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quarta-feira, 8 de junho de 2016

QUAL A SOLUÇÃO PARA A APODRECIDA POLÍTICA BRASILEIRA ?



Prezados leitores, o cenário político brasileiro deve envergonhar todos que ao longo da vida já tiveram que cumprir o dever de votar.
Votar é dever e não direito. 
O ato só seria um direito se fosse facultativo, sendo obrigatório é dever.
Dever que se não for cumprido resulta em punições.
Até aqueles que votaram pela primeira vez em 2014 têm a sua parcela de culpa no caos que a política se transformou.
A quantidade de parlamentares investigados e/ou acusados em inquéritos não deixa qualquer dúvida sobre o apodrecimento da política.
Analisando esses e outros fatores relacionados é fácil concluir que não reverteremos o quadro através do voto.
O que fazer?
Deixar o Brasil continuar imerso nessa cleptocracia?
Nem pensar.
Os homens e as mulheres de bem devem encontrar uma saída para o país.
Vozes tímidas são ouvidas aqui e ali apontando como solução a renúncia coletiva dos políticos e a realização de eleições gerais.
Será esse o caminho?
Se for temos dois problemas a serem resolvidos: como convencê-los da necessidade da renúncia e como convencer os eleitores a não votar neles novamente.
Obstáculos de difícil implementação.
Um grupo clama pela intervenção dos militares federais.
Em tese isso resolveria o primeiro obstáculo, a saída dos políticos.
Resta saber se o segundo também seria equacionado, o qual só seria possível com a convocação imediata de eleições gerais e com maior responsabilidade dos eleitores.
As incertezas são diversas, mas existe uma certeza: a política brasileira não pode continuar apodrecida.
O cheiro ruim que exala de Brasília é sentido em todo território nacional.

Juntos Somos Fortes!

4 comentários:

  1. GANHA-SE MUITO POUCO PARA ARRISCAR A VIDA VESTINDO A FARDA DA POLÍCIA MILITAR NO RIO DE JANEIRO

    Garçom desligado do Palácio do Planalto, onde trabalhava há nove anos, José da Silva Catalão, de 52 anos, recebia um salário líquido de R$ 3.870,00, segundo o Transparência Brasil. Seu salário supria todas as suas necessidades vitais básicas, previstas no Inciso IV do Artigo 7º da Constituição Federal, ou seja, estava acima do Salário Mínimo Necessário estimado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ("despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência"), que corresponde a R$ 3.795,24.

    Soldado da PMERJ recebe um salário bruto de apenas R$ 2.382,89. DEFASAGEM: O salário bruto do SD PM está R$ 1.412,35 abaixo do Salário Mínimo Necessário, o que demonstra o DESCASO do Governo do Estado do Rio de Janeiro com profissionais que prestam SERVIÇOS ESSENCIAIS à sociedade fluminense. Com os descontos do Imposto de Renda e do Rio Previdência o salário fica ainda mais defasado. É deprimente, impossível não haver esse quadro de desmotivação dos Policiais Militares! Um Soldado da PMCE, que também não ganha bem, tem salário inicial de R$ 3.135,08.

    Como e quando a sociedade fluminense irá ter um bom aparato policial-militar com o salário de fome que os Policiais Militares recebem? Um Policial Militar, a nível de Soldado iniciante, tinha que ter um salário líquido de no mínimo R$ 5.000,00 (cinco mil reais) mensais. Não sei como ainda tem gente disposta a ser Policial Militar com o salário de fome que o Governo do Estado do Rio de Janeiro paga. Se pagassem bem, a PMERJ poderia exigir Nível Superior completo para Soldado e Bacharelado em Direito para Oficial.

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  2. Infelizmente, Cel Paúl, só um regime de exceção poderia interromper essa sacanagem explícita que ocorre em Brasília e em muitos Estados também. E mais: existe previsão constitucional para tal!

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  3. Isenções fiscais do governo do Rio para empresas somam R$ 138 bi, diz relatório do TCE
    POR FÁBIO VASCONCELLOS08/03/2016 18:48
    JORNAL O GLOBO.

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  4. O mesmo cheiro já exala em nossa Polícia Militar. Está uma bagunça tal qual a política, com a diferença que não há democracia, um supremo ou expectativa da saída dos tiranos. Temos a nossa Brasília e política apodrecida. Cadê o amor corporativo? Todos ajoelhados diante dos políticos como passarinhos aguardando migalhas. Está um vale tudo desde que não seja publicado pela mídia. Em que ponto chegamos. Nossa tropa sendo dizimada e sequer um pronunciamento oficial aos que sobreviveram. Nossa tropa passando necessidades e nada, nenhuma palavra. Repito: onde está o amor pela corporação? Nossos ancestrais devem se revirar nos respectivos túmulos.

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