JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 22 de abril de 2018

MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTIGA ALCKMIN




As investigações devem ser amplas, gerais e irrestritas.
Devem alcançar todos os partidos e todos os empresários que negociaram (ou negociam ) com os governos.
Tal qual uma "metralhadora giratória".

"O Antagonista
Urgente: MP abre inquérito contra Alckmin 
Brasil 20.04.18 13:52 
O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar os repasses que Geraldo Alckmin recebeu do departamento de propinas da Odebrecht. 
Segundo a Folha de S. Paulo, ele é suspeito de improbidade administrativa. 
“A improbidade pode ser punida, por exemplo, com multa, suspensão dos direitos políticos, inelegibilidade e perda de cargo, emprego ou função pública.” (Fonte).

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

VÍDEO - "NO CIRCO BRASIL, NÓS SOMOS OS PALHAÇOS" - ASSISTAM E COMPREENDAM

Prezados leitores, acompanhe a reportagem com atenção e entenderão porque somos os palhaços do circo Brasil.




Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: QUEBRADO SIGILO TELEFÔNICO DE PEZÃO E CABRAL

Prezados leitores, a situação do governador Pezão parece estar se agravando.




"Site G1
03/06/2015 17h33 - Atualizado em 03/06/2015 20h07
STJ autoriza quebra de sigilo telefônico de Pezão e Cabral
Governador e ex-governador do Rio são investigados na Lava Jato.
Sigilos estão à disposição, disse Pezão. Cabral 'respeita' processo judicial.
Mariana Oliveira
Da TV Globo, em Brasília
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a quebra de sigilo telefônico do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), do ex-governador do estado Sérgio Cabral (PMDB) e do ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner em inquérito da Operação Lava Jato no qual os três são investigados.
Também houve quebra de sigilo de executivos de empreiteiras suspeitos de participação no esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras. O objetivo é analisar as ligações trocadas entre outubro de 2009 e o fim de 2010 entre os políticos do Rio e outros investigados.
O ministro Luís Felipe Salomão, relator da Lava Jato no STJ, deferiu pedido da Polícia Federal e determinou que as operadoras de telefonia enviem informações sobre a troca de telefonemas (Leiam mais)".

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domingo, 11 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: O LADO SÉRIO E O LADO CÔMICO DAS DELAÇÕES



Prezados leitores, nós publicamos um artigo recente onde comentamos que os políticos alcançados pelas delações querem que a população acredite que os empreiteiros delatores são malucos.
São loucos que estão inventando que deram propinas em troca da realização de obras, o que não aconteceu, sendo todas as "doações" legais.
Contra essa versão existe um questionamento:
- O que levaria empreiteiros a doarem bilhões de reais para políticos de diferentes partidos?
Identificação com todos os programas partidários não pode ser.
Terá sido filantropia?
Além disso, temos o fato de que as empreiteiras efetivamente realizaram as obras e, ainda, obtiveram inúmeros e elevados aditivos aumentando seus lucros.
As peças se encaixam.
Fora esses aspectos sérios, existe outro jocoso: os codinomes.
Alguns deles identificam perfeitamente a figura do político delatado, o que aumenta as suspeitas.

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): EDUARDO PAES ACUSADO DE RECEBER MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Revista Veja
Radar On-line
Maurício Lima
Delator afirma que Odebrecht abasteceu caixa 2 de Eduardo Paes com R$ 30 milhões em dinheiro e no exterior 
Por: Gabriel Mascarenhas 10/12/2016 às 9:30 
A delação do diretor de Infraestrutura da Odebrecht no Rio, Leandro Andrade Azevedo, explode no peito do prefeito da cidade, Eduardo Paes, conhecido como “Nervosinho” pelos executivos da construtora.
No anexo apresentado aos investigadores, Azevedo detalha como a companhia abasteceu o caixa 2 da campanha de Paes à reeleição, em 2012.
De acordo com o executivo, a Odebrecht desembolsou R$ 11,6 milhões e US$ 5,7 milhões, não declarados. O esquema repetia o roteiro desenhado para as operações que engordaram o caixa paralelo da chapa de Luiz Fernando Pezão.
Parte do dinheiro foi entregue em espécie no endereço da agência Prole, no Rio, e o restante, em contas no exterior indicadas pela mesma empresa de publicidade, que prestava serviços à campanha.
“O propósito para os pagamentos feitos, como detalhado no tópico inicial deste relato, era manter o acesso privilegiado da companhia a agenda de Eduardo Paes, permitindo que pudéssemos tratar diretamente com ele, sem burocracia ou qualquer dificuldade, sobre atrasos de pagamentos ou qualquer problema na execução de nossos contratos” (Fonte)". 

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): GOVERNADOR PEZÃO ACUSADO DE RECEBER MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Revista Veja
Radar On-line 
Diretor da Odebrecht entrega: empresa pagou R$ 23,6 milhões em dinheiro ao caixa 2 da campanha de Pezão
Por: Gabriel Mascarenhas 10/12/2016 às 8:29
Luiz Fernando Pezão terá muitos, muitos, muitos problemas para explicar sua relação com o diretor da Odebrecht Leandro Andrade Azevedo.
No anexo de sua delação premiada, o executivo conta que a empresa desembolsou R$ 23,6 milhões em dinheiro e 800 mil euros, por transferência bancária no exterior, à campanha de Pezão em 2014. Tudo no caixa 2, claro.
O volume em espécie, de acordo com Azevedo, foi entregue ao publicitário Renato Pereira, dono da agência de publicidade Prole, contratada pela campanha.
“Os pagamentos foram realizados com recursos de Caixa 2, mediante entregas de dinheiro em espécie, tal qual determinado por Hudson Braga, diretamente para Renato Pereira no escritório da agência[…], na Urca”, detalha.
As transferências foram feitas para o banco Banif, em Bahamas, paraíso fiscal (Fonte)". 

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A DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): ROMERO JUCÁ TAMBÉM TERIA RECEBIDO MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) continua com a implosão.




"O Globo 
Pagamentos feitos a Romero Jucá superam R$ 22 milhões, diz delator
Segundo Cláudio Melo, senador era o principal interlocutor da Odebrecht no Senado
EVANDRO ÉBOLI 09/12/2016 22:24 / atualizado 09/12/2016 23:34 
BRASÍLIA - Em delação premiada, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho relata um papel preponderante do presidente nacional do PMDB e líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (RR), no suposto esquema de obter recursos da Odebrecht para campanhas do partido. Ele contou que a empreiteira repassava recursos a Jucá em troca de apreciação e votação de medidas e projetos no Congresso de interesse da empreiteira. Ao longo dos anos, disse Cláudio, foram repassados mais de R$ 22 milhões ao senador. As informações sobre o conteúdo da delação do ex-dirigente da Odebrecht foram veiculadas na noite de sexta-feira no Jornal Nacional (Leiam mais)". 

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): PRESIDENTE TEMER É CITADO NAS DELAÇÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Jornal Extra
09/12/16 21:52 Atualizado em 09/12/16 23:38 
Ex-diretor da Odebrecht cita Temer, ministros e líderes do PMDB em delação 
JAILTON DE CARVALHO - O GLOBO 
O ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse - na delação premiada que fez ao Ministério Público Federal e ainda depende de homologação do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgada ontem pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo - que entregou dinheiro em espécie no escritório do advogado José Yunes, amigo e assessor especial do presidente Temer, durante a campanha eleitoral de 2014. O pagamento faria parte de um repasse de R$ 10 milhões que, segundo narrou Claudio Melo na delação, Temer negociara “direta e pessoalmente” com o ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, numa reunião no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, dois meses depois do início da Lava-Jato.
Em nota, Temer diz que repudia “com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho”. “As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa dois, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente”, diz a nota (Leiam mais)". 

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sábado, 10 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: POLÍTICOS QUEREM NOS CONVENCER QUE EMPREITEIROS SÃO LOUCOS



Prezados leitores, os políticos que estão sendo denunciados nas delações premiadas da Operação Lava-Jato querem que acreditemos que os empreiteiros estão inventando tudo para prejudica-los e se beneficiarem com penas menores.
Querem nos convencer que os empreiteiros são loucos.
Sim, loucos.
Só loucos doariam bilhões de reais para diversos partidos e para diversos políticos sem o objetivo de obterem alguma vantagem, como a realização de grandes obras, por exemplo, obras que efetivamente acabaram realizando e lucrando muito com elas. 
As propinas milionárias e as relações com as obras estão claramente estabelecidas.
Os políticos são cleptocratas.
Os empreiteiros não são loucos, eles são espertos.
E, o povo deixou de ser bobo.

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