JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

DEMOCRACIA AMEAÇADA - RICARDO NOBLAT



Prezados leitores, transcrevemos artigo da lavra de Ricardo Noblat publicado no jornal O Globo no dia 6 de março do corrente ano.

"NO TEMPO DO ABSOLUTISMO, não havia crime mais grave, sujeito à pena de morte, do que o de lesa-majestade  –  traição cometida contra a pessoa do rei, ou seu real estado. O crime de lesa-pátria é o crime contra o poder de um Estado. Como deve ser chamado o crime contra o povo, convocado nas democracias a manifestar sua vontade por meio do voto, e em nome do qual todo poder é exercido?
PORQUE, QUANDO RECEBE propina para que vote assim ou assado, ou quando recebe dinheiro sujo para financiar sua eleição, o político atenta contra a vontade soberana do povo a quem representa. Atenta contra o Estado democrático, onde todos são iguais perante a lei. Como disputar o voto popular, em igualdade de condições, um político que respeita a lei e outro que a desconhece?
Como dizer que refletem eleição, a vontade do povo eleições corrompidas pela troca de favores entre políticos e seus patrocinadores ocultos? Vota-se por melhor educação, melhor saúde, mais saneamento básico, mais empregos. A corrupção superfatura o preço das obras públicas, diminui a eficiência do Estado, encarece o custo de vida e estimula a sociedade a copiar o mau exemplo que vem do alto.
RESULTADO: UM PAÍS que vê dissiparem-se princípios e valores da civilização que um dia imaginou cultivar. Por sua extensão, um país gigante, mas a serviço de uma tribo de pigmeus gulosos e insaciáveis. Haverá crime mais abominável do que esse de lesa-democracia?
(RICARDO NOBLAT, O Globo, 06/03/2017, p.2)"

Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de junho de 2017

O BRASIL, A CLEPTOCRACIA E OS VÍRUS



Prezados leitores, quase todos os seres vivos que habitam o planeta Terra, em apertada síntese, possuem basicamente dois objetivos entre o nascer e o morrer: sobreviver e reproduzir.
A exceção somos nós, os denominados seres humanos.
Além de sobreviver e de reproduzir, nós temos o objetivo de tornar o planeta melhor, uma missão que nasce do conhecimento de que o planeta deve continuar a existir para que a nossa descendência possa viver nele.
Tal missão é de todos nós, mas significativa parcela da população mundial não a cumpre e existe ainda outra parcela não menos relevante que age na direção contrária à determinada pela missão natural.
Tornar o planeta melhor não se restringe à preservação das suas espécies e dos seus recursos naturais, tarefas que não estamos conseguindo cumprir, apesar dos esforços de grupos naturalistas espalhados pelo planeta.
Abrimos um parêntese:
- Por que não estamos conseguindo se a missão deveria ser um objetivo de todos nós?
Um compromisso com nossos filhos, netos, bisnetos, ...
Salvo engano a resposta é simples.
Só conseguiremos melhorar planeta se antes melhorarmos a humanidade.
É primordial afastar a humanidade do egoísmo.
Retirar o egocentrismo da cabeça de bilhões de seres humanos que esqueceram a responsabilidade de transformar o planeta para melhor.
É preciso aumentar os "exércitos" que lutam nas diferentes frentes de batalha para preservar o meio ambiente, salvar espécie e para reformar os seres humanos ética e moralmente.
O objetivo primário deste breve artigo é agradecer a todos que perceberam que não são vírus que estão entre nós apenas para sobreviverem e reproduzirem, destruindo os outros apenas para a satisfação de tais objetivos.
Parabéns por lutarem para que tudo melhore no planeta e parabéns por estarem cumprindo a missão que lhes foi confiada pelos que habitarão a Terra depois de vocês.
O Brasil, especificamente, está precisando muito de vocês nestes nossos tristes dias de falência da ética e da moral, abandonadas para a implantação da cleptocracia
O objetivo secundário é provocar uma reflexão naqueles que pensam que o planeta gira em torno do seu umbigo e que só querem "aproveitar a vida", sem qualquer preocupação com a herança que deixarão para seus descendentes, além dos bens materiais que amealharam nem sempre de forma lícita:
-  Vocês têm certeza que não são vírus?

Juntos Somos Fortes!