JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

CORONEL PAÚL – IPM – INDICIAMENTO.

Eu agradeço as manifestações de apoio que tenho recebido em face das represálias do governo estadual. Apoio demonstrado pessoalmente, através da grande rede e de ligações telefônicas. A seguir publico dois comentários postados no blog.
COMENTÁRIOS POSTADOS: 
1)Prezado Coronel Paúl Ponho-me solidário com a sua causa, que é a dos homens de bem. A história saberá determinar que estava com a razão e entendo que ela esteja do seu lado. Pelos mesmos motivos, recebo também grave retaliação oriunda da mesma súcia. Alguns dessa caterva que vem de longe já me pediram até dinheiro para pagar carnês de prestações mínimas. Hoje estão no ápice do Podder e compram vacas de milhões etc., etc. etc., claro que com o nosso suado dinheiro. Mas agora sei por que nos perseguem: não falamos francês nem dançamos na "boca da garrafa". Esperemos, esperemos... Um dia eles se distrairão e sentarão descuidadamente na "boca da garrafa" e ela se enfiará no fiofó deles. Não desista! Use até um toco de lápis ou de vela, risque a parede como nossos ancestrais, para provar que este país não deve ser comandado por malfeitores. Não abandone a sua caneta e continue denunciando. Ainda assistiremos o Bem triunfar do Mal. Para tanto, devemos empunhar firmemente a Bandeira desta luta, que não é nossa, mas dos nossos filhos e netos e dos filhos e netos dos cidadãos de bem. Que tentem rasgar a Bandeira, e até que a rasguem toda! Mas a súcia não logrará êxito ao tentar apagá-la de nossas mentes e nossos corações. Porque ela é imaterial, e se envergonharão um dia aqueles que se comportam como vendilhões em troca de um minuto de poder e de fama. Judas foi assim e se fez eterno como representante do Mal. É melhor ser crucificado em nome do Bem, pois esta vida é tão efêmera que nela só depositamos nossos feitos. Se forem bons, serão lembrados em alegria pelos puros; se forem maus, seus titulares serão lembrados por seus malfeitos, assim como Judas. E assim o será através dos tempos! O nosso julgamento não será aqui! 
Juntos somos fortes! 
Emir Laranjeira. 
2) Qual foi a base legal para que o comandante geral discordasse do Encarregado? 
Qual foi a motivação para o seu "ato administrativo"? 
E a Teoria dos Motivos Determinantes? 
Não têm qualquer valor? 
Válido hoje é somente o mero "poder discricionário"? 
Bom... sendo assim, ótimo Coronel Paúl! Tudo cairá por terra diante do judiciário. Felizmente existem diversas instâncias! Mesmo que exista o "tráfico de influências" no Rio de Janeiro, até Brasília é muito diferente... 
Wallace Bastos. 
Juntos Somos Fortes!

POLÍCIA MILITAR: O BICO POLICIAL “OFICIAL”.

Prezados leitores, bom dia!
COMENTÁRIO: 
Caro Cel Paúl. 
O Governo do Estado acaba de jogar a "pá de cal" sobre a nossa Corporação. Institucionalizar o "bico" é, no mínimo, assumir publicamente que remunera mal seus integrantes e nada fará para mudar. Estamos à deriva, sem leme e sem Comandante. É temeroso ver o Estado "explorando" seu policial, tal como um "cafetão", desrespeitando seu SAGRADO DIREITO DE DESCANSO. Antes éramos explorados somente pelas "empresas" de segurança, hoje o Estado entra na concorrência, encontrando a forma que mais lhe convém para "resolver" os questionamentos quanto aos baixos salários. Assim como, aumentam impostos e taxas para resolver seus "déficit" de caixa. Como diriam os "mais velhos", tudo pela "lei" do menor esforço. Ao invés de super-homens, deveríamos ser vistos como sub-homens, já que não temos respeitados direitos básicos como os demais trabalhadores. Ainda querem que eu me orgulhe de ser brasileiro?? O Policial, sem saída, se sujeita a está expropriação de direitos, e se vende por esta "mixaria" e acredita que está fazendo uma excelente escolha. Há vinte anos, as duplas de POG à pé, já realizavam este serviço, sem para isto sacrificar sua folga. Acredito ser, pelo menos imoral, se não for ilegal, tal prática, pois segurança pública é dever do Estado. Os Municípios que participam deste "Projeto", estão desviando dinheiro público para remunerar alguém que já é remunerado pelos cofres públicos, para executar está tarefa. O que o Ministério Público teria a dizer sobre isto? 
Hiran Quintanilha.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O ÔNUS DA PROVA - DORA KRAMER

O ESTADO DE SÃO PAULO: 
O ônus da prova.
03 de maio de 2012 | 3h 05. 
Dora Kramer.
Chega a ser inútil a discussão sobre tentativas de "blindagem" ou a conveniência de se chamar o governador Sérgio Cabral Filho à CPI que tratará da triangulação entre crime organizado, políticos e parcerias comerciais público-privadas.
Diante do que se vê desde a última sexta-feira sobre os alegres passatempos do governador na companhia de secretários estaduais, do empreiteiro dono dos maiores contratos de obras no Rio de Janeiro (sem contar os negócios federais e em outros Estados) e respectivas senhoras mundo afora, é óbvio que Sérgio Cabral deve explicações em qualquer foro.
Assim como é evidente a impossibilidade de o PMDB, o governo federal, o PT, a Assembleia Legislativa, a Câmara Municipal ou o santo padroeiro do governador lhe assegurar qualquer tipo de proteção.
O Ministério Público não poderá - ou estará negando suas funções de defensor do interesse da sociedade - ignorar o assunto.
E o governador, seja na CPI ou fora dela, está obrigado a fornecer ao público mais do que as explicações frágeis já apresentadas. Até para se precaver do que certamente ainda vem por aí necessita se municiar de provas de que não foi nem é desonesto.
E o que vem por aí? Não se sabe, mas é de se supor que venha mais. Questão de lógica aliada a informações já em circulação de bastidor: quem passou o farto material fotográfico ao deputado, ex-governador, antigo aliado e hoje adversário de Cabral, Anthony Garotinho, que deflagrou o escândalo em seu blog, deu muito mais.
Nem o informante nem Garotinho escreveriam o capítulo inicial de uma narrativa dessa sem ter pronto o esboço do epílogo. Não entrariam na guerra para deixar o inimigo apenas levemente ferido e pronto para a desforra na primeira oportunidade mais adiante.
Só para início de conversa o governador deve, no mínimo, dirimir uma dúvida criada por sua assessoria.
Cabral, os secretários da Casa Civil, dos Transportes, de Governo e da Saúde estavam em férias quando fotografados e filmados na esbórnia parisiense de setembro de 2009?
A assessoria disse que não. Tratava-se de uma viagem oficial a respeito da qual foi apresentada longa agenda para divulgar o Guia Michelin Rio de Janeiro, fazer reuniões de trabalho para tratar da Olimpíada de 2016 e receber uma comenda.
Portanto, estavam no exercício da representação governamental e não poderiam se dar ao desfrute de farrear. Não apenas pela exigência de modos adequados ao cargo, mas também porque viajaram a expensas do dinheiro público.
Mas, logo em seguida a assessoria informou que os folguedos pertenciam à vida privada do governador. Muito bem: então o que faziam lá os secretários de Estado? E o empreiteiro camarada? Quem pagou aquela conta? Foi com dinheiro vivo ou há a fatura do cartão de crédito para comprovar?
A contradição exposta pela assessoria autoriza a conclusão de que a ação entre amigos seja vista com naturalidade como critério de governo. Algo explícito na fotografia do chefe da Casa Civil abraçado ao dono da construtora Delta, cujos contratos viria depois a auditar por determinação do governador.
Isso falando apenas daquela ocasião em que a turma aparecia fantasiada com guardanapos amarrados à cabeça, numa cena que expõe ao ridículo os personagens e a sociedade que lhes deu com seus votos a oportunidade de ocuparem as posições que ocupam.
As imagens sugerem promiscuidade entre o público e o privado e remetem à necessidade de se buscar detalhes sobre as constantes e inúmeras viagens ao exterior feitas por Sérgio Cabral. Tantas que o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, é visto como o governador de fato do Rio.
Começando por contabilizar quantos dias Cabral esteve fora do País, quais viagens eram de trabalho e quais relativas a férias de direito, a apresentação dessas agendas e confrontação de origem do pagamento de despesas.
Por essas e outras, o ônus da prova é do governador.
Juntos Somos Fortes!

NOVAS FOTOS MOSTRAM CABRAL E CAVENDISH EM MÔNACO

FOLHA DE SÃO PAULO: 
03/05/2012 - 11h43.
Novas fotos mostram Cabral e Cavendish em Mônaco.
Andreza Matais.
Andréia Sadi.
Brasília.
Novas fotos mostram o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e o presidente licenciado da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, num restaurante em Monte Carlo, no principado de Mônaco.
O governador está acompanhado de sua mulher, Adriana Ancelmo, de Cavendish e da mulher dele, Jordana Kfouri, morta em um acidente de helicóptero na Bahia em junho de 2011. No acidente também morreu a namorada de um filho de Cabral.
Um casal não identificado pela Folha também acompanha o governador e o empresário. Eles aparecem brindando com champanhe (Leiam evejam as fotos).
Juntos Somos Fortes!

DEPUTADO FEDERAL GAROTINHO (PR) FAZ GRAVÍSSIMAS DENÚNCIAS CONTRA O GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB) NA CÂMARA DOS DEPUTADOS


Juntos Somos Fortes!

CORONEL PAÚL, INIMIGO POLÍTICO (E VÍTIMA) DO GOVERNO DO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, em 2005, quando eu e o Coronel de Polícia Esteves começamos a imaginar uma maneira de impedir o crescimento da interferência política na Polícia Militar, assim como, de lutar por melhores salários e por adequadas condições de trabalho para os Policiais Militares, não tínhamos dúvidas que acabaríamos ficando em posição antagônica ao governo fluminense, embora esse não fosse o nosso objetivo. Isso é um fato, mas nunca poderia imaginar que seria tratado como um inimigo político, alguém que fosse alvo de várias represálias, algumas contrárias à legislação e que tivesse tantos direitos violados.
O tempo passou desde as minhas primeiras conversas com o Esteves, cerca de sete anos, com ele as lutas dos 40 da Evaristo, dos Coronéis Barbonos, da PEC 300/2008, dos Bombeiros Militares e recentemente, a denominada luta unificada dos profissionais de segurança pública. Eu nunca desisti da luta e penso que essa minha determinação seja uma das causas de ser tratado como inimigo pelo governo, que consegue dobrar tantos e com extrema facilidade.
Ao longo dessas mobilizações, quase uma centena, eu tive papéis diferentes, sendo no início um dos protagonistas e no último ano, tendo adotado um papel meramente jornalístico, por assim dizer. A linha divisória dessa mudança comportamental é fácil de ser localizada, começou na mobilização dos Bombeiros Militares, quando os organizadores resolveram se afastar dos atos "pacíficos e ordeiros", faltando ao serviço e invadindo o QG, tendo eu criticado essas ações e sendo muito criticado por ter tal postura. Na mobilização unificada, mantive o comportamento, atuando como se um repórter fosse, pois nunca fui favorável ao movimento de paralisação, como deixei claro no blog.
Apesar da minha mudança, certamente identificada pelos órgãos de inteligência que sempre estiveram presentes nos atos, o governo fluminense continuou destilando seu ódio contra mim, culminando por duas prisões ilegais. A primeira no dia 03 JUN 2011 e a segunda no dia 10 FEV 2012, quando fui encarcerado em uma solitária da Penitenciaria Bangu I e mantido incomunicável por três dias, algo inacreditável diante da violação clara dos meus direitos, mas que ocorreu comigo e com outros Policiais Militares e Bombeiros Militares.
Por que eu mudei e o governo não mudou?
Simples, a minha postura jornalística é pior para o governo, pois fora do olho do furacão, tenho tempo livre no curso dos atos e consigo ver o que a grande maioria não vislumbra. Pior, vejo e comento no blog, apresentando provas, como no caso da invasão dos Bombeiros Militares ao QG, quando filmei todas as fases (concentração até a invasão) e comprovei que o governo, embora sabendo da invasão, nada fez para impedi-la, ao contrário, criou facilidades.
O governo hoje me odeia pelo que escrevo no blog, o seu sonho é cercear a minha liberdade de expressão, não tenho qualquer dúvida. Alías, quando fui preso no dia 03 JUN 2011, uma das primeiras preocupações foi recolher meu notebook, meu rádio, meu celular e minha internet móvel. O objetivo é me calar, não existe qualquer dúvida. Na prisão do dia 10 FEV 2012, não tendo qualquer razão para me prender, fui preso para que não pudesse estar do lado de fora denunciando tudo no nosso espaço democrático.
Obviamente, representei contra todas as ilegalidades que já foram praticadas contra mim, isso desde 2008, mas como sou inimigo do governo, acabo sendo inimigo dos subordinados ao governo e dos amigos do governo, o que torna a minha luta pelo respeito aos meus direitos quase inócua.
Diante dessas verdades, decidi voltar a postar alguns desses fatos, para que os nossos leitores mais novos possam entender como um Coronel de Polícia que trabalhou na PMERJ por mais de 30 anos, tendo uma carreira sem qualquer mácula, sem nunca ter levado para sua casa um centavo que não fizesse parte do seu salário, acabou sendo preso, jogado nos porões de Bangu I, mantido incomunicável, indiciado em um Inquérito Policial Militar e submetido a um Conselho de Justificação, correndo o risco de ser expulso da corporação, por decisões unicamente políticas.
O que mais me entristece nisso tudo é que apesar da luta de tantos e de tantas represálias, os salários pagos aos Policiais Militares continuam sendo miseráveis, as condições de trabalho continuam ruins e a PMERJ está mais de joelhos do que nunca diante do poder político.
Ontem, o IPM no qual eu estava sendo investigado foi solucionado. O comandante geral discordou das investigações do Encarregado, o qual concluiu que eu não tinha praticado qualquer crime. Para o comandante geral eu pratiquei crime, portanto, fui indiciado.
Coronel Paúl, um inimigo político (e vítima) do governo do Rio de Janeiro, que não desiste de lutar.
Juntos Somos Fortes!

GEORGE SADALA TEM CONTRATO COM ESTADO E VIAJOU COM CABRAL - REINALDO AZEVEDO.

REVISTA VEJA: 
BLOG DO REINALDO AZEVEDO. 
03/05/2012 - às 6:59. 
Na Cabralândia - George Sadala tem contrato com estado e viajou com Cabral. 
Por Carla Rocha, Chico Otávio e Maiá Menezes, no Globo:
RIO - Mais um empresário com negócios com o governo do estado aparece ao lado do governador Sérgio Cabral em fotos feitas durante viagem a Paris, em 2009: Georges Sadala, dono da GelPar, que faz parte do consórcio AgilizaRio, responsável pelo programa Rio Poupa Tempo, que oferece mais de 400 serviços ao cidadão fluminense. Apontado como novo milionário desde o início dos anos 2000, Sadala tem 25% de participação no consórcio, que recebeu em quatro anos R$ 56,8 milhões do estado.
Dono de pelo menos nove empresas, a maioria com atuação no mercado financeiro, Sadala diz ser amigo e vizinho no condomínio Portobello (Mangaratiba) de Sérgio Cabral. Ambos são amigos do empreiteiro Fernando Cavendish, afastado recentemente do comando da Delta Construção depois que a empresa passou a ser investigada na CPI do Cachoeira. Cavendish é outro personagem das fotos de Paris.
Sadala disse que esteve em Paris, com outros 150 empresários, convidado pelo governo do Rio, para dois eventos oficiais: a cerimônia de entrega da medalha de honra da Legião D’Honneur, concedida pelo Senado francês ao governador, e o lançamento do Guia Michelin Rio de Janeiro. Algumas imagens mostram Cabral, Sadala, Cavendish e integrantes do primeiro escalão do governo num restaurante de luxo. O governador disse que pagou as suas despesas
Sadala já foi dono de outras seis empresas, entre comércio de roupas e vendedoras de discos, que faliram, antes de entrar para o ramo do factoring. Depois que seus negócios cresceram, ele foi morar na Avenida Vieira Souto, em apartamento que pertencia a Cavendish. Segundo o empresário, ele comprou o imóvel em 2008 por R$ 4,6 milhões. A transação foi feita um ano depois do seu casamento com Ana Paula, em festa que reuniu cerca de 800 convidados no Copacabana Palace. Um dos padrinhos do casal foi então governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), e um dos pajens era o filho de Sérgio Cabral.
Sadala, correspondente bancário do BMG no Rio, opera principalmente na área dos empréstimos consignados. Ele afirma que se limita a atuar no setor privado. O BMG, no entanto, é líder de empréstimos consignados a servidores do estado, ficando a frente até mesmo do Bradesco, banco oficial que tem lojas na maioria das repartições estaduais.
Em março, o BMG tinha cerca de 25% do total de empréstimos consignados feitos a servidores do estado, o equivalente a R$ 35,7 milhões dos R$ 142 milhões descontados em folha naquele mês. O banco também se destaca como um dos sete que operam em uma outra modalidade de empréstimo consignado, feito em cartão de crédito, com taxas que chegam a 6%. Ficou em primeiro lugar em março com R$ 6,7 milhões descontados em folha de pagamento de servidores. Esta operação é alvo de uma ação civil pública movida pelo defensor Fábio Schwartz, do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Rio.
Georges Sadala ou “Ge”, como é chamado, venceu em 2009 a primeira licitação para o Poupa Tempo. De 2009 até este ano, os negócios dele evoluíram no estado: recebeu R$ 3,3 milhões em 2009, R$ 22,4 milhões em 2010, R$ 24,2 milhões em 2011 e, este ano, R$ 6,9 milhões. Segundo Sadala, o consórcio administra pontos de atendimento público em shoppings de Bangu, São João de Meriti e São Gonçalo. O programa, segundo ele, é liderado pelo Shopping Cidadão, de São Paulo. Ele também é dono da GGS Empar Empreendimentos e Participações e da Lavoro Factoring. Esta última chegou a apoiar projetos do Rio Solidário, entidade presidida pela primeira-dama, Adriana Ancelmo.
Sadala disse que foi apresentado a Cabral por amigos. Ele anunciou que pretende processar o ex-governador Anthony Garotinho, que divulgou as fotos de Paris, por danos morais. Cabral disse por meio de sua assessoria que Sadala é seu amigo.
Por Reinaldo Azevedo.
Juntos Somos Fortes!

RIO: POLICIAIS MILITARES ARMADOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS, UM FATO ESQUECIDO

No Rio de Janeiro, Policiais Militares iniciaram uma nova modalidade de policiamento ostensivo, trabalhando armados no interior e nas cercanias das escolas da rede pública estadual de ensino. Mal começou o serviço, aplausos e vaias. Uns se sentido mais seguros, outros preocupados com a presença do PM armado ao lado dos alunos e das alunas.
Polemizar não é o objetivo desse breve artigo, ele tem por objetivo destacar algo que ainda não é do conhecimento público, ou seja, o fato desses PMs estarem sacrificando os seus horários de folga para atuarem nesse serviço extra remunerado. É o "bico oficial", como alguns apelidaram o PROEIS. 
A população precisa saber que os PMs estão sacrificando os seus horários de descanso, de lazer e de interação com os seus familiares, isso em face dos salários miseráveis que recebem e que os obrigam a trabalharem nas folgas, nos bicos clandestinos e/ou oficiais.
O fato do PM trabalhar nas folgas não é bom nem para o PM e nem para a população, essa é a verdade. Bom seria que o governo pagasse um salário justo, permitindo ao PM descansar, ter lazer e conviver com seus familiares.
Juntos Somos Fortes!

CPMI DO CACHOEIRA: OBRAS DA DELTA SERÃO INVESTIGADAS EM TODO BRASIL.

O ESTADO DE SÃO PAULO: 
Blindagem governista cai na CPI, e Delta será investigada em todo o País.
Relator tenta restringir foco às relações da empreiteira, mas apuração deve abranger obras federais. 
Quinta, 02 de Maio de 2012, 22h03. 
João Domingos e Eugênia Lopes, de O Estado de S. Paulo.
BRASÍLIA - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira furou nesta quarta-feira, 2, a blindagem montada pelo PT para proteger o governo federal e decidiu investigar as ligações da Delta Construções S.A. com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, em todo o Brasil, e não somente na Região Centro-Oeste, como havia sido proposto pelo relator Odair Cunha (PT-MG). A CPI determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Cachoeira a partir de 1.º de janeiro de 2002.
No entanto, a posição branda do relator foi seguida quando o foco passou a ser a relação de governadores com o esquema investigado pela Polícia Federal. Nos casos de Marconi Perillo (PSDB-GO), Agnelo Queiroz (PT-DF) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ), a CPI nada decidiu sobre eles.
A Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que investigou e desbaratou o esquema de Carlinhos Cachoeira, gravou conversas em que aparecem os nomes de Agnelo e Perillo. Quanto a Cabral, os parlamentares de oposição desejam convocá-lo por causa da ligação com o empresário Fernando Cavendish, ex-diretor da Delta.
Senador. Também ficou decidido nesta quarta-feira que Cachoeira vai prestar depoimento à CPI no dia 15. O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) vai depor no dia 31. Já o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste Cláudio Abreu será ouvido pela CPI do Cachoeira no dia 29. Os arapongas Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, e Jairo Martins, vão depor no dia 24. José Olímpio de Queiroga Neto, Gleyb Ferreira da Cruz, Geovani Pereira da Silva, Wladimir Garcêz e Lenine Araújo de Souza, integrantes do esquema de Cachoeira, vão prestar depoimento no dia 22.
Ao todo, a CPI aprovou 51 requerimentos. Um plano de trabalho apresentado por Odair Cunha prevê que a situação dos governadores só deverá ser examinada a partir de junho. Cunha e a base do governo entenderam que não têm condições técnicas para convocá-los agora. Os partidos de oposição acabaram concordando com eles.
Caso os exames dos documentos das Operações Vegas e Monte Carlo - as duas que investigaram as ligações de Cachoeira com agentes públicos e privados - mostrem o comprometimento dos governadores, serão apresentados novos requerimentos. A intenção da oposição era convocar Cabral e Agnelo. O governo, de seu lado, queria ouvir o tucano Perillo.
Delegados. Ficou decidido ainda pela CPI do Cachoeira que os delegados Raul Alexandre Marques Souza e Matheus Mello Rodrigues e os procuradores da República Daniel de Rezende Salgado e Lea Batista de Oliveira, responsáveis pela operações Vegas e Monte Carlo, serão convidados a comparecer à CPI na semana que vem, para sessões reservadas nos dias 8 e 10. A princípio, eles deveriam conversar com os parlamentares da CPI numa sessão aberta.
Mas a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) e o deputado Luís Pitiman (PMDB-DF) pediram que fossem ouvidos secretamente. Argumentaram que os advogados de Cachoeira e de outros envolvidos com o esquema do contraventor ouviriam tudo e depois contariam para seus clientes, o que poderia atrapalhar os planos de investigação da CPI.
Na opinião do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), a pressão dos partidos de oposição, que contaram com o apoio de partidos da base, como o PDT, o PMDB e o PCdoB, possibilitaram mudar o plano de trabalho do relator Odair Cunha, tirando o foco de investigação da Delta somente no Centro-Oeste, e levando-o para todo o País.
A Delta é a empresa que mais tem obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De 2007 até agora ela recebeu R$ 4,13 bilhões do governo federal. Pressionado, restou a Cunha admitir que não havia como manter as investigações apenas no Centro-Oeste. “Vamos ver o papel da Delta na organização criminosa. Há elementos contundentes e suspeitas de que Cavendish seria sócio oculto do Cachoeira.”
Juntos Somos Fortes!

RIO: QUEM PAGOU AS DESPESAS DOS 150 EMPRESÁRIOS QUE VIAJARAM PARA PARIS COM O GOVERNADOR?

Ontem, o jornal O Globo publicou o editorial (Ônus da Prova) que transcrevi nesse espaço (link), tratando da necessidade do governo estadual provar as despesas feitas nas viagens para a Europa.
Hoje, o Globo publica mais um editorial, que alguns podem considerar uma mudança de rumo (página 3):
"OPINIÃO.
AVANÇO DE SINAL.
As cenas em que o governador Sérgio Cabral compartilha a noite europeia com o empresário Fernando Cavendish, da Delta, por enquanto não passam de provas da proximidade entre os dois.
Para que esse relacionamento pessoal entre na pauta da CPI do Cachoeira é necessária alguma prova ou evidência de que a amizade gerou prejuízo ao contribuinte, à sociedade.
Só assim o assunto passará a ser de interesse público".
A confrontação entre os dois editoriais pode levar a conclusão que O Globo colocou o pé no freio, opinião que não compartilho, pois penso que os editoriais se completam. No primeiro O Globo deixa claro que cabe ao governo o ônus da prova, a apresentação de todos os comrprovantes de todas as despesas, isso de todas as viagens publicadas no blog do deputado federal Garotinho. No editorial transcrito nesse artigo, O Globo trata de forma implícita da necessidade imperiosa da instauração de uma investigação, que na opinião do jornal deve anteceder a inclusão do caso na CPI do Cachoeira. Investigação que deve buscar as provas sobre o pagamento de cada despesa. As que foram pagas pelos cofres públicos (verificando a legalidade dos pagamentos) e as que foram pagas pessoalmente pelos envolvidos, verificando se algum dos empresários pagou as despesas do governador, dos secretários e dos seus familiares.
Eis o cerne da questão: a comprovação das despesas.
O Globo de hoje coloca mais um ingrediente nessa fritura (página 9 - Um Investidor em Paris), quando trata da participação nos fatos de outro integrante das viagens, o empresário Georges Saldala, um dos que colocaram o guardanapo na cabeça.
"Sadala disse que esteve em Paris (2009), com outros 150 empresários, convidado pelo governo do Rio, para dois eventos oficiais: a cerimônia de entrega da medalha de honra da Legião D'Honneur , concedida pelo Senado francês ao governador, e o lançamento do Guia Michelin Rio de Janeiro".
O sentido da palavra convidado deve ser esclarecido lato sensu.
Será que os cofres públicos pagaram as despesas de viagem de 150 empresários, para eventos de tão pouca relevância para o povo fluminense?
Penso que não.
Quero acreditar que não.
Apesar da minha boa vontade, só existe uma forma de me convencer: apresentando todos os comprovantes de todas despesas.
Enquanto o governo Sérgio Cabral (PMDB) não apresentá-los, eu quero que seja instaurada uma investigação sobre o fato, pois robustos indícios não faltam. Se a investigação vai ser feita por meio de um inquérito policial, um inquérito civil público, na CPMI do Cachoeira ou em uma CPI instaurada na ALERJ, pouco importa.
Investigar é imprescindível.
Juntos Somos Fortes!

DEPUTADO PAULO MELO, PRESIDENTE DA ALERJ, SE NEGA A ASSINAR SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE CPI PARA INVESTIGAR O GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL

JORNAL EXTRA. 
COLUNA EXTRA, EXTRA! BERENICE SEARA. 
Clarissa Garotinho convida Paulo Melo a assinar CPI contra Cabral. 
Bruno Villa. 
Parece que os tempos de paz entre a deputada Clarissa Garotinho (PR) e o presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Melo (PMDB), chegaram ao fim. 
A moça pediu a palavra para avisar que está recolhendo assinaturas para pedir a abertura da CPI para investigar as ligações do governador Sérgio Cabral com Fernando Cavendish, da Delta. E perguntou ao microfone se Melo assinaria o documento. 
O moço do alto da cadeira de presidente, claro, negou (Fonte). 
Juntos Somos Fortes!

RIO: POVO PEDE SOCORRO NO NOSSO BLOG.

COMENTÁRIO:
Bom dia!
Novamente estamos aqui pedindo a quem nos escute AJUDA para combater a crescente onda de violência e violação dos direitos humanos que têm ocorrido no Bairro de Anchieta, Zona Norte, Rio de Janeiro. Há meses nós do bairro cobramos a deputados, polícia e disque denúncia uma solução para os problemas que estamos enfrentando no nosso bairro.
Hoje viemos com um novo pedido, pois estamos sem o recolhimento do lixo em alguns pontos do bairro desde o último sábado (28/04/2012) devido a barreiras (entulho das obras Bairro Maravilha Feliz da Comunidade Final Feliz) colocadas pelos pedreiros da própria obra a mando dos bandidos que fazem parte
do forte esquema de tráfico de drogas na localidade.
As máquinas da Prefeitura servem de “carro de passeio” para os traficantes, que andam em cima das mesmas fortemente armados deixando sobre a população uma sensação de pânico, e o material da obra agora serve para a construção da “CASA DOS TRAFICANTES” no alto da comunidade ao invés de servir para a finalidade pelo qual foi comprada com dinheiro PÚBLICO.
Pedimos encarecidamente que os senhores tomem alguma providência, pois a criminalidade que aqui se instala não tem nenhuma justificativa, nossas ruas são largas, asfaltadas, a comunidade liga e denuncia frequentemente tudo o que ocorre aqui e não temos nenhum perfil para “favela” a não ser os que os Senhores nos vêm impondo quando fizeram as Instalações das benditas UPPs varrendo os traficantes para debaixo de nós “os tapetes”.
Lembrem-se que a violência que temos aqui não se limita as barreiras do bairro, traficantes roubam veículos e pessoas em outras localidades e se preparam para voltarem ainda mais fortes de onde Eles acreditam que nunca deveriam ter saído.
Espero que Eles tomem providências, pois fizemos nossa parte. 
Anônimo.
Juntos Somos Fortes!

RIO: OPOSIÇÃO QUER ABRIR DUAS CPIs SOBRE A DELTA.

Prezados leitores, bom dia!
SITE G1:
Oposição tenta abrir duas CPIs sobre a Delta no RJ. 
Requerimentos querem apurar viagens de Cabral e contratos com construtora. 
Líder do governo na Alerj diz que fará o possível para inviabilizar comissões. 
Marcelo Ahmed Do G1 RJ Após a divulgação de fotos e vídeos do governador Sérgio Cabral com o dono da construtora Delta, Fernando Cavendish, deputados de oposição tentaram, nesta quarta-feira (2), aprovar requerimentos para a abertura de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). 
Uma CPI, dos deputados do PSOL Marcelo Freixo e Janira Rocha, pede investigação de todos os contratos da empresa com o governo do estado, desde o ano de 2000. O outra, de iniciativa de Clarissa Garotinho (PR), tem o objetivo de apurar as circunstâncias das viagens de Cabral ao exterior desde que assumiu o governo (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

2009 FOI O ANO DAS FOTOS E DA INTIMIDADE LÚDICA DE CABRAL COM A DELTA! - EX-BLOG DO CESAR MAIA

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
2009 FOI O ANO DAS FOTOS E DA INTIMIDADE LÚDICA DE CABRAL COM A DELTA.          
1. Contratos da Delta com o Governo do Estado do Rio:
2001 - R$ 47 milhões / 2002 - R$ 61,8 milhões / 2003 - R$ 15,1 milhões / 2004 - R$ 76,1 milhões / 2005 - R$ 142,8 milhões / 2006 - R$ 163,9 milhões / 2007 - R$ 67,2 milhões / 2008 - R$ 126,8 milhões / 2009 - R$ 243,4 milhões / 2010 - R$ 554,8 milhões / 2011 - R$ 358,5 milhões / 2012 - 138,4 milhões** Valor empenhado até 11 de abril.
2. (O Globo, 12/04/2012) Com cerca de 300 contratos no setor de construções em 23 estados do país e no Distrito Federal, a Delta cresceu 533% apenas no governo Sérgio Cabral (PMDB), no Rio, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (Siafem). Em 2007, a empresa teve empenhos de R$ 67,2 milhões, enquanto, em 2010, ano em que Cabral foi reeleito, o montante chegou a R$ 554,8 milhões, sendo R$ 127,3 milhões (22%) sem licitação. Em 2011, a Delta recebeu do governo Cabral R$ 358,5 milhões, sendo R$ 72,7 milhões (20%) sem passar por concorrência pública. Este ano, já são R$ 138,4 milhões empenhados. Os valores do Siafem não incluem, no entanto, as obras do Maracanã, onde a Delta faz parte do consórcio com outras empresas. O projeto foi orçado em R$ 859,9 milhões.
 
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GRAVAÇÃO INDICA QUE DELTA TENTOU BLINDAR VICE-LÍDER DO PMDB - FOLHA DE SÃO PAULO

FOLHA DE SÃO PAULO:
Gravação indica que Delta tentou blindar vice-líder do PMDB.
Telefonemas interceptados pela Polícia Federal mostra que a cúpula da empreiteira Delta Construções atuou para proteger o vice-líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), em processo que o parlamentar movia contra uma jornalista, informa reportagem de Breno Costa, publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Em conversa gravada no dia 25 de março de 2011, o então diretor regional da Delta no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, conversa com o suspeito de contravenção Carlinhos Cachoeira a respeito de um depoimento que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) daria quatro dias depois em um processo que Cunha move contra a jornalista Dora Kramer, de "O Estado de S. Paulo".
Demóstenes e Cunha são adversários políticos.
A ação, que está trancada desde maio passado no Tribunal de Justiça de São Paulo, questiona um artigo sobre a disputa pelo controle do fundo de pensão de Furnas, que citava Cunha.
OUTRO LADO.
Cunha diz não ter pedido "nada a ninguém" e afirmou que nem sabia que Demóstenes havia sido arrolado como testemunha. A Delta disse desconhecer o fato de o senador ter sido chamado a depor. Os advogados de Demóstenes, apesar de dizerem que o parlamentar desconhece o diálogo entre Abreu e Cachoeira, confirmaram que o senador depôs como testemunha, e que "respondeu às perguntas formuladas, sempre em conformidade com a verdade, como não poderia deixar de ser".
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
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