JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 9 de setembro de 2017

JANOT USA O BAMBUZAL E DENUNCIA RENAN, JUCA, LOBÃO, JADER, RAUPP, SARNEY E SÉRGIO MACHADO

Prezados leitores, o PGR Rodrigo Janot está usando todas as flechas contra a cleptocracia.

Renan, Sarney e Jucá

"Revista Veja
Janot denuncia senadores do PMDB por propinas de R$ 864 mi 
Além de Renan Calheiros, Romero Jucá, Edison Lobão, Jader Barbalho e Valdir Raupp, procurador-geral também acusa José Sarney e Sérgio Machado 
Por João Pedroso de Campos 
8 set 2017, 18h18 - Publicado em 8 set 2017, 17h47 
O Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia contra a cúpula do PMDB do Senado pelo crime de organização criminosa no âmbito da Operação Lava Jato. Janot acusa os senadores peemedebistas Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), além do ex-senador José Sarney (MA) e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, de receberem 864 milhões de reais em propinas e gerarem prejuízos da ordem de 5,5 bilhões de reais à Petrobras e de 113 milhões de reais à subsidiária da estatal. 
Segundo a acusação apresentada hoje por Janot, a suposta organização criminosa do PMDB do Senado foi “constituída e estruturada” em 2002, após a eleição de Lula, e passou a receber propinas na Petrobras a partir de 2003, quando o petista tomou posse e buscou apoio de PMDB e PP no Congresso. “Em comum, os integrantes do PT, do PMDB e do PP queriam arrecadar recursos ilícitos para financiar seus projetos próprios. Assim, decidiram se juntar e dividir os cargos públicos mais relevantes, de forma que todos pudessem de alguma maneira ter asseguradas fontes de vantagens indevidas”, afirma o procurador-geral da República (Fonte)". 

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sábado, 26 de agosto de 2017

PROCURADOR RODRIGO JANOT DENUNCIA "CACIQUES" DO PMDB

Prezados leitores, o PT, o PMDB e o PSDB estão sendo implodidos.
O ideal seria uma implosão ampla, geral e irrestrita dos partidos políticos do Brasil.
É hora de reconstruir o Poder Legislativo e para isso é indispensável uma renovação de cem por cento.
Por isso apoio a campanha não reeleja ninguém.
A regra é simples: tem mandato, não vote!


Calheiros, Sarney e Jucá

"Jornal O Dia
PGR denuncia José Sarney, Romero Jucá e Renan Calheiros na Lava Jato 
Além deles, os senadores do PMDB Garibaldi Alves Filho (RN) e Valdir Raupp (RO) e executivos foram denunciados 
25/08/2017 17:12:29 
AGÊNCIA BRASIL 
Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou, nesta sexta-feira, denúncia contra quatro senadores do PMDB: Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Garibaldi Alves Filho (RN) e Valdir Raupp (RO). 
No mesmo inquérito, também foram denunciados o ex-presidente José Sarney; o ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobras) Sergio Machado; o ex-presidente da empresa Odebrecht Ambiental Fernando Reis; e os executivos Luiz Fernando Maramaldo e Nelson Maramaldo, sócios da empresa NM Engenharia. 
A denúncia é resultante das investigações sobre desvios em contratos da Transpetro. São apurados os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) também era alvo do mesmo inquérito, mas não foi denunciado (Leiam mais)". 

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sexta-feira, 7 de julho de 2017

ARTIGO "NO BRASIL, ATÉ O PASSADO É IMPREVISÍVEL" - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

Ex-presidente Lula e presidente Temer

Prezados leitores, transcrevemos um  novo artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa.

“NO BRASIL, ATÉ O PASSADO É IMPREVISÍVEL”

Maria Lucia Victor Barbosa
03/07/2017

A frase que dá título a esse artigo, de autoria de Pedro Malan é um misto de ironia e humor e visa traduzir o que somos, especialmente quando atualmente é desnudada de modo mais amplo a barafunda nacional na qual os governantes, associados a grandes magnatas, nos transformaram numa Réucracia que luta para continuar impune.
Para reforçar a ideia cito Raymundo Faoro que em sua obra-prima, “Os Donos do Poder”, escreveu de modo lapidar: “A civilização brasileira, como personagem de Machado de Assis, chama-se Veleidade, sombra coada entre sombras, ser e não ser, ir e não ir, a indefinição das formas e da vontade criadora”.
Escrito em 1958, a afirmação de Faoro continua atual sendo que as sombras que nos envolvem se estendem agora mais tenebrosas, envolvendo os Três Poderes e obscurecendo o futuro cada vez mais imprevisível.
Desse modo, quando a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, exorta o povo a acreditar na Justiça, dá a impressão de que a ilustre magistrada paira fora da realidade na medida em que nos atuais julgamentos, em que pese o linguajar jurídico das sentenças, o conteúdo é claramente político.
Por exemplo, nada acontece com o senador Renan Calheiros, que acumulando processos há anos debochou do STF ao não atender um oficial de Justiça. Por uma manobra política ele continuou no cargo de presidente do Senado, portanto do Congresso. Relembre-se o episódio do impeachment de Dilma Rousseff em que Calheiros, em articulação com o PT, rasgou a Constituição juntamente com o presidente do STF Ricardo Lewandowski ao salvaguardar os direitos políticos da presidente cassada. Como se vê, ele tem boas relações políticas.
Ao contrário, o STF mandou prender o senador Delcídio do Amaral. Afastou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha que, finalmente cassado foi preso. Os ministros discutem sobre foro privilegiado, mas parece que isso é algo relativo, pois tudo começa com o afastamento do parlamentar feito por eles e não pelo Congresso.
Recentemente, o senador Aécio Neve foi afastado de suas funções, sua prisão chegou a ser pedida, mas, em um daqueles “ir e vir” que faz parte de nossa Veleidade foi restituído ao cargo.
Tudo isso não quer dizer que os políticos que comentem crimes não davam ser julgados, mas, sim que sejam feitos julgamentos a partir da lei igual para todos e não do Direito Alternativo, aquele que julga conforme as emoções, inclinações pessoais e interesses de juízes. Pode-se dizer também diante do que acontece, que o Judiciário rompeu o equilíbrio entre os Poderes e governa o país.
E o que comentar sobre um dos casos mais clamoroso, o dos Irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da J&F o triunfante conglomerado de empresas? Sua trajetória fulminante foi fruto de esforço, competência, trabalho árduo? Não. Quem lhes abriu as portas às instâncias governamentais para que pudessem subornar, traficar influência, receber bilhões, cometer quaisquer práticas criminosas e ajudar a desgraçar ainda mais a combalida economia brasileira foi Lula da Silva. 
Joesley, na sua famosa gravação clandestina com o presidente Temer acabou de conturbar o quadro político e ainda ganhou com compra de dólares. O que aconteceu com ele? Nada. O procurador-geral Rodrigo Janot, defendeu os termos de sua delação premiada, o que foi referendado pelo ministro Edison Fachin e os irmãos receberam uma espécie de “indulgência plenária”.   Inclusive, qualquer denúncia oferecida contra eles será transformada em perdão judicial e nenhuma denúncia futura será apresentada. Desculpe, ministra Cármen Lúcia, mas não dá para acreditar na Justiça. Infelizmente.
Numa outra vertente destaca-se de modo diferente o Juiz Sérgio Moro. Íntegro, competente, correto ele entrou para a História com a Operação Lava Jato a mais importante, consistente, efetiva já havida no país. Entretanto, conseguirá o juiz de primeira instância condenar o chefão Lula, presidente que logrou institucionalizar nossa histórica corrupção? O que se tem visto ultimamente é o STF mandando soltar o que Moro prendeu, sendo que a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4 de reformar a decisão de Moro e absolver o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, apelidado de Moch por carregar uma mochila recheada de propinas, é sinal do que pode acontecer deixando livre o “homem mais honesto do mundo”, inclusive, para continuar em campanha. Conforme o resultado do que virá seremos todos condenados ou não.
Não poderia finalizar esse texto deixando de lembrar um pequeno trecho do artigo do melhor analista político brasileiro, J. R. Guzzo (Veja 05/06/2017):
“Os dois mandatos de Lula na Presidência da República foram um monumento sem precedente ao vício. Sua performance mais espetacular, como ficou demonstrado com dezenas de confissões públicas e provas materiais, foi a capacidade sem limites para roubar dinheiro público”.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.


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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: QUEBRADO SIGILO TELEFÔNICO DE PEZÃO E CABRAL

Prezados leitores, a situação do governador Pezão parece estar se agravando.




"Site G1
03/06/2015 17h33 - Atualizado em 03/06/2015 20h07
STJ autoriza quebra de sigilo telefônico de Pezão e Cabral
Governador e ex-governador do Rio são investigados na Lava Jato.
Sigilos estão à disposição, disse Pezão. Cabral 'respeita' processo judicial.
Mariana Oliveira
Da TV Globo, em Brasília
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a quebra de sigilo telefônico do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), do ex-governador do estado Sérgio Cabral (PMDB) e do ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner em inquérito da Operação Lava Jato no qual os três são investigados.
Também houve quebra de sigilo de executivos de empreiteiras suspeitos de participação no esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras. O objetivo é analisar as ligações trocadas entre outubro de 2009 e o fim de 2010 entre os políticos do Rio e outros investigados.
O ministro Luís Felipe Salomão, relator da Lava Jato no STJ, deferiu pedido da Polícia Federal e determinou que as operadoras de telefonia enviem informações sobre a troca de telefonemas (Leiam mais)".

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domingo, 11 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: O LADO SÉRIO E O LADO CÔMICO DAS DELAÇÕES



Prezados leitores, nós publicamos um artigo recente onde comentamos que os políticos alcançados pelas delações querem que a população acredite que os empreiteiros delatores são malucos.
São loucos que estão inventando que deram propinas em troca da realização de obras, o que não aconteceu, sendo todas as "doações" legais.
Contra essa versão existe um questionamento:
- O que levaria empreiteiros a doarem bilhões de reais para políticos de diferentes partidos?
Identificação com todos os programas partidários não pode ser.
Terá sido filantropia?
Além disso, temos o fato de que as empreiteiras efetivamente realizaram as obras e, ainda, obtiveram inúmeros e elevados aditivos aumentando seus lucros.
As peças se encaixam.
Fora esses aspectos sérios, existe outro jocoso: os codinomes.
Alguns deles identificam perfeitamente a figura do político delatado, o que aumenta as suspeitas.

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): EDUARDO PAES ACUSADO DE RECEBER MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Revista Veja
Radar On-line
Maurício Lima
Delator afirma que Odebrecht abasteceu caixa 2 de Eduardo Paes com R$ 30 milhões em dinheiro e no exterior 
Por: Gabriel Mascarenhas 10/12/2016 às 9:30 
A delação do diretor de Infraestrutura da Odebrecht no Rio, Leandro Andrade Azevedo, explode no peito do prefeito da cidade, Eduardo Paes, conhecido como “Nervosinho” pelos executivos da construtora.
No anexo apresentado aos investigadores, Azevedo detalha como a companhia abasteceu o caixa 2 da campanha de Paes à reeleição, em 2012.
De acordo com o executivo, a Odebrecht desembolsou R$ 11,6 milhões e US$ 5,7 milhões, não declarados. O esquema repetia o roteiro desenhado para as operações que engordaram o caixa paralelo da chapa de Luiz Fernando Pezão.
Parte do dinheiro foi entregue em espécie no endereço da agência Prole, no Rio, e o restante, em contas no exterior indicadas pela mesma empresa de publicidade, que prestava serviços à campanha.
“O propósito para os pagamentos feitos, como detalhado no tópico inicial deste relato, era manter o acesso privilegiado da companhia a agenda de Eduardo Paes, permitindo que pudéssemos tratar diretamente com ele, sem burocracia ou qualquer dificuldade, sobre atrasos de pagamentos ou qualquer problema na execução de nossos contratos” (Fonte)". 

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): GOVERNADOR PEZÃO ACUSADO DE RECEBER MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Revista Veja
Radar On-line 
Diretor da Odebrecht entrega: empresa pagou R$ 23,6 milhões em dinheiro ao caixa 2 da campanha de Pezão
Por: Gabriel Mascarenhas 10/12/2016 às 8:29
Luiz Fernando Pezão terá muitos, muitos, muitos problemas para explicar sua relação com o diretor da Odebrecht Leandro Andrade Azevedo.
No anexo de sua delação premiada, o executivo conta que a empresa desembolsou R$ 23,6 milhões em dinheiro e 800 mil euros, por transferência bancária no exterior, à campanha de Pezão em 2014. Tudo no caixa 2, claro.
O volume em espécie, de acordo com Azevedo, foi entregue ao publicitário Renato Pereira, dono da agência de publicidade Prole, contratada pela campanha.
“Os pagamentos foram realizados com recursos de Caixa 2, mediante entregas de dinheiro em espécie, tal qual determinado por Hudson Braga, diretamente para Renato Pereira no escritório da agência[…], na Urca”, detalha.
As transferências foram feitas para o banco Banif, em Bahamas, paraíso fiscal (Fonte)". 

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A DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): ROMERO JUCÁ TAMBÉM TERIA RECEBIDO MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) continua com a implosão.




"O Globo 
Pagamentos feitos a Romero Jucá superam R$ 22 milhões, diz delator
Segundo Cláudio Melo, senador era o principal interlocutor da Odebrecht no Senado
EVANDRO ÉBOLI 09/12/2016 22:24 / atualizado 09/12/2016 23:34 
BRASÍLIA - Em delação premiada, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho relata um papel preponderante do presidente nacional do PMDB e líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (RR), no suposto esquema de obter recursos da Odebrecht para campanhas do partido. Ele contou que a empreiteira repassava recursos a Jucá em troca de apreciação e votação de medidas e projetos no Congresso de interesse da empreiteira. Ao longo dos anos, disse Cláudio, foram repassados mais de R$ 22 milhões ao senador. As informações sobre o conteúdo da delação do ex-dirigente da Odebrecht foram veiculadas na noite de sexta-feira no Jornal Nacional (Leiam mais)". 

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): PRESIDENTE TEMER É CITADO NAS DELAÇÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Jornal Extra
09/12/16 21:52 Atualizado em 09/12/16 23:38 
Ex-diretor da Odebrecht cita Temer, ministros e líderes do PMDB em delação 
JAILTON DE CARVALHO - O GLOBO 
O ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse - na delação premiada que fez ao Ministério Público Federal e ainda depende de homologação do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgada ontem pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo - que entregou dinheiro em espécie no escritório do advogado José Yunes, amigo e assessor especial do presidente Temer, durante a campanha eleitoral de 2014. O pagamento faria parte de um repasse de R$ 10 milhões que, segundo narrou Claudio Melo na delação, Temer negociara “direta e pessoalmente” com o ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, numa reunião no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, dois meses depois do início da Lava-Jato.
Em nota, Temer diz que repudia “com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho”. “As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa dois, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente”, diz a nota (Leiam mais)". 

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sábado, 10 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: POLÍTICOS QUEREM NOS CONVENCER QUE EMPREITEIROS SÃO LOUCOS



Prezados leitores, os políticos que estão sendo denunciados nas delações premiadas da Operação Lava-Jato querem que acreditemos que os empreiteiros estão inventando tudo para prejudica-los e se beneficiarem com penas menores.
Querem nos convencer que os empreiteiros são loucos.
Sim, loucos.
Só loucos doariam bilhões de reais para diversos partidos e para diversos políticos sem o objetivo de obterem alguma vantagem, como a realização de grandes obras, por exemplo, obras que efetivamente acabaram realizando e lucrando muito com elas. 
As propinas milionárias e as relações com as obras estão claramente estabelecidas.
Os políticos são cleptocratas.
Os empreiteiros não são loucos, eles são espertos.
E, o povo deixou de ser bobo.

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OPERAÇÃO LAVA-JATO: A DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO)



Prezados leitores, a pergunta não é quais políticos foram delatados, mas quais políticos não foram delatados, diante da quantidade citada pelos delatores.
Será o fim do mundo (político) em Brasília?
No Rio de Janeiro, o mundo (político) já está implodindo.

"Site G1
Delator diz que Temer pediu R$ 10 milhões à Odebrecht em 2014 no Jaburu
Ex-vice de Relações Institucionais da empreiteira afirmou que Temer, à época vice-presidente, pediu repasse 'direta e pessoalmente' a Marcelo Odebrecht. Presidência disse repudiar delação. Por Lucas Salomão, G1, Brasília 
09/12/2016 21h26 Atualizado há 1 hora 
O executivo Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, relatou ao Ministério Público Federal (MPF) que o presidente Michel Temer pediu, em 2014, R$ 10 milhões ao empreiteiro Marcelo Odebrecht.
Melo Filho é um dos 77 executivos da empreiteira que assinaram acordo de delação premiada com o MPF. A informação de que Temer solicitou dinheiro à Odebrecht está em material entregue pelo executivo nos termos de confidencialidade – espécie de pré-delação que antecede a assinatura do acordo (saiba quais são as etapas dos acordos de delação da Odebrecht).
Em nota, o Palácio do Planalto informou que o presidente Michel Temer "repudia com veemência" o conteúdo da delação de Melo Filho. "O presidente Michel Temer repudia com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho. As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente.", diz o texto da nota (Fonte)". 

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sábado, 19 de novembro de 2016

ATO PÚBLICO DE APOIO À OPERAÇÃO LAVA JATO - AMANHÃ - 10:00 HS - COPACABANA - POSTO 5



Prezados leitores, fomos informados que amanhã ocorrerá um ato público de apoio à Operação Lava Jato,às 10:00, no posto 5 da praia de Copacabana.
Nós recebemos anexo à convocação, o seguinte artigo:

"O Berlusconi aterrissou em Brasília 
Nada melhor do que aprender com ele os métodos e os meios de destruir a Lava Jato 
*Modesto Carvalhosa 
19 Novembro 2016 | 02h14 
A recente tradução para o português do célebre livro de Gianni Barbacetto, Peter Gomez e Marco Travaglio intitulado Mani Pulite – La Vera Storia, 2012 – tradução essa editada pela CDG Edições e Publicações, 887 páginas, sob o título Operação Mãos Limpas – suscitou uma grande excitação em Brasília, na aguerrida bancada Pro Corrupcione, que atua hegemonicamente no Congresso Nacional. Aqueles autores italianos dedicam nada menos que 330 páginas a demonstrar, cronologicamente e em detalhes, as despudoradas manobras de toda espécie – incluindo mídia, leis, chantagens, desmoralização das instituições – empreendidas por Silvio Berlusconi, o vergonhoso primeiro-ministro da Itália em dois períodos entre 1997 e 2011, que levaram à total destruição dos benefícios da Operação Mãos Limpas, do início dos anos 2000. A Itália em 2012 ocupava a 69.ª posição entre os países mais corruptos do mundo, atrás de Gana. 
Nada melhor, portanto, do que aprender com o execrável Berlusconi os métodos e os meios de destruir a Lava Jato. 
Como toda a população brasileira sabe, o Congresso Nacional está dividido em dois blocos. O primeiro, o grupo dos deputados que formam a combativa Frente Parlamentar Anticorrupção, presidida pelo deputado Antonio Carlos Mendes Thame e da qual participam os deputados Onyx Lorenzoni, Joaquim Passarinho e dezenas de outros abnegados. No lado oposto, o sinistro bloco Pro Corrupcione, liderado pelo presidente do Senado, pelo líder do governo no Congresso (“é preciso estancar a sangria”) e pelo líder do governo na Câmara dos Deputados, tendo como braço seguro, no Poder Executivo, o ministro da Transparência. 
A primeira lição haurida do arquicorrupto Berlusconi é a da necessidade de desmoralização do Poder Judiciário. 
Entre nós, tomou essa empreitada o condestável da República, Renan Calheiros, . Reuniu ele, para anunciar a missão destruidora da reputação institucional do Judiciário, nada menos que o presidente da República, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), o futuro presidente do Congresso Nacional, etc. E ali anunciou que vai revelar, para toda a população brasileira, os supersalários dos juízes, promotores públicos, desembargadores e ministros dos tribunais superiores. 
Essa medida berlusconiana, segundo ele, desmobilizará o povo, que ficará desiludido com a Lava Jato. Estará, em consequência, aberta a porta para a pôr em pauta, em regime de urgência, o famigerado Projeto 360, de Abuso de Poder, que responsabiliza pessoalmente os juízes por suas sentenças, se nelas ousarem condenar os corruptos, ou então prendê-los, ou deles homologar qualquer delação. Nessa intimidação legalizada estará incluída também a Polícia Federal, que fica de mãos atadas na sua atividade investigatória, interrogatória, de condução e de custódia. 
Ademais, o grupo de trabalho Pro Corrupcione atribuiu ao lídimo líder do governo na Câmara, o deputado André Moura, mais conhecido como André Cunha Moura, por ser o principal esteio do antigo presidente daquela Casa, a missão de pôr em regime de urgência um substitutivo ao Projeto n.º 3.636, de 2015, que altera a Lei Anticorrupção. Esse sórdido substitutivo institui, a favor das empreiteiras corruptas, acordos de leniência de fachada – os famosos sham programs –, conhecidos da literatura criminal e antitruste no mundo todo. Esse sham compliance é descrito em minúcias no Guia de Programas de Compliance do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), item 3.1.2. 
E mais. Por meio dessa encenação de compliance de fachada, não apenas as empreiteiras corruptas poderão voltar a contratar com o poder público federal, estadual e municipal como também os seus controladores, diretores e funcionários terão seus processos e condenações promovidos pela Lava Jato automaticamente extintos. 
Para que se “aperfeiçoe” melhor esse simulacro de acordo com as empreiteiras corruptas estarão afastados da sua celebração o Ministério Público e o Tribunal de Contas, a quem cabe declarar a inidoneidade dessas empresas por irregularidade nos contratos de obras. 
Essa missão do grupo Pro Corrupcione, visando a extinguir todos os efeitos dos processos levados avante pela Lava Jato, conta com a decidida contribuição do Ministério da Transparência, onde serão “celebrados” os acordos de compliance de fachada. O líder do governo André Moura declarou que tem o apoio do titular daquele ministério. Questionado pela imprensa, o ministro Torquato Jardim respondeu que a única providência que deve ser tomada é – pasmem – mudar a denominação “acordo de leniência” por um nome mais elegante, mais fino, menos chocante para as empreiteiras hipocritamente arrependidas e que agora voltam ao convívio do governo, com leis que garantem, para sempre, a corrupção. 
Tudo isso em nome da moralidade pública. Um verdadeiro massacre, tal e qual ocorreu na Itália do nefasto Berlusconi. Ali o Judiciário foi humilhado, com todo o tipo de manobra, inclusive o desaforamento dos processos que corriam em Milão, para outras comarcas mais complacentes com os negócios de Berlusconi et caterva. A prescrição dos crimes de corrupção foi diminuída pela metade, as empresas corruptas puderam “regularizar” os seus balanços, sem revelar o montante de propinas que, durante décadas, pagaram aos políticos e partidos, e assim por diante. 
Na Itália, legalizaram a corrupção por obra e graça do senhor Berlusconi e seus asseclas na Câmara e no Senado. No Brasil, inspirados no exemplo edificante daquele país, desejam os nossos políticos corruptos não só se eximir de sua responsabilidade criminal, mas também “reerguer” as empreiteiras corruptas, sob o pretexto de manutenção de empregos – tal como proclamava a ex-presidente Dilma – para, assim, dar continuidade ao festival eterno de corrupção nas obras públicas, sem cujo oxigênio não podem os políticos viver e muito menos sobreviver. 
*Advogado" 

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sexta-feira, 27 de maio de 2016

O BRASIL ACABOU! RENAN CHAMOU JANOT DE MAU CARÁTER



Prezados leitores, o país acabou.
Respeitando todas as opiniões contrárias, desde que fundamentadas, não existe mais o Brasil como país, considerando que as instituições democráticas estão seriamente comprometidas.
O Poder Legislativo é o maior exemplo da degradação e nos seus três níveis.
Todo dia escândalos diversificados atingem Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores.
O mais comum é o desvio do dinheiro público em esquemas que envolvem obras e serviços públicos com o recebimento de propinas maquiadas de diferentes maneiras.
Como separar o joio do trigo no Legislativo?
Apenas no âmbito federal temos 81 Senadores e 513 Deputados Federais.
Como acompanhar e fiscalizar o universo de Senadores e de Deputados Federais?
São 594 parlamentares.
É óbvio que precisamos diminuir drasticamente esse número de modo a permitir o controle de suas atividades e para isso precisamos mudar a Constituição Federal.
O problema é que pela via democrática só alteramos a Constituição Federal com votos dos Senadores e dos Deputados Federais, o que torna a alteração impossível.
O povo brasileiro está diante de um grande dilema: como mudar o Brasil, começando pelo Legislativo apodrecido, se para fazê-lo precisamos dos votos de quem não quer mudar?
Como diminuir o número de bandidos se são os bandidos que determinam o número de integrantes da quadrilha?
Enquanto o povo fica inerte, aguardando as Olimpíadas e festejando a tocha olímpica, o Presidente do Congresso chama o Procurador Geral da República de mau caráter (Link).
O país acabou, mas nós continuaremos lutando para que ele renasça, como temos feito nas ruas e nas redes sociais desde 2008.

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

RUPTURA INSTITUCIONAL - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

Prezados leitores, publicamos o novo artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa: 



"RUPTURA INSTITUCIONAL 
Maria Lucia Victor Barbosa 
19/12/201 
As maravilhas da corte são tão inebriantes, as alegrias da boa vida são tão plenas, as facilidades em se apoderar da coisa pública são tão corriqueiras, que uma vez lá a classe dirigente inventa meios de não sair do Olimpo onde se instalou o que pode ser feito através de eleições ou golpes de Estado. 
Assim sendo, o PT não pretende apear do poder tão cedo. Seria inadmissível para Lula e sua família retroceder à vida mais simples sem os luxos, privilégios e confortos que a evolução da riqueza obtida de modo acelerado lhes proporcionou. E Lula, é o poderoso chefão do PT, o garantidor dos “mandarins” de sua grei para que estes também desfrutem da doce vida de defensores dos oprimidos. Portanto, deve ser preservado faça o que fizer, porque sem ele o partido não se sustenta. É bem verdade que Lula tem tido seus revezes, mas justamente estes que a outros teriam aniquilado o mantém incólume e á espera de voltar em 2018. 
Foi, portanto, inoportuna para Lula e o PT a ideia de impeachment de Rousseff, única mulher presidente da República e a pior de todos os presidentes de nossa história. Se bem que foi Lula quem governou o tempo todo como presidente de fato, recaiu sobre sua criatura a culpa pelo descalabro da economia que penaliza e envergonha os brasileiros de todas as classes sociais. Tivesse outro candidato ganho a eleição já teria sido defenestrado pelo PT. Ela, não. E nem tanto por Rousseff, mas pela preservação do projeto de poder petista, que foi acionado com força máxima desta vez no STF. 
O que se assistiu, então, foi uma ruptura institucional. No dia 16 deste agitado dezembro o ministro Fachin, defensor dos sem-terra, do Paraguai contra o Brasil e ardoroso eleitor de Rousseff, deu um show inusitado: defendeu os procedimentos da Câmara com relação ao rito do impeachment, emergindo como juiz imparcial e respeitador do outro Poder. 
Era como um milagre. Mas milagres não existem na política. No dia seguinte tudo parecia ser sido combinado para invalidar, de novo, os procedimentos da Câmara. O que serviu para o impeachment do ex-presidente Collor não servia para esse. Os votos da comissão não podiam ser secretos, como os são os do STF em seus procedimentos internos e todo poder foi dado ao Senado, onde o colaborador, Renan Calheiros, está a postos para salvar, primeiro a si, depois a governanta. 
Desse modo, está encerrada, pelo menos por enquanto, a possibilidade do impeachment e todas as pedaladas, as irresponsabilidades fiscais, os gastos exorbitantes, os prejuízos dados a Nação serão todos perdoados ao governo petista. 
O STF de tal modo interferiu no Legislativo, trazendo à lembrança vislumbres bolivarianos, que se Rousseff sempre repetiu que impeachment é golpe, o golpe se formalizou de outra maneira via Executivo e por intermédio do Judiciário. Se de agora em diante o STF legisla e impõe o regulamento interno do Congresso, o Legislativo pode fechar as portas, pois se tornou um penduricalho inútil na República das Bananas. 
Falar democracia no Brasil, portanto, é algo ilusório. Como disse Rui Barbosa: “A pior ditadura é do Judiciário, porque contra ela não há quem possa recorrer”. E o judiciário autorizou buscas e apreensões somente em casas e escritórios de peemedebistas, salvando providencialmente o ajudante Renan Calheiros. Reclamar para quem? 
O Judiciário ao voltar do recesso em fevereiro poderá afastar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, cujos crimes principais e mais graves foram: ganhar a eleição da casa derrotando um petista, tornar o Congresso independente do Executivo, romper com o PT. 
Também pode esperar o pior, Michel Temer, o vice-presidente que pregou a unificação nacional sabendo que a governanta seria incapaz disto, aliás, de qualquer coisa. 
Sentindo-se seguro Calheiros tenta debilitar Temer com a ajuda do senador Álvaro Dias do PSDB do PT, rachando o PMDB. Grande erro. Uma vez esgotada a serventia do senador e estando o próprio PMDB fragilizado, o PT alcançará triunfante sua meta: ser o partido dominante, impondo-se hegemonicamente sobre os demais. Nesse momento Calheiros poderá enfrentar seus processos adormecidos no Judiciário, pois nunca ninguém escapou por ter ajudado o PT. PT faz mal à saúde. PT mata. 
Nesta hora em que o novo ministro da fazenda, substituto de Joaquim Levy que apenas compôs uma fachada para dar credibilidade ao governo e acalmar o mercado, provavelmente irá reeditar o que levou nossa economia ao caos, feliz e sorridente dirá Rousseff em cadeia nacional de radio televisão, sentindo-se imperatriz do Brasil: 
“Se é para desgraça de todos e infelicidade geral da Nação, digam ao povo que fico”. 
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga. 
mlucia@sercomtel.com.br 
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