JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 16 de setembro de 2017

CRISE: FORÇAS ARMADAS COGITAM INTERROMPER AJUDA AO RIO POR ATRITO COM SESEG



Prezados leitores, desde 2008 tenho sido um crítico ácido da Secretaria Estadual de Segurança Pública, órgão que considero ineficiente e dispendioso.
Tenho proposto a sua extinção e o retorno dos policiais aos seus órgãos de origem (Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, ...) onde estão fazendo falta.
Temos que dar autonomia às Polícias Militar e Civil para serem dirigidas, respectivamente, pelo Comandante Geral da PMERJ e pelo Chefe da PCERJ.
Apesar dessa minha opinião, caso tenham existido críticas oriundas da SESEG sobre o emprego das Forças Armadas, elas podem ter algum fundamento.
Tenho publicado artigos e vídeos onde expresso minha opinião, um direito constitucional, no sentido de que as Forças Armadas devem assumir o protagonismo na luta contra os traficantes de drogas, ocupando e retomando essas partes do território brasileiro, onde o Estado não detém o controle.
Os Policiais Militares devem deixar tais comunidades e serem empregados no policiamento ostensivo nas ruas, só retornando para estas comunidades quando elas forem "policiáveis".
Não existe como realizar policiamento ostensivo em becos e vielas, trocando tiros com criminosos armados de fuzil.
Salvo melhor juízo, isso é uma forma de "guerrilha urbana", onde as polícias não devem atuar.

"Jornal O Dia
Forças Armadas cogitam interromper ajuda ao Rio por atrito com a Segurança 
Recentes críticas de integrantes da secretaria às tropas federais desagradaram comando, que vê 'ingratidão'; após desentendimento 
15/09/2017 18:46:01
ESTADÃO CONTEÚDO
Rio - O Ministério da Defesa cogita suspender a Operação O Rio Quer Segurança e Paz devido a desentendimentos com a Secretaria de Segurança do Rio. Recentes críticas de integrantes da Seseg à ação das tropas federais no Estado desagradaram ao comando das Forças Armadas, segundo apurou o Estado. A irritação poderia levar à paralisação ou ao fim da colaboração, que foi até objeto de campanha publicitária do governo federal em emissoras de televisão. Oficialmente, o Comando Militar do Leste afirma que o trabalho conjunto continua. A Seseg elogia o "exitoso histórico" das ações. 
A declaração que gerou mais mal estar na Defesa foi do chefe da Polícia Civil, Carlos Leba. Ele disse que as Forças Armadas estariam atrapalhando o sucesso das operações integradas, pelo modo do órgão atuar ser diferente. O secretário de Segurança, Roberto Sá, declarou que preferia ajuda financeira para a Segurança à ação das forças federais. Essa fala também foi mal recebida pelos militares. A possibilidade de encerramento da colaboração foi revelada pelo jornal carioca "O Globo" e confirmada pelo Estado. 
Com o desconforto no comando da Defesa, o ministério avalia se compensa gastar cerca de R$ 50 milhões para a permanência no Rio, além de mobilização de milhares de homens, se a secretaria estadual avalia mal o trabalho. As declarações dos chefes da Seseg também foram vistas como "ingratidão" já que, segundo fontes de Brasília, tudo foi feito atendendo a pedido do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB) - (Leiam mais)". 

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domingo, 7 de maio de 2017

VÍDEO - "POLICIAL GUERREIRO", UMA DEFORMIDADE A SER CORRIGIDA DE IMEDIATO

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paúl comenta os erros que levaram ao surgimento do denominado "policial guerreiro", uma deformidade que precisa ser corrigida.
Assistam o vídeo sobre o tema que está publicado ao final.
Logo no começo estabelece uma grande diferença, o fato de que a formação profissional de um policial é muito mais complexa do que a formação do profissional para atuar em guerras, isso é fato.
Destaca, mais uma vez, que é missão das Forças Armadas e não da Polícia Militar, a retomada das comunidades carentes (partes do território nacional) dominadas por grupos que se utilizam de armamentos de guerra, onde o Estado não exerce o monopólio da força e da justiça, entre outros.
Policial não deve atuar em guerra ou guerrilha urbana.
Isso é um erro grosseiro, o qual já custou centenas de vidas de Policiais ao longo das últimas décadas.
As missões constitucionais da Polícia Militar são apenas a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública, ambas afetas à segurança pública e ao "servir e proteger à população".
O Policial é um "protetor de vidas" por excelência.
A Polícia Militar não é um "exército em miniatura", como insistem em querer transformá-la.
Quem quiser ser guerreiro que ingresse nas Forças Armadas, prepare-se para guerrear e grite "selva" à vontade.
Guerra e guerrilha urbana são "teatros de operação" próprios para as Forças Armadas, como ocorre nas comunidades carentes dominadas por esse poder paralelo que confronta com o Estado Brasileiro.
Só as Forças Armadas têm o preparo, o efetivo e o armamento necessários para retomar essas partes do território nacional e ocupá-las até que o poder público as urbanize e as torne adequadas para que nelas seja desenvolvimento o policiamento ostensivo pelos policiais.
Cabe ao excelentíssimo presidente Temer assumir as responsabilidades do governo federal previstas na constituição.
Cabe ao excelentíssimo governador Pezão fazer tal COBRANÇA e com urgência.
Como é nosso hábito, respeitamos todas as opiniões contrárias, desde que que devidamente fundamentadas.






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sábado, 6 de maio de 2017

VÍDEO - GUERRA DO RIO - A POLÍCIA MILITAR NÃO DEVE PARTICIPAR



Prezados leitores, evidências demonstram que está ocorrendo uma guerra no Rio de Janeiro.
Não é uma guerra declarada de um país estrangeiro contra o Brasil, isso é fato, mas os traficantes dominam partes do território nacional, onde exercem entre outros o monopólio estatal do uso da força; aterrorizam brasileiros (moradores das comunidades), inclusive promovendo execuções sumárias de seus "inimigos" e utilizam armas de guerra, como fuzis, metralhadoras e granadas.
Facções entram em confronto com frequência para conquistarem mais partes do território nacional.
Salvo melhor juízo, temos todos os ingredientes de uma guerra, falta apenas uma formal declaração de guerra.
Diante de tal realidade, a missão de retomada dessas partes do território nacional, de prisão dos integrantes das facções e de apreensão dos armamentos não é da Polícia Militar, mas sim das Forças Armadas do Brasil, as quais possuem efetivos, equipamentos e armamentos para o cumprimento da missão.
O emprego da Polícia Militar nessa guerra urbana é um erro.
O Policial Militar não é preparado para atuar em guerras.
Cabe constitucionalmente à Polícia Militar a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública, não enfrentar "guerrilheiros urbanos" para retomar território.
É preciso que o governo estadual tenha coragem de cobrar do governo federal cumpra a sua missão, enquanto isso os Policiais Militares desempenharão as missões de servir e proteger à população.

Juntos Somos Fortes!