JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CADÊ AMARILDO? - POLICIAIS MILITARES PODERÃO SER PRESOS

"O ESTADÃO 
PMs envolvidos no caso Amarildo serão indiciados 
Delegado deve anunciar nesta sexta o fim do inquérito e pedido das prisões de agentes da UPP da Rocinha
Marcelo Gomes 
Após mais de dois meses de investigações, a Polícia Civil do Rio vai indiciar e pedir a prisão de policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha, em São Conrado, zona sul do Rio, pelo sumiço de Amarildo de Souza, de 43 anos. Está descartada a hipótese de que o pedreiro tenha sido capturado e morto por traficantes (Leia a matéria)".
Prezados leitores, os PMs serão indiciados e poderão ser presos em face do desaparecimento de Amarildo, será que alguém esperava outro desfecho?
No Rio de Janeiro existe um hábito de tornar público os inquéritos policiais, sobretudo por meio de entrevistas, quando são comentados os procedimentos realizados e os passos futuros para a apuração dos fatos. Não tem sido diferente com o caso Amarildo. Tal prática, justificada pela necessidade de esclarecer a opinião pública, salvo melhor juízo, além de ser incorreta, acaba reforçando a pressão por resultados, algo extremamente danoso para o esclarecimento da verdade e que se constitui em grande risco para a responsabilização de inocentes.
A matéria indica que foi descartada na investigação a possibilidade de Amarildo ter sido capturado e morto por traficantes, mas não revela o que levou a tal descarte, o que talvez só saberemos em uma próxima entrevista sobre o caso. O que todos sabem é que Amarildo foi abordado e conduzindo por Policiais Militares, a imprensa já divulgou isso exaustivamente. A imprensa divulgou ainda que testemunhas alegaram terem sido coagidas por policiais para mentirem. Será que foram coagidas antes ou foram coagidas agora? Será que mentiram antes ou mentem agora? Perguntas sem resposta.
Uma investigação policial não pode ser feita sob pressão política, isso dificulta a busca da verdade sobre os fatos, o objetivo do inquérito policial.
Será que surgiram robustos indícios que os PMs mataram e sumiram com o corpo de Amarildo para justificar o indiciamento e a prisão? 
Isso a imprensa também ainda não divulgou.
Longe de fazer um juízo de valor sobre a investigação que desconheço, longe de querer defender os PMs, lembro apenas de uma máxima que sempre circulou nos quartéis:
"Prender PMs é a coisa mais fácil do mundo".
Juntos Somos Fortes!

UPPs: POPULAÇÃO PREJUDICADA PELA FALTA DE EFETIVO NOS BATALHÕES

Prezados leitores, como escrevo há anos,  o projeto de implantação de UPPs na Capital tem impedido o recompletamento do efetivo dos batalhões da Polícia Militar de todo estado do Rio de Janeiro. Isso se deve ao fato de nos últimos anos os Soldados formados no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças serem encaminhados quase que na sua totalidade para as UPPs. Hoje temos comunidades super policiadas e ruas órfãs do indispensável policiamento ostensivo.
Honesta e corajosa a postura do comandante do 9o BPM, quando trata da falta de efetivo, uma demonstração de respeito à população.
JORNAL O DIA: 
Sem efetivo para combater traficantes em guerra 
Comandante do 9º BPM (Rocha Miranda) admite que não tem como acabar com o atual confronto nos morros da Serrinha, Cajueiro e Juramento 
FLAVIO ARAÚJO Rio - O tiroteio que assombrou moradores de Madureira na noite de terça não foi suficiente para a Polícia Militar mobilizar mais recursos e proteger quem mora na região. O comandante do 9º BPM (Rocha Miranda), tenente-coronel Miguel Ramos, admite que não tem efetivo para acabar com a guerra do tráfico nos morros da Serrinha, Cajueiro e Juramento, pois não tem como fazer operação nas comunidades para prender traficantes (Leia a matéria).
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

RIO: GRAVES DENÚNCIAS CONTRA GESTÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA

A Revista Veja publica na edição dessa semana uma matéria muito interessante sobre a segurança pública no Rio de Janeiro. Penso que seja um texto imperdível para quem mora no estado do Rio de Janeiro e para os ditos especialistas em segurança pública. A matéria é de Leslie Leitão (páginas 88 e 89) e merece todos os elogios, sobretudo por tocar em tema tão sensível: as milícias.
O título é "Liga do Mal" e o subtítulo carrega nas entrelinhas uma denúncia contra a secretária de segurança pública (SESEG/RJ), embora cite a polícia como responsável, quando na verdade a postura omissiva é da SESEG/RJ:
"Relatório obtido por VEJA mostra que a polícia deixou um naco inteiro do Rio sob o domínio de Batman, o chefão da maior e mais poderosa milícia do país".
Citando dois temas abordados, a matéria traz dados assustadores sobre o emprego do efetivo policial e sobre o crescimento dos homicídios na Baixada Fluminense, uma das regiões do estado que mais sofreu com a transferência dos traficantes para implantação das UPPs na Capital pela secretaria de segurança pública.
Pesquisando na internet achei o texto da Veja transcrito no blog Brasil Soberano e Livre.
Leiam é esclarecedor (Link).
Parabéns Revista Veja!
Parabéns Leslie Leitão!
Juntos Somos Fortes!

RIO: PROFESSORES OCUPAM PREFEITURA


Juntos Somos Fortes!

LINDBERGH QUER MANTER BELTRAME

Prezados leitores, o jornal O Globo publica nessa 3a feira matéria dando conta que o pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, senador Lindbergh Farias (PT) gostaria de manter como secretário de segurança o delegado de Polícia Federal José Mariano Beltrame (Leia a matéria).
As UPPs e o secretário Beltrame têm uma aceitação popular muito grande, nada mais natural do que o candidato do PT tentar colar seu nome. É o vale tudo eleitoral, onde o importante são os votos alcançados.
Eu só não sei como a população da Baixada Fluminense, reduto eleitoral do senador Lindbergh, irá interpretar essa declaração, tendo em vista que a Baixada foi uma das regiões do estado mais prejudicadas com a implantação das UPPs na Capital.
Vamos aguardar.
Juntos Somos Fortes!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

RIO: INVADIRAM A SEDE DO GOVERNO CABRAL

Jornal do Brasil 
Governo do Rio condena invasão ao Palácio Guanabara 
Rio de Janeiro – Manifestantes invadiram na madrugada de hoje (22) a entrada principal e as escadarias do Palácio Guanabara, sede do governo fluminense. Segundo nota do governo do estado, cerca de 60 pessoas participaram da ocupação, que durou 15 minutos. 
Ainda segundo as informações oficiais 15 pessoas chegaram a arrombar uma das portas e invadir o Salão Nobre, que fica no segundo andar do prédio. Os próprios manifestantes se retiraram depois da breve invasão, repudiada pelo governo do estado. 
Não foram registrados danos ao Salão Nobre mas a Polícia Civil fez uma perícia no local logo depois do caso ter sido registrado na Delegacia do Catete, responsável pela área. Segundo o governo do estado, os invasores serão criminalmente responsabilizados.
Juntos Somos Fortes!

A GUERRILHA ESTÁ DE VOLTA AO BRASIL?

Prezados leitores, leiam a reportagem da Revista Isto É e tirem as suas conclusões:
"O Brasil tem Guerrilha" (Leia).
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

BRASIL: A CRIMINALIDADE, A SELEÇÃO NATURAL E A ESPÉCIE VENCEDORA

Prezado leitor, eu me sinto cercado pelo crime no Brasil, penso que você tenha idêntica sensação. Escrevo isso considerando não só os crimes visíveis e violentos praticados pelos descamisados nas ruas, os quais de arma em punho tomam para si nossos bens materiais e ceifam nossas vidas. Levo em conta também os crimes praticados pessoas que vestem ternos e taiers finamente recordados, pessoas acima de qualquer suspeita, as quais possuem uma preferência pela subtração do dinheiro público.
A criminalidade que vivenciamos no Brasil do século XXI me remete de volta aos bancos escolares na busca por explicações que possam permitir o alcance das soluções inadiáveis para controlar o fenômeno.
Primeiro lembro-me da teoria da geração espontânea, o vivo surgido do não vivo. No nosso pais continente parece que os criminosos surgem do nada, tamanha a quantidade de pessoas envolvidas nas mais diversas maneiras de praticar crimes. Na mitologia grega encontramos referência a ideia  mas tal teoria foi superada e não serve para explicar a criminalidade. Os nossos criminosos não surgem ao acaso, embora surjam a todo tempo e em todos os lugares, como se fossem criados espontaneamente.
Recordo-me do criminologista italiano Cesare Lombroso, ele que lançou a ideia do criminoso nato, isso no seu livro “O Homem Delinquente” no século XIX. Em apertada síntese, Lombroso acreditava que o mal era hereditário, alguns seres humanos nasciam com o mal na sua carga genética. Uma espécie de degeneração. Além disso, acreditava que certas características físicas indicavam o indivíduo propenso a ser criminoso. O tempo passou e ele ficou no passado com suas teorias sobre a presença do instinto criminoso no genótipo e exteriorizada no fenótipo dos seus criminosos em potencial.
Apesar dessas verdades, penso que se formos benevolentes com Lombroso, diante da crescente criminalidade brasileira, podemos criar uma hipótese para a sua origem se pegarmos emprestado a seleção natural de Charles Darwin. Um naturalista inglês que escreveu o livro “A Origem das Espécies”, ainda no século XIX, onde explicou a seleção natural. Extraindo apenas uma pequena parcela dos ensinamentos de Darwin, cito o fato de que indivíduos melhor adaptados ao meio ambiente em decorrência da sua carga genética possuem maior capacidade se sobreviver e de gerar descendentes, transmitindo suas características.
Pegando o criminoso nato de Lombroso (propensão para o crime instalada na sua carga genética), associando à seleção natural de Darwin (a sobrevivência dos mais adaptados ao meio) e, finalmente, adicionando o meio ambiente brasileiro, onde quem pratica crime acaba prosperando através da impunidade, podemos estabelecer uma possibilidade:
“No Brasil a explicação para temos tantos criminosos pode estar na possibilidade de que parcela de nós possua uma propensão genética para o crime, característica essa que se mostra vitoriosa no nosso meio ambiente, onde o crime prolifera, sendo então transmitida para os descendentes, o que determinaria o aumento do número de criminosos”.
No Brasil, a seleção natural pode estar mostrando que os criminosos são a espécie vencedora!
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

UPPs - EXEMPLO DE EFEITO NEGATIVO

Prezados leitores, eis um exemplo do erro de priorizar as comunidades com milhares de Policiais Militares (UPPs), deixando as ruas sem o policiamento adequado por falta de efetivo nos batalhões:
O Globo
Com favelas pacificadas, Tijuca sofre com assaltos no asfalto
Número de roubos de celulares subiu 141% de 2012 para este ano
Ana Cláudia Costa

RIO - Cercados por seis comunidades pacificadas, moradores da Tijuca não convivem mais com barulhos de tiros, mas voltaram a sofrer com assaltos e furtos no asfalto. Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam um aumento de até 141% nos registros de crimes contra o patrimônio, na comparação do trimestre de maio, junho e julho de 2012 com o mesmo período deste ano. O principal alvo dos bandidos é o celular: no trimestre em questão, foram 24 aparelhos roubados em 2012; este ano, foram 58 (mais 141%). O número de assaltos a transeuntes também subiu: foram 188 registros em maio, junho e julho do ano passado, contra 235 no mesmo período de 2013 (um acréscimo de 25%).

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

UPPs: UM PROJETO INSUSTENTÁVEL

Uma verdade tem sido esquecida por boa parte da imprensa e dos especialistas em segurança: o Rio de Janeiro é um estado e contém entre os seus noventa e dois municípios, uma Capital que possui nome idêntico ao estado, ou seja, Rio de Janeiro. Tal lembrança pode ser considerada uma tolice para o leitor apressado, a ele peço paciência. Ela é relevante principalmente tendo em vista que em termos de segurança pública a maioria tem confundido o todo pela parte, uma metonímia, sobretudo no tema Unidades de Polícia Pacificadora, as famosas UPPs, que consideram um benefício enorme para o Rio de Janeiro.
As UPPs são um projeto de segurança pública claramente municipal, como a prática demonstrou de forma inequívoca, considerando que após cinco anos de existência, foram implantadas até a presente data um total de trinta e quatro, todas na Capital.
Embora não seja o foco do artigo, não custa lembrar que raros foram os traficantes presos no processo de implantação das UPPs. Eles se dividiram em dois grupos: um que permaneceu na comunidade comercializando drogas sem exibir armas e outro que se transferiu para outras comunidades, inclusive em outros municípios, onde praticam vários crimes. O segundo grupo reforça a tese de que as UPPs são um projeto municipal de segurança. O importante tem sido garantir a segurança da Capital, a partir da Zona Sul. Eis a verdade que os fatos comprovam.
De volta ao tema, destaco parte da entrevista do secretário estadual de segurança pública, o delegado de Polícia Federal Beltrame, concedida ao jornal O Globo, no domingo passado:
“Nossa proposta é que, até o fim do próximo ano, o Rio conte com pelo menos 40 UPPs. Pode ser que a gente avance um pouco mais. A UPP não é a solução de todos os problemas. O projeto é grande, audacioso. Hoje, temos 8.592 PMs dentro de 34 áreas historicamente conflagradas. Os problemas vão existir. A ideia é chegar a mais de 12 mil policiais” (Leia).
Usando os números do secretário concluímos que temos uma média de 250 Policiais Militares por UPP. Apenas para permitir o avanço do raciocínio, vamos estimar que um Batalhão de Polícia Militar possui o efetivo de PMs prontos para o serviço equivalente ao efetivo de três UPPs, ou seja, 750 homens. Na realidade a maioria dos batalhões possui um efetivo menor.
Números para lá, números para cá, temos nas 34 UPPs instaladas nas comunidades um efetivo total equivalente ao efetivo estimado de mais de dez Batalhões de Polícia Militar.
Caro leitor, sugiro uma reflexão: o efetivo desses mais de dez batalhões, empregados apenas em comunidades da Capital, está fazendo falta nas ruas do Estado do Rio de Janeiro?  
Não existe mais qualquer dúvida: a implantação de policiamento nas comunidades carentes foi um acerto, a maneira empregada um grande erro. A colocação de milhares e milhares de PMs em comunidades da Capital, não recompletando os efetivos dos batalhões, efetivos que deveriam ser aumentados na verdade, foi um grande erro estratégico.
Trocou-se o todo pela parte, prejudicando noventa e um dos noventa e dois municípios que integram o Estado do Rio de Janeiro.
Além disso, para atender ao projeto municipal de segurança a Polícia Militar foi obrigada a transformar o seu Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças em uma fábrica de produzir Soldados PM para integrar as UPPs. A quantidade pela qualidade foi outra troca cruel para a Polícia Militar e para a população.
O projeto é insustentável, não se pode manter tamanho absurdo estratégico em termos de política de segurança publica estadual. Um projeto que pode até ser considerado elitista, diante da prioridade no atendimento à Zona Sul da Capital, a área nobre.
O atual governo seguirá implantando UPPs e recebendo aplausos da imprensa e de especialistas até o final de 2014.
As atuais UPPs não serão extintas, por razões políticas não poderão ser, mas terão seus efetivos severamente reduzidos no futuro, caso o novo mandatário estabeleça uma política estadual para a segurança pública. Caso ele enxergue que existem o município e o estado do Rio de Janeiro, homônimos, mas o segundo contém o primeiro.
O saldo para o governo Cabral será positivo por algum tempo, isso enquanto as verdades sobre as UPPs não forem ditas por todos e não chegarem ao conhecimento de todos.
O saldo para a Polícia Militar?
Uma tropa agigantada, desqualificada e desvalorizada.
O saldo para a população?
A violência que enfrentamos atualmente nas ruas é a melhor resposta.
Juntos Somos Fortes!

POLICIAIS CIVIS CRITICAM DURAMENTE O SECRETÁRIO BELTRAME

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (SINDPOL-RJ) emitiu nota de repúdio com relação às declarações do secretário de segurança Beltrame contidas em entrevista concedida por ele ao Jornal O Globo (link), quando tratou do ingresso da Polícia Civil no projeto das Unidades de Polícia Pacificadoira (UPPs).
As declarações foram consideradas "lamentáveis, preconceituosas e contraditórias".
Leia a nota de repúdio (link).
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A MAIOR VAIA DADA EM POLÍTICOS NO BRASIL

A notícia não é nova: a presidente Dilma (PT) quer o governador Sérgio Cabral (PMDB) no seu ministério (Leia).
O Estadão traz de volta essa possibilidade a qual somada ao anúncio do governador de deixar o Palácio Guanabara nos próximos meses, torna a hipótese perto de se tornar realidade.
A notícia dá conta que Dilma pretende não perder o palanque no Rio de Janeiro, daí a intenção de colocar Cabral no seu primeiro escalão.
Resta saber se em 2014 a presidente Dilma estará ao lado do governador Sérgio Cabral nos palanques que pretende montar no Rio de Janeiro. Se isso ocorrer, considerando as vaias que os dois recebem rotineiramente, teremos uma demonstração de coragem por parte deles, diante da possibilidade de ocorrer a maior vaia direcionada a políticos na história do Brasil, muito maior que a recebida por Lula (PT) em pleno Maracanã.
Juntos Somos Fortes!

SIMPLES, O BRASIL NÃO É UMA DEMOCRACIA

Simples!
Considerando que democracia é uma forma de governo.
Considerando que democracia é uma forma de governo que deve ser direcionada para a promoção do bem estar do povo.
Considerando as ações dos governantes brasileiros.
O Brasil não pode ser considerado uma democracia.
Simples!
Juntos Somos Fortes!

domingo, 15 de setembro de 2013

POLÍCIA CIVIL CONSEGUE INGRESSAR NAS UPPs

A Chefe da Polícia Civil, Delegada Martha Rocha, acabou de marcar um gol de placa, ao conseguir o ingresso da instituição no projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Um desejo antigo dos que integraram a cúpula da Polícia Civil desde o início do sucesso midiático das UPPs, finalmente alcançado na sua gestão.
Em junho ela já sinalizava, conforme matéria do G1:
"Durante a inauguração da Unidade de Polícia Pacificadora do Cerro-Corá, a chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, disse que vai trazer projetos para serem desenvolvidos na comunidade. "Eu quero instalar aqui o Programa de Integração de Metas com o objetivo de integrar a PM e a Polícia Civil. As ações em conjunto fazem com que nós consigamos os resultados", afirmou a delegada" (Leia).
Bem antes disso, no dia 21 de fevereiro, o jornal O Globo publicou matéria apoiando a entrada da instituição no projeto, na qual especialistas defendiam a presença da Polícia Civil nas UPPs: 
"Ataques na Mangueira expõem necessidade de Polícia Civil atuar nas UPPs, dizem especialistas" (Leia).
Ao anunciar o ingresso através da entrevista publicada nesse domingo no Jornal O Globo, o secretário Beltrame declarou entre outras coisa que: 
"É certo que essas delegacias não funcionarão em contêineres, como aconteceu com a PM" (Leia). 
A afirmação deixa claro a valorização dos Policiais Civis, considerando que até hoje, cinco anos após a implantação do projeto das UPPs, Policiais Militares continuam "acondicionados" em contêineres".
Uma conquista da Polícia Civil, sem dúvida. 
Além disso, o anúncio criou um fato jornalístico, será tema de várias reportagens e servirá para tentar oxigenar a parte midiática do projeto das UPPs que se achava em queda livre após os problemas apresentados em algumas comunidades. Aliás, a nomeação da Major PM Priscila para comandar a UPP da Rocinha, foi o primeiro passo para tentar colocar novamente as UPPs no lado bom das manchetes da mídia, como na reportagem da Revista Veja (Leia).
Na política a regra é clara: Quando as coisas vão mal, crie um fato novo para desviar a atenção.
Juntos Somos Fortes!

POLICIAIS MILITARES EXPOSTOS AO RISCO

Jornal o Estado de São Paulo 
Foram divulgados dados como telefones e endereços dos policiais militares 
Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo 
RIO - O site da Polícia Militar do Rio de Janeiro foi atacado por hackers e informações pessoais de 50 mil policiais foram divulgadas na noite de sábado, 14. 
A assessoria da PM informou que, por segurança, o site está fora do ar neste domingo, 15, e que já foi aberta uma investigação para descobrir os responsáveis. Foram divulgadas informações como telefones e endereços dos policiais militares. 
Juntos Somos Fortes!