JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: UMA VITÓRIA DOS BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, os direitos adquiridos dos Bombeiros e Policiais Militares deverão ser mantidos na reforma previdenciária que está em discussão.




"Site G1
Governo retifica PEC e retira PMs e bombeiros de reforma da Previdência
Nova versão da proposta enviada nesta quarta ao Congresso prevê ainda que militares possam acumular aposentadorias e pensões; texto é diferente do divulgado à imprensa. 
Por Luciana Amaral, G1, Brasília 
07/12/2016 21h10 Atualizado há 17 minutos 
O governo do presidente da República Michel Temer enviou nesta nesta quarta-feira (7) uma nova versão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência ao Congresso Nacional na qual retira policiais militares e bombeiros das novas regras propostas. O governo também alterou trecho da PEC para permitir que os militares possam acumular aposentadorias e pensões. 
O texto que agora tramita na Câmara é diferente do que havia sido divulgado pelo governo à impresa nesta terça (6). A alteração do teor da PEC, porém, não foi comunicada. 
Em material distribuído aos jornalistas, o governo dizia que os policiais e bombeiros militares passariam a seguir as regras dos servidores civis. Os estados ficariam a cargo de definir apenas a regra de transição para as categorias. 
Ainda na proposta original, pelo artigo 42, que foi totalmente retirado na nova versão, os militares dos Estados e do Distrito Federal junto aos seus pensionistas não poderiam acumular aposentadorias e pensões por morte vinculadas ao sistema do INSS. Na nova proposta, não existe essa previsão. 
Procurada pelo G1, a Casa Civil disse que as categorias deveriam ter ficado de fora da primeira versão da PEC da reforma da Previdência e que enviou uma nova versão do texto para corrigir o erro (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

A INIMAGINÁVEL GREVE GERAL DAS POLÍCIAS E CORPO DE BOMBEIROS MILITARES DO BRASIL

40 da Evaristo


Prezados leitores, nós fizemos concurso público para a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro no ano de 1975.
Aprovados iniciamos no ano seguinte o Curso de Formação de Oficiais na então Escola de Formação de Oficiais (EsFO), a atual Academia de Polícia Militar D. João VI.
No dia 1 de dezembro de 1978 fomos declarados Aspirantes à Oficial PM.
Ao longo dos três anos de formação, ficamos quase que isolados do mundo exterior e só viemos a conhecer realmente a Polícia Militar no início de 1979, quando nos apresentamos no 3o Batalhão de Polícia Militar.
Permanecemos no serviço ativo até o dia 21 de abril de 2009, quando fomos precocemente conduzidos para a inatividade por manobra do governador Sérgio Cabral, uma das represálias ao movimento dos "Coronéis Barbonos".
Se considerarmos apenas o período de 1979 até 2009, ficamos pouco mais de 30 anos nos quartéis e nessas três décadas, apesar das mobilizações realizadas no Rio de Janeiro por Bombeiros e Policiais Militares e das incontáveis greves ocorridas em coirmãs de diferentes estados, nunca imaginamos que um dia poderia se desenvolver uma greve geral das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil.
Tudo indica que a nossa imaginação não foi fértil o suficiente para antever os tempos atuais, época em que o governo federal e governos estaduais estão fazendo de tudo para que esse evento antes inimaginável, acabe se concretizando, isso com consequências imprevisíveis para o Brasil e para os brasileiros.
Deus nos livre desse dia!

Juntos Somos Fortes!

PREVIDÊNCIA: A LUTA DOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES CONTRA A COVARDIA DO GOVERNO

Prezados leitores, querem tratar de forma igual, quem tem vida profissional completamente diferente.






Tudo indica que ocorreu uma evolução na luta:

*TEXTO DA PEC 287/16 é alterado.* 
Após diálogo do Ministro da Defesa, Raul Jungmann, com o Cel Bianchini, Presidente do CNG, em que comunicou que o governo encaminharia o reparo à câmara dos deputados, alterando o texto da PEC 287/16, retirando os militares, a referida mensagem chegou, encaminhada pelo Ministério Padilha, da Casa Civil, às 21:21. 
Apesar do texto retirar a alteração do art. 42, em que fazia a remissão da aplicação do art. 40 ( regra comum ) a todos os militares estaduais, o texto ainda mantém duas remissões aos militares: 
1- Na reserva voluntária ou por incapacidade, o provento será de 51% da média da remuneração, acrescido de 1% por ano de contribuicao. 
2- Na reserva por incapacidade que for por acidente do trabalho, o valor será de 100% da média salarial. 
O texto melhorou uma vez que não determina mais a idade mínima e o tempo mínimo de contribuição, entretanto nossa luta continua pela manutenção dos direitos à integralidade da remuneração, para os militares estaduais e suas pensionistas. Bem como, para que nenhuma nova emenda seja feita em prejuízo da categoria. 
*MAJOR OLIMPIO*
*Deputado Federal* 

A luta continua! 

Juntos Somos Fortes!