JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 27 de novembro de 2018

quinta-feira, 29 de junho de 2017

POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES - CANDIDATURAS - ELEIÇÕES 2018 - IMPORTANTES RECOMENDAÇÕES

Prezados leitores, transcrevemos texto que lemos ontem no Facebook do Tenente-Coronel de Polícia Emir Campos Larangeira por julgá-lo oportuno e esclarecedor. 



"Facebook (Link)
Há diversos postulantes de instituições estatais do RJ a cargos eletivos no ano que vem. A maioria faz questão de sublinhar seus comentários eloquentes e sistemáticos, como manda o figurino da comunicação ideológica, de muita carga emocional e pouco ou nenhum conteúdo prático visando à melhoria da vida de suas categorias funcionais. 
Não vou nominar ninguém aqui em crítica direta ou indireta, apenas destaco que esse método do "hay gobierno, soy contra" não deveria mais impressionar a mente de pessoas que passam fome e sofrem de doenças dependentes de remédios que não podem suprir por falta de salários e pensões, nem serão supridos por discursos inócuos. Também não poderiam ou deveriam impressionar quem sofre injustiças em suas carreiras sem que haja quaisquer providências pragmáticas no sentido de minorar o sofrimento dessas pessoas. 
Sim, são milhares de distraídos capazes de eleger seus representantes classistas a troco de nada, como já o fizeram muitas vezes! De tal modo que hoje há na ALERJ quatro PMs e outros tantos policiais civis, porém absolutamente autistas em relação aos anseios e valores pessoais e funcionais de suas categorias, estas que lhes serviram de base eleitoral. 
Creio que, como a "corrida do ouro eleitoral" já começou, os candidatos precisam se mostrar com mais pragmatismo, demonstrando conhecer os problemas reais de suas instituições de origem e apontando os reflexos negativos e positivos dessas instituições no seu dia a dia de ações na tessitura social. Ou seja, deveriam mostrar capacidade de intervenção intelectual para a futura melhoria do arcabouço legal que norteia as relações internas e externas de suas instituições de origem e de outras afins. Ou seja, em vez de apelar para emoções ideológicas a explorarem o fragilizado sentimento das categorias, deveriam fazer uso maior da RAZÃO, pautando sistematicamente quais serão suas intervenções se vencerem alguma eleição. 
Não significa a sugestão de nenhuma campanha eleitoral fora de época, mas a imposição de ideias objetivas por meio da liberdade de expressão, tal como fazem os jornalistas em seus comentários. E assim, assumindo posições claras e contundentes, apontando problemas e sugerindo medidas a quem hoje detém o poder político, esses futuros candidatos poderão influenciar positivamente seu eleitorado base, primeiramente assumindo-o como tal para depois alargar seus discursos sem apelar para a eloquências estrondosas, porém vazias de conteúdo. 
Sim, chega de soltar bombinhas cheias de pólvora, mas sem quaisquer complementos capazes de danificar algo no ambiente! 
Chega de "soltar puns" como se fossem bombas atômicas! 
Que fique a sugestão e que essas categorias abram o olho e a mente para ideias claras e fechem as portas da emoção para "abobrinhas" de autopromoção com fins eleitorais! 
Ah, não sou candidato a nada, sou só um eleitor classista e impertinente! 
Pronto, falei!" 
Tenente-Coronel de Polícia Reformado Emir Larangeira 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

A ARMA É CIVILIZAÇÃO - MAJOR L. CAUDILL



Prezados leitores, postamos artigo sobre o porte de arma de fogo no intuito de promover a reflexão: 

"A arma é civilização.
Manifestação do Major L. Caudill – Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA - USMC.
As pessoas só possuem duas maneiras de lidar umas com as outras: pela razão e pela força. Se você quer que eu faça algo para você, você tem a opção de me convencer via argumentos ou me obrigar a me submeter à sua vontade pela força. Todas as interações humanas recaem em uma dessas duas categorias, sem exceções. Razão ou força, só isso. Em uma sociedade realmente moral e civilizada, as pessoas somente interagem pela persuasão.
A força não tem lugar como método válido de interação social e a única coisa que remove a força da equação é uma arma de fogo (de uso pessoal), por mais paradoxal que isso possa parecer.
Quando eu porto uma arma, você não pode lidar comigo pela Força. Você precisa usar a Razão para tentar me persuadir, porque eu possuo uma maneira de anular suas ameaças ou uso da Força.
A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma mulher de 50 Kg e um assaltante de 105 Kg; um aposentado de 75 anos e um marginal de 19, e um único indivíduo contra um carro cheio de bêbados com bastões de baseball.
A arma de fogo remove a disparidade de força física, tamanho ou número entre atacantes em potencial e alguém se defendendo.
Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. São essas pessoas que pensam que seríamos mais civilizados se todas as armas de fogo fossem removidas da sociedade, porque uma arma de fogo deixaria o trabalho de um assaltante (armado) mais fácil. Isso, obviamente, somente é verdade se a maioria das vítimas em potencial do assaltante estiver desarmada, seja por opção, seja em virtude de leis – isso não tem validade alguma se a maioria das potenciais vítimas estiver armada.
Quem advoga pelo banimento das armas de fogo opta automaticamente pelo governo do jovem, do forte e dos em “maior número”, e isso é o exato oposto de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da força. Há também o argumento de que as armas de fogo transformam em letais confrontos os que de outra maneira apenas resultariam em ferimentos. Esse argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem armas envolvidas, os confrontos são sempre vencidos pelos fisicamente superiores, infligindo ferimentos seríssimos sobre os vencidos.
Quem pensa que os punhos, bastões, porretes e pedras não constituem força letal, estão assistindo muita TV, onde as pessoas são espancadas e sofrem no máximo um pequeno corte no lábio. O fato de que as armas aumentam a letalidade dos confrontos só funciona em favor do defensor mais fraco, não do atacante mais forte. Se ambos estão armados, o campo está nivelado. A arma de fogo é o único instrumento que é igualmente letal nas mãos de um octogenário quanto de um halterofilista. Elas simplesmente não funcionariam como equalizador de Forças se não fossem igualmente letais e facilmente empregáveis.
Quando eu porto uma arma, eu não o faço porque estou procurando encrenca, mas por que espero ser deixado em paz. A arma na minha cintura significa que eu não posso ser forçado, somente persuadido. Eu não porto arma porque tenho medo, mas porque ela me permite não ter medo. Ela não limita as ações daqueles que iriam interagir comigo pela razão, somente daqueles que pretenderiam fazê-lo pela força. Ela remove a força da equação. E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado.
Então, a maior civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados."

Qual a sua opinião?

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