JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 27 de maio de 2023

A CRIMINALIDADE TORNOU O ESTADO DO RIO DE JANEIRO INVIÁVEL



Quem viveu no Rio de Janeiro nas últimas décadas constatou um aumento vertiginoso da criminalidade violenta e não violenta.

Quadrilhas armadas que atuam no tráfico de drogas, de armas e que submetem comunidades inteiras aos seus atos ilícitos, roubos em estabelecimentos bancários, roubos de veículos e de cargas, são exemplos dessa violência descontrolada.

Outros grupos criminosos não usam violência para praticarem os mais variados tipos de fraudes inclusive através da internet, sendo que os esquemas de desvio do dinheiro público são a parte mais danosa, considerando que afeta a população como um todo.

Nesse quadro que só se agrava, sofre o cidadão de bem, completamente acuado.

Enquanto isso ocorre, o governo estadual não consegue evitar esse crescimento e fica "enxugando gelo" para a felicidade de toda a criminalidade organizada.

O Projeto Cidade Integrada é o fracasso mais recente.

Para agravar ainda mais o quadro o governo prejudica financeiramente os Militares e os Servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, ativos, inativos, pensionistas e sequelados.

Quem vive no Rio de Janeiro sabe que o estado se tornou inviável.

Vale lembrar frase antiga: o último apague a luz.

Juntos Somos Fortes!


terça-feira, 27 de março de 2018

O PIOR ESTÁ POR VIR - ADVOGADO MARCOS ESPÍNOLA



"Jornal O Dia 
Opinião
O pior está por vir
Passado um mês de intervenção, o que se vê, segundo os registros de ocorrências das delegacias, é o crescimento de crimes como homicídios e roubos de carros e cargas 
Por O Dia 
Publicado às 03h00 de 26/03/2018 - Atualizado às 03h00 de 26/03/2018 
Marcos Espínola 
O que mais preocupa é como ficará o Rio após a intervenção, afinal, passado um mês de operações o que se vê, segundo os registros de ocorrências das delegacias, é o crescimento de crimes como homicídios e roubos de carros e cargas. Continuamos à espera de um futuro que não desponta no horizonte. Com a saída das tropas tudo voltará ao normal. Aliás, será pior, com o narcotráfico fortalecido e avançando não só nas comunidades, mas no Estado inteiro. 
A guerra não para. A média de policiais assassinados continua a mesma dos últimos anos. Antes mesmo do fim desse primeiro trimestre já atingimos quase 25% dos 134 policiais mortos em 2017. 
Intervenção e o apoio dos militares são essenciais, porém o comando das ações deve ser dividido com as polícias militar, civil e federal, esta última, comprovadamente com experiência investigativa. O olhar das forças armadas sobre a violência urbana não é igual ao das polícias. 
O que se tem feito em algumas localidades, como na Vila Kennedy, por exemplo, não tem qualquer eficácia, com os militares tirando as barricadas e os bandidos as recolocando no dia seguinte. Um movimento inócuo e que desmoraliza o poder constituído. 
Intervenção se faz com democracia e justiça. Isto significa direcionar o foco numa estratégia que contemple ações conjuntas dos militares, policiais e todas as outras áreas do poder público. Criar núcleos de identificação que mapeie cada localidade para depois agir. E quando for para entrar nas comunidades que entrem com todos os serviços que resgatem a dignidade de todos ali presentes em condições sub-humanas. 
Se for para sufocar os bandidos que isso se inicie nas fronteiras, minando os corredores de circulação das mercadorias. Quem quer a paz tem que enfrentar a guerra estrategicamente. 
É preciso que uma voz se levante e assuma tal postura, como ocorre na Lava-jato. Disposição para lidar com o que pode vir pela frente, como possíveis nomes poderosos que possam estar ligados às indústrias das drogas e armas. 
Segurança pública não se resolve com poder bélico, pois a violência é fruto da desigualdade social, da precária educação e saúde, da falta de oportunidade de emprego, da ausência de políticas públicas sérias para o bem social e coletivo. 
São necessárias ações conjuntas das instituições e que ofertem todos os serviços essenciais para a cidadania. Aí sim, podemos vislumbrar um futuro melhor. 
Marcos Espínola é advogado criminalista (Fonte)".

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RIO - ROUBO DE CARGA CONTINUA A TODO VAPOR APESAR DO APOIO DO GOVERNO FEDERAL



Prezados leitores, a presença das Forças Armadas, do projeto da Força Nacional de Segurança e do reforço da Polícia Rodoviária Federal, ainda não surtiu o efeito desejado no controle da violência.
O roubo de cargas, por exemplo, continua com números impressionantes.

"Jornal O Globo
Estado do Rio registra 246 casos de roubos de cargas em 11 dias 
Levantamento da Polícia Civil aponta média de 22 ocorrências a cada 24 horas desde a chegada de tropas federais 
POR ANTÔNIO WERNECK 
10/08/2017 4:30 / atualizado 10/08/2017 8:22 
RIO - Após o início das operações das Forças Armadas no Rio, o estado registrou, ao longo de 11 dias, um aumento na quantidade de roubos de cargas. Um levantamento da Polícia Civil obtido pelo GLOBO aponta que, de 28 de julho até terça-feira, houve um total de 246 casos. A estatística corresponde a uma média de 22 a cada 24 horas. No ano passado, no mesmo período, foram contabilizados um total de 195 (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

VÍDEO - IMAGENS VERGONHOSAS DO ROUBO DE CARGA NO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, a violência está inteiramente fora de controle no estado do Rio de Janeiro.
Diante desse cenário caótico três perguntas precisam ser respondidas:
- Por que o governador Pezão não promove mudanças na área da segurança pública?
- Por que o governo federal ainda não assumiu as suas responsabilidades na segurança pública do Rio de Janeiro?
- O que estão esperando o presidente Temer e o governador Pezão, o aumento da violência?




Juntos Somos Fortes!


quinta-feira, 8 de junho de 2017

RIO - DENÚNCIA CONTRA A FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA



Prezados leitores, nós somos contrários à existência do projeto da Força Nacional de Segurança, algo que consideramos improdutivo e muito dispendioso para os cofres públicos, posição que demonstramos em artigos e vídeos.
No Rio de Janeiro sempre que foi empregado o projeto não mostrou ser eficiente para colaborar com o controle da violência.
Atualmente, o projeto voltou ao Rio e estava sendo empregado na proteção da ALERJ e do Palácio Guanabara, utilização fora do contexto da promoção de segurança nas ruas.
O clamor popular fez com que o governo federal aumentasse o número de integrantes, mas a resposta veio em número insignificante diante da dimensão do problema existente no Rio de Janeiro.
O noticiário deu conta que parte do novo efetivo está sendo empregado no cerco ao Chapadão, isso para prevenir o roubo de carga, mas não estaria fazendo abordagens, limitando-se a uma "operação visibilidade" ou "operação imobilidade" que nenhum efeito surte.
Se for verdadeira a denúncia tornada pública pela imprensa no sentido de que não estão sendo feitas abordagens, salvo engano, melhor (e mais barato) devolver o efetivo que está no Rio de Janeiro para ser empregado em outros estados.

Juntos Somos Fortes!