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domingo, 24 de julho de 2022

VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO - QUAL O PROJETO DO GOVERNO PARA CONTROLAR A TRAGÉDIA?



Após a operação policial desencadeada no Complexo do Alemão que resultou na morte de um Militar de Polícia, dois moradores e vários "suspeitos", como a imprensa prefere qualificar os envolvidos com o tráfico de drogas, publiquei dois artigos no meu canal do Youtube (Links https://youtu.be/-kh_4s2OYbk e https://youtu.be/ntTG-w96f_Y ) comentando opiniões dos denominados especialistas em segurança pública e dos defensores dos direitos humanos de plantão.

Em apertada síntese, destaquei a ausência por parte deles da apresentação de soluções factíveis para o controle da violência, algumas apresentadas são equivocadas, demonstram desconhecimento do tema e são apresentadas ano após ano.

A realidade das últimas décadas demonstra que as soluções não surgirão desse grupo de não profissionais da área de segurança pública.

Apesar dessa realidade, devo registrar que os profissionais de segurança pública também não estão demonstrando que estão no caminho certo para o controle da violência.

Como bem comentou um inscrito no meu canal do Youtube, hoje se voltarmos ao Complexo do Alemão, o cenário será o mesmo antes da operação.

Eu credito essa ineficácia à terrível interferência por parte dos políticos e não a incompetência profissional.

As instituições policiais perderam a autonomia e, por sua vez, os governos nunca apresentaram um projeto consistente para controlar a violência que encurrala cada cidadão que mora no Rio de Janeiro, ele que vive com medo o tempo todo de ser a próxima vítima.

Para exemplificar cito os últimos governos que lançaram projetos eleitoreiros que nada produziram de positivo até o momento.

As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foram um fracasso gigante, inclusive com várias mortes de Militares de Polícia, como ocorreu na Operação do Complexo do Alemão em referência e com um desperdício de dinheiro público de tal magnitude que fica difícil de calcular.

Eu escrevi um livro sobre esse fracasso (UPPs Uma Farsa Eleitoral amazon.com.br ).

O atual governo inventou o Projeto Cidade Integrada, uma cópia pior ainda das UPPs.

Isso sem falar no Segurança Presente...

A grande verdade é que os ditos especialistas não sabem como solucionar o problema, os políticos muito menos e os profissionais da área são limitados pela interferência política, inclusive pelas escolhas políticas para os cargos de maior relevância.

As consequências disso tudo é o descontrole total da violência e o domínio de partes do território brasileiro por grupos criminosos que utilizam armas de guerra para manter o seu domínio e o cidadão cada vez mais apavorado e acuado, não podendo exercer direitos garantidos pela Constituição Federal.

São "Brasis" que não pertencem ao Brasil!

Isso é muito triste!

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 12 de maio de 2022

GOVERNO CLÁUDIO CASTRO - NOVO FRACASSO - PROJETO CIDADE INTEGRADA SEGUE O CAMINHO DAS UPPs


O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora foi um grande fracasso da gestão do ex-governador Sérgio Cabral.

Nele vários Policiais Militares foram assassinados pelos traficantes de drogas que até hoje dominam os territórios.

Eu escrevi um livro sobre esse projeto eleitoreiro: UPP - Uma Farsa Eleitoral.

O livro hoje está sendo vendido na AMAZON.

O denominado Projeto Cidade Integrada parece seguir o mesmo caminho.

Fiz uma pesquisa na rede e a última notícia que encontrei foi do mês de fevereiro de 2.022.

Ao que tudo indica a população da comunidade pouco ganha em termos de qualidade de via e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro só sai perdendo.

"G1

Um mês após o Cidade Integrada, moradores dizem que serviços não chegaram ao Jacarezinho e à Muzema: ‘Só a polícia intimidando’

Apesar do avanço em alguns serviços, moradores dizem que criminosos ainda circulam livremente pelas favelas. Programa tem como meta retomar as áreas dominadas pelo tráfico e pela milícia.

Por Amanda Prado, Eduardo Tchao e Lucas Soares, RJ

 

terça-feira, 19 de abril de 2022

PRAÇAS DO CORPO DE BOMBEIROS CONSEGUEM OBJETIVO COM MOBILIZAÇÃO NAS REDES SOCIAIS

 

VÍDEO



Tenho insistido que para conseguirem a GRAM, antes da decisão do Poder Judiciário, os Veteranos e as Pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro precisam fazer uma grande mobilização nas redes sociais.

Recentemente as Praças do Corpo de Bombeiros alcançaram um objetivo exatamente através de uma mobilização nas redes.

Informe-se a respeito.

Juntos Somos Fortes!

GRAM, SÉRGIO CABRAL, CLÁUDIO CASTRO E IMPRENSA

 

VÍDEO


A imprensa tem adotado o mesmo comportamento que praticou no governo Sérgio Cabral, dessa vez no governo Cláudio Castro.

Citando um entre muitos fatos semelhantes, no governo Sérgio Cabral a imprensa apoiou e impulsionou o projeto equivocado das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), um projeto sem planejamento e sem estrutura, meramente eleitoreiro.

As UPP trouxeram inúmeros problemas para o erário público, para a população fluminense, para a Polícia Militar e seus integrantes.

Atualmente, por exemplo, a imprensa não tem questionado o erro do governo Cláudio Castro ao não conceder a GRAM para os Veteranos e as Pensionistas prejudicando idosos e viúvas.

Um erro grosseiro e ilegal.

Além de não questionar o Governador, a imprensa também não procura esclarecimentos junto aos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, eles que permanecem em silêncio sobre o tema.

O silêncio sobre os erros das UPP se repete no não pagamento da GRAM.

Acorda imprensa!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

LIVROS DO CORONEL PAÚL - ONDE E COMO COMPRAR?

 


Os livros estão sendo vendidos no site da AMAZON.


Clique na aba "LIVROS".

Na BUSCA digite o nome completo do livro que deseja:

- Cabral contra Paúl.
- A Ditadura de Terno e Gravata.
- UPP Uma Farsa Eleitoral.

Digitado o nome clique na LUPA e aparecerá a imagem da capa.

Basta clicar no nome do livro e seguir as orientações.

Os livros estão sendo vendidos pelo preço de custo, sendo incluídas a taxa da AMAZON e as despesas postais, compondo o preço final.

Os livros são encaminhados pelo correio.

Agradeço a todos os leitores que estão adquirindo e conhecendo a verdade sobre as mobilizações nas ruas e sobre o malfado projeto das UPPs.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

O "PROJETO CIDADE INTEGRADA" NO ESTADO DESINTEGRADO




O governador antecipou para hoje o lançamento do "Projeto Cidade Integrada" que no primeiro momento será implantado na comunidade do Jacarezinho.

A comunidade foi ocupada por 1.200 policiais, sendo 400 integrantes da PCERJ e 800 da PMERJ.

Todos temos que torcer para DAR CERTO.

A sofrida população do Estado do Rio de Janeiro precisa que dê certo, considerando a carência em todas as áreas do serviço público.

A desintegração desses serviços causa incontáveis prejuízos ao cidadão fluminense.

A implantação já começou com um ruído entre o Governador e o Prefeito sobre as reuniões preliminares, o que pode ser uma nova falha do assessoramento.

Tal erro ficou evidente na implantação do "Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado do Rio de Janeiro" através da Lei número 9.537/2021.

A legislação aprovada é injusta e carece de legalidade, causando prejuízo para os Veteranos e as Pensionistas do PMERJ e do CBMERJ, além de conter pelo uma inconstitucionalidade, isso no Artigo 44.

Insisto, vamos torcer para dar certo, mas se na elaboração de uma lei o Governador, os Deputados Estaduais e o assessoramento deles, deixaram passar tantos erros, imagine em um projeto complexo a ser implantado em uma comunidade carente.

Desejo que entre os responsáveis pelo projeto exista alguém que tenha lido o meu livro "UPP - UMA FARSA ELEITORAL", isso pode minimizar os inúmeros erros do projeto anterior. Caso ninguém tenha lido, ele está disponível na Amazon.

#ForaClaudioCastro

sábado, 25 de agosto de 2018

ARTIGO: A CURA QUE MATA (NA SEGURANÇA PÚBLICA)



Republico artigo que postei anos atrás com adaptação no titulo.


A CURA QUE MATA
O presente artigo é uma obra de ficção. Baseado em fatos reais, faço nele vertiginosas ficções.
Fora do nosso sistema solar existe um pequeno planeta habitado por um povo que guarda semelhança conosco, os seres humanos. Lá o povo padecia, morrendo aos milhares por ano, em razão de uma doença muito grave, contra a qual os cientistas não conseguiam descobrir o remédio adequado, insistindo em drogas que não debelavam a doença mortal, isso ano após ano, dirigente após dirigente. A doença era conhecida pela sigla FUZIL.
Certo dia, um doutor vindo de uma região distante, assumiu a direção do departamento de saúde de uma importante área do planeta. Nascia novamente a esperança de cura.
No início da sua gestão ele deu prosseguimento às ações dos seus antecessores e a doença continuou existindo e matando, sobretudo em algumas  regiões montanhosas, onde a epidemia se instalou.
No meio do fracasso o destino colocou no seu caminho um novo remédio que estava sendo testado em algumas montanhas com relativo sucesso. O doutor não teve dúvida, assumiu a posse do remédio e saiu espalhando o medicamento, dando prioridade às classes economicamente mais privilegiadas do povo.  Ali estava a salvação, pelo menos, a sua salvação no departamento de saúde.
Criou para o remédio uma sigla para facilitar a divulgação: SDPM.
Doses maciças de SDPM eram jogadas nas montanhas.
O sucesso foi retumbante e o doutor passou a ser o salvador da pátria. A imprensa do pequeno país passou a publicar reportagens diárias sobre a cura e sobre o doutor, ambos atingindo popularidade nunca vista. Ele ganhou prêmios em abundância.
Populações das montanhas pareciam curadas e novas montanhas eram conquistadas, enquanto a fábrica do medicamento se desdobrava na fabricação, dia e noite, sem parar, descuidando do controle de qualidade.
No meio da festa, a imprensa que apoiava incondicionalmente os dirigentes, não deu ouvido às poucas vozes que alertavam que além das populações das montanhas não estarem curadas, pois a doença continuava presente, muitos doentes estavam saindo sem serem hospitalizados e estavam levando a doença para outras regiões, algumas que eram anteriormente sadias, regiões onde não ocorria FUZIL, passaram a conviver com a doença e seus efeitos mortais.
Não a bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe.
Hoje, lá no pequeno planeta, o doutor começa a perder prestígio. A própria imprensa que tanto o elogiou, passou a divulgar que a doença FUZIL estava se espalhando por todo planeta e que o remédio SDPM, fabricando em escala gigantesca, não estava curando a doença FUZIL, além de apresentar efeitos colaterais.
O doutor poderá ficar conhecido no planeta como sendo o inventor da cura que mata.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 14 de junho de 2018

UPPs - EU AVISEI ANOS ATRÁS SOBRE O FRACASSO

(Livro)

O fracasso das UPPs era de fácil constatação.
Eu comecei a denunciar o projeto eleitoral em 2009, criando um blog com essa finalidade específica.
Concedi algumas entrevistas paraavisando sobre os graves erros no processo de implantação, mas a imprensa continuou apoiando a "farsa".
Reuni alguns destes artigo e publiquei um livro, o que foi ignorado completamente pela imprensa.
Hoje a população sofre com o fracasso e o fim das UPPs.
Leia:

sábado, 28 de abril de 2018

GRAVÍSSIMO! HORA DE APURAR RESPONSABILIDADES SOBRE O FRACASSO DAS UPPs

Livros sobre segurança pública no governo Cabral

"Jornal Extra
27/04/18 13:00 Atualizado em 27/04/18 14:52 
'Ninguém fecha UPP porque quer', diz Jungmann (Fonte)" 

O anúncio do início do desmanche do fracasso projeto das UPPs ainda povoa as manchetes jornalísticas, levando o ministro responsável pela segurança pública e os interventores a serem alvos de questionamentos.
Toda essa repercussão não faz qualquer sentido considerando o projeto ser um "NATIMORTO", como cansei de PROVAR nos diversos artigos que publiquei no blog e no livro "UPP - Uma farsa eleitoral".
No afã de criar fatos jornalísticos a imprensa não está "atirando" nos alvos certos.
Basta parar e pensar para concluir que quem deveria ser questionado sobre o fracasso e a extinção homeopática que se inicia das UPPs são o ex-secretário de segurança pública Beltrame e os ex-integrantes do comando da PMERJ (comandantes gerais e chefes do estado maior geral) que participaram da operacionalização desse desastre nestes dez anos.
Eles sim devem explicações à população fluminense pelo caos que transformaram a segurança pública, mas não estão sendo incomodados, nem os que atuam em ONGs e similares e, habitualmente, concedem entrevistas sobre os dilemas da segurança pública.
Os que fizeram o péssimo "prato feito", fedorento, sem sabor e que causou indigestão em todos nós,  criticam a comida que eles mesmos fizeram, como se a "lavagem" se tivesse sido feita por outros.
Isso é um completo absurdo!
A imprensa está sem rumo no tema e com o foco erra, simples assim.
O projeto sempre teve erros grosseiros, perceptíveis de longe e a olho nu.
Eu destaquei quase todos (são tantos que posso ter esquecido alguns), a começar pela falta de planejamento, erro que soldados novatos não cometeriam.
Logo ficou claro com a insistência na ampliação de algo tão ruim que o objetivo nunca foi realmente pacificar qualquer comunidade, mas conseguir votos para a turma do Cabral.
É hora de apurar responsabilidades dentro da PMERJ.
Policiais Militares foram feridos.
Policiais Militares foram assassinados.
Famílias enlutadas para sempre.
Policiais Militares foram mal formados.
Policiais Militares irão para as ruas agora sem qualquer experiência de policiamento ostensivo.
Bilhões de dinheiro público (nosso dinheiro) foram gastos.
Isso tem que ser apurado e os responsáveis precisam explicar os erros e, se for o caso, ressarcir os cofres públicos.
Salvo melhor juízo, cabe ao Ministério Público (MP-RJ) determinar a apuração para investigar a responsabilidade ou não do ex-secretário de segurança pública e de todos os ex-integrantes do comando geral da PMERJ.
Se a investigação não for instaurada pelo MP-RJ talvez a saída seja uma Ação Civil Pública, vamos aguardar.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

UPPs, A FALSA SOLUÇÃO COMEÇA A VIRAR PÓ....

Livro

Não foi por falta de aviso.
Escrevi centenas de artigos sobre os erros gritantes e evidentes do projeto.
Publiquei um livro demonstrando a "farsa" que a imprensa apoiou.
Concedi dezenas de entrevistas anunciando o fracasso.
Ignoraram e, pior, ampliaram o problema.
Precisou ocorrer uma intervenção federal para que os malefícios do projeto eleitoral das UPPs começasse a ser extinto.
A anunciada solução para o Brasil na área de segurança pública comeca a virar pó.

Link:
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/gabinete-de-intervencao-no-rj-decide-acabar-com-metade-das-upps.ghtml

quinta-feira, 22 de março de 2018

21/03/2018 - UM DIA EXTREMAMENTE TRISTE



No curso da intervenção federal na área da segurança pública, transcrevo mensagem que está sendo divulgada nas redes sociais desde ontem:


"21/03/2018 Um dia extremamente triste 😢

Batista - 25° BPM
Mesquita - UPP Rocinha
Barros - 39° BPM

Não terão direito a 8 equipes da Divisão de Homicídios; não terão direito a 6 promotores exclusivos; Não terão (se é que terão) mais que 2 minutos na reportagem..."

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

RIO - O FIM DAS UPPs.

Livro


Eu escrevi centenas de artigos comprovando que o projeto das UPPs fracassaria, isso quando todos batiam palmas e afirmavam que seria modelo para todo país, sobretudo os órgãos de imprensa que diariamente enalteciam as UPPs.
Concedi dezenas de entrevistas explicando os erros do projeto.
Escrevi um livro sobre o tema.
Apesar de todo meu esforço o projeto era ampliado.
Não me ouviram, deu no que deu.

Link:
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/seguranca-do-rj-estuda-acabar-com-18-upps.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-smart&utm_campaign=share-bar

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

SEGURANÇA PÚBLICA - GOVERNO MAIS PERDIDO DO QUE "CEGO EM TIROTEIO"





O governo federal está totalmente perdido na área da segurança pública, fenônemo que também ocorre com o governo fluminense, por exemplo.
As UPPs poderão perder em breve o "título" de pior ideia na área da segurança pública nacional.
Após o absurdo erro de criar a FNS, o governo federal promete piorar ainda mais o caos.



"Segovia quer trocar Força Nacional por “Guarda da PF”

terça-feira, 21 de novembro de 2017

POLICIAIS MILITARES DE UPP SÃO FEITO DE REFÉNS

A gestão da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro demonstra todo dia ser caótica.
Apesar da gravidade da situação o governador segue inerte.
PMs foram feitos reféns em UPP:

domingo, 15 de outubro de 2017

BLOG DO CORONEL PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 8 A 14 DE OUTUBRO DE 2017.



Prezados leitores, listo os artigos mais lidos na semana de 8 a 14 de outubro de 2017:

1) RIO - SERVIDORES, POLICIAIS E BOMBEIROS CONTINUARÃO COM ATRASOS NOS PAGAMENTOS (Link). 

2) OPERAÇÃO DA CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR PRENDE OFICIAIS E PRAÇAS (Link). 

3) UPP DO CAJU - PRISÃO DE OFICIAIS E PRAÇAS - A VOZ DOS ACUSADOS (Link). 

4) BRASILEIRÃO 2013 - PROVÁVEL PROVA DO ACORDO FOI IGNORADA POR COMPLETO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO (Link). 

5) FILHA DO TRAFICANTE BEIRA-MAR ASSUMIRÁ COMO VEREADORA EM DUQUE DE CAXIAS (Link). 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

VÍDEO - NOVA CHACINA NO RIO "PACIFICADO"



Prezados leitores, o vídeo contém cenas fortes.
A população fluminense está apavorada.
A violência ganha contornos cada vez mais amplos.
Tiroteios ocorrem entre policiais e criminosos e entre facções de criminosos com interesses diferentes.
No meio de tanta violência o cidadão tenta sobreviver adotando procedimentos para diminuir as chances de ser a próxima vítima, mas nem todos conseguem.
É a realidade atual do Rio "pacificado" pelo governo Sérgio Cabral.
"Pacificação" que teve todo apoio da imprensa, a mesma que hoje noticia com alarde o número de policiais assassinados, de homicídios, de latrocínios, de roubos, de balas perdidas, ou seja, noticia o fracasso completo do projeto de "pacificação" que tanto estimulou.


"Jornal Extra
Três pessoas morreram e três ficaram feridas durante tiroteio em um bar de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no início da tarde desta quinta-feira. Todas as vítimas são do sexo masculino e metade sobreviveu.
Procurada pelo EXTRA, a Polícia Militar informou que policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) foram acionados para uma ocorrência na Estrada Calundu (entrada da Jaqueira), no bairro Nossa Senhora do Carmo, com a denúncia de que criminosos a bordo de um veículo passaram atirando contra os clientes de um estabelecimento na área.
Morreram no local Thiago Lessa de Melo, de 29 anos; Marcelo Prates de Araújo, de 34; e Nivaldo José Batista, de 65. Este último ainda resistiu por um tempo. Já os baleados Nicolas Henrique de Oliveira Teixeira, Wallace Motta da Silva e Alexandre Firmino Vicente foram socorridos por ambulâncias do Corpo de Bombeiros até o Hospital Municipal Moacir Rodrigues do Carmo, e não passam por risco de morte. As informações são da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que assumiu o caso (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

UPP DO CAJU - PRISÃO DE OFICIAIS E PRAÇAS - A VOZ DOS ACUSADOS



Prezados leitores, publiquei duas matérias jornalísticas sobre a prisão de Oficiais e de Praças da UPP do Caju durante uma operação da Corregedoria Interna da Polícia Militar (Link).
Ontem, começaram a surgir versões diversas sobre os fatos.
Diante desse fato e da postura sempre ouvir os dois lados adotada neste espaço, informo que o blog está disponível para publicar a versão dos Policiais Militares acusados, as quais podem ser encaminhadas para o e-mail pauloricardopaul@gmail.com
A versão apresentada não pode ser anônima por motivos óbvios.
Tal disposição não é novidade, adotei esse procedimento nos casos do assassinato da juíza Patrícia Aciolli e do desaparecimento do morador da Rocinha de nome Amarildo, citando apenas dois exemplos.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

OPERAÇÃO DA CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR PRENDE OFICIAIS E PRAÇAS



Prezados leitores, uma operação da Corregedoria Interna da PMERJ prendeu um casal de Oficiais e Praças. 
As ações ocorreram na UPP Caju e na residência dos Oficiais. 
Armas e munições foram apreendidas. 
A Corregedoria Interna fez o que se espera de todo órgão correcional.

1) "Jornal Extra 
Comandante da UPP do Caju e mais onze policiais militares são presos 
O comandante da UPP Caju, major Alexandre Silva Frugoni, e outros 11 policiais militares foram presos, nesta quarta-feira, após a Corregedoria da Polícia Militar encontrar armas, drogas e munição nos armários dos PMs e no gabinete do comandante. 
Equipes da 1ª e da 8ª Delegacia de Polícia Judiciária (DPJM) realizaram uma operação, após denúncias, e fizeram buscas nos armários dos policias e no gabinete do major Frugoni. No local, foram apreendidas armas, munição e um rádio transmissor que não é utilizado pela Polícia Militar do Rio . 
No gabinete de Frugoni, os policiais encontraram uma pistola com a numeração raspada e quatro carregadores, outros nove carregadores de fuzil, bombas de gás, 261 munições de pistola calibre 40, 56 de 9mm, além de 1110 munições de fuzil, segundo informações do G1. 
As equipes foram até a residência do comandante da UPP e encontraram munição e armas de uso restrito sem procedência. Na casa, também foi presa a mulher de Frugoni, a major Paula Frugoni (Fonte) . 

2) Jornal O Dia 
Corregedoria prende comandante da UPP Caju ao encontrar drogas e armas 
Pelo menos, 21 PMs lotados no local foram levados para prestar depoimento na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar 
11/10/2017 21:44:11 - ATUALIZADA ÀS 11/10/2017 22:54:20 
ADRIANA CRUZ E MARIA INEZ MAGALHÃES 
Rio - Um arsenal com mais de 3 mil balas de vários calibres na sala do comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Caju, armas raspadas e drogas sem a procedência levaram à prisão o comandante, major Alexandre Silva Frugoni de Souza, nesta quarta-feira, em megaoperação da Corregedoria da PM. Sua esposa, a também oficial da corporação major Paula Frugoni, e outros 21 policiais militares foram detidos na ação, que começou de madrugada. Eles foram prestar depoimento na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar. A exoneração do oficial do cargo sai no boletim da corporação até sexta-feira (Leiam mais)".

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