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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

EQUIPE DE BOLSONARO: LEVY É MAIS DO MESMO?


Faço parte dos brasileiros que participaram da mobilização nacional para a vitória de Jair Bolsonaro, isso na expectativa da promoção de todas as medidas necessárias para o bem da população.Em face dessas verdades o anúncio do senhor Joaquim Levy para presidir o BNDES me parece um equívoco, em razão das funções exercidas em governos anteriores.

Revista Veja
Link:

quinta-feira, 20 de julho de 2017

RIO - VENDA DA CEDAE PASSA A SER ESPERANÇA PARA FUNCIONLISMO E MILITARES

governador Pezão

Prezados leitores, humilhados os servidores públicos e os militares (policiais e bombeiros) esperam que o governo federal e o governo estadual consigam atenuar ois efeitos desatadores em suas vidas causados pela falta de pagamento, atrasos em pagamentos e  não pagamento do décimo-terceiro.
O endividamento das famílias é enorme e demorará muito tempo para ser revertido, algo que só começará com a regularização do pagamento.
A crise se arrasta há muito tempo sem com que o presidente Temer e o governador Pezão consigam revertê-la.
Resta torcer para que a venda da CEDAE seja o início da reversão da crise.

"Jornal O Dia
Cedae vai ser comprada por R$ 3 bilhões 
Operação, determinada por Temer, ainda tem que ser aprovada pelo BNDES e injetará recursos no Rio 
20/07/2017 07:00:05 
MARTHA IMENES E PALOMA SAVEDRA 
Rio - A cobrança de socorro financeiro ao Rio de Janeiro feita por políticos e parlamentares cariocas parece ter surtido efeito. Logo após encontro entre o governador em exercício do estado, Francisco Dornelles, e o prefeito Marcelo Crivella para discutir saídas para a grave crise do estado, o presidente Michel Temer determinou que o BNDES desembolse R$ 3 bilhões para comprar ações da Cedae, companhia de águas e saneamento do estado (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 10 de junho de 2017

sábado, 3 de junho de 2017

WHY NOT ? - SOCIÓLOGA MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

Prezados leitores, publicamos um novo artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa.


WHY NOT

Maria Lucia Victor Barbosa
02/06/2017

Why not? Porque não? Se um jovem estudante dissesse: “quero progredir na vida, me esforçar, me tornar competente e, assim, (why not) por que não estudar fora em busca de excelência?” Quem não admiraria esse moço exemplar? Ele seria um marco em sua geração e acalentaria em quem o conhecesse sonhos de um futuro Brasil melhor.
Entretanto, quando um sócio em iniquidades do anterior governo conduzido por Lula da Silva, como Joesley Batista, batiza seu iate de dez milhões de dólares com o nome de Why Not tudo muda de significado. Pode ser entendido como: “por que não roubar o povo brasileiro levando grosso dinheiro das instituições públicas?” “Por que não, se assim me foi facilitado como no caso do BNDES quando o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, me abriu as portas do poder e das facilidades, inclusive, liberando para mim e para meu irmão Wesley 8,1 bilhões de reais? ”  “Por que não mostrar que contas no exterior irrigavam as campanhas do PT se eu sabia muito bem disto e agora resolvi contar tudo porque estou certo de que vou ficar livre, leve e solto?”  “Porque não, [i]durante uma década, alimentei não só com carne, mas com um riquíssimo propinoduto os cofres do PT, enquanto nossas empresas se agigantavam maravilhosamente? “Por que não usufruir de “negócios” com o amigo presidente Lula e a presidente Rousseff, que lhes renderam para gastos em campanha 150 Dilma Rousseff, milhões de reais?”  “Por que não comprar, se posso, juízes, promotores e os mais vendáveis, os numerosos políticos, se tenho todos aos meus pés?”
Joesley disse isso e muito mais em depoimentos e vídeos que foram comentados em alguns órgãos da imprensa. Porém, em uma gravação que não havia sido autorizada pela Justiça e cheia de lacunas, o ex-modesto dono de um frigorífico se tornou o rei dos delatores e um mestre em armadilhas políticas, pois atingiu o presidente da República, Michel Temer, o qual cometeu o erro de receber no palácio o influente magnata do crime em conluio com altas autoridades.
Toda delação, a meu ver, tem que ser corroborada por provas materiais e não só pelo que é dito, para que não se torne uma caça às bruxas. Se Temer está sendo acusado com base na gravação de Joesley, que tenha o direito de defesa.
Dilma Rousseff foi julgada durante meses com amplo direito de defesa. Porque a pressa em afastar Temer? Por que a coincidência da gravação ter sido feita antes de Lula ser condenado ou não pelo juiz Moro e eventualmente isso ser confirmado pelo Tribunal Federal Regional da 4ª Região, de segunda instância? O Supremo havia decidido que condenados em segunda instância podem ser presos, perigo para Lula que podia também cair na ficha limpa e se tornar inelegível.  Por que, então, será que o ministro Gilmar Mendes resolveu voltar atrás e dizer que nem em segunda instância um criminoso pode ser preso? E se Temer ainda não foi julgado, por que o PT se empenha tanto nas eleições diretas ou diretas do Lula, uma jogada desesperada para eleger seu líder? Não importa que se para isso se tenha que rasgar de novo a Constituição.
Evidentemente, Joesley e Wesley não foram os únicos corruptos na fase em que o governo petista institucionalizou a corrupção. Mas o que choca também nessa história é o tratamento diferenciado dado aos irmãos Batista se comparado com o de outros envolvidos que colaboraram com a Justiça e foram julgados pelo juiz Sérgio Moro. De um modo ou de outro eles estão cumprindo suas penas.
Os donos da J&F tiveram os termos de sua delação defendidos pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, e homologados pelo ministro Fachin. Sob as bênçãos da Justiça foram continuar a gozar a vida nos Estados Unidos completamente livres.
Nenhuma filigrana jurídica fará a sociedade entender a absolvição sem nenhuma penitência dos irmãos Joesley e Wesley, que nem tornozeleiras eletrônicas precisarão usar. Desse modo, ficou a sensação de uma tremenda incerteza jurídica, a certeza de que o crime compensa, com exceção da Lava jato do juiz Moro e de que no Brasil o why not escrito no luxuosíssimo iate corresponde a outras frases famosas, como: “levar vantagem em tudo”. Pagando bem, que mal tem”.  “Aos amigos tudo, aos inimigos a lei”.         
Isso faz parte de um caldo de cultura que dificilmente vai mudar no país e que permeia todas as classes sociais. Afinal, não é o povo que elege os que intercambiam lucros com espertos e mafiosos gangsteres? Sem nenhum pudor todos continuarão a perguntar de modo cínico e imoral: “why not? Por que não? ”
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.


Juntos Somos Fortes!

sábado, 27 de maio de 2017

DELAÇÃO DOS BATISTAS: O ACORDO QUE ENVERGA O JUDICIÁRIO E O MINISTÉRIO PÚBLICO



Prezados leitores, o acordo feito com os delatores da JBS foi um erro grotesco.
Aqui e ali tem surgido murmúrios dando conta que ele será revisto e os delatores voltarão para o Brasil onde serão colocados atrás das grades, onde deveriam estar.
Caso o erro seja corrigido, menos mal, porém ficará registrado para a história esse acordo absurdo e os nomes dos seus articuladores.

"Revista Veja
Brasil 
A doce vida de Joesley Batista no exílio 
Horas depois do último depoimento, ele embarcou com a família para os Estados Unidos, onde sua rotina em nada lembra os rigores da carceragem em Curitiba 
Felipe Carneiro, de Nova York 
27 maio 2017, 08h00
Acostumados a celebrar datas importantes com festas do grand monde e shows fechados de Ivete Sangalo, sempre badalados nas colunas e nas redes sociais, Joesley Batista e sua mulher, a apresentadora de TV Ticiana Villas Boas, optaram por rapidez e discrição em sua despedida do Brasil. Imagens das câmeras de segurança do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, mostraram o empresário entrando na área de embarque para voos internacionais às 22h10 do dia 10 de maio, acompanhado de Ticiana, do filho de 2 anos, da cunhada e de uma sobrinha. Apenas doze horas antes, Joesley prestara na Procuradoria-Geral da República (PGR) o último depoimento do acordo de delação que abalou a República. Livre, leve e solto, embarcou com a família no jato da JBS, um Gulfstream 550 avaliado em 208 milhões de reais, com destino a Nova York, graças ao acerto com a PGR de que não haveria denúncia contra ele — e as antigas seriam perdoadas. 
Livre, leve e solto. Tão livre que, dois dias depois, a Polícia Federal não pôde cumprir o mandado de condução coercitiva contra ele no âmbito de outra investigação, essa sobre o favorecimento do BNDES à JBS. Tão leve que nem carregou a própria mala de mão e o casaco: um empregado, vestido com um colete amarelo por cima do terno, encarregou-se da tarefa durante todo o embarque. Tão solto que, para escaparem do assédio da imprensa em frente à famosa Olympic Tower, prédio construído por Aristóteles Onassis na Quinta Avenida, em Nova York, Joesley e sua família saíram do seu exclusivíssimo apartamento na cidade para hospedar-se no Baccarat Residences, um hotel cinco-estrelas com diária entre 1?000 e 16?000 dólares. Por ali, ficaram até evaporar-se no mapa americano. A Olympic Tower já teve moradores célebres, como os atores Nicolas Cage e Anne Hathaway, mas as irmãs herdeiras Alessandra e Allegra Gucci ainda ocupam uma das coberturas do prédio. A outra, de Joesley e Ticiana, tem 380 metros quadrados, sauna própria e a melhor vista do prédio de 51 andares: 180 graus de vidraças do chão ao teto por onde se veem a imponente Catedral de St. Patrick logo em frente, o East River a leste e o Empire State ao sul com a baía ao fundo (Leiam mais)". 

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domingo, 12 de março de 2017

VÍDEO - CLEPTOCRACIA - BRASIL PERDE 300 HOSPITAIS PARA CUIDAR DO POVO

Prezados leitores, relembre como o nosso dinheiro foi desviado pelos cleptocratas brasileiros.
Nós perdemos 300 (trezentos) hospitais para cuidar da população.


 


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ATITUDES INSÓLITAS - PROFESSOR MARCOS COIMBRA



Prezados leitores, recomendamos a leitura do artigo do professor Marcos Coimbra:

"BLOG BRASIL ACIMA DE TUDO 
01/08/2014 
Atitudes insólitas 
Por Marcos Coimbra
Economista, Professor, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano. 
Foi no mínimo surpreendente a atitude do vice-presidente norte-americano Joe Biden em fornecer documentos confidenciais do passado, pertencentes ao arquivo de seu país, a autoridades brasileiras a pretexto de colaborar com a denominada “comissão da verdade” relativa, pois aborda apenas a ótica parcial de uma das partes conflitantes. Isto porque, caso ele não saiba, está ajudando a quem praticou vários atos terroristas, inclusive contra os EUA, como, por exemplo, no sequestro de seu embaixador Charles Burke Elbrick em ação da qual participou o ex-ministro Franklin Martins, um dos principais coordenadores da campanha à reeleição da atual presidente. 
Para agravar o fato, no manifesto de sua autoria está expresso: “Este ato não é um episódio isolado. Ele se soma aos inúmeros atos revolucionários já levados a cabo: assaltos a bancos, nos quais se arrecadam fundos para a revolução, tomando de volta o que os banqueiros tomam do povo e de seus empregados; ocupação de quartéis e delegacias, onde se conseguem armas e munições para a luta pela derrubada da ditadura; invasões de presídios, quando se libertam revolucionários, para devolvê-los à luta do povo; explosões de prédios que simbolizam a opressão; e o justiçamento de carrascos e torturadores. Na verdade, o rapto do embaixador é apenas mais um ato da guerra revolucionária, que avança a cada dia e que ainda este ano iniciará sua etapa de guerrilha rural. A vida e a morte do sr. embaixador estão nas mãos da ditadura. Se ela atender a duas exigências, o sr. Burke Elbrick será libertado. Caso contrário, seremos obrigados a cumprir a justiça revolucionária.”. 
Também o capitão norte-americano Charles Rodney Chandler foi brutalmente assassinado em frente de sua família, sem qualquer razão. Com certeza seus familiares não devem estar satisfeitos com este comportamento, que desmente a tradicional máxima dos soldados: “Ninguém fica para trás”. Na realidade, o regime militar atendeu ao exigido, poupando a vida do embaixador que seria “justiçado”. E se não tivessem atendido? O terrorismo, como a tortura, é crime inafiançável e imprescritível, conforme reconhecido pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes: “O texto constitucional também diz que o crime de terrorismo é imprescritível”. O Brasil ratificou as principais convenções internacionais sobre o tema e colabora ativamente em vários cenários, como na ONU e na OEA. O terrorismo é citado na própria Constituição, que qualifica o terrorismo como crime inafiançável, porém não existe, na legislação brasileira, uma definição de terrorismo. Em 2013 foi apresentado o Projeto de Lei do Senado nº 499 que define crimes de terrorismo, estabelecendo a competência da Justiça Federal para o seu processamento e julgamento, porém suscitou críticas por parte da Anistia Internacional que considerou o projeto vago, “com um claro e imediato risco de promover a criminalização de manifestantes pacíficos e de seus direitos à liberdade de expressão e à reunião pacífica”, tendo assim não prosperado. 
No Brasil, mais alguns episódios esdrúxulos surgem, como a declaração da atual presidente de que “Meu governo é padrão Felipão”, isto lógico, antes da derrota por 7×1, tentando pegar carona no eventual sucesso da seleção de futebol. De fato, a inflação está quase em 7% e o crescimento do PIB em torno de 1% ao ano. O país vive uma insegurança econômica aflitiva, pois qualquer analista sabe que existe uma expressiva inflação represada, a qual atingirá ao povo brasileiro, após as eleições presidenciais, bem como uma perspectiva cada vez mais concreta de racionamento de energia e outras situações cruéis. 
Surge então a figura do “crime relatório”, representado pela classificação de terrorismo econômico a uma nota de analistas de um banco analisando a conjuntura e sinalizando orientação para investidores de sua carteira preferencial. Ora, não há quem repudie mais do que nós a intromissão de estrangeiros em nossos assuntos, mas no caso em tela a equipe de analistas expressou aquilo que a maioria dos economistas não aquinhoados com as benesses da atual administração petista afirma. E vão ser punidos com a demissão em massa. Será que estamos já vivendo a situação descrita pelo genial escritor George Orwell (Eric Blair) em sua magistral obra “1984”? Quem serão os primeiros incriminados pelo “crimidéia” (crime de pensamento)? Serão os que denunciaram a “doação” de bilhões de dólares a administrações “cumpanheiras” na África e nas Américas? Ou os que apontaram a farra de empreiteiras ditas nacionais, que, com recursos do BNDES, realizaram obras ciclópicas em países administrados também por “cumpanheiros” ideológicos, que dificilmente serão ressarcidos? Para culminar, está sendo praticamente impossível renovar o registro (não o porte) de armas de fogo e até os aparelhos de choque (não o Taser) estão tendo sua comercialização proibida, enquanto pivetes armados com armas brancas praticam arrastões em plena Copacabana durante o dia (28.07), sem que a polícia evite os delitos e a mídia amestrada sequer noticie. De fato, o cobertor é curto. As centenas de policiais que estão nas UPPs desfalcam a prevenção no asfalto. 
E o alcaide comemora o inferno vivenciado no trânsito do município do Rio de Janeiro, com reflexos graves nos municípios limítrofes. 
Temos que escolher com cautela os nossos representantes nas próximas eleições, sob o risco de perdermos nosso país". 

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sábado, 7 de junho de 2014

O GOVERNO ACABOU - ,ARCO ANTONIO VILLA

Prezados leitores, uma leitura interessante.



"REVISTA VEJA 
quinta-feira, 5 de junho de 2014 
O governo acabou 
Marco Antonio Villa 
O governo Dilma definha a olhos vistos. Caminha para um fim melancólico. Os agentes econômicos têm plena consciência de que não podem esperar nada de novo. Cada declaração do ministro da Fazenda é recebida com desdém. As previsões são desmentidas semanas depois. Os planos não passam de ideias ao vento. O governo caiu no descrédito. Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa. O governo se arrasta como um jogador de futebol, em fim de carreira, aos 40 minutos do segundo tempo, em uma tarde ensolarada. 
Apesar do fracasso — e as pífias taxas de crescimento do PIB estão aí para que não haja nenhum desmentido —, Dilma é candidata à reeleição. São aquelas coisas que só acontecem no Brasil. Em qualquer lugar do mundo, após uma pálida gestão, o presidente abdicaria de concorrer. Não aqui. E, principalmente, tendo no governo a máquina petista que, hoje, só sobrevive como parasita do Estado. 
A permanência no poder é a essência do projeto petista. Todo o resto é absolutamente secundário. O partido necessita da estrutura estatal para financeiramente se manter e o mesmo se aplica às suas lideranças — além dos milhares de assessores. 
É nesta conjuntura que o partido tenta a todo custo manter o mesmo bloco que elegeu Dilma em 2010. E tem fracassado. Muitos dos companheiros de viagem já sentiram que os ventos estão soprando em sentido contrário. Estão procurando a oposição para manter o naco de poder que tiveram nos últimos 12 anos. O desafio para a oposição é como aproveitar esta divisão sem reproduzir a mesma forma de aliança que sempre condenou. 
Como o cenário político foi ficando desfavorável à permanência do petismo, era mais que esperada a constante presença de Lula como elemento motivador e agregador para as alianças. Sabe, como criador, que o fracasso eleitoral da criatura será também o seu. Mas o sentimento popular de enfado, de cansaço, também o atingiu. O encanto está sendo quebrado, tanto no Brasil como no exterior. Hoje suas viagens internacionais não têm mais o apelo do período presidencial. Viaja como lobista utilizando descaradamente a estrutura governamental e intermediando negócios nebulosos à custa do Erário. 
Se na campanha de 2010 era um presidente que pretendia eleger o sucessor, quatro anos depois a sua participação soa estranha, postiça. A tentativa de transferência do carisma fracassou. Isto explica por que Lula tem de trabalhar ativamente na campanha. Dilma deve ficar em um plano secundário quando o processo eleitoral efetivamente começar. Ela não tem o que apresentar. O figurino de faxineira, combatente da corrupção, foi esquecido. Na história da República, não houve um quadriênio com tantas acusações de “malfeitos” e desvios bilionários, como o dela. O figurino de gerentona foi abandonado com a sucessão de “pibinhos”. O que restou? Nada. 
Lula está como gosta. É o centro das atenções. Acredita que pode novamente encarnar o personagem de Dom Sebastião. Em um país com uma pobre cultura democrática, não deve ser desprezada a sua participação nas eleições. 
A paralisia política tem reflexos diretos na gestão governamental. As principais obras públicas estão atrasadas. Boa parte delas, além do atraso, teve majorados seus custos. Em três anos e meio, Dilma não conseguiu entregar nenhuma obra importante de infraestrutura. Isto em um país com os conhecidos problemas nesta área e que trazem sérios prejuízos à economia. Mas quando a ideologia se sobrepõe aos interesses nacionais não causa estranheza o investimento de US$ 1 bilhão na modernização e ampliação do porto de Mariel. Ou seja, a ironia da história é que a maior ação administrativa do governo Dilma não foi no Brasil, mas em Cuba. 
Os investimentos de longo prazo foram caindo, os gastos para o desenvolvimento de educação, ciência e tecnologia são inferiores às necessidades de um país com as nossas carências. Não há uma área no governo que tenha cumprido suas metas, se destacado pela eficiência e que o ministro — alguém lembra o nome de ao menos cinco deles? — tenha se transformado em referência, positiva, claro, pois negativa não faltam candidatos. 
O irresponsável namoro com o populismo econômico levou ao abandono das contas públicas, das metas de inflação e ao desequilíbrio das tarifas públicas. Basta ver o rombo produzido no setor elétrico. A ação governamental ficou pautada exclusivamente pela manutenção do PT no poder. As intervenções estatais impuseram uma lógica voluntarista e um estatismo fora de época. Basta citar as fabulosas injeções de capital — via Tesouro — para o BNDES e os generosos empréstimos (alguns, quase doações) ao grande capital. E a dívida pública, que está próxima dos R$ 2,5 trilhões? 
No campo externo as opções escolhidas pelo governo foram as piores possíveis. Mais uma vez foi a ideologia que deu o tom. Basta citar um exemplo : a opção preferencial pelo Mercosul. Enquanto isso, o eixo dinâmico da economia mundial está se transferindo para a região Ásia-Pacífico. 
Ainda não sabemos plenamente o significado para o país desta gestão. Mas quando comparamos os nossos índices de crescimento do PIB com os dos países emergentes ou nossos vizinhos da América Latina, o resultado é assustador. É possível estimar que no quadriênio Dilma a média sequer chegue a 2%. A média dos emergentes é de 5,2%, e da América Latina, de 3,2%. E o governo Dilma ainda tem mais sete meses pela frente. Meses de paralisia econômica. Haja agonia. 
Marco Antonio Villa é historiador (Fonte)".

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quarta-feira, 5 de março de 2014

CIDADÃO: ESCÂNDALO! VEJA O VÍDEO E CONSTATE O QUE FAZEM COM SEU DINHEIRO...

Prezados leitores, nós recebemos esse vídeo por e-mail. 
O seu conteúdo é assustador. 
Vejam o que estão fazendo com o seu dinheiro e como estão fazendo.


 


Nos vemos nas ruas no dia 22 de março de 2014.
Muda Brasil!
#vemprarua

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