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sábado, 18 de agosto de 2018

O QUINTO PODER - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA



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O QUINTO PODER

Maria Lucia Victor Barbosa
18/08/2018

Em 1914, aparece referência ao quarto poder na obra La République des Camarades, de Robert de Jouvenel, no sentido de demonstrar a importância do jornal para políticos. Segundo o autor:
“No Palais-Bourbon, os políticos mais em evidência de vez em quando se detêm algum tempo na sala de espera para distribuir apertos de mão aos informantes parlamentares e para lhes explicar suas atividades. E quando um parlamentar conhecido se abstém durante muito tempo de frequentar essa pequena bolsa de confidências e difamações, sua pessoa pode ser vista a perambular tristemente de grupo em grupo, à cata de jornalista que se disponha a vir solicitar confidências destinadas ao grande público.
Virá depois o rádio, com seu enorme poder de ampliar a voz. Como explicou Mac Luhan, “o rádio simplesmente permitiu a primeira experiência de massa da explosão eletrônica”. Não somente foi usado por líderes políticos, como permitiu o entretenimento, especialmente novelas, venda de produtos e, até fake news, como a transmissão nacional, em 1938, da adaptação da Guerra dos Mundos, de H. G, Wells, por Orson Welles. Os americanos entraram em pânico pensando que os marcianos tinham invadido o mundo.
Na década de 50 surge a televisão. Então, a palavra se fez imagem e habitou entre nós. Esse meio de comunicação contribuiu de forma marcante para influenciar costumes, atitudes, valores, assim como ampliou o espaço público para o poder dos políticos.
Além de fonte de lazer de entretenimento, a TV tornou-se o palanque eletrônico, termo que criei em um dos meus livros, O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – a ética da malandragem. Serviu, pois, como palco para campanhas políticas, propagandas governamentais, promoção ou destruição de personalidade políticas. Como afirmou Roger-Gérard Schwartzenberg, na sua obra O Estado Espetáculo, “Associada ao rádio, atualmente a televisão se transformou no principal esteio da mediapolítica e do star system na vida pública”. Acrescento que a mídia se tornou o quarto poder ampliado.
Mas eis que outro poder se alevanta, graças a anotável invenção do computador. Então, os meios digitais se transformam nos palanques digitais da esfera política. Chega a Internet inaugurando o quinto poder com suas mídias interativas: WhatsApp, Twitter, Instagram... Nesse meio não apenas se recebe a informação, mas se repassa informação, discute, opina, polemiza, ama ou odeia, destrói ou constrói, como é próprio da humanidade. Uma interação muito acima do quarto poder.  Nesse espaço livre não é preciso o conhecimento físico, pois o contato se faz de mentes para outras mentes e tudo se processa numa velocidade espantosa e instantânea através da Rede.
Se no início a Internet era pouco accessível, hoje grande população mundial pode navegar no mundo virtual. E quando alguém encontra um tema ou assunto que representa uma aspiração, uma ideia, algo que toque as emoções e as necessidades comuns, pode mobilizar multidões.
Um tema motivador/mobilizador pode trazer à tona outros temas mobilizadores. Por exemplo, em, 2013, a manifestação contra o aumento de vinte centavos no preço dos ônibus, encabeçado pelo grupo passe livre, culminou em um grande movimento popular baseado em insatisfações difusas, que acabaram focando no Fora Dilma, Fora Lula, fora PT. Milhões foram às ruas em todo Brasil, convocados por redes sociais e o resultado foi o impeachment de Dilma Rousseff.
Nesta eleição poderemos observar se o quinto poder se imporá ao quarto poder. Isto porquê, de um lado temos o candidato Jair Bolsonaro, filiado a um pequeno partido, sem recursos financeiros, com míseros segundos de televisão, mas apoiado pelas redes sociais a ponto de ser chamado de fenômeno.
De outro, um candidato como Geraldo Alckmin, pertencente a um grande e tradicional partido, apoiado por um grupo de partidos, com o maior tempo de televisão e de recursos financeiros partidários. Alckmin já profetizou que o segundo turno será disputado entre ele e o candidato do PT. Uma união que pode parecer de inimigos, mas que sempre teve o profundo amor do PSDB  o qual pode ser ilustrado pela devoção de Fernando Henrique Cardoso a Lula. Quem sabe até, se Alckmin vencer, seu primeiro ato será conceder indulto ao presidiário.
Em todo caso, não só o PT e o PSDB, mas todos os candidatos já se uniram para destruir Bolsonaro, o chamado mito, usando para isso especialmente o palanque eletrônico. Será o embate tradicional da velha e carcomida política contra uma espécie de novidade política e meios ainda mais modernos de comunicação. Resta aguardar para poder avaliar quando as urnas forem abertas qual é a força do palanque digital.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

A SOCIEDADE, A ESTATÍSTICA E A FARDA - JUÍZA MIRIAM CASTRO


A sociedade, a estatística e a farda

Por Miriam Castro, juíza de Direito do TJ-RJ, e Fabio Costa Pereira, procurador de Justiça do MP-RS

Viver no Rio de Janeiro e continuar vivo é questão de sorte e fé em Deus. As estatísticas, os criminosos e os políticos corruptos que quebraram o Estado estão contra os cariocas. Demonstram as estatísticas que, no Rio de Janeiro, estamos em guerra, apesar de não declarada.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), órgão da ONU, a taxa média mundial de homicídios é de 6,4 por 100 mil habitantes.

No Brasil a taxa de homicídios é exponencialmente maior do que a média mundial, de 34 por 100 mil habitantes, o que nos “catapulta” para o primeiro lugar em números absolutos de homicídios em todo o mundo.

Aqui no Rio de Janeiro, por incrível que pareça, a média de homicídios extrapola a média nacional. O índice é homicídios é de 40 por 100 mil habitantes.(*)

Não fazer uma análise comparativa dessas informações é, com certeza, negar a realidade: somos um país com altos índices de criminalidade e altíssimos índices de impunidade. Nossa taxa de elucidação de crimes, onde envolvidas mortes violentas – homicídios dolosos, latrocínios e lesão corporal seguida de morte-, é pífia, apenas de 8% (se tanto).

Agora, se você for policial militar no Rio de Janeiro (que Deus te proteja), aí que a situação fica absurda mesmo. Policiais militares, no iluminado Estado do Rio de Janeiro, estatisticamente falando, correm um risco 6 vezes maior do que a população em geral de morrer de forma violenta, a razão de 249 PMs por 100 mil habitantes.(*)

É isso mesmo que você leu… não se trata, infelizmente, de um erro de grafia. Ser PM no Rio de Janeiro é apenas para os fortes, heróis ou “insanos”.

A absurdidade expressa nos números apresenta inegáveis correlações, que passam pelo baixíssimo investimento do Estado no aparelhamento da polícia, baixos salários, sempre atrasados, e na falta de treinamento continuado. Isso sem falar, é claro, nos discursos ideológicos contra a instituição policial e na falta de alteridade com os policiais militares.

Por esse motivo, a ideia de direitos humanos universais que abranjam os humanos de farda, no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil, é um distante e inatingível “sonho em uma noite de verão”.

Nenhuma associação ou organização de defesa de direitos humanos tem os policiais como destinatários de suas preocupações e ações. Parece que a vida dos policiais não importa tanto quanto a de qualquer outro habitante do Rio de Janeiro.

O negacionismo no que tange à defesa de direitos fundamentais dos policiais, direito à vida, à integridade física e psíquica é fato.

O silêncio, tão eloquente quanto emblemático sobre essa questão, diga-se de passagem, é a forma mais contundente de negação dos humanos direitos aos humanos de farda.

Argumento largamente difundido por ativistas dos direitos humanos é de que eles atuam em prol de grupos vulneráveis.

A vulnerabilidade deste grupo humano – os policiais, expressa nas taxas acima, justificaria, a priori, que a mesma paixão pulsante na defesa de outros grupos vulneráveis norteasse a intransigente defesa e respeito aos direitos humanos dos policiais.

Vítimas da violência urbana, tanto ou até mais vulneráveis do que os demais cidadãos do Rio de Janeiro, os policiais militares têm de ser vistos como os humanos que são.

A sociedade, aos policiais, deve dispensar o mesmo respeito e cuidado na proteção dos direitos fundamentais para que eles possam, como é o desejo de todos nós, VIVER em paz na Cidade Maravilhosa.

(*) Dados extraídos da palestra ministrada na Emerj pelo Cel. Cajueiro da Diretoria de Assistência Social da PMERJ

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

PROPINA - GRUPO DE SÉRGIO CABRAL ERA INSACIÁVEL



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Grupo de Sérgio Cabral recebeu R$ 6 milhões em propina pela venda da folha de pagamento do RJ, diz delator

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domingo, 12 de agosto de 2018

BRASIL - A REVOLTA POPULAR



Eu não sei como se processará.
Não sei quando ocorrerá.
Logo não sei se estarei vivo para participar.
Não sei se existirá alguma liderança ou se a população afetada agirá por conta própria.
Apesar de nada saber a respeito, como deixei claro, acredito que a eclosão de uma revolta iniciada pela parte da população composta pelas pessoas de bem, as que não levam e não querem levar vantagem pecuniária ilícita ou imoral, um dia ocorrerá para por fim a tudo que está errado no Brasil.

sábado, 11 de agosto de 2018

BRASIL - QUAL SERÁ O LIMITE PARA AS PESSOAS DE BEM?



Ouço quase que diariamente que alguém está deixando o país com sua família, sendo Portugal o destino mais citado, ultimamente.
As justificativas para tal ação extrema passam pelas péssimas condições de vida vivenciadas (falta dos serviços públicos essenciais, apesar da carga tributária elevada, por exemplo) e pela cleptocracia que se instalou.
É fato que o Brasil se tornou um lugar ruim para se viver, portanto, ninguém pode condenar os que optam por sair.
Apesar dessa verdade, vale lembrar que para uma parcela da população, a formada pelas "pessoas que não são de bem", o Brasil é maravilhoso. Elas nem pensam em deixar o país, o que só fazem para viagens de entretenimento, onde gastam o dinheiro ilícito que acumularam.
Temos outra parcela da população formada por "pessoas de bem" que não podem ou não querem deixar o país.
Tal parcela é a que me causa espanto.
Qual será o limite dessas pessoas diante das péssimas condições de vida e da cleptocracia impostas pelos governos?
Elas reagirão em algum momento?
A História comprova que povos oprimidos sempre reagiram, mais cedo ou mais tarde, provavelmente considerando o limite para suportar as mazelas impostas, quem sabe isso não se repete no Brasil, o mais rápido possível.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

DEBATE DA BAND - CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA - EU NÃO AGUENTEI...



Eu escrevo há anos que o Brasil caminha para a irreversibilidade do quadro degenerativo que se instalou entre nós.
Insisto que não vislumbro solução para  qualquer um dos problemas nem a longuíssimo prazo.
Eles e elas mataram até a esperança.
Apesar dessas opiniões, ontem, resolvi assistir ao debate entre candidatos à presidência da república promovido pela BAND.
Confesso que tive toda boa vontade e que fiz um esforço muito grande para ouvir as perguntas e as respostas.
Fraquejei...
Isso em razão tanto das perguntas, quanto das respostas.
Não suportei além do início do denominado terceiro bloco.
Hoje sinto que foi reforçado em mim o conceito de que o quadro brasileiro é irreversível.
Gerações e gerações passarão até que algo possa melhorar, sendo mais provável o agravamento a curto prazo com a instalação do caos completo.
Será o tempo do "salve-se quem puder!"
Preparassem aqueles que puderem se preparar.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

BRASIL - AS "BARATAS" E A CONVIVÊNCIA COM A REGRA "QUERER LEVAR VANTAGEM EM TUDO"



Eu escrevi ao longo desses mais de dez anos como blogueiro centenas de artigos dando conta que o Brasil é um país que caminha a cada dia para se tornar irrecuperável nos aspectos ético e moral.
Penso que estamos muito próximos desse estado de irreversibilidade e que a esperança de inversão do processo seja hoje uma linha cada vez mais tênue.
Neste breve artigo irei focar apenas na maldita regra de "QUERER LEVAR VANTAGEM EM TUDO" que se enraizou tal qual uma erva daninha no seio da população, sendo certo que existem outras causas para o grave momento que vivenciamos.
Tudo pelo dinheiro, pensam tanto bilionários, quanto paupérrimos.
A capilaridade desse mal é tão disseminada que leva alguns ao absurdo de imaginar que pode estar na carga genética da nossa população, uma herança da formação do nosso povo, sendo transferida de geração para geração, o que é impossível.
O que é transmitido é feito através do aprendizado, esse sim passado de pais para filhos, geração após geração.
Neste quadro, temos o hábito de identificar os políticos como os maiores praticantes da regra, inclusive no tocante à transmissão do ensinamento macabro. Todavia, os que gostam de LEVAR VANTAGEM EM TUDO estão espalhados por todos os cantos, são como "baratas".
Entre tantos, alguns são políticos que desviam bilhões e provocam a morte de milhões de brasileiros pela falta de segurança e de saúde públicas; mas também são aqueles que promovem pequenos golpes, como comprar mercadorias e não pagar, prejudicando o pequeno comerciante; que falsificam bebidas, atentando contra a saúde pública; que desviam remédios; que pegam empréstimos e não os honram, gerando transtornos para quem teve a boa fé de ajudar, via de regra, conhecidos e amigos.
Os grandes praticantes quando ameaçados tentar fugir do país, os menores mudam de estado, município ou bairro.
Tentam se esconder como as "baratas" quando acendemos a luz.
O espectro dos praticantes é muito amplo e parece crescer continuamente, nem as operações do Ministério Público e da Polícia Federal conseguem impedir o avanço.
Eles e elas estão por toda parte querendo se DAR BEM A QUALQUER CUSTO.
Eles e elas estão nos palácios, mas também ao nosso lado.
Conviver com esse tipo de gente está ficando cada vez mais difícil.
Uma situação que se agrava diante da morosidade do nosso judiciário, poder a quem o lado do bem da população tem que recorrer para cobrar o que é devido, isso para não regredir em termos de civilidade.
Torço para que não cheguemos a esse ponto, ou seja, termos que voltar à barbárie e seus métodos para exterminar essas "baratas".

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

A VIDA DO POLICIAL IMPORTA SIM




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"Meu nome é Juliane, sou soldado da polícia militar. Eu sei porque eu estou aqui neste porta-malas escuro e frio, porque sou uma policial. Aguardo a cada segundo que meus parceiros me encontrem e avisem a minha família. Já se passaram cinco dias desde a minha morte, os tiros que me atingiram já não me causam dor. Sinto que estou em paz, mas minha mãe precisa saber de mim. Daqui tento imaginar o rosto da minha sobrinha que nasceu no sábado e eu não pude vê-la. Eu prometi ser uma tia e tanto para ela. Também prometi para a minha mãe que seria uma ótima filha e que daria muito orgulho para a família e com o pouco dinheiro que recebo na polícia militar eu iria ajudar a pagar a conta de luz e de água, e quem sabe fazer um churrasco com a família nos finais de semana. Aqui neste lugar apertado, também penso em como sonhei entrar na polícia. Eu jurei a bandeira para combater a violência, mas hoje sou uma vítima dela. Daqui de dentro não consigo mais ter sonhos...sinto uma angústia muito grande. Me pergunto: e os meus sonhos? E a minha família? A minha vontade de viver? Porque me mataram? Eu sou mais uma entre tantos parceiros que se foram nessa guerra sem fim. O que mais dói é saber que minha morte e minha família não terão o amparo que costumamos ver em alguns casos. Minha mãe não saberá o que é o direito humano. Minha sobrinha só vai ouvir falar de mim. Será que essas pessoas de terno e gravata que dizem cuidar do País conseguem me enxergar aqui dentro desse porta-malas? Só peço que cuidem de quem ficou. Minha vida acabou por aqui, mas torço que meus parceiros não tenham o mesmo destino infeliz. Eu sei quem fez isso comigo. Eles estão tranquilos, sabem que minha morte vai sair de graça perante a Lei fraca do nosso País, e mais do que isso, serão novamente considerados “vítimas da sociedade”. E eu sou o que então? Calma...ouço um barulho! Finalmente me encontraram! Minha mãe vai se despedir de mim, enquanto eu me despeço da farda. 

A VIDA DO POLICIAL IMPORTA SIM! NÃO VAMOS DESISTIR DA LUTA! HERÓIS, VOCÊS NÃO ESTÃO SOZINHOS!

TEXTO ESCRITO PELA JORNALISTA: 
LILLIANY NASCIMENTO 07/08/2018!"

terça-feira, 7 de agosto de 2018

FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA VOTAR EM 2018

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50 ANOS PARA RECUPERAR AS UNIVERSIDADES



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Vale a pena ler esta entrevista com o Prof. Wilson Ferreira Cunha (PUC-GO). Ele viveu vários anos na antiga União Soviética. Viu de perto como funciona uma ditadura socialista. Porém, o que mais impressiona são seus comentários sobre o estrago gigantesco que o ensino brasileiro sofre por conta do aparelhamento ideológico das escolas e universidades. As conseqüências são devastadoras e serão sentidas por décadas. Uma geração inteira de jovens foi emburrecida, narcotizada e idiotizada a serviço de um projeto totalitário de poder.
Chamo atenção para as seguintes passagens da entrevista: "Institucionalizou-se um patrulhamento inimaginável na Educação brasileira, talvez pior do que o que vivi na ditadura socialista de Brejnev, que foi um dos últimos ditadores soviéticos. Há uma militância que se diz a favor dos pobres e oprimidos, dos não acolhidos, e isso reflete no ensino, tanto fundamental quanto médio e principalmente no terceiro grau. Há uma baixaria enorme na área educacional que a gente não pensaria ser possível numa democracia republicana" (...) "É preciso tirar isso, o que será muito difícil, porque é um sistema orgânico inserido na Educação brasileira, que vai levar uns 50 anos. Crianças que nasceram em 2002, atravessaram os 13 anos de petismo no poder, e aqueles que tinham 15 anos, quer dizer, a geração que tem menos de 35 anos não tem outra imagem do Brasil a não ser a dos governos petistas. Com isso, houve um prejuízo enorme na consciência, na formação do estudante, do cidadão brasileiro" (...) "Por exemplo, criou-se o pensamento de que trabalho em grupo é que movimenta o ensino no País. Ora, trabalho em grupo justifica a imagem de que na universidade tudo se copia e nada se cria e isso se institucionalizou. Na verdade, um aluno faz o trabalho e os outros integrantes do grupo assinam. Então, isso precisa ser extirpado do ensino brasileiro. Outro dano é a 'postura crítica', entre aspas, que se sobrepõe à absorção do conhecimento. A crítica é só para aquele que pensa o contrário, não é a crítica que constrói o conhecimento. Outro ponto é a frouxidão e a permissividade em vez da disciplina e da cobrança do aluno. Quer dizer, o aluno é um frequentador de aulas, sem nenhum compromisso, nenhuma responsabilidade. Veja que isso não existia nem na ditadura, época em que pelo menos os alunos procuravam adquirir conhecimento. Hoje, temos o analfabeto virtual dentro da universidade, que não sabe escrever nem falar direito. Outros absurdos (Wilson consulta um texto que trouxe): a prioridade das atividades chamadas sociais; os trabalhos fora do estudo persistente, que é ajudar a incluir. Essa lengalenga de ajudar a 'justiça social', entre aspas, se tornou quase um padrão de direcionamento da política educacional brasileira" (...) "Na educação, deve durar cinco décadas, porque são novas gerações que terão de vir para limpar isso. Esse entulho autoritário pseudomarxista-socialista-comunista tornou de esquerda a esmagadora maioria dos professores de História. Os livros e até as questões do Enade são tendenciosas" (...) "Isso é uma estratégia política de permanência no poder a qualquer custo. A corrupção do PT veio para manter esse tipo de orientação ideológica" (...) "Observo que os não petistas hoje são perseguidos. Há uma patrulha enorme sobre as pessoas que contestam esse sistema de interesse político esquerdista, e são poucos historiadores e antropólogos que discutem isso abertamente. Quando fazem isso são imediatamente destroçados, alijados do processo".

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

UM BREVE DESABAFO SOBRE A REDE GLOBO - ELIANA BRAGA



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"BREVE DESABAFO - Por Eliana Braga

"Trabalhei longos anos na TV GLOBO, em várias cidades e estados.
Na verdade quase 10, período este que se estendeu de 1975 a 1983. 
Era uma emissora decente em plena época do regime militar. 
Conheci Herzog na época da faculdade, Miriam Leitão e outros . Conheci bem Dr Roberto Marinho também. Homem educado, sensato e PATRIOTA. Acompanhei tudo bem de perto. Sei exatamente o que foi e como foi o desenrolar desta história.
Não tenho culpa se o plano de alguns de implantar o comunismo na época e Comunizar a NAÇÃO, não deu certo!
Saí quando a emissora começou a receber influência e grana de patrocinadores da esquerda global e  avermelhar-se. 
Não compactuei, sai fora e não me arrependo. Foi uma das melhores decisões que tomei na vida, pois acompanhava de longa data  os efeitos maléficos do comunismo pelo mundo afora.
Como jornalista independente segui meu rumo e conhecendo na pele a verdade dos fatos, hoje do alto dos meus 62 anos posso opinar à vontade e com conhecimento de causa .
Eu vi, eu vivi a época toda.
Sei bem o legado que deixaram bem como o que queriam e a mando de quem.
Vão continuar tentando, tentando, tentando como vêm fazendo nos últimos 40 anos, ou seja, desde o final do REGIME MILITAR.
Querem o Brasil como Pátria Grande VERMELHA, mas como no passado não deu, desta feita, e eles já perceberam isso,  também não será diferente e novamente ficarão apenas tentando!
Muito me compraz ver o declínio e a decadência da Vênus Platinada na noite desta sexta feira, 03 de agosto de 2018, diante do MUNDO.
Deleito-me ao ver a VERDADE sendo enscancarada sem meias palavras.
O candidato Jair Bolsonaro disse à bancada é a quem o ouvia, o que milhões de brasileiros tinham atravessado na goela há ANOS.
Como não se poderia esperar algo diferente, foi terrível, vergonhoso, assistir a enorme falta de respeito da emissora para com a Memória Póstuma de seu Patriarca e fundador.
Desdizer o legado deixado foi simplesmente ultrajante, mesquinho e pobre."

(Eliana Braga)"