JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador Gabinete de Segurança Institucional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gabinete de Segurança Institucional. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

RIO - POLICIAIS MILITARES TÊM ESCALA DE 24 HORAS DE SERVIÇO POR 72 HORAS DE FOLGA ?



Prezados leitores, penso que ocorreu um equívoco na transcrição da fala do exmo senhor Sérgio Etchegoyen, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), com relação a escala dos Policiais Militares do estado do Rio de Janeiro, isso na matéria publicada ontem pelo jornal Extra.

" — Eu nunca tive um dia de folga depois de trabalhar 24 horas — disse, alfinetando a carga de 24 horas de trabalho por 72 horas de folga adotada pela polícia militar fluminense (Fonte)".

Salvo engano, a escala dos Policiais Militares que provocou o erro foi a escala 12 horas de serviço por 24 horas de folga mais 12 horas de serviço por 48 horas de folga.
Uma escala horrível, vale destacar.
Não pode ser considerada equivalente à escala 24 horas de serviço por 72 horas de folga.
A instituição que adotava (ou adota) tal escala é a Polícia Civil.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 6 de junho de 2017

PIROTECNIA - O PLANO DO PRESIDENTE TEMER PARA CONTROLAR A VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO

presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, o plano não terá ações pirotécnicas afirmou o presidente Temer.
Eis uma declaração que a população do estado do Rio de Janeiro deveria receber de braços abertos, considerando que em termos de pirotecnia as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) passaram de todos os limites para alcançarem o objetivo eleitoral do governo Cabral-Pezão.
Quem não lembra dos bailes de debutantes nas comunidades com UPPs?
As festas natalinas com Papai Noel descendo de helicóptero e distribuindo presentes?
Tudo sempre com a presença do ex-secretário de segurança pública.
Portanto, o anúncio de ações sem pirotecnia deveria ser festejado por nós, mas não podemos estourar fogos de artifício, tendo em vista que estamos impossibilitados de avaliar o referido plano.
A leitura de todo o artigo não nos permite estimar qual será a ação das Forças Armadas nas comunidades carentes do Rio de Janeiro, citando um exemplo.
Como as Forças Armadas irão retomar os territórios e mantê-los (ocupá-los)?
Como será operacionalizada a volta dos quase 10.000 Policiais Militares para as ruas?
Eles que estão imobilizados nas comunidades carentes, servindo de "alvos humanos".
Vamos ter que aguardar maiores detalhes sobre o plano de ação do presidente Temer para controlar a violência no estado do Rio de Janeiro.
Por enquanto, as matérias parecem apenas pirotecnia política.

"Jornal O Dia
Plano de segurança no Rio não terá ações 'pirotécnicas', diz Temer 
Temer não citou expressamente, mas a avaliação no governo é que a capital fluminense é a cidade que passa por uma das situações mais graves em Segurança Pública 
05/06/2017 16:52:44 - ATUALIZADA ÀS 05/06/2017 17:23:11 
ESTADÃO CONTEÚDO 
Rio - Sem dar mais detalhes específicos que constarão no Plano Nacional de Segurança Pública, o presidente Michel Temer disse nesta segunda-feira, 5, na abertura da reunião promovida pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, que o projeto começará pelo Rio e que não haverá ações "pirotécnicas". 
"Vamos começar um experimento, uma série de ações, nada pirotécnico, muito planejado, para fazer operações no Rio de Janeiro", afirmou o presidente. 
Temer não citou expressamente, mas a avaliação no governo é que a capital fluminense é a cidade que passa por uma das situações mais graves em Segurança Pública e pode servir de modelo para que ações sejam implementadas em outros municípios. 
"Neste momento, está mais sistematizado um Plano Nacional de Segurança Pública", disse o presidente, ao ressaltar que era "com muita satisfação" que a administração federal dava inicio "mais concreto às ações do plano" (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A INFECÇÃO GENERALIZADA DO SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO - GENERAL EB ETCHEGOYEN

Prezados leitores, o sistema carcerário brasileiro vai muito mal há muito tempo.
Rebeliões sempre ocorreram, isso com maior ou menor número de mortos.
Tudo indica que continuarão.
Controlar essa infecção generalizada não será tarefa fácil, ao contrário, hoje parece impossível.




"DEFESANET
15 de Janeiro, 2017 - 00:30 ( Brasília )
Gen Sergio Etchegoyen - Vivemos uma crise moral
Para o general Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional, problema carcerário é apenas um na infecção generalizada vivida pelo sistema
Thiago Bronzatto e Felipe Frazão 
Pouco antes de embarcar para Portugal, na segunda-feira passada, o presidente Michel Temer convocou o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), General-de-Exército Sergio Etchegoyen, para uma reunião na Base Aérea de Brasília. Queria informações atualizadas sobre a crise nos presídios. Etchegoyen tem sob seu comando a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o serviço secreto do governo. 
Ainda no ano passado, ele alertou Temer sobre o risco de explosão da violência nas prisões do país. Menos de dois meses depois, vieram os massacres em Manaus e Boa Vista, que deixaram 93 presos mortos. Gaúcho, 64 anos, o general ingressou no Exército em 1971. Uma de suas principais missões se deu em 2016, já no GSI: ele coordenou as ações antiterrorismo durante a Olimpíada do Rio. 
Na entrevista a seguir, concedida em seu gabinete, no 4º andar do Palácio do Planalto, Etchegoyen traçou um quadro sombrio da segurança pública no Brasil, contou segredos do trabalho nos Jogos do Rio e fez uma acusação: o governo Lula retirou as câmeras de segurança do Planalto. 
O senhor alertou sobre a guerra entre as facções, mas o governo não fez nada. Por quê? 
Eu vinha alertando sobre o fato de o foco explosivo da criminalidade estar nos confrontos das facções. Temos hoje uma constelação de facções, com duas ou três grandes estrelas. Esses grupos se ajustam em associações de ocasião. Quando a expansão começa a virar disputa de mercado pelo negócio ilícito, resulta no que resultou. Mas esses problemas não se limitam aos presídios. 
Eles podem acontecer nas ruas também. Não quero diminuir a tragédia, mas, se focamos apenas os presídios, perdemos o todo (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!