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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O FRACASSO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES NA HORA DE TRABALHAR


Respeitando todas as opiniões contrárias, considero que o denominado Partido dos Trabalhadores se destacou quando era oposicão, mas foi um enorme fracasso quando assumiu o governo do país e teve que trabalhar.
Escândalos, eis o que mais produziu nos governos Lula e Dilma, como o Judiciário, o Ministério Público, a Polícia Federal e a imprensa demonstraram (e demonstram) com clareza solar.
Em 2019, o PT voltará para o seu lugar de oposição e nos resta torcer que fique lá até sua extinção completa.
O PT destruiu a Esquerda no Brasil.
O Brasil democrático precisa crescer e afastar-se do modelo bolivariano de ditadura e atraso.
Viva o Brasil. 

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

BOLSONARO USA CONTRA PT MESMA ARMA QUE PT USOU


Bolsonaro está certo.
Usa contra o PT a mesma arma que o PT usou em outra eleição.
Confira:


Diante dessa verdade soam patéticas as alegações do atual candidato petista.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

ALGUNS MOTIVOS PORQUE O PT PERDEU A ELEIÇÃO

Compartilho:


#17confirma

sábado, 13 de outubro de 2018

O POSTE DO DATAFOLHA


Compartilhando: 
O Antagonista
O Poste do Datafolha
Os números mostram claramente que a classe média – velha ou nova – desconfia do poste. Entre eleitores com renda entre 5 e 10 salários mínimos, Jair Bolsonaro demole Fernando Haddad por 62% a 28%.
Ao mesmo tempo, não há nada nesses dados que indiquem que a nova classe média é grata a Lula. Grata pelo quê? Grata por Dilma Rousseff? Grata por ter saqueado a Petrobras?

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

PALAVRAS DE UM ESQUERDISTA LÚCIDO E COERENTE


Compatilhando:

PALAVRAS DE UM ESQUERDISTA LÚCIDO E COERENTE 👇🏻

Gustavo Bertoche
De onde surgiu o Bolsonaro? 

Desculpem os amigos, mas não é de um "machismo", de uma "homofobia" ou de um "racismo" do brasileiro. A imensa maioria dos eleitores do candidato do PSL não é machista, racista, homofóbica nem defende a tortura. A maioria deles nem mesmo é bolsonarista. 

O Bolsonaro surgiu daqui mesmo, do campo das esquerdas. Surgiu da nossa incapacidade de fazer a necessária autocrítica. Surgiu da recusa em conversar com o outro lado. Surgiu da insistência na ação estratégica em detrimento da ação comunicativa, o que nos levou a demonizar, sem tentar compreender, os que pensam e sentem de modo diferente. 

É, inclusive, o que estamos fazendo agora. O meu Facebook e o meu WhatsApp estão cheios de ataques aos "fascistas", àqueles que têm "mãos cheias de sangue", que são "machistas", "homofóbicos", "racistas". Só que o eleitor médio do Bolsonaro não é nada disso nem se identifica com essas pechas. As mulheres votaram mais no Bolsonaro do que no Haddad. Os negros votaram mais no Bolsonaro do que no Haddad. Uma quantidade enorme de gays votou no Bolsonaro. 

Amigos, estamos errando o alvo. O problema não é o eleitor do Bolsonaro. Somos nós, do grande campo das esquerdas.

O eleitor não votou no Bolsonaro PORQUE ele disse coisas detestáveis. Ele votou no Bolsonaro APESAR disso.

O voto no Bolsonaro, não nos iludamos, não foi o voto na direita: foi o voto anti-esquerda, foi o voto anti-sistema, foi o voto anti-corrupção. Na cabeça de muita gente (aqui e nos EUA, nas últimas eleições), o sistema, a corrupção e a esquerda estão ligados. O voto deles aqui foi o mesmo voto que elegeu o Trump lá. E os pecados da esquerda de lá são os pecados da esquerda daqui.

O Bolsonaro teve os votos que teve porque nós evitamos, a todo custo, olhar para os nossos erros e mudar a forma de fazer política. Ficamos presos a nomes intocáveis, mesmo quando demonstraram sua falibilidade. Adotamos o método mais podre de conquistar maioria no congresso e nas assembleias legislativas, por termos preferido o poder à virtude. Corrompemos a mídia com anúncios de empresas estatais até o ponto em que elas passaram a depender do Estado. E expulsamos, ou levamos ao ostracismo, todas as vozes críticas dentro da esquerda.

O que fizemos com o Cristóvão Buarque? 
O que fizemos com o Gabeira?
O que fizemos com a Marina?
O que fizemos com o Hélio Bicudo?
O que fizemos com tantos outros menores do que eles?

Os que não concordavam com a nossa vaca sagrada, os que criticavam os métodos das cúpulas partidárias, foram calados ou tiveram que abandonar a esquerda para continuar tendo voz.

Enquanto isso, enganávamo-nos com os sucessos eleitorais, e nos tornamos um movimento da elite política. Perdemos a capacidade de nos comunicar com o povo, com as classes médias, com o cidadão que trabalha 10h por dia, e passamos a nos iludir com a crença na ideia de que toda mobilização popular deve ser estruturada de cima para baixo.

A própria decisão de lançar o Lula e o Haddad como candidatos mostra que não aprendemos nada com nossos erros - ou, o que é pior, que nem percebemos que estamos errando, e colocamos a culpa nos outros. Onde estão as convenções partidárias lindas dos anos 80? Onde estão as correntes e tendências lançando contra-pré-candidatos? Onde estão os debates internos? Quando foi que o partido passou a ter um dono? 

Em suma: as esquerdas envelheceram, enriqueceram e se esqueceram de suas origens. 

O que nos restou foi a criação de slogans que repetimos e repetimos até que passamos a acreditar neles. Só que esses slogans não pegam no povo, porque não correspondem ao que o povo vivencia. Não adianta chamar o eleitor do Bolsonaro de racista, quando esse eleitor é negro e decidiu que não vota nunca mais no PT. Não adianta falar que mulher não vota no Bolsonaro para a mulher que decidiu não votar no PT de jeito nenhum.

Não, amigos, o Brasil não tem 47% de machistas, homofóbicos e racistas. Nós chamarmos os eleitores do Bolsonaro disso tudo não vai resolver nada, porque o xingamento não vai pegar. O eleitor médio do cara não é nada disso. Ele só não quer mais que o país seja governado por um partido que tem um dono.

E não, não está havendo uma disputa entre barbárie e civilização. O bárbaro não disputa eleições. (Ah, o Hitler disputou etc. Você já leu o Mein Kampf? Eu já. Está tudo lá, já em 1925. Desculpe, amigo, mas piadas e frases imbecis NÃO SÃO o Mein Kampf. Onde está a sua capacidade hermenêutica?). 

Está havendo uma onda Bolsonaro, mas poderia ser uma onda de qualquer outro candidato anti-PT. Eu suspeito que o Bolsonaro só surfa nessa onda sozinho porque é o mais antipetista de todos.

E a culpa dessa onda ter surgido é nossa, exclusivamente nossa. Não somente é nossa, como continuará sendo até que consigamos fazer uma verdadeira autocrítica e trazer de volta para nosso campo (e para os nossos partidos) uma prática verdadeiramente democrática, que é algo que perdemos há mais de vinte anos. Falamos tanto na defesa da democracia, mas não praticamos a democracia em nossa própria casa. Será que nós esquecemos o seu significado e transformamos também a democracia em um mero slogan político, em que o que é nosso é automaticamente democrático e o que é do outro é automaticamente fascista?


É hora de utilizar menos as vísceras e mais o cérebro, amigos. E slogans falam à bile, não à razão.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O NORDESTE ESTÁ DEIXANDO DE SER "PT,


A grande notícia que as urnas trouxeram ontem foi a confirmação de que o Nordeste está deixando de votar no "PT", como o restante do Brasil já fez.
Basta uma análise matemática dos votos para presidente no primeiro turno nas últimas eleições para constatar que o PT consegue cada vez menos votos.
A mudança está partindo das Capitais parao Interior dos estados nordestinos.
Vamos torcer para que no segundo turno o Nordeste demonstre maior consonância com o pensamento da população brasileira como um todo.

https://www.oantagonista.com/brasil/o-nordeste-bolsonarista/?utm_source=email&utm_medium=news&utm_campaign=NEWS-OA-2018-10-08-MANHA&utm_content=link-6&oa_umh=e48716a39c0954d4181399b0b727e928&oa_news=related

sábado, 6 de outubro de 2018

A "HUMANISTA" ESQUERDA DESPREZA A VIDA DE BOLSONARO - CLAUDIA WILD

Compartilhando:


A “humanista” esquerda despreza a vida de Bolsonaro
5 DE OUTUBRO DE 2018
Claudia Wild
por Claudia Wild

O atentado sofrido por Jair Bolsonaro expôs, de forma inequívoca, as entranhas pútridas da covardia e da falácia sobre uma suposta “superioridade moral” da esquerda.

O ato criminoso foi praticado por um militante marxista. Foi comemorado por 11 em cada 10 marxistas e, como não bastasse, a barbárie virou chacota, sendo tratada com o mais absoluto desprezo pela militância e pelos seus expoentes, que, hipocritamente, dizem lutar por um “ mundo melhor e com mais amor”.

Isso é tudo que você precisa saber sobre o pseudo-humanismo marxista e o péssimo caráter dos que seguem esta abjeta ideologia.

Por proibições médicas Jair Bolsonaro não pode comparecer ao Debate. A candidata Marina Silva debochou da condição em seu Twitter pessoal
A essência marxista não se importa, minimamente, com a dor humana. Ela somente usa suas agruras como moeda de troca para seus conhecidos estelionatos. É, exatamente, por esse motivo que os seguidores da ideologia amam o sofrimento alheio, a miséria, a fome. Por essa razão, multiplicam pobres, empilham cadáveres e fazem parcerias com todos os tipos de degenerados, com a mesma naturalidade de quem toma um gole de água. Seus operadores necessitam do sofrimento humano, seja ele qual for, como matéria prima para suas edificações mefistofélicas.

A ideologia genocida – apesar de pregar cínica e falsamente o respeito ao próximo – não enxerga o menor traço de humanidade em seus desafetos e adversários políticos. Eles são inimigos. Em assim sendo, precisam ser – literalmente – eliminados.

A esquerda almeja a completa destruição de valores civilizatórios. Nela, a maldade é milimetricamente calculada. O bestial torna-se uma referência intrínseca. Ela é o que de mais próximo existe do conceito da anticivilização e da banalização da existência humana. Enfim, o objetivo será sempre desumanizar o homem para colher os frutos do embuste que pregam.

Daí a desumanidade com que os adversários políticos de Jair Bolsonaro trataram a barbárie que quase custou sua vontade vida.