JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 23 de janeiro de 2022

VETERANOS E PENSIONISTAS - O CONTRACHEQUE ESTARÁ DISPONÍVEL AMANHÃ?




O contracheque é necessário para que VETERANOS e PENSIONISTAS possam lutar pela recuperação da PARIDADE.

A demora gera inquietação e atrapalha o exercício de um DIREITO.

Convém que o governo agilisse e quebre esse silêncio, explicando a razão dos contracheques dos ATIVOS terem sido disponibilizados antes dos nossos.

Enquanto isso, nós,  VETERANOS e PENSIONISTAS exercitamos a paciência.

Algo que tem limite.

#ForaClaudioCastro

PMERJ - CARTA DOS CORONÉIS BARBONOS - 2007 -PRO LEGE VIGILANDA

 

PRO LEGE VIGILANDA (Para a vigilância da lei).

198º ANIVERSÁRIO DE CRIAÇÃO DA DIVISÃO MILITAR DA GUARDA REAL DE POLÍCIA
“O RESGATE DA CIDADANIA DO PM”
“GRUPO DOS BARBONOS”



Aos três dias do mês de julho do ano de dois mil e sete, os Coronéis signatários, encaminham ao Exmo Sr Coronel PM Ubiratan de Oliveira Ângelo, mui digno Comandante Geral da Bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ao Exmo Sr Delegado de Polícia Federal José Mariano Benincá Beltrame, Secretário de Estado de Segurança Publica; ao Exmo Sr Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho e a todos os Cidadãos Brasileiros, através dos órgãos da mídia, o presente documento contendo as principais e urgentes necessidades dos Oficiais e Praças da Corporação, objetivando resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional de todos nós, permitindo que possamos cumprir as nossas missões constitucionais, servindo e protegendo cada cidadão desse estado, mesmo com o sacrificio de nossas vidas.

Ressalte-se, que as necessidades em questão não tiveram origem neste governo, pois trata-se de conseqüência de décadas de descaso; de falta de comprometimento de governantes e de irresponsabilidade de inúmeras administrações.

O grupo escolheu este momento por entender que o mesmo é extremamente oportuno, tendo em vista a postura favorável da atual administração estadual que elegeu a segurança pública como prioridade dentre todas as prioridades do estado.

Insta esclarecer que o documento tem por foco externar os principais anseios Institucionais e foi redigido por um restrito grupo de ocupantes do último posto da hierarquia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, todos, em pleno exercício de cargos da maior relevância interna corporis.

Os Coronéis signatários são contemporâneos de agruras, aspirações e decepções ao longo de mais de 30 (trinta) anos de serviço ativo e tendo por objetivo o desejo de que, ao menos agora, à chegada ao topo da escalada, como legítimos representantes, propor e desenvolver atividades concretas para a promoção de mudanças objetivas no quadro de falência múltipla da Polícia Militar que hoje se apresenta, certos de que devem agir assim, senão por imposição legal, por obrigação moral de fazer algo para reverter tal quadro.

O "Grupo dos Barbonos", referência derivada da denominação histórica da sede do Quartel do Comando Geral da Corporação, tem parâmetros claros de atuação, tendo sido sua existência, constituição e finalidade, objeto de prévia cientificação não apenas ao mandatário direto da PMERJ, seu digno Comandante Geral, como também à pessoa do Exmo Sr Secretário de Estado de Segurança Pública.

Nós desejamos, com enfoque na mais absoluta transparência e sem olvidar um só segundo sequer dos preceitos basilares corporativos, a hierarquia e a disciplina militares, não apenas externar necessidades urgentes e indispensáveis, alusivas às muitas dezenas de milhares de homens e mulheres que labutam em nossa profissão policial militar e aos seus dependentes, como também sensibilizar a maior autoridade do Poder Executivo do Rio de Janeiro, para que as satisfaça.

Os nossos parâmetros são a busca ininterrupta dos objetivos institucionais; não recuar jamais nessa busca; a preservação da honra e da dignidade profissional; o respeito a hierarquia e a disciplina militares; o apoio integral ao Comando Geral da Polícia Militar, para o desenvolvimento de um projeto de comando para os próximos 4 (quatro) anos, desde que respeitados os objetivos da Polícia Militar e o compromisso de não assumirmos, nesse período, as funções de Comandante Geral ou de Chefe do Estado Maior Geral, em nenhuma hipótese, caso convidados.

Diante do exposto, pontuaremos, de forma concisa e objetiva, as principais, urgentes e indispensáveis necessidades institucionais para que o Policial Militar volte a ser um cidadão brasileiro:

Tópico nº 1 – Estabelecimento, no mínimo, de uma política salarial calcada na integração remuneratória entre as forças policiais do Rio de Janeiro.Em nada colabora com a democracia e mesmo com a necessidade de integração de forças, o fato de termos duas polícias com funções complementares e interdependentes, coabitando o mesmo espaço geográfico, com níveis salariais absolutamente díspares, a ponto de tanto na base, quanto no topo, alcançarem diferenciais próximos de 100 % (cem pontos percentuais).Portanto, urge a implementação da proposta apresentada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde se busca equiparar os vencimentos das duas Instituições, o que possibilitará, principalmente, que o Praça da Polícia Militar possa viver dignamente, afastando-se da situação famélica hoje vivenciada.Os salários famélicos não determinam, mas concorrem para a prática de desvios de conduta (crimes e transgressões disciplinares).Considerando a hora trabalhada pelos integrantes dos níveis iniciais das instituições policiais, um Policial Militar ganha duas vezes menos que um Policial Civil; seis vezes menos que um Policial Militar da Força Nacional de Segurança e quase dez vezes menos que um Policial Federal.

Tópico nº 2 - Retorno aos quadros da Corporação dos milhares de Policiais Militares desviados de função – Fim da Terceirização da Polícia Militar.Por óbvio que seja, resta aqui pontuar que policiais militares são contratados e custeados pelo erário para, mediante concurso público, exercer os misteres constitucionais específicos enumerados na Carta de 1988, ou seja, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.Promover o retorno dos milhares de Policiais Militares, Oficiais e Praças, que se encontram à disposição de diversos órgãos e autoridades, desviados das funções para as quais foram recrutados, selecionados e formados, e ainda, ganhando gratificações, embora não exerçam funções policiais militares, sobrecarregando todos os Policiais Militares que continuam trabalhando e arriscando as suas vidas em defesa da Sociedade Fluminense.Hoje existem convênios para a cessão de policiais militares nos seguintes órgãos: Banco Central, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.Convém destacar que a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, que utiliza centenas de policiais militares, não celebrou convênio com a Polícia Militar e não paga qualquer importância pela cessão dos Policiais Militares.

Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2.Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores.Em conseqüência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente.

Tópico nº 4 – Fim da Etapa de Rancho – Pagamento da Dívida - Autonomia Administrativa – Dotação Orçamentária.Conceder à Polícia Militar a dotação orçamentária específica, desvinculada da verba destinada à alimentação de nossa tropa, que permita a manutenção das edificações, das viaturas e de todos os equipamentos necessários ao desempenho das missões, bem como, permita a aquisição dos recursos materiais indispensáveis para a modernização tecnológica e o correto desempenho das missões de preservação da ordem pública.Basta de se economizar na alimentação da tropa para empregar as sobras como único meio de manter funcionando, mesmo que de modo precário, os aquartelamentos, as viaturas e os equipamentos da Polícia Militar.O Policial Militar, o herói social, merece ser tratado com respeito, portanto, os quartéis favelizados e as viaturas sucateadas não devem fazer parte de nossa rotina.Piorando o quadro esclarecemos que o Estado do Rio de Janeiro paga como etapa diária para alimentação de um Policial Militar o valor de R$ 2,71 e o último repasse de etapas foi relativo ao mês de novembro de 2006, portanto, com 8(oito) meses de atraso, existindo uma dívida de R$ 25.133.620,08 até maio de 2007.O Policial Militar deve receber o ticket alimentação tal como recebe o Policial Civil.

Tópico nº 5 – Promoção de condições dignas de trabalho.Enquanto inexistir uma dotação orçamentária específica e diante da imperiosidade de prover uma alimentação saudável para a tropa, se faz necessário que o poder público promova melhores condições de trabalho.O espaço restrito imposto pelas presentes linhas, embora incompatível com o razoável aprofundamento de tão importante tópico, permite que pontuemos, dentre algumas outras, as seguintes necessidades prementes:

- Reforma urgente das edificações (Organizações Policiais Militares), considerando que algumas estão colocando em risco Policiais Militares e o público em geral;

- Compatibilizar a carga horária de trabalho de modo a permitir a qualificação profissional do Policial Militar;

- Aquisição de viaturas, inclusive blindados;

- Aquisição de equipamentos de proteção individual;

- Aquisição de armamento e munição;

- Aquisição de fardamento para os Alunos dos Cursos de Formação e para os Cabos e Soldados;

- Aquisição de recursos tecnológicos destinados ao emprego no sistema de Inteligência (EMG-PM/2) e de Correição da Corporação;

- Promover a informatização da Polícia Militar, poupando recursos humanos e agilizando tarefas; e,

- Desenvolver em caráter urgente um programa de manutenção, basicamente de viaturas e armamento, para a recuperação do que ainda for servível.

Tópico nº 6 – Estabelecimento e Respeito ao Limite de Carga Horária.Implantar o regime de 44 horas semanais, com pagamento de horas extras proporcionais.

Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar.A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares integrantes e de seus dependentes.Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal.Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006.Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios.

Tópico nº 8 – Policiais Militares – Invalidez em Serviço – Triênios Integrais – Pensão Estadual.O Policial Militar arrisca rotineiramente a sua vida em defesa da sociedade, sendo que muitos perdem a vida, deixando os seus dependentes em situação precária, enquanto outros ficam inválidos, impossibilitados de exercer qualquer outra atividade.Nada mais justo que o imediato estabelecimento da integralidade de gratificação por tempo de serviço (triênios) para militares inativados para o serviço policial militar, fruto de incapacidade definitiva adquirida em conseqüência de ato de serviço.O estabelecimento de uma pensão militar estadual, também é urgente, considerando as sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas nossas pensionistas, que precisam sustentar a família e percebem uma pensão irrisória, na maioria dos casos.

Tópico nº 9 – Apoio as propostas de modificação das legislações referentes às promoções.A Polícia Militar precisa do apoio do Executivo e do Legislativo para viabilizar as alterações nas referidas legislações, buscando ter o critério meritório nas promoções de Oficiais e Praças como base e não o critério de tempo de serviço, que contribui para a desqualificação do nosso efetivo.Regularizar as promoções dos Oficiais do Quadro de Oficiais de Administração, atualmente estagnado, motivando os referidos Oficiais que inclusive atuam rotineiramente nas atividades operacionais.As propostas serão debatidas exaustivamente interna corporis, antes de serem apresentadas, enquanto isso não devem ser acolhidas propostas que resultem em aumento ou diminuição de interstícios para promoções de Oficiais ou de Praças.Revogação das legislações que não possuem qualquer interesse Institucional, tais como a Lei n.º 4.024/2002 (promoção do Tenente Coronel ao posto de Coronel após 32 anos de serviço), que deve ser aplicada pela última vez nas promoções de agosto/2007 e a esdrúxula Lei n.º 4.848/2006 (promoção na cédula de identidade), que não possui qualquer legitimidade.

Tópico nº 10 – Apoio para a implantação de um novo Quadro de Distribuição do Efetivo.A Polícia Militar não possui um Quadro de Distribuição de Efetivo (QDE) atualizado, sendo que algumas Organizações Policiais Militares sequer possuem um QDE, o que causa grande prejuízo financeiro para os Policiais Militares, pois exercem funções superiores e não podem perceber a justa contrapartida nos vencimentos.

Tópico nº 11 – Termo Circunstanciado – Projeto Piloto.A confecção dos Termos Circunstanciados pela Polícia Militar já é uma realidade em vários Estados da Federação, permitindo uma melhor prestação de serviço ao cidadão e a racionalização do emprego dos recursos humanos, sobretudo da Polícia Civil.A experiência exitosa realizada no 7º BPM e politicamente interrompida merece ser revivida em um Projeto Piloto.Portanto, a imediata implantação de projeto piloto, contemplando a lavratura de termos circunstanciados e ainda o registro de ocorrências que não contemplem flagrante delito pela Polícia Militar, será benéfica para todos, principalmente para o povo fluminense.Convém destacar que em consulta realizada através da Secretaria de Estado de Segurança Pública à Procuradoria Geral do Estado, mereceu parecer favorável quanto a elaboração do Termo Circunstanciado previsto na Lei 9099/95 pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Tópico nº 12 - Adoção de mecanismos legais compatíveis, no sentido de que apenas os ocupantes dos cargos de Comandante Geral e de Chefe do Estado Maior da Corporação possam exceder o tempo máximo de permanência no posto de Coronel na condição de ativos.Não existe qualquer interesse Social ou Institucional, qualquer motivo que determine tal privilégio, qualquer finalidade a ser alcançada e nem mesmo faz sentido que cargos outros, marcadamente externos à Corporação, gozem de tal prerrogativa.Portanto, deve-se revogar em caráter de urgência todas as legislações estaduais que permitem que Coronéis permaneçam no serviço ativo, após os 6 (seis) anos da última promoção e não legislar mais nesse sentido absurdo.Toda legislação deve obedecer ao interesse social e ao interesse institucional, essas legislações não alcançam tais interesses, restringindo-se a interesses pessoais ou de pequenos grupos que desejam um tratamento privilegiado.Portanto, urge promover a revogação de tais privilégios concedidos através de modificações no parágrafo primeiro, do artigo 96, da Lei n.º 443, de 1 de julho de 1981, realizadas por meio da Lei n.º 4.043, de 30 de dezembro de 2002 e Lei 5.019, de 19 de abril de 2007.

Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira – CoronelDiretor Geral de Finanças

Paulo Ricardo PAÚL – CoronelCorregedor Interno

Gilson PITTA Lopes – Coronel Chefe da Segunda Seção do Estado Maior Geral

Dario CONY dos Santos – CoronelComandante da Escola Superior de Polícia Militar

Rodolpho Oscar LYRIO Filho – Coronel Comandante da Academia de Polícia Militar – D. João VI

LEONARDO PASSOS Moreira – Coronel Chefe do Centro de Comunicações e Informática

Francisco Carlos VIVAS – CoronelDiretor Geral de Apoio Logístico

Ronaldo Antonio de MENEZES – CoronelComandante do Batalhão de Polícia Rodoviária

Renato FIALHO Esteves – CoronelComandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças

sábado, 22 de janeiro de 2022

PMERJ - CBMERJ - TRISTEZA PROFUNDA



Ao longo das diversas mobilizações dos militares do Estado do Rio de Janeiro, iniciadas em 2007, tive a oportunidade de ombrear com um grande número de Praças Inativos (Veteranos) e de Pensionistas, tanto da PMERJ, quanto do CBMERJ.

A experiência de ser um "Coronel Sindicalista", como cheguei a ser rotulado, fez com que conhecesse os problemas enfrentados por esses dois grupos de integrantes da Instituição.

Não são poucas as dificuldades.

E, como eles e elas eram muitos, conheci muita dor e enormes sacrifícios.

Não nego que tal quadro me impulsionou ainda mais a continuar lutando, o que outros também fizeram.

Talvez por conhecer tanta dor, considero como CRUELDADE qualquer discriminação que os afete.

Não consigo entender o SILÊNCIO DOS CORONÉIS sobre isso, eles que são os maiores responsáveis por preservar os valores institucionais e por proteger os integrantes.

Uma coisa é certa nós que amamos as Instituições lutaremos.

Como fizeram os 40 da Evaristo e os Coronéis Barbonos.

O governador pode esperar UMA OPOSIÇÃO INCANSÁVEL NAS RUAS DO RIO DE JANEIRO.

#ForaClaudioCastro

PMERJ + CBMERJ - VETERANOS E PENSIONISTAS LUTARÃO PELOS ATIVOS




Só tolos...

Só tolos com carteirinha...

Só tolos com carteirinha assinada e com firma reconhecida...

Apenas esses ainda não entenderam que a luta pela recuperação de direitos por parte dos Veteranos e das Pensionistas é também UMA LUTA EM FAVOR DOS ATUAIS ATIVOS.

A VIOLAÇÃO DA PARIDADE é um mal que abre caminhos para males muito piores.

Urge que os ativos entendam isso.

No popular; "abriram a porteira".

Ou retomamos o direito de imediato, ou os atuais ATIVOS poderão ter perdas muito maiores, eles e suas pensionistas.

Acordem e ombreiem na luta.

Isso para não sofrer muito no futuro.

Nós estamos lutando também por vocês.

#ForaClaudioCastro


sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

QUEM PREJUDICOU OS VETERANOS E AS PENSIONISTAS DO RIO DE JANEIRO?





QUEM PREJUDICOU OS VETERANOS E AS PENSIONISTAS DO RIO DE JANEIRO?

Tantos participaram do processo de elaboração da lei que estabelece o Sistema de Proteção dos Militares do Estado do Rio de Janeiro que fica quase impossível identificar o responsável pelo prejuízo.

Aliás, os erros existentes na citada lei podem ser fruto da incompetência, algo tão comum no Brasil, não sendo dolosos, ninguém desejou prejudicar ninguém.

Apesar disso o certo é que após a constatação do prejuízo para Veteranos e Pensionistas, na maioria idosos, alguém deveria adotar as providências para as correções, o que não foi feito até a presente data, algo inexplicável.


Em apertada síntese, podemos não ter aquele que dolosamente prejudicou, mas temos quem dolosamente ainda não consertou.

Tal omissão com relação aos Veteranos e às Pensionistas é condenável e fará com que tenham que recorrer ao Judiciário, gastando seu dinheiro e seu tempo.

É hora de consertar.

#ForaClaudoCastro


PARIDADE - O CONTRACHEQUE DOS VETERANOS E DAS PENSIONISTAS NÃO ESTÁ DISPONÍVEL



Nas consultas feitas ontem e hoje cedo o contracheque ainda não estava disponível.

Apenas os Ativos conseguiram acessar os seus.

Não podemos começar a criar "teorias conspiratórias" sobre essa situação.

É certo que o governo sabe que estamos esperando esse contracheque para ajuizarmos as ações, mas também sabe que isso ocorrerá com certeza, não importando o dia que ele estará disponível.

O governo não está "ganhando tempo", isso não faria qualquer sentido.

O contracheque tem que ser disponibilizado até o pagamento.

O que Veteranos e Pensionistas precisam fazer neste espaço de tempo é estabelecer contato com a entidade de classe ou o escritório de advocacia que escolheu e providenciar o restante da documentação.

Assim quando sair o contracheque tudo estará em condições para o ajuizamento.

#ForaClaudioCastro

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

PARA QUEM TEVE A GRET REDUZIDA - ORIENTAÇÕES



Acabo de receber  de um companheiro de turma a seguinte mensagem:

"Galera.

Saindo da DVP.

Orientações:

- para quem teve a GRET reduzida, fazer o requerimento, juntando (cópia Identidade; Residência e Contracheques de antes e depois da redução).

- ao chegar na DVP, após pegar a senha de atendimento, ir ao 3° andar na seção PRS, para pegar o número do protocolo que fez a redução (n° do SEI).

- aguardar o chamado na Seção de Atendimento .

- o requerimento tramitará, seguindo para o Diretor da DVP.

Segundo apurado, o Diretor irá ter reunião com representantes do TCE, para definir, com celeridade, o andamento do assunto.

Por hora é oportuno fazer o requerimento, pois certamente, esses serão atendidos primeiro.

Obs.: 20 senhas para atendimento pela manhã.

          20 senhas para atendimento a tarde.

Um abraço"

#ForaClaudioCastro

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

PMERJ - CBMERJ - VÍDEO - APRENDAM A RESPEITAR UM VETERANO


 #ForaClaudioCastro

PMERJ - CBMERJ - ARTIGO QUE BENEFICIA CÚPULA DEVERÁ SER DENUNCIADO




Os Veteranos e as Pensionistas estão lutando pela PARIDADE, ferida de morte, mas não é esse o único problema da Lei 9.537/21, existem outros. 

Um deles está expresso no artigo 44:

"Art. 44. No computo do limite constitucional remuneratório dos militares do Estado será excluída eventual remuneração de cargo em comissão.

Salvo melhor juízo, é flagrante a violação do texto constitucional, sendo difícil acreditar que esse texto passou pelas assessorias jurídicas onde tramitou.

Estuda-se a melhor forma de fazer a comunicação aos órgãos de controle.

#ForaClaudioCastro


O "PROJETO CIDADE INTEGRADA" NO ESTADO DESINTEGRADO




O governador antecipou para hoje o lançamento do "Projeto Cidade Integrada" que no primeiro momento será implantado na comunidade do Jacarezinho.

A comunidade foi ocupada por 1.200 policiais, sendo 400 integrantes da PCERJ e 800 da PMERJ.

Todos temos que torcer para DAR CERTO.

A sofrida população do Estado do Rio de Janeiro precisa que dê certo, considerando a carência em todas as áreas do serviço público.

A desintegração desses serviços causa incontáveis prejuízos ao cidadão fluminense.

A implantação já começou com um ruído entre o Governador e o Prefeito sobre as reuniões preliminares, o que pode ser uma nova falha do assessoramento.

Tal erro ficou evidente na implantação do "Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado do Rio de Janeiro" através da Lei número 9.537/2021.

A legislação aprovada é injusta e carece de legalidade, causando prejuízo para os Veteranos e as Pensionistas do PMERJ e do CBMERJ, além de conter pelo uma inconstitucionalidade, isso no Artigo 44.

Insisto, vamos torcer para dar certo, mas se na elaboração de uma lei o Governador, os Deputados Estaduais e o assessoramento deles, deixaram passar tantos erros, imagine em um projeto complexo a ser implantado em uma comunidade carente.

Desejo que entre os responsáveis pelo projeto exista alguém que tenha lido o meu livro "UPP - UMA FARSA ELEITORAL", isso pode minimizar os inúmeros erros do projeto anterior. Caso ninguém tenha lido, ele está disponível na Amazon.

#ForaClaudioCastro

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

A FAZENDA DO SEU AFONSO, OS VETERANOS E AS PENSIONISTAS


Escrevo uma nova ficção com alguns pontos de realidade.

Aproveitei a imagem usada no artigo "A Árvore do Quartel de Polícia" (Clique e leia) para ilustrar, isso porque os artigos guardam relação entre eles.

A fazenda do seu Afonso já foi muito produtiva no passado, mas com o passar do tempo isso mudou.

O próprio terreno sofreu algumas intervenções que contribuíram para desfigurar o local.

Espaço antes produtivo, hoje está deserto.

Os antigos que frequentaram a fazenda atribuem a atual produção de qualidade questionável a falta de alguns insumos que antes eram utilizados.

O solo é fértil, isso não mudou, o que significa que a fazenda poderá voltar a sua pujança de décadas atrás, ou seja, a fazenda não está perdida.

Antes, logo nos primeiros dias de cultivo, implementavam o omsiriehnapmoc, que gerava a oainu.

Peço desculpas mas tenho que usar "nomes científicos", por assim dizer, mas acho que todos compreenderão.

Em seguida doses de  anilpicsid e aiuqrareih.

Consideradas básicas na produção.

O processo era demorado e paulatinamente eram inseridos os sotnemicehnoc sianoissiforp.

Esses eram variados e visavam dar corpo para o emprego da produção.

Paralelamente eram adicionados acite, larom e omsitoirtap.

Os dois primeiros para solidificar a edaditsenoh.

O omsilaedi e o rometsed naturalmente surgiam.

A produção quando se aproximava da fase final era possível constatar o surgimento da edaditnedi lanoissiforp e roma ovitaroproc.

Acrescento que o roma ovitaroproc servia para fortalecer o produto combatendo uma praga terrível: o omsioge.

Tudo isso era implementado pelos mais antigos, hoje chamados de Veteranos, alguns que inclusive já morreram e deixaram as suas Pensionistas.

A fazenda do seu Afonso precisa voltar a aplicar esses insumos.

Para isso pode até usar o conhecimento dos Veteranos e das Pensionistas, será uma forma de valorizar quem tanto contribuiu no passado.

#ForaClaudioCastro


"BATALHAS POR DIREITOS", UMA EM COMPASSO DE ESPERA, OUTRA EM ANDAMENTO - ESQUECEU DO SOLDADO, LEMBROU DO CORONEL



A nossa "batalha" nos tribunais está em stand by (modo de espera), enquanto aguardamos o próximo contracheque, documento necessário para instruir as ações.

Isso é fato!

Caso você seja sócio de uma entidade de classe e resolva entrar em ação coletiva, vai precisar dele. Se optar por fazer uma ação individual, também terá que juntar o contracheque.

Por falar em entidades de classe, vale lembrar que caso não seja sócio ainda poderá se filiar para fazer parte da ação coletiva.

Nesse ponto convém lembrar que a 'GUERRA" tem duas frentes de "BATALHA", a política e a jurídica.

Na segunda estamos na trincheira, mas podemos avançar na luta política, a luta que busca enfraquecer quem está nos prejudicando. 

Aquele que poderia ter evitado tudo isso, mas preferiu optar por agradar metade dos integrantes da PMERJ e do CBMERJ e, ainda, agradar ainda mais pequenos grupos da cúpula das duas Instituições.

Esqueceu do Soldado, lembrou do Coronel (Artigo 44).

O certo é que a ética e a moral foram feridas de morte na construção do Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado do Rio de Janeiro, isso é ponto pacífico.

No mundo político as REDES SOCIAIS são "armas" poderosíssimas, basta lembrar das eleições de 2018 e 2020.

É público que o governador responsável por nosso prejuízo quer ser reeleito. 

Nós, Militares do Estado do Rio de Janeiro, podemos atrapalhar muito esse objetivo.

Atrapalhar com atos nas ruas, organizados, ordeiros e pacíficos, e com uma grande campanha contra ele nas redes sociais (Twitter, Facebook, Instagram, ...) e no WhatsApp.

Não devemos postar FAKENEWS, basta publicar a verdade, será suficiente.

Não podemos esquecer que ao publicarmos nossos textos e imagens devemos marcá-los com #ForaClaudioCastro

Em 30 segundos você posta, compartilha nas outras redes e espalha no ZAP.

Quem não pode fazer isso?

A hora é agora!

Ontem o governador do Estado do Rio de Janeiro foi dormir apavorado, deve ter tido pesadelos, diante da notícia que foi REJEITADO O PLANO DO ESTADO PARA O RETORNO AO REGIME DE RECUPERAÇÃO FISCAL (Clique e leia).

Isso é uma tragédia para ele, para seus assessores e para todos nós que vivemos no Rio de Janeiro.

Uma decisão que nas entrelinhas deixa transparecer que o governador não deve ter o apoio do presidente para a reeleição, algo muito importante (Clique e leia).

Militares do Estado do Rio de Janeiro é hora de defender os companheiros e as Instituições.

Não se omitam.

#ForaClaudioCastro

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

QUEBRA DA PARIDADE - PRESIDENTE BOLSONARO DEVE NOS AJUDAR



Caro leitor, por favor, leia e confirme o contido no título.

QUEBRA DA PARIDADE - POSICIONAMENTO DA AME-RJ

Tenho certeza que todas as sugestões agregadoras serão bem-vindas.

O interesse é comum a todos Veteranos e Pensionistas.

É preciso ter união e participação para que todas as opções sejam avaliadas e o melhor caminho seja o escolhido.

Vamos vencer!




Os sócios devem aguardar comunicado da AME-RJ.





"PODE HAVER PIOR MENTIRA DO QUE A EMANADA DA MESMA FONTE DA VERDADE QUE ELA BUSCA REFUTAR?"

Transcrição de artigo publicado no Blog do Coronel de Polícia RR Wanderby:

16/01/2022

Pode haver pior mentira do que a emanada da mesma fonte da verdade que ela busca refutar?

 


Sim!

A que ainda não precisou ser contada...

TETO CONSTITUCIONAL REMUNERATÓRIO
Constituição do Estado do RJ

"Art. 77 - A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes do Estado e dos Municípios, obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, interesse coletivo e, também, ao seguinte:
...  
XIII - a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração (...) e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, nos termos do § 12 do art. 37 da Constituição da República Federativa do Brasil;" (grifei).

"SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL DOS MILITARES DO RJ"
Lei n.º 9.537/21

"Art. 44 No computo do limite constitucional remuneratório dos militares do Estado será excluída eventual remuneração de cargo em comissão." (sic).

Mas... falemos de paridade!

"Paridade é sobre soldo... A paridade remuneratória entre policiais e bombeiros militares ativos e inativos/pensionistas não foi quebrada..."

Vejamos:

REMUNERAÇÃO
Lei RJ n.º 279/79

QUANTITATIVO mensal em dinheiro devido aos militares, resultante do somatório de soldo, gratificações e mais parcelas remuneratórias. (art. 3º, 65 e 68).

PARIDADE
Decreto Lei n.º 667/69

"Art. 24-A. Observado o disposto nos arts. 24-F e 24-G deste Decreto-Lei, aplicam-se aos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios as seguintes normas gerais relativas à inatividade: 
...
III - a remuneração na inatividade é irredutível e deve ser revista automaticamente na mesma data da revisão da remuneração dos militares da ativa, para preservar o valor equivalente à remuneração do militar da ativa do correspondente posto ou graduação; e (Incluído pela Lei nº 13.954, de 2019)".

MATEMÁTICA
Elementar
2 + 2 =4
4 > 3
3 < 4
11 x 4 = 44

MORAL
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

"Que procede com justiça.
Correto, decente, honesto, íntegro, justo, probo.".

Sem mais! "