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domingo, 1 de fevereiro de 2015

"LIVRO ENTRE A CASERNA E A RUA - O DILEMA DO PATO" - COMENTÁRIO


Prezados leitores, transcrevemos comentário sobre o livro "Entre a caserna e a rua: o dilema do pato" de autoria do atual Chefe do Estado Maior Geral da PMERJ, Coronel PM Robson Rodrigues.

"Caros amigos,
Eis aí o pensamento de um Oficial que atingiu o último posto da carreira Policial Militar e chegou ao cargo de CHEFE DO EMG.
No seu livro ele faz uma analogia entre o pato que segundo ele nada, voa e anda mas não executa nenhuma atividade bem.
As conotações contaminadas pelo viés de cunho ideológico são muito claras e ele procura demonstrar que a condição de MILITAR atrapalha o exercício da atividade POLICIAL.
Respeitando o ponto de vista daquele oficial vou me permitir discordar do que ele afirma, pois na minha opinião uma condição não atrapalha a outra, muito pelo contrário.
Entendo também que a analogia está calcada em premissas que não se sustentam , ao afirmar que o PATO não executa nenhuma das suas atividades de forma satisfatória, muito pelo contrário, o pato nada como o peixe, inclusive por debaixo d'água e o peixe não anda e nem voa e nem respira fora do seu habitat.
Se observarmos a formação em cunha que os patos, principalmente os migratórios, usam para percorrer grande distâncias, vamos verificar que ele faz isso para diminuir o atrito com o ar. A tecnologia areronáutica de ponta copia esse modelo na aviação civil.
No mais tirem suas conclusões pois a minha eu já tirei faz muito tempo: ESSA NOVA GERAÇÃO DE OFICIAIS DO Q1 pretende desconstruir 200 anos de história, tradição e de bons serviços prestados e eles não tem a mínima ideia do que estão fazendo, ao se deixarem usar como massa de manobra para interesses inconfessáveis de forte conteúdo político ideológico contaminado pelas idéias marxistas do partido que se encontra há doze anos no poder: o PT e pretende "CIVILIZAR E DESARMAR AS POLÍCIAS MILITARES".
Saudações
Tenente Coronel PM RR Paulo Fontes

O grifo é nosso.

Juntos Somos Fortes!

14 comentários:

  1. Coronel Paul, o senhor é contra a desmilitarização, mas o senhor só foi preso e destratado porque era militar, como os demais, caso não fosse acha que teria seus direitos cerceados?

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  2. O FIM DA PROMOÇÃO DE PRAÇAS POR TEMPO DE SERVIÇO TRARIA BENEFÍCIOS PARA A PMERJ, PARA O ESTADO, PARA O CIDADÃO E PARA O POLICIAL MILITAR.

    Vejo com preocupação o fato de que um jovem que ingressa na Polícia Militar como soldado deve esperar 6 (seis) anos para ascender à graduação de cabo, haja vista que a PM privilegia a promoção por antiguidade, e não por mérito, o que demonstra um conflito de expectativas. O PM esperar, ou seja, ficar parado para receber uma promoção não é interessante para ele e nem para a Corporação. Só deveria ser promovido à graduação superior quem fosse aprovado em concursos internos para o CFC, o CFS e o CAS.

    A PMERJ deveria instituir carreira única na Corporação, com início na graduação de Soldado e término no posto de Coronel. Tal medida daria experiência aos Oficiais do futuro, visto que os atuais Oficiais não possuem conhecimentos suficientes quando se fala em atividade-fim. Eles fiscalizam uma atividade que não conhecem, pois nunca exerceram as funções de Soldado, Cabo, Sargento e Subtenente, com exceção dos Oficiais que já foram Praças.

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  3. era uma vez um soldado competente que foi trabalhar na area administrativa e rapidamente aprendeu o serviço. Ele, com o intuito de acelerar o serviço, sempre com respeito e educação abordava seu comandante e resolvia tudo o que corrobora a frase de que a pm é de papel; um dia o comando mudou, e o novo coronel, militarizado, manda ele falar com o sgt, para este falar com chefe daseçao, para ele falar com o subcomandante...e os documentos vao juntando e perdendo prazos pois quando um ta o o outro nao tá e no final, foi chamado a atenção por um documento q deveria ter seguido ha uma semana e tava na pasta pra la e pra ca. Militarismo engessa. Militarismo faz o cara da logistica ir trabalhar imprensa de uma hora para a outra como se tudo soubesse...

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  4. Concordo com o CEL Robson Rodrigues, realmente o militarismo atrapalha o exercício da atividade do policial...Concordo também com o Inconformado das 23:26... é isso aí mesmo!!!!!!

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  5. Coronel está com medo de perder a patente, se vier acontecer ?! Seu grifo tem toda razão!!!! O militarismo na Pmerj só serve para massa de manobra politica... e os oficiais se venderem para os políticos por dinheiro e cargos !!!!! Não é Coronel Paul?! Não é verdade?! Não é a realidade?! Por isso que não funciona?!

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  6. Grato pelos comentários.
    Desmilitarizem as PMs e depois me contem...

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  7. KKKKKKKKKKKKKK........O mundo vai acabar !!! Se o militarismo acabar!!!! KKKKKKKK...... Temos que andar para frente ... Melhorias, esse modelo da Pmerj usa, já está ultrapassado a muito tempo. Temos que evoluir e não ficar parado no tempo. Só interessa esse militarismo: a oficiais e políticos, usando a tropa como massa de manobra, isso tem que acabar !!! Nosso compromisso é com a sociedade e não com políticos !!! 72 mil 14 anos de Pmerj.

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  8. Segurança Pública e Militarismo andam em vias opostas é só olhar os 200 anos de história da PMERJ.

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  9. O prefeito de Caracas era militar? Engraçado, foi preso também por motivos políticos. A desmilitarização das PMs, longe de garantir direitos, é mais um passo para desmobilizar, desarmar e dominar o povo brasileiro. Os comunistas não perdoam a atuação das PM em apoio às FFAA no passado. Mal sabem eles que hoje nem mais é necessário fazer isso, pelo menos no RJ. A própria instituição já absorveu a ideologia, seja por concordância/fraqueza intelectual, seja por interesse financeiro de galgar cargos.

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  10. Perdoe-me /cel Paul. Sou um grande admirador do senhor,mas dizer que o pato nada igual a um peixe é bastante exagerado. Concordo com o Cel Robson.

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    1. Eu não escrevi que o pato nada igual ao peixe.
      Um abraço

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    2. ...Entendo também que a analogia está calcada em premissas que não se sustentam , ao afirmar que o PATO não executa nenhuma das suas atividades de forma satisfatória, muito pelo contrário, o pato nada como o peixe, inclusive por debaixo d'água e o peixe não anda e nem voa e nem respira fora do seu habitat... Entendi dessa forma. Posso ter me enganado. Desculpe-me se for o caso.
      Grande Cel Paul. Gostaria de ter conhecido o senhor pessoalmente. Não sou mais militar da PM do Rio. Apesar de seus bons argumentos para manter o militarismo na PM, não consigo ver isso como melhor forma de fazer polícia. Pelo que já ouvi a seu respeito o senhor é um grande homem e grande comandante. Entretanto, mais de 90% dos coronéis que conheci não são assim. Se todos fossem como o senhor o militarismo seria bem melhor, mas por eles serem politiqueiros, interesseiros e na maioria arrogantes, querendo usar as praças para se promoverem, acho que passar 30 anos como praça honesto é sofrer ainda mais do que o senhor sofreu com perseguições políticas, Por isso muitos praças não aguentam mais essa forma de fazer polícia onde comandantes tem poderes de quase donos sobre eles. Mais; apesar de tudo isso; como não sou dono da verdade, gosto muito da postura que o senhor adotou como coronel(até onde sei). Continue assim, parabéns pelo blog e pela atenção. Abraços.

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  11. OLÁ!!

    EU GOSTARIA DE SABER AONDE EU CONSIGO COMPRAR O LIVRO: "Entre a caserna e a rua: o dilema do pato", POR GENTILEZA.

    MUITO OBRIGADA PELA ATENÇÃO!!!!

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    1. O livro estava sendo vendido pela Universidade Federal Fluminense através de encomenda. Busque o site.
      Um abraço

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