformidade com os valores que norteiam o estado democrático de direito, as vozes isoladas que se levantarem, como a nossa voz, não surtirão qualquer efeito.

Por sua vez, a imprensa se calou por completo, talvez por ser uma das responsáveis pelos erros.
O silêncio da imprensa mantém a opinião pública desinformada sobre os erros e a vida segue com os 11 (onze) Policiais Militares e seus familiares sofrendo as consequências do crime ter sido praticado por alguns deles contra um membro do judiciário.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - COMENTÁRIOS - CONCLUSÕES

Prezados leitores, conforme o prometido, publicamos o último vídeo da série contendo comentários do Coronel PM Ref Paúl sobre as investigações e os julgamentos dos 11 (Onze) PMs condenados pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Na verdade foram feitos dois vídeos, tendo sido escolhido esse, mas nada impede que seja exibido o outro, caso seja necessário para um melhor entendimento, pois a abordagem é diferente em alguns pontos.
Nesse o Coronel Paúl sintetiza o que comentou nos vídeos anteriores e faz novos comentários.
Lembramos ser indispensável que assistam os vídeos anteriores para a correta compreensão dos comentários e das conclusões (Link).
Tirem as suas conclusões e os que concordarem com o exposto, entrem na luta dos familiares e dos advogados dos PMs para que o caso seja reaberto e que a verdade (as provas) prevaleça.


 

Nesse último vídeo o Coronel Paúl cometeu um equívoco ao citar o nome do PM que na delação fez menção ao nome do comandante do 7o BPM. 
O Coronel optou por assinar o erro no próprio vídeo, isso para não ter que refazer a gravação e considerando que em vídeos anteriores o fato já foi corretamente citado.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - VÍDEO FINAL - ELABORAÇÃO



Prezados leitores, a nossa decisão de concentrar em um único vídeo as considerações finais do Coronel PM Ref Paúl, ex-Corregedor Interno, sobre as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares condenados pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli, acabou determinando uma nova montagem dos vídeos.
O trabalho precisa ser refeito.
O vídeo final será dividido em blocos, isso vai facilitar que possa ser visto em partes, isso sem comprometer o entendimento.
O vídeo será longo e terá os seguintes blocos:
- O dia seguinte (contexto).
- A interação da Polícia Civil com a imprensa.
- As não conformidades.
- As provas técnicas.
- As provas testemunhais.
- Conclusões.
Amanhã, nesse espaço democrático.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - A HISTÓRIA QUE A IMPRENSA NÃO CONTOU



Prezados leitores, no dia 29 de agosto de 2014, sexta-feira, nós comentaremos fatos relacionados com as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram condenados pelo assasinato da juíza Patrícia Acioli, que a IMPRENSA não contou.
Novamente, solicitamos aos interessadosque assistam os nossos vídeos anteriores (Link).

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - COMENTÁRIOS - CONCLUSÕES



Prezados leitores, nós resolvemos produzir um único vídeo para demonstrar os últimos temas constantes da série de vídeos que temos publicado contendo comentários do Coronel PM Paúl, ex-Corregedor Interno da Polícia Militar, a respeito das investigações e dos julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram condenados pelo assassinato cruel da juíza Patrícia Acioli, crime praticado no dia 11 de agosto de 2011.
Usaremos três parâmetros básicos: as provas técnicas, as provas testemunhais e as não conformidades.
Analisamos os aspectos positivos e negativos dessa decisão, pois é certo que um vídeo de longa duração acaba desestimulando o acesso, mas optamos por isso em razão da possibilidade de que qualquer pessoa que assista esse vídeo, mesmo sem ter assistido aos anteriores, tenha a possibilidade de concluir sobre o que estamos demonstrando, ou seja, a inexistência nos autos de provas que justifiquem a condenação da maioria dos Policiais Militares.
Embora seja evidente, não custa lembrar que temos tentado apresentar os fatos sem tecnicismos, tendo em vista que queremos alcançar todos os nossos leitores, não apenas os conhecedores da legislação.
O Coronel PM Ref Paúl usou em todos os vídeos a linguagem mais simples possível e buscou destacar repetidas vezes os aspectos mais importantes para a formação de opinião.
Certamente, ouvidos os advogados de defesa dos Policiais Militares, eles apresentarão um número maior de fatos que comprovem o que nós temos alegado, afinal não participamos das investigações e dos julgamentos.
O trabalho está sendo desenvolvido com o que consta no universo (nos autos).
Reafirmamos que não alegamos inocência em nenhum momento de qualquer um dos acusados, nós temos sustentado unicamente que o conjunto probatório existente nos autos não é suficiente para a condenação de todos.
Na sexta-feira, dia 29 de agosto de 2014, publicaremos o vídeo que marcará o fim da nossa exposição, mas poderemos publicar novos artigos e /ou vídeos caso sejam necessários para o total esclarecimento da nossa linha de raciocínio ou para contestar alguma alegação que possa ser oferecida contrária aos nossos argumentos.
Aconselhamos, novamente, que assistam os vídeos anteriores (Link).
Por derradeiro, como sempre fizemos nesses oito anos de existência do blog, deixamos claro que o espaço está aberto para todos que quiserem publicar artigos favoráveis ou contrários às nossas opiniões.
E-mail para remessa:
pauloricardopaul@gmail.com
Além disso, como também sempre ocorreu, o Coronel PM Ref Paúl, está pronto para repetir as suas conclusões em qualquer local, desde que seja convidado e/ou intimado.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 24 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - COMENTÁRIOS - AS DESCONFORMIDADES



Prezados leitores, publicamos mais de dez vídeos elaborados pelo Coronel PM Ref Paúl com comentários sobre as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram condenados pelo assassinato cruel da juíza Patrícia Acioli.
Quem teve o cuidado de assistir com atenção todos os vídeos deve ter concluído que as investigações e os julgamentos não transcorreram dentro da normalidade, usando um termo ameno.
O próprio fato fugiu à normalidade do contexto da criminalidade brasileira, pois o assassinato de juízes não é um fato comum no Brasil, sobretudo quando policiais são acusados.
No Brasil comum é o assassinato de policiais, mas isso nunca mereceu maior atenção dos governantes, sendo o Rio de Janeiro um exemplo desse descaso, onde o próprio secretário de segurança afirmou que a morte de policiais é "natural".
A série chegou na sua fase final onde serão destacadas várias desconformidades que foram encontradas nas análises que foram realizadas, algumas delas já demonstradas nos vídeos anteriores, como a falta das acareações, ato previsto no Código de Processo Penal.
Não percam os próximos vídeos que publicaremos no curso da semana, eles serão fundamentais para a formação de opinião e, quem sabe, para fazer com que alguns dos nossos leitores passem a pensar como nós: uma revisão das investigações e dos julgamentos é imperiosa.
Por derradeiro, mais uma vez, recomendamos que assistam os vídeos anteriores:

- 1a a 8a parte: 

- 9a parte:

- 10a parte: 

- 11a parte:

Juntos Somos Fortes!

sábado, 23 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - A IMPRENSA INFLUENCIOU OS JURADOS? - 11a PARTE

Prezados leitores, está chegando ao final a série de vídeos elaborada pelo Coornel PM Paúl contendo comentários sobre as investigações e os julgamentos dos 11 (onze) Policiais Militares que foram condenados pelo cruel assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Nesse vídeo, o Coronel PM Paúl faz um questionamento:
- A imprensa influenciou a decisão dos jurados pela condenação?
Não custa lembrar que várias reportagens incriminando os PMs, como a exibida no vídeo contido nesse artigo. foram exibidas ANTES dos julgamentos dos Policiais Militares.
Assistam com atenção a reportagem e ao final se coloque na posição de JURADO do caso..
Leitores, caso fossem escolhidos como jurados e tivessem assistido tais reportagens, chegariam ao Tribunal do Júri com a ideia de que os Policiais Militares eram culpados?




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

PROGRAMA ABRINDO GAVETAS (004)

Prezados leitores, o "Programa Abrindo Gavetas", apresentado pelo Coronel PM Paúl, tem por objetivo recuperar fatos que foram esquecidos pelas autoridades, pela imprensa e pela população, objetivando que tudo seja devidamente esclarecido. 
O tema desse programa é na verdade uma denúncia. 
No Rio de Janeiro muitos inquéritos policiais, sobretudo os de maior repercussão, estão sendo comentados pelos delegados de polícia durante entrevistas concedidas à imprensa.
Trechos de interceptações telefônicas, por exemplo, que devem ser mantidos em sigilo, estranhamente vazam e são divulgados pela imprensa.
Isso acaba gerando um préjulgamento dos acusados, algo extremamente nocivo à instrução criminal e a obtenção da almejada justiça.
Assistam e comentem.





Programas anteriores:
Programa Abrindo Gavetas (001) - (Link),
Programa Abrindo Gavetas (002) - (Link).
Programa Abrindo Gavestas (003) - (Link).

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

LIBERDADE PARA OS PMs: UM EXEMPLO PARA OS CASOS PATRÍCIA ACIOLI E AMARILDO

(Jornal Extra)


Prezados leitores, seis Policiais Militares estavam presos acusados pelo homicídio de Vitor Luiz Rodrigues, fato ocorrido no Morro do Fogueteiro.
Ontem, o Ministério Público denunciou um Policial pelo homicídio e os outros cinco foram colocados em liberdade.
A prática demonstra que quando estamos diante de um número elevado de acusados, existe a possibilidade de inocentes estarem sendo acusados.
Na série de vídeos que estamos apresentando sobre as investigações do caso Patricia Acioli, temos demonstrado que existem grandes possibilidades de inexistirem provas nos autos para a condenação dos 11 (onze) Policiais Militares.
Outro caso que causa preocupação é o do desaparecimento de Amarildo, fato que teria ocorrido na Rocinha.
O número de acusados é muito grande, temos que cuidar para que PMs inocentes ou PMs contra os quais não existam provas nos autos sejam condenados e presos.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - NÓS ROMPEREMOS O SILÊNCIO DA IMPRENSA



Prezados leitores, a série de vídeos gravada pelo Coronel PM Paúl contendo comentários sobre as investigações e os julgamentos do caso Patrícia Acioli está chegando ao final.
Nos próximos dias publicaremos novos vídeos contendo revelações importantes que a imprensa nunca divulgou.
Aliás, a imprensa deveria entrevistar os advogados e os familiares dos Policiais Militares condenados, eles possuem informações relevantes para serem divulgadas para a população brasileira.
Infelizmente, boa parte da imprensa no Brasil perdeu a independência e com isso afastou-se da sua função social de informar.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

PROGRAMA ABRINDO GAVETAS (003)

Prezados leitores, o "Programa Abrindo Gavetas", apresentado pelo Coronel PM Paúl, tem por objetivo recuperar fatos que foram esquecidos pelas autoridades, pela imprensa e pela população, objetivando que tudo seja devidamente esclarecido.
O tema desse programa é o estranho comportamento da imprensa no caso do assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Assistam o programa e comprovem.
Nos ajudem a fazer a verdade virar notícia.
Assistam os programas anteriores.

Programa Abrindo Gavetas (001) - (Link):

Programa Abrindo Gavetas (002) - (Link):



Juntos Somos Fortes!

domingo, 17 de agosto de 2014

O ESTRANHO CASO DAS INVESTIGAÇÕES DO ASSASSINADO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI.



Prezados leitores, o crime foi bárbaro.
As investigações policiais apontam para o envolvimento de Policiais Militares, isso é fato.
Ao longo da rápida investigação, surgiram denúncia anônimas e imagens que logo direcionaram para a participação de dois Policiais Militares, um Oficial e um Praça como sendo os autores do crime.
O Praça, alguns dias após o crime, assume ser o autor dos disparos e acusa o Oficial de também ter efetuado disparos contra a juíza, o Oficial nega a participação.
Uma motocicleta que teria sido usada pelos dois, foi filmada em trechos do deslocamentodo veículo conduzido pela juíza a partir do Fórum.
Incrimina ainda um  outro Praça que estaria dando cobertura na direção de um veiculo que também foi filmado.
A juíza estava sem escolta, a qual foi retirada pelo Tribunal de Justiça-RJ e o seu veículo não era blindado.
Um terceiro Praça, dias após a confissão do primeiro, também resolve confessar e conta uma versão muito parecida com o primeiro no tocante ao "planejamento", pois não participou da execução propriamente dita. Ele se arrependeu e não foi encontrar os comparsas.
Quatro PMs diretamente envolvidos.
Ao final das investigações 11 (onze) PMs foram acusados condenados e presos como tendo participado do crime, inclusive o comandante do batalhão.
Nós temos apresentado uma série de vídeos contendo análises do Coronel PM Paúl, ex-Corregedor Interno da PMERJ, sobre essas investigações policiais, na busca de provocar reflexões sobre a amplificação do número de PMs acusados, considerando as provas técnicas e testemunhais apresentadas.
Advogados dos PMs alegam cerceamento de defesa, prejuízos no apresentação do contraditório e da ampla defesa.
Salvo melhor juízo, não existem provas que justifiquem a inclusão de tantos PMs no rol de acusados, condenados e presos.
Assistam os vídeos, façam os seus questionamentos e tirem as suas conclusões:

A série está no final, novos vídeos serão ainda publicados, mas todos apontam para a carência de provas para a acusação e a condenação de tantos PMs.
Perguntamos: 
- O que a imprensa está fazendo? 
- Por que a imprensa não entrevista os advogados ou os familiares dos PMS?
- O que os órgãos de direitos humanos estão fazendo a respeito?
- O que está sendo feito, por exemplo, pelas Comissões de Direitos Humanos da OAB, da ALERJ e da Anistia Internacional?
- O que o Ministério Público está fazendo?
- O que a Secretaria de Segurança está fazendo?
- O que o Comando da PMERJ está fazendo?
- O que os clubes e as associações de Oficiais e de Praças da PMERJ estão fazendo?

Juntos Somos Fortes!

sábado, 16 de agosto de 2014

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍLIA ACIOLI - REVELAÇÕES - 10a PARTE


Prezados leitores, hoje publicamos a décima parte das nossas análises sobre as investigações e os julgamentos que resultaram na condenação de 11 (onze) Policiais Militares no caso do cruel assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Reiteramos a necessidade de que os interessados no tema assistam os vídeos anteriores (Link).
As nossas análises estão revelando fortes indícios de que existem Policiais Militares condenados e presos, sem a existência de provas nos autos contra eles.
Assistam os vídeos e tirem as sua conclusões.



Juntos Somos Fortes!