JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 10 de abril de 2026

RECOMPOSIÇÕES INFLACIONÁRIAS - O PERCENTUAL REAL QUE O ESTADO NOS DEVE

VENCIMENTOS E PENSÕES ATUAIS MAL PAGAM UM CAFEZINHO DIARIAMENTE... 


Recebi, concordei e por isso público.

Eis o percentual real que o governo do Estado do Rio de Janeiro deve aos servidores públicos e aos militares estaduais em termos de recomposições inflacionárias:

"Para calcular o valor total acumulado utilizando juros compostos (ou acumulação de índices), não basta somar as porcentagens. Devemos multiplicar os fatores de crescimento correspondentes a cada índice.
O cálculo segue a fórmula:

Tabela de Dados (Conversão para Fatores)
| Referência | Índice | Fator Multiplicador |
|---|---|---|
| Lei 9.436 (Parcela 2) | 6,52% | 1,0652 |
| Lei 9.436 (Parcela 3) | 6,52% | 1,0652 |
| IPCA 2022 | 5,79% | 1,0579 |
| IPCA 2023 | 4,62% | 1,0462 |
| IPCA 2024 | 4,62% | 1,0462 |
| IPCA 2025 | 4,26% | 1,0426 |

O Cálculo
 1. Multiplicação dos fatores:
1,0652 \times 1,0652 \times 1,0579 \times 1,0462 \times 1,0462 \times 1,0426 \approx 1,3685  

 2. Conversão para percentual:
   (1,3685 - 1) \times 100 = 36,85\%

Resultado Final
Enquanto a soma simples apresentada na imagem resulta em 32,33%, o valor total aplicando o acúmulo de juros compostos é de aproximadamente 36,85%.

Isso ocorre porque cada novo reajuste incide sobre o valor já corrigido pelos índices anteriores, gerando o efeito de "juros sobre juros"."

JUNTOS SOMOS FORTES!

LUTANDO TAMBÉM PELOS MILITARES ESTADUAIS - A LUTA DO COPOL PELAS RECOMPOSIÇÕES SALARIAIS



Veteranos, Sequelados e Pensionistas da PMERJ e do CBMERJ entendam porque o TCE-RJ não pode resolver. PFoi judicializado.

A LUTA DO COPOL PELAS RECOMPOSIÇÕES SALARIAIS E DOS SERVIDORES PÚBLICOS PODERÁ BENEFICIAR OS MILITARES ESTADUAIS (PMs e BMs).

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A luta pela Recomposição Salarial não para! ⚖️🚔

Informamos a todos os Policiais Civis que a COLPOL-RJ, através do seu Departamento Jurídico, protocolou o Ofício nº 016/26 junto ao Governo do Estado (SEI-150002/000367/2026), bem como no TJ-RJ (SEI 2026-06-105715).

Solicitamos formalmente ao Governador em Exercício uma reunião para propor uma Composição Judicial na nossa Ação Civil Pública (nº 0803464-88.2023.8.19.0001). O nosso objetivo é garantir o pagamento das parcelas de 2023 e 2024 (Lei 9.436/2021) que se encontram em atraso.

No ofício, a associação representativa da categoria destacou que a tese de falta de orçamento não se sustenta, visto que outros órgãos e poderes já receberam o repasse integral, além da constatação que os recursos públicos vêm sendo mal geridos, como demonstrado no recente caso do Rioprevidência.

A nossa ACP está muito próxima de um julgamento na 2ª instância. Um acordo agora será o melhor caminho para o Estado e para os Policiais Civis, o que irá gerar um precedente que beneficia todos os servidores públicos ativos, aposentados e pensionistas.

Continuaremos a pressionar até que a nossa recomposição esteja na conta.

#COLPOLRJ #PoliciaCivil #JuridicoCOLPOL #RecomposicaoSalarialRJ  #PCERJ

JUNTOS SOMOS FORTES!

sexta-feira, 20 de março de 2026

"ACABAR" COM A PMERJ PARA "CONSTRUIR" A PMERJ



A  INFILTRAÇÃO POLÍTICA que se instalou na bicentenária e gloriosa Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), após a reabertura política, ao longo das última décadas se transformou em DOMINAÇÃO POLÍTICA, isso é fato.

A ação deletéria, ano após ano, governo após governo, desestruturou por completo a Instituição Militar.

Hoje a PMERJ está completamente desestruturada, mas serei muito econômico nos temas que sustentam essa afirmação, caso contrário teria que escrever alguns livros e não um artigo.

A desestruturação atinge as áreas administrativa e operacional, além de deteriorar o arcabouço dos regulamentos e leis que regulamentam a atividade de Policiamento Ostensivo e Preservação da Ordem Pública (repressão imediata).

As principais legislações institucionsis estão perto de completarem CINQUENTA ANOS.

No campo administrativo os erros começam no recrutamento, seleção e formação de Praças e se estendem para as promoções de Oficiais e de Praças, onde a meritocracia foi abandonada. 

Nenhuma estrutura organizada em níveis hierárquicos sobrevive sem a implementação da meritocracia.

O fato de bastar estar vivo como critério para ser promovido por tempo de serviço desqualifica toda a tropa. 

O concurso para o Curso de Formação de Soldados foi extremamente facilitado no governo Sérgio Cabral com o intuito de reprovar menos, isso para implantar cada vez mais o fracassado projeto das Unidades de Polícia Pacificadora, as famosas UPPs, que serviram apenas para Csbral obter votos e custou a vida de inúmeros Policiais Militares.

A PMERJ chegou a ter VINTE POR CENTO (20%) fo seu efetivo pronto empregado no interior das comunidades, esvaziando as ruas de policiamento.

Além disso, o projeto de ocupação dos territórios das comunidades foi um desastre, como demonstra o quadro atual de domínio territorial de grande parte do Rio de Janeiro por narcotraficantes e milicianos, "exércitos" a serviço do crime.

Valores basilares como hierarquia e disciplina foram carcomidos para atender interesses políticos.

E, por falar em bases estruturantes, o já combalido SISTEMA REMUNERATÓRIO, foi ferido mortalmente com a QUEBRA DA PARIDADE através da implantação da Lei Estadual 9.537/21, talvez a legislação pior elaborada no Rio de Janeiro em todos os tempos.

Tal ação cruel dos políticos prejudica HÁ MAIS DE QUATRO ANOS 40.000 famílias de Veteranos, Sequelados e Pensionistas da PMERJ e do CBMERJ. 

Nesse ponto, existem indícios de "TIRO AMIGO", ou seja, a participação de Oficiais das duas Instituições Militares nessa derrubada de um pilar do sistema remuneratório, que inclusive inverteu em termos remuneratórios a hierarquia. 

Superiores ganhando menos que inferiores hierárquicos.

No campo operacional abandonamos as missões constitucionais e trocamos o policial ostensivo pelo guerreiro urbano, quando são dois agentes completamente diferentes. 

Pior, perdemos o policial ostensivo e o guerreiro urbano está perdendo a "GUERRA" há pelo menos QUATRO DÉCADAS.

Permitimos a implantação do Programa Segurança Presente, o qual realiza de forma precária o policiamento ostensivo que abandonamos e que é NÃO É GERIDO PELA PMERJ, MAS PELA SECRETARIA DE GOVERNO. 

Sim, um absurdo!

Alcançamos a desestruturação completa.

Vou encerrar com essa breve fundamentação apresentada, afinal a intenção é apenas escrever um breve artigo.

O certo é que é preciso "trocar o pneu furado com o carro em movimento".

Acabar com o que existe e, simultaneamente, recriar a PMERJ.

Como fazer isso?

Tenho algumas ideias e uma certeza.

O indispensável primeiro passo é proibir a entrada de políticos nos nossos quartéis. 

Juntos somos fortes e que Deus nos ajude!

GOVERNO CLÁUDIO CASTRO - APAGAR DAS LUZES NOVA DENÚNCIA GRAVÍSSIMA

 


DEUS NOS PROTEJA DOS POLÍTICOS!