JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador distúrbios civis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador distúrbios civis. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de maio de 2018

VÍDEO - A RÁPIDA SOLUÇÃO PARA PROTESTOS COMUNISTAS

Os problemas que a manifestação poderia causar para a população foram resolvidos preventivamente.


domingo, 7 de maio de 2017

VÍDEOS - VENEZUELA, POPULAÇÃO VIVENCIA O CAOS

Prezados leitores, assistam os dois vídeos e analisem o que está acontecendo no país vizinho.






Juntos Somos Fortes!


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

QUEM É O PM QUE ESTÁ NAS RUAS DO RIO?

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) e seus integrantes têm sido massacrados nas redes sociais e na imprensa, diariamente, em face da atuação nos protestos que ocorrem no Centro da Cidade Maravilhosa, que ontem virou uma praça de guerra, mais uma vez. 
A cada novo protesto as imagens da violência por parte de pequenos grupos infiltrados e da violência policial ficam eternamente registradas em fotos e vídeos publicados nos jornais e revistas, assim como, na velocíssima internet e suas redes sociais, inclusive com transmissões ao vivo, direto dos locais onde os confrontos ocorrem. Imagens que são comentadas em tempo real por milhares de internautas, a maioria contrária às ações policiais. 
Eu assisti inúmeras dessas transmissões, escrevo sobre o que vi. 
As imagens mostraram uma Polícia Militar não apenas violenta, mas acima de tudo despreparada, com os seus integrantes desorientados correndo de um lado para o outro, atirando balas de borracha, lançando bombas e gases indiscriminadamente. Isso são fatos, as imagens não mostraram outra coisa, não podemos escondê-las ou deletá-las. Apesar dessas verdades se deve destacar que em algumas transmissões as narrativas por parte de quem filmava foram tendenciosas em vários momentos, direcionadas a prejudicar a corporação, isso é outro fato. 
O que as imagens não podem mostrar é quem é esse Policial Militar que está nas ruas, escalado para atuar no controle de distúrbios civis, atividade que exige do profissional um preparo técnico específico e, acima de tudo, um preparo físico e um controle emocional muito grandes. 
Eu sou Coronel PM Reformado, fui exonerado no atual governo da função de Corregedor Interno, quando integrava o grupo dos Coronéis Barbonos, nós que lutávamos para reconstruir a corporação e fomos alvo de várias represálias governamentais. Portanto, conheço sobre o que estou escrevendo e o faço no exercício dos meus direitos constitucionais, o que é bom destacar, antes que alguém pense em me aprisionar novamente de forma ilegal na penitenciária Bangu 1, como fizeram no ano passado em razão das minhas críticas ao governo. 
O Policial Militar que está atuando nos protestos no Rio de Janeiro não está devidamente qualificado para tal atuação, falta o treinamento indispensável, além disso, ele está estressado física e emocionalmente. Eis a verdade. 
Sem querer justificar qualquer excesso praticado por Policial Militar, esperar que esses homens e mulheres fardados tenham o desempenho esperado de profissionais bem treinados, valorizados, fisicamente e emocionalmente equilibrados, não passa de um sonho inatingível no atual governo. 
O Policial Militar dos nossos tristes dias não reúne nenhuma dessas condições, infelizmente, isso com raríssimas exceções. 
A Polícia Militar é o retrato do governo estadual, não esqueçam nunca disso. 
A Polícia Militar é o povo fardado, também não se esqueçam disso. 
Os Policiais Militares são recrutados no seio da nossa população e recebem a formação que o governo proporciona, muito longe da ideal. 
O nosso Policial Militar não é o profissional que a população merece e precisa para servi-la e protegê-la. Ele é o profissional fabricado pelo governo. Ele queria ser muito melhor.
Culpar apenas o Soldado que está na ponta da linha é covardia, temos que cobrar dos governantes, os responsáveis diretos por toda essa desqualificação e desvalorização da corporação, bem como, por toda essa violência. 
O PM é apenas a diminuta ponta desse iceberg de culpas. 
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O BIZARRO SISTEMA POLICIAL BRASILEIRO E O FIM DAS POLÍCIAS MILITARES

A insegurança que o brasileiro vivencia em cada esquina é a comprovação prática da ineficiência do sistema policial. Tal verdade tem feito que ao longo dos anos tenham sido levantadas vozes que pregam mudanças na polícia, algumas delas transformadas em propostas de emendas à constituição federal (PECs), algumas das quais tramitam há anos no Congresso, ganhando ou perdendo força em face dos diferentes interesses corporativos.
O atual sistema é bizarro e ineficiente, todos devem concordar. Não conheço nenhum outro país que utilize sistema policial idêntico ao nosso. Temos polícias federais e estaduais, tosa deficientes no cumprimento de suas missões. Além disso, as estaduais (PMs e PCs) são polícias pela metade, não realizam o ciclo completo de polícia, algo que só existe no Brasil e que beira o inacreditável, pois isso contribui sobremaneira para a ineficiência. Portanto, mudar é imprescindível e urgente, isso é fato.
Em termos de mudanças, o tema mais recorrente é a desmilitarização das Polícias Militares (PMs) e a consequente incorporação dos seus efetivos às Polícias Civis (PCs), embora esse segundo momento não seja claramente explicitado.
Os protestos trouxeram esse tema para as ruas, alimentado pela forma com as Polícias Militares tem atuado na repressão aos protestos, demonstrando inúmeras vezes um emprego excessivo de violência e de recursos para controle dos distúrbios, como os agentes químicos e as armas não letais.
Ao longo desse período de protestos populares as Polícias Militares têm exposto as suas mazelas, sobretudo a não qualificação adequada, problema que possui várias causas, sendo a principal a desvalorização dos Policiais Militares por parte dos governantes.
As Polícias Militares como polícias ostensivas, responsáveis pela preservação da ordem, são a parte do sistema mais visível nas ruas, o braço armado do governo para controlar o povo, como muitos gostam de apregoar. Nas ruas os Policiais Militares passaram a ser os representantes dos governos que o povo quer retirar dos seus luxuosos gabinetes. Os PMs simbolizam os inimigos, isso é fato. Situação muito semelhante a vivida nos governos militares.
Enquanto isso, as Polícias Civis também demonstraram a sua ineficiência na investigação e apresentação ao Poder Judiciário dos milhares de vândalos que se aproveitaram dos protestos para promoverem danos e saques por todo o Brasil. A diferença é que a ineficiência das Polícias Civis não ganha repercussão na mídia, embora se materialize claramente no número limitadíssimo de prisões e na perpetuação dos atos de vandalismo, pois soltos os criminosos continuam a agir, isso é lógico.
No Rio a situação contrária às Polícias Militares ganhou contornos de grande relevância, pois os detidos pela PM sempre foram muito bem tratados nas delegacias da Polícia Civil, como os próprios faziam questão de expressar nas entrevistas após a liberação. Obviamente, o tratamento adequado nas delegacias deve ser aplaudido, mas isso foi lido como um contraponto. Uma polícia fazia a detenção, reprimia com cassetetes, balas de borracha e gases, enquanto a outra ouvia, tratava bem e liberava (não prendia).
Em apertada síntese: uma polícia é ruim, a outra é boa.
Qual o povo quer?
Ouça quem tiver ouvidos para ouvir: o caldo de cultura estabelecido é amplamente favorável à extinção das Polícias Militares, sobre isso não tenho dúvida.

Juntos Somos Fortes!