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terça-feira, 9 de maio de 2017

VÍDEO - RIO - VIOLÊNCIA - SERÁ QUE O GOVERNO FEDERAL VAI REPETIR OS ERROS DO PASSADO ?

Prezados leitores, infelizmente, tudo indica que apesar da anunciada ajuda do governo federal, a tendência é que a violência aumente no estado do Rio de Janeiro.
Salvo melhor juízo, o governo federal não quer assumir as suas responsabilidades no enfrentamento dos grupos armados que dominam partes do território brasileiro (comunidades carentes).




"Jornal O Globo
Ministro da Defesa diz que plano de segurança para o Rio será semelhante ao implementado na Olimpíada Raul Jungmann destaca que maior urgência é atacar a 'cadeia de comando' do crime organizado no estado 
08/05/2017 15:59 / atualizado 08/05/2017 17:09
RIO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta segunda-feira que o plano de segurança que está sendo elaborado para o Rio será semelhante ao implantado no estado durante os Jogos Olímpicos, no ano passado. Segundo informações do portal de notícias G1, Jungmann considera que a maior urgência para enfrentar a crise na segurança é atacar aquilo que classifica como "cadeia de comando do crime".
Ao falar sobre o envio das tropas da Força Nacional ao Rio, o ministro ressaltou que o modelo será diferente do feito com base na Garantia da Lei e da Ordem (GLO), utilizada antes do Carnaval.
- Não adianta você ficar pegando o pequeno traficante, o pequeno criminoso, quando os barões continuam soltos. Nós precisamos pegar a cadeia de comando do crime para poder de fato ajudar a mudar a sensação de insegurança que o carioca vive. 
Jungmann ressaltou que a utilização de tropas federais na rua funciona como uma solução momentânea, com a criminalidade voltando a subir depois que militares das Forças Armadas e agentes da Força Nacional deixam o estado.
- Aquilo (a GLO) dá uma sensação de segurança, dá um alívio, como baixar uma febre, mas aquilo não resolve os nossos problemas. Quando você põe as tropas nas ruas, o crime se retrai, quando você sai ele volta. Nós precisamos fazer com que essa dinâmica não aconteça - resumiu (Leiam mais)".

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

"REVISTA VEJA: EXÉRCITO DIZ QUE "MALUCOS" APOIAM INTERVENÇÃO". SERÃO ?

Prezados leitores, leiam com atenção o artigo publicado pela revista VEJA e triem as suas conclusões. 



"Revista Veja 
Brasil 
Exército diz que ‘malucos’ apoiam intervenção General Eduardo Villas Bôas reforça função constitucional das Forças Armadas: defesa da Pátria sob autoridade do Presidente da República 
Da redação 
11 dez 2016, 09h1 
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, diz que há “chance zero” de setores das Forças Armadas, principalmente da ativa, mas também da reserva, se encantarem com a volta dos militares ao poder. Admite, porém, que há “tresloucados” ou “malucos” civis que, vira e mexe, batem à sua porta cobrando intervenção no caos político. 
“Esses tresloucados, esses malucos vêm procurar a gente aqui e perguntam: “Até quando as Forças Armadas vão deixar o País afundando? Cadê a responsabilidade das Forças Armadas?” E o que ele responde? “Eu respondo com o artigo 142 da Constituição. Está tudo ali. Ponto”. 
Pelo artigo 142, “as Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.” 
O que o general chama hoje de “tresloucados” corresponde a uma versão atualizada das “vivandeiras alvoroçadas” que, segundo o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente do regime militar, batiam às portas dos quartéis provocando “extravagâncias do Poder militar”, ou praticamente exigindo o golpe de 1964, que seria temporário e acabou submetendo o País a 21 anos de ditadura. “Nós aprendemos a lição. Estamos escaldados”, diz agora o comandante do Exército. 
Ele relata que se reuniu com o presidente Michel Temer e com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e avisou que a tropa vive dentro da tranquilidade e que a reserva, sempre mais arisca, mais audaciosa, “até o momento está bem, sob controle”. De fato, a crise política, econômica e ética atinge proporções raramente vistas, mas os militares da ativa estão mudos e os da reserva têm sido discretos, cautelosos. 
“Eu avisei (ao presidente e ao ministro) que é preciso cuidado, porque essas coisas são como uma panela de pressão. Às vezes, basta um tresloucado desses tomar uma atitude insana para desencadear uma reação em cadeia”, relatou o general Villas Bôas, lembrando que há temas mais prosaicos do que a crise, mas com igual potencial de esquentar a panela, como os soldos e a Previdência dos militares. 
Na sua opinião, Temer “talvez por ser professor de Direito Constitucional, demonstra um respeito às instituições de Estado que os governos anteriores não tinham. A ex-presidente Dilma (Rousseff), por exemplo, tinha apreço pelo trabalho das pessoas da instituição, mas é diferente”. 
Em sua primeira manifestação pública sobre a crise política do País, o comandante do Exército admitiu que teme, sim, “a instabilidade”. Indagado sobre o que ele considerava “instabilidade” neste momento, respondeu: “Quando falo de instabilidade, estou pensando no efeito na segurança pública, que é o que, pela Constituição, pode nos envolver diretamente”. 
Aliás, já envolve, porque “o índice de criminalidade é absurdo” e vários Estados estão em situação econômica gravíssima, como Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Minas Gerais. Uma das consequências diretas é a violência. 
Ao falar sobre a tensão entre o Judiciário e o Legislativo, depois que o ministro Marco Aurélio Mello afastou o senador Renan Calheiros da presidência do Senado por uma liminar e Renan não acatou a ordem judicial, o comandante do Exército admitiu: “Me preocupam as crises entre Poderes, claro, mas eles flutuam, vão se ajustando”. 
O general disse que se surpreendeu ao ver, pela televisão, que um grupo de pessoas havia invadido o plenário da Câmara pedindo a volta dos militares. “Eu olhei bem as gravações, mas não conheço nenhuma daquelas pessoas”, disse, contando que telefonou para o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para se informar melhor e ouviu dele: “Eu não tenho nada a ver com isso”. 
Bolsonaro, um capitão da reserva do Exército que migrou para a vida política e elegeu-se deputado federal, é uma espécie de ponta de lança da direita no Congresso e não apenas capitaneia a defesa de projetos caros às Forças Armadas, como tenta verbalizar suas dúvidas, angústias e posições e se coloca como potencial candidato à Presidência em 2018. 
“No que me diz respeito, o Bolsonaro tem um perfil parlamentar identificado com a defesa das Forças Armadas”, diz o general, tomando cuidado com as palavras e tentando demonstrar uma certa distância diplomática do deputado.
É viável uma candidatura dele a presidente da República em 2018, como muitos imaginam? A resposta do general não é direta, mas diz muito: “Bolsonaro, a exemplo do (Donald) Trump, fala e se comporta contra essa exacerbação sem sentido do tal politicamente correto”.
(Com Estadão Conteúdo) - (Fonte)". 

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