Enquanto as pessoas de bem não se unirem para reverter essa tragédia social, ou seja, o Brasil ser um país com tantas riquezas naturais, mas com um povo paupérrimo e governantes ricos.
As pessoas que não são do bem se unem com extrema facilidade e se auto protegem para perpetuarem esse estado de coisas.
O governador Cláudio Castro vive o seu pior momento político, penso que seja o melhor momento para a comissão de representantes desenvolver ações para promover uma negociação.
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Agentes buscavam prender chefes do Comando Vermelho escondidos no complexo e foram recebidos a tiros por volta das 4h. Onze escolas da região estão fechadas.
Por determinação judicial o ex-governador Sérgio Cabral foi transferido para a Unidade Prisional do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, deixando de cumprir pena no Grupamento situado no bairro do Humaitá.
Não foi uma vitória completa porque Cabral deveria ser transferido para a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, órgão responsável pela gestão do cumprimento de penas por civis.
O noticiário deu conta ainda que o Comandante-Geral usou argumentação inverídica para não manter Cabral na Unidade Prisional, como foi constatado pelo Poder Judiciário.
Como avisei a presença de Cabral em quartéis do Corpo de Bombeiros só desgastará a imagem da Instituição Militar.
Consulta feita hoje (23 MAI 22), às 18:00 horas, revela que não ocorreu qualquer nova movimentação no processo sobre a paridade que tramita na Casa Civil.
As pensionistas dos Militares do Estado do Rio de Janeiro possuem diferentes direitos em função apenas da legislação vigente no tempo da morte de seus esposos.
Duas cidadãs brasileiras, viúvas, por exemplo de dois Majores de Polícia, possuem direitos diferentes caso as mortes tenham ocorrido na vigência de leis diferentes.
Isso pode ser legal, mas é ilógico.
Alegar o TEMPO DO FATO cria distorções graves para as pensionistas em ternos do valor das pensões.
No vídeo comento que é preciso estabelecer um canal eficaz para proporcionar a correta comunicação entre os Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros e os Veteranos e as Pensionistas.
Nos meus deslocamentos com meu veículo pelas ruas da região onde resido tenho visto mais viaturas da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro baseadas (paradas) do que viaturas em deslocamento.
Se a minha impressão retrata a realidade atual no Rio de Janeiro, isso é péssimo porque aumenta a sensação de insegurança no seio da população.
A característica do policiamento motorizado é a mobilidade, sendo o baseamento uma exceção, considerando que transmite uma sensação de segurança apenas naquele ponto.
Talvez estejamos vivenciando uma nova crise de combustíveis em face dos elevados preços, como já ocorreu no passado.
Se for isso que está determinando o baseamento das viaturas a culpa é do governo estadual e não do Comando-Geral da PMERJ.
Comento também a nefasta interferência dos governantes na gestão da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, como ocorreu no caso das UPPs.
É imprescindível que os Comandantes-Gerais da PMERJ e do CBMERJ digam não a qualquer ação política que seja ruim para as Instituições e seus integrantes, como está ocorrendo com a quebra da paridade, o que está prejudicando Veteranos e Pensionistas.
No caso da quebra da paridade os dois Comandantes-Gerais estão optando pelo silêncio.
De acordo com a notícia que circulou ontem o atual governador do Estado do Rio de Janeiro, senhor Cláudio Castro, está com receio em razão da entrada na disputa de um ex-governador.
Ele deve ter realmente receio de perder a eleição, mas por ter feito um péssimo governo.
Eis a principal razão para ele não ser eleito em 2022.
O Corpo de Bombeiros Militar pagou de imediato, a Polícia Militar só pagou no mês seguinte.
Analisando um caso específico, o TCE decidiu por encaminhar nova orientação sobre a GRET apenas para a Polícia Militar.
Diante disso, o Corpo de Bombeiros Militar poderá continuar pagando e a Polícia Militar deixar de pagar, o que é um completo absurdo considerando que as duas Instituições Militares são regidas nesse ponto pela tempestade perfeita, a Lei 9.537/21.
Quem tiver informações sobre o posicionamento da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar sobre esse tema, por favor, informe para que possamos multiplicar o conhecimento.
Segue o link para acessar a íntegra do programa, onde comentei o denominado Escândalo do Brasileirão do 2013, sobretudo o conteúdo da 2a edição do meu livro sobre o tema que escandalizou o mundo do futebol brasileiro no primeiro momento, mas que foi sepultado pela imprensa esportiva quando ficou comprovado que o Fluminense não teve qualquer participação no rebaixamento da Portuguesa, isso no Brasileirão 2013.
Comento que a imprensa se apresenta como a conhecedora de todas as soluções para os problemas que ocorrem no país, como se fosse a mocinha de todas as estórias ruins que eclodem diariamente na vida brasileira, tendo explicações e soluções para tudo.
Não custa lembrar que a missão da imprensa é informar e não formar opiniões.
Nos pleitos eleitorais, por exemplo, a imprensa deveria, diante do que se arvora, oferecer igualdade de oportunidades para todos os candidatos.
Em síntese, ofertar igual espaço para todos.
Infelizmente, a imprensa nem sempre é a mocinha, como ocorre quando oferta espaços diferentes para os candidatos, quer seja em matérias escritas ou em reportagens transmitidas pelo rádio ou televisão.
Agindo assim a imprensa não cumpre a sua missão e a sua postura não é republicana, democrática ou justa.