Prezados leitores, os escândalos fazem parte do cotidiano do governo Sérgio Cabra-Pezão como comprova o noticiário e não causam mais qualquer surpresa.
O fato de estarem surgindo é um fator positivo, mas é fundamental que ocorram investigações que possam levar os responsáveis aos tri e, caso sejam culpados, aos presídios.
"Site G1
Cantinas de presídios vendem produtos contrabandeados a presos no RJ
Levantamento mostra que negócio movimenta até R$ 5 mil por dia. Investigadores suspeitam que espaço possa 'lavar' dinheiro do tráfico e esteja sendo coordenado pelos próprios servidores.
Por Marco Antônio Martins, G1 Rio
13/08/2017 11h29 Atualizado há 8 horas
Um negócio que movimenta cerca de R$ 5 mil diariamente nas prisões do Rio de Janeiro. Levantamento do G1 com base em apreensões da Polícia Civil, de agentes penitenciários e do Ministério Público estadual mostra que as cantinas instaladas em 36 presídios do estado não se limitam a comercializar lanches. Entre os produtos vendidos há agulhas para tatuagem e cigarros contrabandeados. Essas áreas representam uma espécie de "zona livre" nas unidades já que, por falta de pessoal, estão imunes à revista.
De acordo com servidores da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) essa "liberdade" acontece porque agentes penitenciários estariam por trás da gestão destes espaços. Em 27 de julho, uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil prendeu o agente penitenciário Marcelo Aparecido de Lima, no Presídio Carlos Tinoco, em Campos, no Norte Fluminense (Leiam mais e assistam a reportagem)".
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