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terça-feira, 1 de agosto de 2017

RIO - AÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS PRECISAM REDUZIR A CRIMINALIDADE



Prezados leitores, as autoridades federais têm anunciado que as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro serão diferentes das anteriores que foram realizadas no estado do Rio de Janeiro.
Se considerarmos o levantamento feito pelo jornal Extra, a população torce para que as novas ações signifiquem melhores resultados afinal estamos gastando R$ 1,5 milhão por dia para manter as Forças Armadas no Rio de Janeiro (Leiam).

"Jornal O Dia
01/08/17 06:00 
Operações das Forças Armadas no Rio nos últimos 25 anos não reduziram criminalidade 
Rafael Soares 
Operações das forças federais no Rio até hoje não foram garantia de redução da violência. Das 11 ações implementadas para reforçar a segurança no estado nos últimos 25 anos, em apenas uma houve redução de quatro indicadores criminais analisados pelo EXTRA: roubos a pedestres, de veículos, de cargas e homicídios. Nas demais, pelo menos a metade dos índices observados piorou. Nos maiores eventos ocorridos nesse período — a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 —, todos os crimes apresentaram aumento (confira os infográficos). 
O levantamento foi feito com base na série histórica do Instituto de Segurança Pública (ISP). Os dados dos meses em que as forças federais estiveram no Rio foram comparados com os mesmos períodos do ano anterior — exceto os casos das ocupações nos complexos do Alemão e da Maré, em que, como as durações das operações foram maiores do que um ano, os períodos imediatamente anteriores às ações foram usados na comparação. Nesses dois casos, por se tratarem de ocupações de locais específicos, somente os índices dessas regiões foram levados em consideração. 
O crime que apresentou aumento em mais ocasiões foi o roubo a pedestre, que cresceu em nove ações dos militares desde 1992 — quando 15 mil agentes ocuparam a capital para a Rio-92, conferência da ONU sobre meio ambiente. Já o índice que apresentou melhora mais recorrentemente em operações militares foi o roubo de cargas, que diminuiu em cinco ocasiões (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

BRASIL RUMO À INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL



Prezados leitores, a situação no país está caminhando para uma intervenção militar constitucional.
Nós comentamos meses atrás nesse espaço democrático que o que era encarado como uma opção longe de ser operacionalizada, começava a ganhar contornos de ser uma necessidade.
Os fatos estão demonstrando que não estávamos longe da realidade.

"Revista Veja
Brasil, Política
Temer decreta uso de militares para conter protesto em Brasília 
Medida vale por uma semana. 'Espero que a notícia não seja verdadeira', disse o ministro do STF Marco Aurélio Mello 
Por Da redação 
24 maio 2017, 16h43 - Atualizado em 24 maio 2017, 18h29 
Em meio aos protestos contra o presidente Michel Temer (PMDB) que terminaram em confronto entre manifestantes e policias militares em Brasília, Temer determinou, a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma ação de Garantia da Lei e da Ordem, permissão para a convocação de tropas do Exército e da Força Nacional à atuação na segurança pública. Os protestos, que pediam a saída do peemedebista do cargo diante das revelações das delações premiadas de executivos da JBS, tiveram vandalismo e depredação de prédios de pelo menos três ministérios. 
O decreto assinado por Temer, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, autoriza o uso das Forças Armadas no Distrito Federal por uma semana, entre hoje e o dia 31 de maio. O texto prevê que a área de atuação para o emprego das tropas seja definida pelo Ministério da Defesa (leia aqui o decreto). 
Para cumprir o decreto assinado pelo presidente Michel Temer, o Exército enviará para a Esplanada dos Ministérios nesta tarde um contingente de cerca de 1.200 militares, informou a VEJA o Centro de Comunicação do Exército (Ceconsex). Além do Exército, homens da Marinha e da Aeronáutica já atuam na segurança do Palácio do Itamaraty e do Ministério da Defesa (Leiam mais)". 

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

ESPÍRITO SANTO - O EXÉRCITO ESTÁ NO COMANDO DA SEGURANÇA PÚBLICA



Prezados leitores, vale lembrar que o comando da segurança pública do estado do Espírito Santo foi transferido para o Exército Brasileiro, que coordena as ações da Polícia Militar, da Polícia Civil e do projeto da Força Nacional de Segurança.
Nós esperamos que o Exército consiga restabelecer a lei e a ordem e que o governador desça do pedestal que se colocou como se fosse o senhor da verdade, assumindo a sua significativa parcela de responsabilidade pelo que está acontecendo no Espírito Santo e negociando com os familiares dos Policiais Militares. militar federal.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A FOTO MISTERIOSA E A EXPLICAÇÃO


Prezados leitores, a fotografia que ilustra esse artigo está circulando pelas redes sociais sem qualquer dado sobre ela.
Reparem nos uniformes e nas cabeças cobertas.
Logo surgiram comentários de que eram criminosos imitando militares.
Nós publicamos a foto no twitter e um amigo trouxe a seguinte explicação: 

"São forças especiais (DOFESP) do Exército Brasileiro e o que eles estão usando na cabeça chama-se shemagh, um lenço que protege do sol".

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA COMENTA RELATÓRIO DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE



Prezados leitores, transcrevemos mensagem da Academia Brasileira de Defesa sobre o relatório da denominada Comissão Nacional da Verdade: 

"ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA
Pro Patria

Alexandre Garcia supôs, em um de seus brilhantes textos, que a presidente fosse autista, por não ver, como não via o antecessor, o que ocorre a sua volta. Infelizmente, não é. Ela sabe muito bem o que quer e o que faz. Autistas somos nós. 

O Brasil vive uma situação esdrúxula. Parece que o uso de técnicas de desinformação – verdadeiras lavagens cerebrais desenvolvidas nos porões da Gestapo e da KGB, muito bem adaptadas aos porões não menos imundos do partido do governo – não impediu as pessoas de verem os fatos, mas lhes tirou a capacidade de interpretá-los corretamente. 
O homo medius brasileiro aceita, como justificativa para o assalto violento, o fato de que outros já tenham praticado pequenos furtos antes, e se considera culpado pela violência sofrida. 
Quando um governante demagogo diz que vai tirar dos ricos para dar aos pobres, até quem ganha 20 salários mínimos, um tanto mais, um tanto menos, por exemplo, considera-se um pobretão e se vê como candidato a receber as benesses e usufruir do suor alheio, sem perceber que, para o governo petista, ricos são os que ganham mais de 3 salários mínimos. Os verdadeiramente ricos nada sofrerão – por enquanto. Ele, que, ganha os tais 20 salários mínimos, é que sofrerá perdas sucessivas para ajudar o seu hipotético benfeitor a trocar bolsas por votos e se eternizar no poder. Quando descobrir o engodo, será tarde demais: já se terá transformado, ele mesmo, em um bolsista dependente. 
Da mesma forma, aceita que o governo achate as aposentadorias na vã esperança de que disso resulte transferência de renda em seu favor, mais uma vez, sem perceber que jamais verá um desses centavos, pois todos os cifrões serão desviados para enriquecer a nomenclatura avara e corrupta que assaltou o poder no País. 
É nesse quadro, que, toda vez que o governo se sente ameaçado pelos mecanismos constitucionais de defesa da Nação contra os crimes praticados por seus integrantes, surgem virulentas campanhas de desmoralização das Forças Armadas. 
Um caso antológico foi a tentativa de imputar aos militares o assassinato dos ex-presidentes João Goulart e Juscelino Kubitscheck, mortos, respectivamente, por enfarto do miocárdio e em acidente automobilístico. Ainda que todas as perícias contratadas, a peso de ouro, em ditaduras comunistas, não encontrassem nenhuma evidência dos crimes alegados, insistem, em propagar tal hipótese absurda, no caso de João Goulart. A fortuna em dinheiro público que se gastou com as referidas pericias teria sido muito mais bem empregada, se usada para apurar os assassinatos dos prefeitos de Santo André, Celso Daniel, e de Campinas, Toninho do PT. 
Outra evidência de autismo social é sujeitarem-se as Forças Amadas a permanência prolongada, praticamente definitiva, no exercício de atividades policiais. Esse emprego somente caberia, se de curta duração e para eliminar, rapidamente, as ações criminosas organizadas que ultrapassassem a capacidade de resposta das Polícias, mas sempre orientadas para o interesse público do Estado. 
O emprego das Forças Armadas em missões permanentes de “Garantia da Lei e da Ordem”, para dar sustentação a governos incompetentes e corruptos, é tão criminoso quanto criminosas são as ações dos bandidos que irão combater. 
Hoje, foi divulgado o relatório da comissão nacional da verdade – cnv (sic), mais um deliberado ato indigno, próprio da campanha sórdida contra as Forças Armadas. Como previsto, ele contém um festival de mentiras, insinuações e parcialidades. Mas não há surpresa nisso. Tal relatório, rebento monstruoso, de 2000 páginas, jamais seria equilibrado e imparcial, porquanto trabalho executado por perdedores rancorosos e inconformados por terem sido impedidos de instalar, no Brasil, um regime totalitário, pautado no hibridismo ideológico de esquerda, por seguirem distintas linhas das mais radicais, em cujos objetivos finais, no entanto, convergiam: a destruição do Estado democrático brasileiro. 
As recomendações propostas pelos comissários são um festival de más intenções pré-fabricadas, muitas defendidas pelos vândalos em suas manifestações de rua. Vejamos algumas. 
Para começar, insistem no chavão de que as Forças Armadas devem esquecer o bem que fizeram, e pedir perdão pelo mal que não fizeram. Não vimos, porém, os terroristas (esses, sim, devedores de muitos pedidos de perdão) pedirem perdão à Nação pelos inocentes que mataram ou mutilaram. 
Propõem, também, a proibição das comemorações da redentora Revolução Democrática de 31 de Março, mas continuarão a incensar seus companheiros bandidos e terroristas, nacionais e internacionais. 
Proibições desse tipo somente existem nas piores ditaduras! 
A comissão não pediu a revogação explícita da Lei da Anistia. Isso poderia ser perigoso para eles mesmos. Simplesmente, pedem que a lei somente se aplique a uma das partes envolvidas, excluindo-se os agentes do Estado que os combateram e derrotaram, ignorando todos os crimes que seus correligionários terroristas cometeram. 
Por outro lado, o relatório insistiu na opção preferencial pelos criminosos, ao pretender a desvinculação dos institutos médicos legais e dos órgãos de perícia criminal das secretarias de segurança pública e das polícias civis; a dignificação do sistema prisional e do tratamento dado ao preso; a extinção da Justiça Militar estadual; a exclusão de civis da jurisdição da Justiça Militar federal; a eliminação da figura do auto de resistência à prisão. Tudo pensado para assegurar a impunidade e “dar boa vida” aos criminosos, proclamados pelas ideologias de esquerda como vítimas das elites exploradoras. É inquestionável que o sistema prisional e o tratamento aos presos clamam por urgentes melhorias, mas, antes disso, é indispensável dignificar o atendimento do SUS aos não-criminosos e melhorar o tratamento dado ao cidadão comum, particularmente aos idosos, todos frequentadores de extensas filas para serem atendidos, quando o são. 
A explicação para essa opção irracional é-nos dada pelo Professor Edgard Leite Ferreira Neto, fruto de suas pesquisas em fontes do comunismo internacional: 
“A luta política marxista atua também no sentido de conspirar contra as leis e as estruturas existentes, tidas como instrumentos de preservação do poder. Haveria, assim, diferenças de qualidade entre o crime comum e a ação revolucionária, mas ambas ações estariam impregnadas da 3 mesma inclinação crítica ao poder. A convergência dos dois movimentos, em certas circunstâncias confirma tal perspectiva”. (In Revista Aeronáutica, Rio de Janeiro, p. 44 - 45, 01 mar. 2014). (http://pt.scribd.com/doc/214532426/Revista-Aeronautica-n-286-Edicao-Comemorativa). 
A cnv não cumpriu a Lei que a criou, nem na abrangência, nem no tempo, deixando de apurar os abusos contra os direitos humanos praticados pelos terroristas, no que eles chamam de “luta armada”, ou cometidos fora do período dos governos militares, como também não cumpriu o objetivo de “promover a reconciliação nacional”, uma vez que somente tem aumentado os ressentimentos, com sua parcialidade escandalosa. Igualmente não assegurou o “direito à verdade histórica” nem “à memória”, pois, ao contrário, só tem deturpado os fatos, encenando a maior fraude histórica deste País e registrando, a título de memória, vergonhosa obra de ficção mal-intencionada. 
Por outro lado, ultrapassou os limites de sua competência ao propor a punição dos agentes do Estado por ela acusados, arbitrariamente, como, também, ao propor mudanças no ensino militar, um dos melhores do Brasil, talvez o único voltado exclusivamente para os interesses nacionais e, até hoje, imune à contaminação ideológica sectária, apátrida e de inspiração e financiamento alienígenas. 
A maior das ignomínias, no entanto, foi praticada ao acusaram, irresponsável e criminosamente, da prática de crimes pessoas inocentes, de reputação ilibada, brasileiros abnegados, verdadeiros estadistas, a quem muito deve a Pátria. 
Por tudo isso, esse relatório inútil deveria ser considerado nulo de pleno direito. 
Finalmente, o maior de todos os autismos é o que acomete a maioria dos políticos que se dizem de oposição e dos jornalistas “politicamente corretos”, quando fazem coro com os governistas e insistem em falar de uma ditadura que não houve, há meio século, e fingem não ver a que já está instalada no Palácio do Planalto, e se agrava a cada dia. 
Embora procurem negá-lo, os Militares também são cidadãos, e em sua esmagadora maioria, excelentes cidadãos que, voluntariamente, abriram mão de alguns dos seus direitos mais básicos para mais bem defender a Pátria. Eles não querem o poder, como nunca quiseram. Somente agiram em momentos extremos, para salvar o que restava da destruição imposta por maus brasileiros. 
Foi para atender ao pedido de socorro da Nação que, em 1964, a sociedade viu-se obrigada, no exercício da mais sagrada legítima defesa, a impor ordem ao caos pela força das armas, justamente para impedir que esse grupo, hoje no poder, implantasse, no País, a ditadura que, parece, está em vias de se consolidar. 
A Marinha, o Exército e a Aeronáutica, legítimos braços armados da Nação, não se furtaram, então, de cumprir o seu dever: atenderam ao apelo e salvaram o Brasil de ser mais uma vítima do comunismo internacional.
Reclamam esses vis políticos e jornalistas da imposição arbitrária da vontade durante os governos ditos militares, mas, uma vez mais, fingem ignorar que isso continua a ser feito, muito mais intensamente, não obstante, sem o espírito público que sempre norteou os militares eleitos para o governo. 
A ordem, quando imposta manu militari, objetivava a defesa da Pátria, de sua soberania, de seus valores, de sua gente, e somente era praticada contra os terroristas, os guerrilheiros, os subversivos, os corruptos, os assaltantes e os traidores da farda. 
Hoje, são os corruptos, os subversivos, os guerrilheiros e os terroristas de ontem que impõem o arbítrio per manum pecuniae, e por outros meios, contra a Nação, em defesa de seus interesses antinacionais, particulares e ideológicos, para nos minar a soberania, solapar os valores, escravizar o povo e destruir a Pátria. 
Os políticos que criticam nossos Soldados não batalham pelo bem do Brasil. 
Querem, isso sim, acesso à chave do cofre e à caneta, para continuar a roubar despudoradamente e a nomear parentes e correligionários corruptos, em um nepotismo institucional sem fim. 
Os detratores de plantão que se opõem ao governo, mas batem impiedosa e injustamente nas Forças Armadas, e delas “fogem como o diabo da Cruz”, não percebem ser elas a última instância que poderá salvar o Brasil, quando tudo mais tiver falhado. Não é a primeira vez, nem será a última, que crucificam o salvador. 
A decadência social e política em que vivemos foi criada pelos políticos, cabe-lhes, portanto, colocar novamente o País nos trilhos. Adaptando-se o dito popular, pode-se dizer: “quem gerou Mateus que o embale”. Se não o fizerem, a sociedade o fará, apesar deles. 
Mas os Militares também fazem parte da sociedade e, se renunciaram a alguns direitos, não perderam a capacidade de pensar, de ter opiniões próprias, de acompanhar os fatos políticos com a isenção de agentes do Estado. Marinheiros, Soldados e Aviadores jamais permitirão que as Forças Armadas se transformem em guarda pretoriana de qualquer governo ou que o Brasil deixe de ser uma nação livre e soberana, em um Estado democrático de direito. 
Lembrem-se todos: as Forças Armadas são as instituições que gozam de maior credibilidade junto ao nobre povo brasileiro. É hora de esquecermos divergências do passado ou do presente e unirmos todas as nossas forças contra o perigo comum que nos ameaça. 
Os políticos ainda não aprenderam, mas o povo sabe. 
O povo sabe que pode confiar em Deus e em suas Forças Armadas. 
Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2014 
Luís Mauro Ferreira Gomes
Presidente 

Prof.ª Dr.ª Aileda de Mattos Oliveira; Alte.-Esq. Alfredo Karam; Cel. Aer. Antônio Celente Videira; Prof. Antoniolavo Brion; Jorn. Aristóteles Drummond; Gen.-Ex. Carlos Alberto Pinto Silva; Prof. Dr. Denis Lerrer Rosenfield; Dr. Emílio A. Souza Aguiar Nina Ribeiro; Gen.-Div. Francisco Batista Torres de Melo; Prof. Dr. Francisco Martins de Souza; Cel. Ex. Gelio Augusto Barbosa Fregapani; Dr. Gustavo Miguez de Mello; Dr. Herman Glanz; Maj.-Brig. Hugo de Oliveira Piva; Vice-Alte. Ibsen de Gusmão Câmara; Ten.-Brig. Ivan Moacyr da Frota; Prof. Dr. Ives Gandra da Silva Martins; Dep. Fed. Jair Messias Bolsonaro; Prof. Dr. João Ricardo Carneiro Moderno; Sen. José Bernardo Cabral; Dr. Luciano Saldanha Coelho; Cel.-Av. Luís Mauro Ferreira Gomes; Gen.-Ex. Luiz Cesário da Silveira Filho; Gen.-Ex. Luiz Gonzaga Schroeder Lessa; Econ. Marcos Coimbra; Emb. Marcos Henrique Camillo Côrtes; Prof.ª Dr.ª Maria Helena de Amorim Wesley; Prof.ª Dr.ª Mina Seinfeld de Caracushansky; Ten.-Brig. Octávio Júlio Moreira Lima; Vice-Alte. Othon Luiz Pereira da Silva; Dr. Paulo Antônio Uebel; Gen.-Ex. Paulo Cesar de Castro; Ten.-Brig. Reginaldo dos Santos; Gen.-Ex. Rubens Bayma Denys; Desemb. Semy Glanz; Ten. R/2 Sérgio Pinto Monteiro; Vice.-Alte. Sérgio Tasso Vasquez de Aquino e Maj.- Brig. Umberto de Campos Carvalho Netto.

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