JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 28 de maio de 2018

PETROBRAS, HORA DE PRIVATIZAR?

Leia e opine.



"Site Imprensa Viva 
Petrobras já deu problemas demais para o Brasil nas mãos de políticos e já passou da hora de ser privatizada 
05:34 
A Petrobras já passou da hora de ser privatizada. Após ter sido usada como instrumento de financiamento de um plano de poder do PT baseado em esquemas mirabolantes de corrupção no qual foram consumidos bilhões do dinheiro do contribuinte, a estatal perdeu tornou-se apenas um triste exemplo de como descambou o nacionalismo obsoleto que serviu de laboratório para corruptos e assaltantes de toda sorte. 
A Coca Cola está em todo lugar, gerando impostos para centenas de países do mundo, mantém seus segredos industriais guardados a sete chaves, emprega milhares de trabalhadores há décadas a fio, sem a interferência de cores partidárias. Não é preciso ter a imaginação fértil para imaginar o que seria se a Vivo, TIM ou Claro fossem empresas estatais aparelhadas por políticos. Seria um inferno tarifário onerando o contribuinte para cobrir rombos, projetos obscuros e contratos com empresários inescrupulosos. A privatização das telecomunicações trouxe a concorrência saudável para o setor, que prosperou, alcançou a maioria absoluta da população e gera bilhões em impostos. 
Já a Petrobras foi usada de formas mais absurdas para financiar projetos baseados na matis ideológica de vários governos, serviu para enriquecer empresários corruptos que ajudaram a desviar o dinheiro do contribuinte para financiar políticos e partidos na outra ponta. Apesar de ser uma empresa mista com ações nas bolsas de valores no exterior, parte da população ainda nutre a ilusão de que a empresa pertence aos brasileiros e lhes deve algum favor. Pelo contrário. Apesar de manter grupos ideológicos em seu quadro de funcionários, a estatal tem que prestar contas aos investidores, deixando a parte amarga do negócio para o contribuinte brasileiro, sempre que algo foge do controle. 
Esta semana, o procurador da República junto ao TCU Julio Marcelo de Oliveira afirmou em seu perfil no Twitter que “reduzir tributos sobre o diesel agora tem impacto imenso sobre as contas públicas, mas não mais que os Refis, perdão de dívidas dos ruralistas, desonerações da folha, incentivos fiscais”, em referência ao episódio das pedalas fiscais que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Link:

quinta-feira, 8 de junho de 2017

RIO DE JANEIRO - RECEITAS - PÉSSIMAS NOTÍCIAS

deputado Jorge Picciani e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, a volta das famigeradas ISENÇÕES FISCAIS foram a primeira má notícia em termos de receita para o estado do Rio de Janeiro, a segunda vem do Qatar, que ameaça aumentar as suas exportações de petróleo, o que fará cair o preço do barril no mercado internacional e deverá refletir nos royalties recebidos pelo estado.

"O ESTADÃO 
'Catar pode aumentar exportação e derrubar preço do petróleo' 
Para o coordenador de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, o rompimento das nações árabes com o Catar pode provocar a baixa nos preços globais do petróleo 
Entrevista com Gunther Rudzit 
Mateus Fagundes, O Estado de S.Paulo 
07 Junho 2017 | 15h52 
O rompimento das nações árabes com o Catar, anunciado no começo da semana, tem raízes políticas e econômicas e pode provocar a baixa nos preços globais do petróleo. A avaliação é do professor Gunther Rudzit, coordenador do curso de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco e especialista em segurança internacional. Em entrevista ao Broadcast, Rudzit avalia que a tensão regional foi potencializada pela visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Arábia Saudita, no fim de maio. Além disso, o professor avalia que o maior beneficiado pode ser justamente aquele que, em tese, teria sido o alvo secundário da sanção contra o Catar: o Irã. Leia os principais trechos da entrevista (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

JORNAL PAÚL NELES! - 18 DEZ 2014 - 2a EDIÇÃO - QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DO ESCÂNDALO DA PETROBRAS?

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl sugere que todos os brasileiros façam reflexões sobre as consequências no Brasil e no exterior do escândalo da Petrobras.



Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 15 de maio de 2012

DILMA ROUSSEFF É VAIADA POR PREFEITOS

SITE IG - ÚLTIMO SEGUNDO:
Dilma é vaiada em encontro com prefeitos Prefeitos não gostaram do recado da presidenta sobre royalties. 'Lutem pela distribuição de hoje para a frente", afirmou Dilma irritada. 
A presidenta Dilma Rousseff foi vaiada ao encerrar o seu discurso, durante a cerimônia de abertura da 15ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorre em um hotel de luxo em Brasília. Quando o discurso da presidente estava próximo do fim, os prefeitos começaram a cobrar uma declaração de Dilma sobre royalties. "Royalties! Royalties", gritavam. "Vocês não vão gostar do que eu vou dizer", respondeu Dilma. "Petróleo vocês não vão gostar. Então eu vou falar uma coisa, não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás. Lutem pela distribuição de hoje para a frente", afirmou a presidente, encerrando abruptamente o discurso, demonstrando irritação (Leiam e vejam o vídeo).
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

VIEJOS TEMPOS - SOCIÓLOGA MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

VIEJOS TIEMPOS.
Maria Lucia Victor Barbosa.
 22/04/2012.
 Em que pese os sinais de modernização havidos em alguns países da América Latina, especialmente a partir dos anos 90, as marcas da colonização que plasmaram a mentalidade dos seus povos nunca deixaram de existir. São mantidos ou emergem como nos viejos tiempos: instabilidade política, crises econômicas, incompetência governamental, corrupção, populismo, nepotismo, patrimonialismo, autoritarismo, impunidade, hipertrofia do Poder Executivo, ausência de cultura cívica.
Além disto, como afirmei em um dos meus livros, América Latina, em busca do paraíso perdido, latino-americanos possuem uma estranha mescla de altivez e sentimento de inferioridade. Para se livrarem da síndrome do fracasso, das mazelas, das fraquezas, cujas raízes se prendem ao passado colonial, descarregam sua frustração em possíveis culpados, especialmente, nos Estados Unidos por conta do insuportável progresso daquele país. Latino-americanos só se esquecem de perguntar o que fizeram a si mesmos.
O recente ato de populismo desvairado e nacionalismo irracional da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ao expropriar a YPF, maior empresa petrolífera do país adquirida pela Repsol espanhola em 1999, relembra viejos tiempos da era Perón.
Adorado até hoje por muitos argentinos, cultuado como uma espécie de deus, admirado como herói, Juan Domingo Perón tem também os que o relembram como déspota odiado, causa de todos os males da Argentina. De todo modo, cabe acentuar alguns elementos marcantes do governo peronista, os quais contribuíram de forma decisiva para o declínio do país que chegou a ser chamado de “Colosso do Sul”. Derivados de toda uma evolução histórica, social e politica esses elementos encontraram em Perón as condições ideais de expansão e foram justamente eles que Cristina Kirchner ressuscitou: a falsa democracia, o nacionalismo xenófobo, a demagogia exacerbada. Um filme que a Argentina já viu várias vezes e que nunca teve um final feliz. 
Recentemente, com o mesmo intuito de desviar as atenções dos argentinos da situação econômica, na qual avulta uma inflação da ordem de 25% e a fuga de bilhões, sendo que neste ano já deixaram o país US$ 22,5 bilhões, a presidente Kirchner voltou aos viejos tiempos do General Leopoldo Galtieri e simulou desencadear outra guerra das Malvinas. 
Naquela aventura ao mesmo tempo grotesca e trágica, o General Galtieri chegou a afirmar: “Não cremos que a Grã-Bretanha se mobilize pelas Malvinas”. Ao contrário, na Inglaterra houve imediato sentimento de defesa dos kelpers que, segundo os britânicos tinham o direito de decidir seu futuro e se livrar de um despotismo estrangeiro arbitrário e brutal. 
Na guerra que durou setenta e dois dias, levaram a pior os mal preparados recrutas argentinos diante de um pequeno grupo de tropas de elite enviado pelos britânicos às ilhas Falklands que incluía marines, paraquedistas e mercenários ghurkas. O fracasso fez a frustração popular se voltar contra o governo Galtieri e, ao contrário, deu ao governo de Margaret Thatcher estrondosa vitória eleitoral. Possivelmente essas recordações fizeram Kirchner desistir da estapafúrdia ideia de invadir as Falklands passando, então, a fabricar algo que contivesse também forte apelo nacionalista: a expropriação que só faltou ter o mote: “o petróleo é nosso”. 
Enquanto nos Estados Unidos e na Europa, a expropriação da YPF foi duramente criticada, a presidente Dilma e o ministro de Minas e Energia Edison Lobão, seguindo a arenga do ex-presidente Lula da Silva, correram para acudir o governo argentino dizendo que o ato do país vizinho é uma questão de soberania. Esqueceram que romper tratados não é próprio da soberania, mas da selvageria, pois não é civilizado romper acordos internacionais. 
O ministro Lobão, disse crer que a Petrobrás não será expropriada na Argentina. Já o foi, na província de Neuquén, em princípio de abril. Também esqueceu ou ignora que a presidente Kirchner tem mantidos congelados os preços dos combustíveis nos postos da Petrobrás, apesar da inflação, talvez, um detalhe menor porque o Brasil está fazendo o mesmo. 
Como era de se esperar, na medida em que o governo argentino não tem condição de bancar os investimentos que a Repsol fazia, a presidente Kirchner enviou o ministro de Planejamento da Argentina, Julio de Vido, para conversar com nosso ministro de Minas e Energia. O primeiro propôs o aumento da participação da Petrobrás de 8% para 15% do mercado de produção, processamento de petróleo e distribuição. Lobão respondeu que fará de tudo para ajudar o país vizinho. Já vimos um filme parecido na Bolívia. São viejos tiempos que sempre voltam, aqui e em toda América Latina. 
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga. 
mlucia@sercomtel.com.br
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