Prezados leitores, o cenário político brasileiro deve envergonhar todos que ao longo da vida já tiveram que cumprir o dever de votar.
Votar é dever e não direito.
O ato só seria um direito se fosse facultativo, sendo obrigatório é dever.
Dever que se não for cumprido resulta em punições.
Até aqueles que votaram pela primeira vez em 2014 têm a sua parcela de culpa no caos que a política se transformou.
A quantidade de parlamentares investigados e/ou acusados em inquéritos não deixa qualquer dúvida sobre o apodrecimento da política.
Analisando esses e outros fatores relacionados é fácil concluir que não reverteremos o quadro através do voto.
O que fazer?
Deixar o Brasil continuar imerso nessa cleptocracia?
Nem pensar.
Os homens e as mulheres de bem devem encontrar uma saída para o país.
Vozes tímidas são ouvidas aqui e ali apontando como solução a renúncia coletiva dos políticos e a realização de eleições gerais.
Será esse o caminho?
Se for temos dois problemas a serem resolvidos: como convencê-los da necessidade da renúncia e como convencer os eleitores a não votar neles novamente.
Obstáculos de difícil implementação.
Um grupo clama pela intervenção dos militares federais.
Em tese isso resolveria o primeiro obstáculo, a saída dos políticos.
Resta saber se o segundo também seria equacionado, o qual só seria possível com a convocação imediata de eleições gerais e com maior responsabilidade dos eleitores.
As incertezas são diversas, mas existe uma certeza: a política brasileira não pode continuar apodrecida.
O cheiro ruim que exala de Brasília é sentido em todo território nacional.
Juntos Somos Fortes!
