BLOG DO CORONEL PAÚL

JORNALISMO INVESTIGATIVO E INDEPENDENTE.

LIVROS ESGOTADOS

Prezado leitor, caso esteja interessado em obter informações sobre os próximos livros a serem publicados pelo Coronel Paúl, basta encaminhar e-mail para pauloricardopaul@gmail.com e forneceremos informações.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

VÍDEO - "RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 011 - 26 JUL 17 - O DISCURSO ERRADO DO EXTERMÍNIO NAS COMUNIDADES

Prezados leitores, a "esquerda" repete um discurso que existe um extermínio de jovens, pobres, negros ou pardos, nas comunidades carentes do estado do Rio de Janeiro, o que não é verdade, como explico no vídeo.


   


Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 25 de julho de 2017

BLOG DO CORONEL PM PAÚL - 10 ANOS DE LUTA

AME - 2008

O meu primeiro blog foi criado em 2007.
Nunca tive a intenção de ter um espaço na internet, mas tive que fazê-lo pela dificuldade de publicarmos artigos no blog dos Coronéis Barbonos, criado pelo grupo para interagir com a população e com a tropa, em virtude da necessidade de aprovação de todos do grupo para que cada artigo fosse publicado.
Os Coronéis Barbonos estavam no serviço ativo e ocupavam funções de extrema relevância na instituição, isso em diferentes quartéis, o que constituía um obstáculo para a realização das reuniões que ocorriam no Quartel General da Polícia Militar, o Quartel dos Barbonos.
O blog nasceu para suprir tal dificuldade.
Dez anos se passaram.
Milhares de artigos.
Centenas de vídeos.
Variados temas abordados, sendo que a segurança pública e a Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro tem sido os temas principais.
O blog tem sido palco de uma luta desigual contra o poder.
Uma luta que se espalhou nas redes sociais e foi para as ruas, onde participei de centenas de atos públicos.
Represálias eram esperadas, menos as ilegais.
A exoneração, a perda de gratificação e a colocação na denominada letra (lotado na então Diretoria Geral de Pessoal, sem função) eram previsíveis, mas a aposentadoria precoce, as duas prisões, o encarceramento em Bangu 1 e a tentativa de demissão foram claramente ilegais e os responsáveis continuam impunes.
As ilegalidades também foram atos de covardia extrema, vale destacar.
Uma década dedicada a essa luta que só me trouxe prejuízos e que se mostrou infrutífera pela falta de continuidade dos que ombrearam conosco e que ficaram pelo caminho, indo cuidar de suas vidas, atitude que não pode ser condenada. 
Alguns Oficiais e Praças continuam lutando na internet e nas ruas, mas o sentido de luta unificada se perdeu.
Hoje eu ainda não tenho intenção de abandonar a luta e de cuidar da minha vida, porém tenho certeza que esse dia chegará, mais cedo ou mais tarde.

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VÍDEO - BRASILEIRÃO 2013 - ESTÃO NOS TRATANDO COMO IDIOTAS...

Prezados leitores, comento os fatos insólitos que cercaram a última rodada do Brasileirão 2013 e as versões que querem que nós torcedores acreditemos.
Querem nos fazer de idiotas!





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PRISÃO PERPÉTUA - O EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL PODE CONVIVER CONOSCO?

ex-secretário de segurança Beltrame e ex-governador Sérgio Cabral


Prezados leitores, no Brasil não temos a previsão da pena de prisão perpétua, alteração que tenho defendido.
A pena seria aplicada em crimes específicos (assassinato de policiais e desvio de dinheiro público, citando exemplos) e quando ficasse evidenciado que o condenado não reúne condições de viver em sociedade, existindo um risco contínuo de reincidir nas práticas criminosa, caso seja colocado em liberdade.
Óbvio que o condenado a tal pena teria que trabalhar no cárcere para pagar as despesas do seu encarceramento, tendo em vista que nada justifica que a população as pague.
Prisão perpétua já!
Segundo o que tem sido noticiado, caso tudo seja confirmado ao longo dos julgamentos, o ex-governador Sérgio Cabral deveria ser condenado a prisão perpétua, sendo afastado definitivamente do convívio social.

"Jornal Extra
25/07/17 06:00 Atualizado em 25/07/17 06:55 
Traficante Marcinho VP conta em livro que Cabral pediu ajuda durante campanha 
Bruno Alfano 
O traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, revela em livro que ajudou o ex-governador Sérgio Cabral na campanha de 1996 — quando o então deputado presidente da Assembleia Legislativa do Rio disputou o cargo de prefeito e perdeu. No texto, um manuscrito a que o EXTRA teve acesso com exclusividade, o traficante conta que a equipe de Cabral pediu o apoio dele no Complexo do Alemão e que o ex-governador esteve com ele durante uma hora num camarote na favela durante um show do Molejo. 
Na época do encontro, Marcinho já chefiava o tráfico local. Cerca de um mês depois, ele foi preso em Porto Alegre. Marcinho VP foi condenado a 44 anos de prisão — 10 por tráfico e outros 34 por mandar matar duas pessoas, crime que ele nega (Leiam mais)". 

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"RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 011 - 25 JUL 2017 - O MOTIVO DA FALTA DE POLICIAIS

Prezados leitores, comento a afronta ao interesse público caracterizado pela cessão de policiais a outros órgãos e que estão fazendo muita falta nas instituições policiais.





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segunda-feira, 24 de julho de 2017

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - AMANHÃ - NOVIDADES



Prezados leitores, o futebol brasileiro está repleto de estórias mal contadas, o que só serve para desvalorizar as conquistas dos nossos clubes.
Frases como "roubado é mais gostoso" devem ser abolidas.
É preciso inserir a ética e a moral no futebol, valores que parecem estar se perdendo,
Quem não conhece uma história de favorecimento de um grande clube brasileiro?
Alguns chegam a ter várias histórias.
Tais interferências externas ao esporte acabarão transformando o esporte em um mero jogo, onde as cartas marcadas fazem parte da normalidade e decidem os resultados.
Poder Judiciário, Ministério Público, clubes, dirigentes, técnicos, jogadores, arbitragens, imprensa esportiva, patrocinadores e outros envolvidos devem se unir para clarificar todas esses malfeitos, antes que o torcedor comum perceba o que está acontecendo e abandone os estádios.
Até a paixão tem limites.
O apaixonado pelo futebol pode até parecer, mas não é um idiota que acredita em qualquer mentira.
É hora dos torcedores, os principais interessados se unirem e cobrarem mudanças, antes que seja parte.
Amanhã voltaremos ao tema.

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"AQUI NO RIO DE JANEIRO SE GOVERNA COM O CRIME, NÃO CONTRA O CRIME (...)"

Prezados leitores, um novo artigo trata do caos da gestão da segurança pública no estado do Rio de Janeiro.
Enquanto tudo dá errado na área da segurança pública, o governador Pezão parece em outro mundo, inerte diante da realidade da violência sem controle e das mortes provocadas por ele, vidas abreviadas pela má gestão.




"Jornal do Brasil 
22/07 às 00h01 
“No Rio se governa com o crime, e não contra o crime”, diz especialista em segurança pública 
Professora e deputado da Comissão de Segurança da Alerj analisam quadro dramático do estado 
Felipe Gelani * 
Na manhã de sexta-feira (21), o estado do Rio de Janeiro registrou a 90ª morte de policial desde o início de 2017. Só nos primeiros dois meses do ano, os números de homicídios dolosos e de mortes em intervenções policiais foram os mais altos dos últimos cinco anos. Enquanto isso, o presidente Michel Temer afirmou em junho que quer "começar um experimento [...] para fazer operações no Rio", ao falar sobre o plano de segurança federal para o estado. "O Rio de Janeiro não precisa de experimentos. Precisa de ações efetivas", rebateu o deputado Zaqueu Teixeira (PDT), membro da Comissão de Segurança e Assuntos de Polícia da Alerj. 
"Precisamos de recursos para estimular nossos policiais e colocar seus direitos salariais em dia. Precisamos investir em tecnologia para a Polícia Civil trabalhar com mais eficácia ainda, além do estabelecimento de protocolos de segurança em incursões policiais", afirmou o deputado, que também defendeu mais investimento em infraestrutura e treinamento para agentes da segurança pública. Para ele, as declarações do presidente “apenas reafirmam o 'Fora, Temer' com urgência." 
De acordo com a professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense, Jacqueline Muniz, o "experimentalismo" citado por Temer é "precário e sem diagnóstico". Segundo ela, essa afirmação "nega 30 anos de experiências no estado". 
 "Aqui no Rio de Janeiro se governa com o crime, não contra o crime. O que tem alimentado o caixa 2 em campanhas no Rio de Janeiro historicamente tem sido o dinheiro das milícias e de segmentos criminosos", afirmou. 
"A magnitude de investimentos no Rio de Janeiro foi infinitamente maior do que qualquer outro estado brasileiro desde os Jogos Panamericanos, em 2007. Esses investimentos foram capitaneados pelos grandes eventos realizados desde então. Em dez anos, se gastou cerca de R$ 20 bilhões na perspectiva de se deixar algum legado. Se gastou muito, mas se gastou mal”, afirmou a professora. "A política de segurança no Rio vai de prioridade circunstancial a prioridade circunstancial", complementou. 
De acordo com o deputado do PDT, o problema de gestão continua, no âmbito estadual e federal. "O deputado Rodrigo Maia, como presidente da Câmara dos Deputados, tem se mostrado omisso com nosso estado. Ainda não tivemos ajuda real e efetiva para o Rio de Janeiro. O Regime de Recuperação Fiscal, que ele aprovou, até hoje não produziu nenhum efeito, além de tirar direitos dos servidores e colocar à venda as ações da Cedae." Segundo ele, o plano vai agravar a situação do estado nos próximos anos. 
Zaqueu também não poupou críticas ao governo estadual. "O governo do Rio está perdido. O plano de segurança baseado na ocupação territorial para garantir a segurança nas Olimpíadas e Copa do Mundo já não produz o mesmo resultado. As UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) já não cumprem o papel planejado", disse ele. "A segurança pública atua lentamente, feito um paquiderme, e o crime avança na imobilidade e na falta de novas formas de atuação para conter a violência e a criminalidade." 
O raciocínio de Jacqueline, que é pós-doutora em Estudos Estratégicos e de Segurança, vai na mesma linha neste ponto. "O Rio tem sido pródigo em confundir programas de policiamento com políticas de segurança. Para que o efeito do policiamento tenha êxito, você precisa de uma política que interfira na infraestrutura social e urbana e que possa maximizar o efeito da polícia. Pois todo efeito de policiamento é provisório e limitado no tempo." 
Ela citou como exemplo a atuação das UPPs. "Era previsível que elas iam chegar em uma curva de estabilização e o 'efeito UPP' ia cair. Precisávamos de outras coisas no âmbito da segurança pública, que garantissem que o efeito pudesse se sustentar a médio e longo prazo", afirmou. 
"Quase 40% dos recursos da polícia foram alocados nas UPPs, que não conseguem nem cobrir a totalidade das áreas nas quais foram implementadas. O projeto foi mal direcionado por causa de ingerências políticas com finalidades eleitoreiras. Ou seja, sabotaram o planejamento e a gestão do projeto, que tinha um efeito limitado no tempo, já que o sucesso da UPP era o próprio fim dela", ressaltou. 
Para a professora, as UPPs não podem ser classificadas como uma política de segurança pública, e sim uma política de policiamento especializada para determinadas áreas. "Elas sequer podem ser generalizadas como uma programa amplo de policiamento. Gastou-se muito dinheiro, multiplicou-se UPPs sem pernas para isso. O Rio aumentou em torno de 30% o seu efetivo, se tornando a polícia que mais cresceu no Brasil. Porém, aumentou-se a polícia e o policiamento foi reduzido. O governo fez uma mágica inacreditável. (Leiam mais)". 

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"OS IDIOTAS VÃO TOMAR CONTA DO MUNDO" - NELSON RODRIGUES

Prezados leitores, eu concordo em parte com Nelson Rodrigues, considero que pelo menos com relação ao Brasil ele está acertando.
O que estamos vivenciando no país e no Rio de Janeiro demonstra que ele tinha razão.
O país está imerso na cleptocracia e na incompetência.




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RIO - ASSASSINATO DE POLICIAIS MILITARES - A EXPLORAÇÃO DE UMA TRAGÉDIA



Prezados leitores, vivemos no estado do Rio de Janeiro uma tragédia sem precedentes no Brasil (e talvez no mundo): o assassinato em massa de policiais de serviço ou de folga.
Diante de tal realidade, nada mais odioso que o fato de tentarem explorar a dor das famílias e dos amigos com interesses políticos.
Não precisamos de discursos, aliás, estamos fartos deles, queremos ações efetivas que controlem a violência no Rio de Janeiro e que salvaguardem a vida dos nossos policiais.
Se não pode fazer isso, senhor político, cale-se!

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A TROPA ESTÁ INSATISFEITA ?



Prezados leitores, os regulamentos disciplinares são rigorosíssimos, o que faz com que os militares federais, distritais e estaduais, tanto no serviço ativo, quanto na inatividade, não exerçam o direito constitucional da liberdade de expressão.
O cerceamento tem efeito maior junto aos praças em razão de serem facilmente excluídos das instituições em razão de transgressões disciplinares, como ocorre sobretudo nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares, tendo em vista que a decisão cabe aos respectivos Comandantes Gerais.
A demissão de oficiais é bem mais difícil, pois é necessário a avaliação pelo poder judiciário.
Apesar dessa "maior garantia" raros são os oficiais que se manifestam ao longo do serviço ativo contra os desmandos dos superiores e dos governantes.
Como não devem falar para não correrem riscos, a tropa espera que os oficiais sejam a sua voz, o que via de regra não ocorre.
Os Coronéis Barbonos da PMERJ foram uma exceção, defendendo a instituição e a tropa quando estavam no serviço ativo, isso nos anos de 2007 e 2008, sofrendo graves represálias do governo Sérgio Cabral, inclusive prisões, ameaça de demissões e inatividade precoce.
Em 2011, ainda no governo Sérgio Cabral, os praças do Corpo de Bombeiros Militar foram a voz da instituição, diante de uma oficialidade calada em sua quase totalidade. As represálias foram rigorosas, inclusive com prisões e exclusões que só foram revertidas por meio de anistias.
Diante dessa realidades, a notícia publicada pelo jornal O Dia deve ser avaliada com toda cautela, considerando que as manifestações contrárias aos regulamentos podem significar uma insatisfação da tropa.

"Jornal O Dia
Comandante chama tropa à disciplina
Almirante Ferreira reage à enxurrada de manifestações de militares da Marinha contra ou a favor de Michel Temer 
23/07/2017 11:00:00
ADRIANA CRUZ
Rio - A enxurrada de manifestações de integrantes da Marinha nas redes sociais contra ou a favor do presidente Michel Temer, ou mesmo pedindo a volta do regime militar, levou o comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, a ‘puxar o freio’ da tropa. O oficial enviou mensagem aos subordinados na qual alerta que o Regime Disciplinar Militar (RDM) proíbe manifestações públicas a respeito de assuntos políticos (Leiam mais)". 

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domingo, 23 de julho de 2017

RIO - HORA DE PEDIR EXONERAÇÃO OU DE SER EXONERADO - 91 POLICIAIS MILITARES ASSASSINADOS EM 2017



Prezados leitores, eu tenho publicado aos domingos apenas um artigo, o que lista os mais lidos na semana anterior, mas ao acessar o noticiário encontrei em destaque o assassinato de mais um Policial Militar, o 91o deste ano, uma tragédia que o governo está demonstrando ser incapaz de reverter. 
É óbvio que se o gestor não conseguiu reverter esse quadro que atingiu números trágicos, é hora de trocá-lo, algo que é normal e desejável diante do caos, mas que o governador Pezão não consegue fazer, o que é inexplicável.
Não custa lembrar que apesar de todos os erros, o ex-secretário de segurança pública Beltrame só saiu quando foi do seu interesse. Se ele quisesse estaria até hoje ocupando sua cadeira no prédio histórico da Central do Brasil.
Enquanto persistir com a atual gestão, o governador Pezão está assumindo toda a responsabilidade pela violência descontrolada que está vitimando a população e os policiais fluminenses.
Um governador não pode alegar que não é especialista em segurança pública para justificar seus erros, explicação dada pela sua assessoria após erros grosseiros em uma entrevista coletiva, que repercutiu como uma piada de mau gosto.
É hora do governador Pezão assumir suas responsabilidades, pessoas estão morrendo enquanto ele permanece tranquilo, como se estivesse em um spa de luxo alheio a tudo e a todos.

"Site G1 
Policial morre após ser baleado no Vidigal e é o 91º PM assassinado no RJ 
Hudson Silva de Araújo foi atingido durante patrulhamento na Favela do Vidigal, no Leblon. Policial não resistiu aos ferimentos e morreu em hospital. 
23/07/2017 06h17 Atualizado há 2 horas 
Um policial militar morreu após ser baleado na Favela do Vidigal, no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo (23). O sargento Hudson Silva de Araújo participava de um patrulhamento quando foi atingido (Leiam mais)". 

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BLOG DO CORONEL PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 16 À 22 DE JULHO DE 2017



Prezados leitores, a seguir listo os artigos mais lidos na semana de 16 à 22 de julho de 2017 com seus respectivos links: 

1) OS POLÍTICOS ESTÃO TESTANDO A CAPACIDADE DE REAÇÃO DO POVO BRASILEIRO? 

2) RIO - VENDA DA CEDAE PASSA A SER ESPERANÇA PARA FUNCIONLISMO E MILITARES 

3) MENTIRA OU VERDADE? DELAÇÃO PODERÁ ALCANÇAR CORONÉIS DA POLÍCIA MILITAR 

4) RIO - MAIS UM POLICIAL MILITAR ASSASSINADO. NÚMERO EM 2017 CHEGA A 90 PMs ASSASSINADOS 

5) RIO - A HUMILHAÇÃO SOFRIDA PELOS SERVIDORES PÚBLICOS E MILITARES 

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sábado, 22 de julho de 2017

VIOLÊNCIA NO RIO: COMO SERÃO EMPREGADAS AS FORÇAS ARMADAS?



Prezados leitores, o governo federal anunciou o envio de militares federais (Forças Armadas) para controlar a violência no Rio de Janeiro.
Eu tenho defendido esse emprego, mas ele não pode ser mais do mesmo, como aconteceu nas outras vezes que as Forças Armadas foram empregadas.
É preciso que as Forças Armadas retomem e ocupem as comunidades carentes dominadas por grupos armados que simplesmente mandam em partes do território brasileiro.
Recuperar o controle para o Estado dessas comunidades é missão das Forças Armadas.
Caso as Forças Armadas iniciem essa missão, a Polícia Militar liberará milhares de policiais para que atuem no policiamento ostensivo, missão constitucional das Polícias Militares.

"Jornal O Dia
Forças Armadas vão patrulhar as ruas do Rio 
Ministro da Defesa disse que reforço fica até dezembro de 2018 
21/07/2017 20:33:07 - ATUALIZADA ÀS 21/07/2017 22:40:47 
Rio - O ministro da Defesa Raul Jungmann informou, na noite desta sexta-feira, que as Forças Armadas voltarão a patrulhar as ruas do Rio pela segunda vez em 2017. Agora, segundo o ministro, o efetivo do Exército, Marinha e Aeronáutica ficará até dezembro de 2018. No início de fevereiro, a pedido do governador Luiz Fernando Pezão, nove mil homens foram destacados para a função durante nove dias. 
Na ocasião, com a Garantia da Lei e Ordem (GLO), os militares patrulharam a orla da Zona Sul da cidade e vias expressas, como a Avenida Brasil e Transolímpica, além de pontos de Niterói e São Gonçalo, na Região Metropolitana. À época, a GLO foi decretada no Rio num momento em que o estado enfrentava protestos de familiares de policiais e de manifestações sobre a votação da privatização da Cedae (Leiam mais)". 

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ANISTIA PARA SERVIDORES QUE PROTESTARAM EM 2016

ALERJ

Prezados leitores, uma boa notícia para os servidores públicos e os militares que estão lutando pelosa direitos das categorias.

"Jornal Extra
Publicado em 22/07/17 07:00 
Dornelles sanciona lei que anistia servidores de punições pelos protestos de 2016 
Nelson Lima Neto 
O vice-governador Francisco Dornelles sancionou, nesta sexta-feira, o projeto de lei que anistiou os servidores civis e militares que estão sob investigação administrativa em função dos protestos realizados entre setembro e dezembro de 2016. 
A lei beneficia, em especial, os envolvidos na invasão da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no dia 8 de novembro. Na ocasião, o protesto teve a participação das categorias ligadas à Segurança Pública, e dezenas de servidores respondiam administrativamente. 
O projeto de lei foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio, este ano, e contou com a assinatura de diversos deputados (Fonte)". 

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RIO - SERVIDORES PÚBICOS ESTÃO SENDO HUMILHADOS PELOS GOVERNOS PEZÃO E TEMER

governador Pezão e presidente Temer


Prezados leitores, a cada noticiário sobre as filas de servidores públicos para o recebimento de cestas básicas, aumenta a minha indignação contra os governos Pezão e Temer.
Senhores e senhoras de idade avançada, aposentados (as) e pensionistas apartados da dignidade, expostos à humilhação e dependendo da boa vontade de familiares, de amigos e de cidadãos que nem os conhecem, enquanto os governos Pezão e Temer não conseguem equacionar a crise financeira, problema que não foi criado pelo funcionalismo e nem pelos militares (policiais e bombeiros).
A humilhação é tanta que alguns chegam a esconder o rosto para não serem identificados.
Servidores que dedicaram a vida à prestação de serviço para a população e que atualmente estão abandonados pelos governantes.
Tudo isso é muito triste.

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