JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador FASP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FASP. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de junho de 2017

TJ-RJ DÁ PRAZO PARA GOVERNO PEZÃO E ALERJ EXPLICAREM A TAXAÇÃO DE 14%



Prezados leitores, a luta dos servidores e militares (policiais e bombeiros) contra os 14% está começando no Poder Judiciário.

"Jornal Extra
02/06/17 05:00 Atualizado em 02/06/17 07:32 
TJ-RJ dá prazo para que Estado e Alerj defendam taxação de 14% sobre servidores 
Nelson Lima Neto 
O desembargador José Roberto Lagranha Távora, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), determinou, ontem, que o Estado do Rio e a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) apresentem defesa para a ação de inconstitucionalidade que busca suspender a lei que elevou a contribuição previdenciária do servidores para 14%. A ação é da Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Estaduais (Fasp). No parecer, Lagranha utiliza o regimento interno do tribunal para dar o prazo de até 30 dias para as manifestações das partes. 
— O desembargador atendeu ao Princípio do Contraditório. Vamos aguardar pois as deduções ainda não serão realizadas nos próximos meses — disse o advogado da Fasp, Carlos Henrique Jund (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 27 de maio de 2017

ATENÇÃO, POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES!



Prezados leitores, vale lembrar aos militares (policiais e bombeiros) que a FASP representa apenas os servidores públicos.
Associações de Policiais Militares e Bombeiros Militares precisam seguir o caminho da FASP.

"Jornal Extra
26/05/17 16:24 Atualizado em 26/05/17 16:43 
Fasp recorre à Justiça para derrubar lei que elevou contribuição de servidores para 14% 
Nelson Lima Neto
A Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Estaduais (Fasp) ingressou na tarde desta sexta-feira, no Tribunal de Justiça do Rio (Alerj), com pedido de liminar para que a lei que elevou a contribuição previdenciária dos servidores estaduais, de 11% para 14%, seja declarada inconstitucional. O pedido foi encaminhado pelo advogado da Fasp, Carlos Henrique Jund, e será analisado pelo presidente do TJ-RJ, Milton Fernandes de Souza. 
— A natureza desta cobrança é expressamente confiscatória. O Supremo Tribunal Federal já possui precedentes em julgamentos de casos equivalentes, inclusive recentes. Esperamos que o presidente do Tribunal de Justiça aceite o nosso pedido de liminar rapidamente, para que seja atenuada a revolta da classe dos servidores públicos — disse Jund. 
Esta não deve ser a única ação contra os 14%. Sindicatos ligados à Justiça e à Segurança Pública também analisam os melhores argumentos para questionar a lei. A previsão é de mais ações nos próximos dias (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

GOVERNO PEZÃO COMEÇOU A ANUNCIAR O PAGA UNS, NÃO PAGA OUTROS

Prezados leitores, o governo Pezão continua fazendo discriminação entre quem vai receber primeiro e quem vai receber depois, quem vai receber integral e quem vai receber parcelado, isso é uma crueldade que está endividando cada vez mais quem fica por último e recebe de forma parcelada.




"Jornal Extra
08/02/17 02:00 
Estado do Rio vai pagar salário de janeiro da Segurança e da Educação no próximo dia 14 
Diante da tensão que envolve a área de Segurança, o governador Luiz Fernando Pezão confirmou ontem, ao EXTRA, que pagará em dia os salários dos ativos e dos inativos da categoria, além dos ativos da rede estadual de ensino: 
— Vamos pagar no dia 14 à Segurança e à Educação. 
Com isso, os funcionários vinculados às duas áreas receberão seus vencimentos no prazo certo: até o 10º dia útil do mês seguinte ao trabalhado. A Secretaria estadual de Fazenda confirmou a informação. 
Segundo fontes estaduais, os comandantes das corporações já foram avisados. O governo ainda faz as contas para saber se as pensionistas da Segurança também receberão no dia 14. 
Os funcionários de outras áreas, como a Saúde, e os vinculados à Secretaria de Ciência e Tecnologia deverão ter seus vencimentos parcelados pelo quarto mês. Sobre os vencimentos de dezembro que ainda não foram pagos a uma pequena parcela, o governo promete depositar o restante hoje. A folha de R$ 2,1 bilhões será encerrada com 26 dias de atraso (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

GOVERNADOR PEZÃO, EXPLIQUE QUE CRISE É ESSA?

Prezados leitores, os servidores públicos e os militares (PMs e BMs) pertencem ao Poder Executivo e recebem os piores salários, como pensar em nos responsabilizar por uma crise que não tem explicação.




Salvo melhor juízo, está tudo errado governador Pezão.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

GOVERNO PEZÃO: SÓ NÃO TEM DINHEIRO PARA SERVIDORES E MILITARES

Prezados leitores, o governo Pezão continua "zombando" de todos e de tudo. 


A DUPLA: Pezão e Sérgio Cabral

"Jornal O Dia 
Informe: Em dez dias, governo estadual concede R$ 16 milhões em isenções fiscais 
Empresas de telefonia foram beneficiadas com a medida 
Rio - Apesar da crise financeira, o governo estadual concedeu R$ 16,32 milhões em isenções fiscais a empresas de telefonia em dez dias. Quinta-feira, foram R$ 8 milhões para a Claro. No dia 24, R$ 8,32 milhões para a Oi, como o Informe mostrou na quarta. Em outubro, a Justiça proibiu o governo de conceder novas isenções, mas permitiu incentivos nas áreas da cultura e do esporte. Os dois contratos acima foram assinados pelo secretário de Esporte e Lazer, Thiago Pampolha (PDT). 
A isenção à Claro envolve o apoio da empresa ao torneio de tênis Rio Open 2017. Segundo o Diário Oficial, o benefício foi proposto pela IMX Holding S/A, fundada em 2011 por Eike Batista. Em 2015, o ex-bilionário deixou a IMX. 
Apuração
O deputado federal Ezequiel Teixeira (PTN) pedirá ao Ministério Público do Rio que instaure inquérito para apurar se houve favorecimento às empresas. E ao Tribunal de Contas do Estado que apresente relatório de todas as isenções concedidas pela secretaria (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

OS PROTESTOS NA ALERJ E A PLURALIDADE DE CATEGORIAS ENVOLVIDAS



Prezados leitores, nós publicamos dois artigos com considerações sobre os protestos que estão sendo realizados na ALERJ contra o denominado "pacote de maldades" do governador Pezão.
São eles:
1) Pacote de Maldades - Por que os protestos não estão dando certo? (Link para o artigo).
2) O Pacote de Maldades - Os protestos na ALERJ e a politicagem (Link para o artigo).
Nos referidos artigos fazemos críticas construtivas, afinal temos interesse no sucesso da mobilização e participamos dela, mas basta ser uma crítica para logo alguém ficar incomodado.
Hoje apresentamos uma grande dificuldade para organizar os protestos: a pluralidade de categorias.
Os protestos têm reunido servidores públicos e militares do estado do Rio de Janeiro, ativos e inativos (aposentados) e pensionistas.
Tal diversidade, embora seja desejada para fortalecer, torna difícil unificar ações.
Por exemplo, o tema greve (paralisação).
Os Bombeiros e Policiais Militares não têm direito de greve.
Os inativos e as pensionistas não podem fazê-la, óbvio.
Portanto, a propalada greve geral, tantas vezes citada, enfrenta esse obstáculo.
Por falar em direitos, os Bombeiros e os Policiais Militares respondem por crimes comuns e por crimes militares, estão sujeitos aos dois códigos penais. 
Isso significa que ocupar a ALERJ terá uma gama de consequências para os militares e outra para as outras categorias.
Os Policiais Militares são a única categoria mobilizada que está dos dois lados, por assim dizer.
Temos aqueles que participam dos protestos (inativos e ativos de folga) e os que estão de serviço, os quais devem cumprir suas missões institucionais: policiamento ostensivo e preservação da ordem pública. 
Os organizadores precisam conhecer as diferenças entre as categorias, como as poucas que citamos, para planejarem e promoverem protestos que permitam ações diferenciadas.
Isso para o sucesso dos protestos e para não expor desnecessariamente os mobilizados.
Se  ao objetivo for pressionar os deputados reunindo milhares de mobilizados em frente à ALERJ, podem contar com todos.
Se for cobrar dentro dos trâmites legais a presença de representações das diferentes categorias nas galerias durante as votações, considerando que a ALERJ deveria ser a casa do povo, podem contar com todos.
Todavia, se o objetivo for um ato de valentia (coragem) no sentido de tentar invadir a ALERJ para ocupá-la, enfrentando o policiamento, excluam os Bombeiros Militares, os Policiais Militares, os idosos e as pensionistas.
Tal exclusão deve ser feita com a devida antecedência, avisando para que os citados possam se afastar do local (ALERJ) com calma (caso a ação surja de novo durante um ato) ou possam optar por ficarem assistindo de casa através das redes de televisão o confronto dos valentes com os Policiais Militares.
Simples assim!

Juntos Somos Fortes!

sábado, 4 de fevereiro de 2017

O PACOTE DE MALDADES E O CAIXA 2 DE R$ 23,6 MILHÕES DE PEZÃO

Prezados leitores, chega a ser uma AFRONTA o governador Pezão querer que os servidores, os militares (PMs e BMs), os inativos (aposentados) e as pensionistas PAGUEM A CONTA DOS DESVIOS E DA MÁ GESTÃO do dinheiro público.
Nós republicamos a reportagem que trata do tema.



"Revista Veja
MAURICIO LIMA
Radar On-Line
Diretor da Odebrecht: R$ 23,6 milhões ao caixa 2 de Pezão Luiz Fernando Pezão terá muitos problemas para explicar sua relação com o diretor da Odebrecht Leandro Andrade Azevedo
Por Gabriel Mascarenhas access_time 10 dez 2016, 08h29 - Atualizado em 12 dez 2016, 13h25 
Luiz Fernando Pezão terá muitos, muitos, muitos problemas para explicar sua relação com o diretor da Odebrecht Leandro Andrade Azevedo. 
No anexo de sua delação premiada, o executivo conta que a empresa desembolsou R$ 23,6 milhões em dinheiro e 800 mil euros, por transferência bancária no exterior, à campanha de Pezão em 2014. Tudo no caixa 2, claro. 
O volume em espécie, de acordo com Azevedo, foi entregue ao publicitário Renato Pereira, dono da agência de publicidade Prole, contratada pela campanha. 
“Os pagamentos foram realizados com recursos de Caixa 2, mediante entregas de dinheiro em espécie, tal qual determinado por Hudson Braga, diretamente para Renato Pereira no escritório da agência[…], na Urca”, detalha. 
As transferências foram feitas para o banco Banif, em Bahamas, paraíso fiscal. 
O diretor conta que as doações ilegais garantiam a ele acesso direto a Pezão para tratar dos interesses da companhia. Reuniram-se inclusive, mais de uma vez, na casa de Pezão, no Leblon (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

PACOTE DE MALDADES - OS PROTESTOS NA ALERJ E A POLITICAGEM



Prezados leitores, ontem conforme tínhamos comunicado nas redes sociais, publicamos o artigo "Pacote de Maldades - Por que os protestos não estão dando certo?" (Link para acessar o artigo).
Apesar de apoiarmos os protestos realizados nas ruas contra os cleptocratas que nos governam, no artigo apresentamos fatos que na nossa opinião estão contribuindo para a falta de produtividade dos protestos realizados em frente ao Palácio Guanabara e em frente à ALERJ, tendo como único objetivo alcançar o interesse de todos através do sucesso das mobilizações.
Nós fizemos o que as pessoas inteligentes qualificam como "crítica construtiva".
No artigo esclarecemos que voltaríamos ao tema, pois era impossível esgotá-lo em um artigo, sendo isso que fazemos nesse artigo.
O produto natural de toda mobilização é o surgimento de pré-candidatos para representarem a(s) categoria(s) no poder legislativo.
No passado isso aconteceu com o atual deputado estadual Major PM Ref Paulo Ramos e, recentemente, ocorreu com o Major BM Marcio Garcia que foi vereador no município do Rio de Janeiro.
As referidas vitórias (eleição de representantes) foram produto do direito que todos têm de candidatar-se e do surgimento natural das candidaturas no curso da mobilização.
Salvo melhor juízo, no caso do deputado Federal Cabo BM Daciolo, o processo foi diferente, ele desde o começo se portou como pré-candidato e acabou eleito deputado federal pelo PSOL.
Tal postura do Daciolo rendeu ótimos frutos para ele, mas prejudicou muito a maior mobilização já ocorrida no Rio de Janeiro, o SOS Bombeiros, a qual poderia ter conquistado muito mais, caso não existisse desde o começo esse interesse político.
Nesse ponto, mais uma vez, deixamos claro que não somos os donos da verdade e que o objetivo do nosso espaço é fornecer subsídios para que os leitores formem as próprias opiniões.
A atual mobilização está repleta de pré-candidatos desde o começo e isso é muito ruim para as categorias, embora possa ser tão bom para eles em 2018 como foi para o Cabo BM Daciolo.
Isso é fácil de observar.
Foquem no microfone.
Os pré-candidatos sempre o buscam repetidas vezes em cada ato.
Devemos destacar para não cometermos injustiças que nem todos que fazem uso constante do microfone são pré-candidatos, mas os que são pré-candidato não perdem oportunidade de usá-lo.
Se identificar os pré-candidatos é simples, mais fácil é controlá-los, isso para o benefício da mobilização, basta que os organizadores limitem o acesso ao microfone.
Os protestos serão produtivos quando a politicagem não fizer parte das mobilizações.
Encerramos esse artigo comunicamos que publicaremos outros sobre os protestos e aproveitamos para sugerir aos militares (PMs e BMs), ativos, inativos  e pensionistas de militares a leitura de um artigo sobre mobilização no Espírito Santos (Link para o artigo).

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

PACOTE DE MALDADES: VOTAÇÃO DO AUMENTO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SERÁ EM ABRIL

Prezados leitores, o governo segue com as as suas articulações, aguardando o desenlace de pendências políticas para votar o aumento da contribuição previdenciária.
A divisão do PMDB do Rio de Janeiro também está sendo determinante para esses adiamentos, pois ninguém sabe o que e quem será delatado após a prisão de boa parte do grupo do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).




"Jornal Extra
Publicado em 02/02/17 05:00 Atualizado em 02/02/17 14:41  
Governo monta estratégia e deve tratar cota extra de servidores para a Previdência em abril 
Nelson Lima Neto 
O governador Luiz Fernando Pezão e sua base de deputados na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) já têm em mente a tática para tratar o pacote de medidas formulado em conjunto com a União. Ao que tudo indica, o projeto que prevê a contribuição extra dos servidores para a Previdência chegará à Casa somente no fim de março, para ser debatido no início de abril. Isso se o governo conseguir, antes, aprovar o processo de privatização da Cedae, a tomada de um novo empréstimo bancário no valor de R$ 3,5 bilhões para pagar os salários aos servidores e, em seguida, a elevação da contribuição previdenciária mensal fixa de 11% para 14%.
— O governo vai acompanhar o andamento dos acontecimentos. Caso o processo ocorra da forma que se espera, com aprovações na Alerj e no Congresso Nacional, e os salários dos servidores pagos em dia, poderemos discutir a cota extra. Caso contrário, pode nem entrar em pauta — disse um interlocutor do governo (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

PACOTE DE MALDADES - POR QUE OS PROTESTOS NÃO ESTÃO DANDO CERTO?



Prezados leitores, antes de iniciarmos o tema proposto, objetivando evitar interpretações incorretas, nos vemos na obrigação de repetir que o nosso blog tem o objetivo de informar, fornecer subsídios para que com base nos nossos e em outros, cada leitor possa formar a sua opinião, usando o seu ferramental de conhecimento.
Não somos e nunca pretendemos ser os donos da verdade.
Preâmbulo feito iniciemos o tema desse e de outros artigos, pois ele não se esgotará nessas linhas:
POR QUE OS PROTESTOS NÃO ESTÃO DANDO CERTO?
Nós somos plenamente favoráveis e estimulamos que a população proteste nas ruas do Brasil na luta por seus direitos, obedecendo os preceitos legais.
No período de 2008 até a presente data, planejamos, divulgamos e participamos de mais de uma centena desses atos de protestos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.
Portanto, cumpre ratificar que somos favoráveis aos protestos que estão sendo realizados pelos servidores públicos e pelos militares do estado do Rio de Janeiro (ativos, inativos e pensionistas), mas consideramos que os protestos não estão surtindo o efeito desejado.
Nós podemos elencar uma série de fatores que estão contribuindo para o insucesso, mas faremos isso ao longo dos artigos.
Nesse ponto, alguns dos nossos leitores podem estar discordando da nossa opinião, por considerarem que os protestos estão dando certo, opinião que respeitamos, mas discordamos.
O fato de um Policial Civil estar sendo acusado de ter efetuado disparos de arma de fogo contra Policiais Militares de serviço, salvo melhor juízo, comprova a nossa opinião, considerando que esconde um gravíssimo problema: pessoas estão comparecendo aos protestos portando arma de fogo.
Isso viola o direito constitucional de reunião previsto na Constituição Federal, ou seja, não pode ser alegado esse direito para realizar o ato na via pública.
Aos que consideram que os protestos tem sido positivos, perguntamos:
- O que ganhamos?
Nada.
Na verdade apenas deixamos de perder em face do adiamento da votação do "pacote de maldades", adiamento esse que não se deve aos protestos, mas às intrincadas manobras políticas que estão em curso no Rio de Janeiro e no Brasil, diante das devastadoras "delações premiadas" da Lava-Jato e de outras operações do Ministério Público e da Polícia Federal.
Basta buscar maior conhecimento sobre o atual momento político para acompanhar nossa linha de raciocínio.
Diante do enorme esforço que está sendo dispendido pelos mobilizados, muitos com idade avançada, com problemas de saúde e com enormes dificuldades financeiras, os protestos não estão produzindo resultado positivos, mas estão resultando em muitas "balas de borracha" e "muitos gases", isso contra os mobilizados.
As imagens comprovam a nossa argumentação.
A nossa experiência em protestos nos fez identificar um problema desde o início dos protestos: a falta de lideranças naturais.
O que temos são pessoas "forçando uma barra", por assim dizer, para ocupar esse espaço de liderança, mas sem sucesso.
Isso é de clareza solar.
Sem lideranças, fica muito difícil planejar a mobilização.
A falta de planejamento é o motivo de estarmos presenciando atos inócuos com enorme desgaste dos manifestantes.
Analisemos os atos no Palácio Guanabara.
É marcada uma concentração no Largo do Machado, onde começam os repetitivos discursos inflamados; em seguida os mobilizados saem em passeata com a continuidade dos discursos, o que persiste até a chegada em frente ao Palácio Guanabara. No local, fica claro que os organizadores (os que discursam) não sabem o que fazer. Segue-se um repetido fechamento de ruas, trazendo a população contra o ato e, na última vez, seguiu-se uma caminhada sem destino pelas ruas do bairro, sempre com os discursos feitos, invariavelmente, feitos pelas mesmas pessoas. 
Quem foi aos atos presenciou isso tudo.
No tocante aos atos em frente à ALERJ, eles começaram com a concentração na ALERJ (atualmente, grupos se reúnem em pontos diferentes e seguem em passeata para a concentração). Em frente à ALERJ, os respetivos discursos se repetem até que em dado momento se estimula a invasão (ocupação) e derrubam (ou tentam derrubar) a primeira barreira de grades, o que é suficiente para o policiamento reprimir com o uso do ferramental próprio para o controle de distúrbios civis, não raro com excesso por parte dos Policiais Militares, como comentamos em diversos artigos. A repressão provoca a dispersão da maior parte dos mobilizados e permanecem no local pequenos grupos de pessoas tentando enfrentar o BPChoque e praticando vandalismo.
Quem foi aos atos presenciou tudo isso.
Nesse ponto, temos que fazer um questionamento?
- Se todos sabem que ao tentar invadir a ALERJ o BPChoque reprimirá com rigor, porque os organizadores estão repetindo esse erro grosseiro, ato após ato?
Errar é humano, como apregoam, mas repetir seguidas vezes o erro, isso é absurdo, sobretudo se considerarmos que entre os mobilizados existem pessoas com idade avançada e com problemas de saúde.
Nós solicitamos aos mobilizados que avaliem com muito critério esse interesse no confronto que fica evidente nos discursos dos organizadores, um confronto onde sempre os mobilizados sairão perdendo.
Por que eles querem o confronto?
Uma "guerra perdida".
E, damos um conselho, quando alguém estimular o confronto ao longo dos protestos, peçam para ele ser o "ponta", o homem (ou mulher) que vai na frente, liderando o grupo que o apoia para o confronto, enquanto os que não apoiam devem se afastar para um lugar seguro.
Basta de "balas de borracha" e de "gases" contra os mobilizados, isso deve se restringir aos que querem invadir e enfrentar o policiamento.
Em apertada síntese, demonstramos que os protestos não estão dando certo, tendo em vista que não ganhamos nada, o que deve ser fruto do não (ou mau) planejamento dos protestos, algo que tem ficado evidente.
Os atuais organizadores marcaram um novo protesto na ALERJ para o dia 9 de fevereiro e adiantamos que apoiamos o evento, desde que seja ordeiro, pacífico e dentro dos limites legais.
Por favor, quem for ao protesto, não porte arma, antes que ocorra uma tragédia.
Torcemos para que esse seja diferente e não uma repetição de erros.
As pessoas que comparecem aos atos merecem respeito e o mínimo que se deve esperar é o planejamento adequado para protesto, o qual deve ser divulgado com antecedência pelas redes sociais.
Deve ficar claro o que vai ser feito, os objetivos do ato e a forma de operacionalizá-los.
O que não pode continuar acontecendo é a convocação de pessoas para ficarem enfrentando "balas de borracha" e "gases", isso porque meia dúzia de pessoas querem enfrentar o policiamento, sabe-se lá com qual interesse.
Se o objetivo for esse, avisem antes, assim só estarão no local aqueles que quiserem participar dessa "guerra particular", o que será um micro "exército", pois quem quer lutar pelos seus direitos de verdade estará em casa assistindo ao embate pela televisão.
Nós voltaremos ao tema e o espaço está aberto para a publicação de artigos daqueles que pensam diferente de nós. Basta enviar o artigo com autoria identificada para pauloricardopaul@gmail.com

Juntos Somos Fortes!

PS - O vídeo que ilustra o artigo não foi produzido por nós e está circulando nas redes sociais.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

EX-SECRETÁRIO DE PEZÃO PEDE IMPEACHMENT DO GOVERNADOR

Prezados leitores, Pezão diz que a única saída para o Rio de Janeiro é aquela na qual os servidores e os militares (PMs e BMs) paguem pelos rombos nos cofres públicos, mas está mais que evidente que o primeiro passo para a recuperação do Rio de Janeiro é o impeachment do governador.

"Jornal Extra
Berenice Seara
Ex-secretário de Pezão, Ezequiel Teixeira pede o impeachment do governador 
Ex-secretário estadual de Assistência Social, o deputado federal Ezequiel Teixeira (PTN) postou no Facebook, nesta segunda-feira (30), uma mensagem defendendo o impeachment do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). 
"Impeachment já", escreveu o parlamentar após compartilhar uma notícia do portal "G1" sobre fraudes na compra de tornozeleiras eletrônicas (Leiam mais)". 




Juntos Somos Fortes!

PROTESTOS NA ALERJ - É PRECISO APURAR OS ERROS E OS EXCESSOS



Prezados leitores, sempre que os mobilizados tentam invadir (ocupar) a ALERJ os Policiais Militares que estão de serviço tem demonstrado pelos erros e pelos abusos praticados a falta de treinamento, fato que comentamos em inúmeros artigos e que são facilmente comprovados com fotografias e vídeos que se multiplicam nas redes sociais após cada manifestação.
Nós acreditamos que o Comando Geral da Polícia Militar deva estar instaurando instrumentos apuratórios para apurar responsabilidades após cada protesto que resulte em confronto, mas se isso não estiver sendo feito, constitui um erro e, pior, serve de estímulo para que os erros e os abusos continuem sendo praticados em razão da impunidade.
É hora de responsabilizar manifestantes desordeiros (vândalos) e de responsabilizar Policiais Militares pelos seus erros e abusos.

Juntos Somos Fortes!

PROTESTO NA ALERJ - OS MOBILIZADOS QUEREM O "TIRO, PORRADA E BOMBA" ?

Prezados leitores, assistam com a calma necessário o vídeo que postamos nesse artigo.
Prestem atenção aos discursos.




Façam o seguinte questionamento: será que os condutores dos protestos estão adotando a estratégia certa para enfrentar a crueldade do governo Pezão?
Não custa lembrar que os nossos objetivos são o retorno do calendário de pagamentos à sua normalidade e o pagamento dos atrasados (13o salário, gratificações, ...).
Será que com esses discursos de ocupação da ALERJ e com estímulo ao confronto com a Polícia Militar, os mobilizados conquistarão seus objetivos?
Será que a solução para os mobilizados é empregar o "tiro, porrada e bomba"?
Nós temos sido grandes críticos das ações do BPChoque, as quais sempre acabam por demonstrar nos erros e nos abusos praticados a falta de treinamento (a desqualificação) da tropa, mas temos que parar de achar que os Policiais Militares de serviço devem deixar que a ocupação se concretize.
Isso seria crime militar e transgressão disciplinar, portanto, não irá acontecer.
Sempre que os mobilizados buscarem o confronto com as forças policiais terão a mesma resposta que tiveram ontem e nos protestos anteriores.
É hora de cada um pensar se que participar do "tiro, porrada e bomba" ou se está na hora de mudar a estratégia, adotar novas táticas e atingir o governo Pezão, sem confrontar com os Policiais Militares.
Será que alguém acha que profissionais da educação pública, da saúde pública, da administração penitenciária, da CEDAE, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, do judiciário, entre outras categorias, estão preparados para enfrentar os Policiais Militares no campo do "tiro, porrada e bomba"?
Será  que os mobilizados só são capazes de adotar tal estratégia?
Nós temos certeza que os mobilizados podem planejar e adotar estratégias eficazes para a conquista dos seus objetivos, trilhando caminhos que não passem por levar um tiro de bala de borracha ou gases pelo rosto.

Juntos Somos Fortes!

PROTESTO NA ALERJ - IMAGEM DO POLICIAL CIVIL COM A ARMA EM POSIÇÃO DE TIRO

Prezados leitores, nós recebemos a fotografia que ilustra esse artigo a qual seria do Policial Civil que efetuou disparo de fogo contra Policiais Militares, isso no curso do protesto da ALERJ.
Em tese, a imagem desmente a versão de que ele teria atirado para o chão.
Nós tratamos desse assunto ontem em um artigo (Link).





Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

VÍDEOS - PROTESTO NA ALERJ - EFETIVO DO BATALHÃO DE POLÍCIA DE CHOQUE FOI DURAMENTE OFENDIDO

Prezados leitores, manifestante ofendeu duramente o efetivo do Batalhão de Polícia de Choque que estava de serviço na ALERJ aos gritos de "cães do Estado" e de "os senhores são uma vergonha".
Assistam o vídeo:




A foto a seguir está circulando nas redes sociais, não podemos garantir que a imagem seja relativa ao protesto realizado nesta 4a feira




Ônibus incendiado.




Juntos Somos Fortes!

PEZÃO E PICCIANI, OLHEM O QUE ESTÃO FOMENTANDO: POLICIAL ATIRANDO EM POLICIAL



Prezados leitores, a absurda intenção de aumentar a contribuição previdenciária fazendo com que os servidores públicos e os militares paguem pelos desvios do dinheiro público pelos políticos, está acirrando cada vez mais os ânimos, nos conduzindo para limites inimagináveis, como Policial atirando em Policial, como ocorreu hoje.
Tirem essa maluquice da pauta de votações.



"Jornal O Dia
Policial civil é preso após atirar contra tropa de Choque na Alerj 
Ele foi encontrado no metrô da Barra da Tijuca na tarde desta quarta-feira 
01/02/2017 17:50:04 - ATUALIZADA ÀS 01/02/2017 18:11:48 
Rio - Um policial civil foi preso após atirar contra uma tropa do Batalhão de Choque (BPChoque) que estava na porta da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quarta-feira. De acordo com informações da PM, Vandré Nicolau de Souza foi encontrado na Linha 4 do metrô, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. 
Segundo a PM, o agente foi abordado pela Coordenadoria de Integência (CI) e por militares do 31°BPM (Barra da Tijuca). De acordo com a corporação, Vandré confirmou os disparos. Com ele foi apreendida uma pistola. O suspeito foi encaminhado para Corregedoria da Polícia Civil. 
Vandré estava no protesto de servidores estaduais contra a crise do governo, que ocorreu no Centro do Rio. Os manifestantes pediram ainda a regularização dos pagamentos dos salários (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

RIO - PROTESTO CONTRA GOVERNO PEZÃO ACABA EM TUMULTO

Prezados leitores, mais uma vez, o protesto acabou em tumulto com a Polícia Militar.
Infelizmente os manifestantes não podem evitar a infiltração de pessoas interessadas politicamente em tirar proveito do sofrimento dos servidores, dos militares, dos inativos e das pensionistas, o que acaba estimulando o confronto.
Aliás, alguns interesses políticos estão "saltando aos olhos" há muito tempo na mobilização.
Na matéria publicado pelo G1 existe vídeos, recomendamos que sejam assistidos.




- "Site G1 
Servidores protestam na reabertura dos trabalhos na Alerj; veja imagens
Assembleia do RJ reabriu os trabalhos para reeleger o presidente da casa, Jorge Picciani. Do lado de fora, PMs entraram em confronto com servidores.
Por Cristina Boeckel e Alessandro Ferreira, G1 Rio
01/02/2017 10h21 Atualizado há menos de 1 minuto
Os servidores estaduais que se manifestavam em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) desde a manhã entraram em confronto com a Polícia Militar por volta das 14h desta quarta-feira (1º). A confusão começou quando representantes de alguns sindicatos tentavam puxar a grade de proteção que cercava o Palácio Tiradentes. Os PMs atiraram bombas de efeito moral para afastar os manifestantes. Eles revidaram atirando pedras na direção dos policiais, como mostrou a GloboNews (Assistam os vídeos da reportagem)".




- "Jornal Extra
01/02/17 12:55 Atualizado em 01/02/17 14:32
Servidores fazem manifestação em frente à Alerj
Nelson Lima Neto
A manifestação dos servidores públicos que começou tranquila no início da tarde desta quarta-feira, em frente à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no Centro, virou palco de uma grande confusão por volta das 14h. Os manifestantes e a polícia entraram em confronto na Rua Primeiro de Março, interditada para carros. Grupos de pessoas jogam pedra nos agentes de segurança, que revidam com bombas de efeito moral (Leiam mais)".




- "Jornal O Dia
Servidores fazem protesto em frente à Alerj 
Deputados estaduais retomaram o ano legislativo nesta quarta-feira. Força Nacional faz a segurança do local
01/02/2017 12:59:54 - ATUALIZADA ÀS 01/02/2017 14:39:05
Rio - Os servidores estaduais realizam um protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na manhã desta quarta-feira. Entre as pautas reivindicadas pelos manifestantes, está a regularização dos pagamentos dos salários.
Às 11h30, os servidores bloquearam o trânsito na Rua Primeiro de Março, que está fechada ao tráfego de veículos. A Rua da Assembleia e a Avenida Presidente Antônio Carlos também estão interditadas. O trânsito na Avenida Rio Branco está caótico devido o protesto. Policiais revistam as mochilas de quem chega para manifestação.
Confusão entre PMs e servidores 
Por volta das 14h10, cerca de 15 manifestantes usaram cordas para tentar derrubar a barreira de isolamento colocada no entorno da Alerj. Houve tumulto e a polícia dispersou os servidores com tiros de bala de borracha. Muitas pessoas estão gritando por Justiça neste momento de votação do pacote de austeridade do Rio.
Ao todo, 500 homens da Polícia Militar e da Força Nacional de Segurança, além de agentes da Guarda Municipal, reforçam a segurança na região e ruas próximas (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

GOVERNADOR PEZÃO: NÃO ADIANTA PAGAR SÓ A SEGURANÇA

Prezados leitores, ao longo dessa crise econômica provocada pelos governos Sérgio Cabral e Pezão, o governo tem priorizado, apesar dos atrasos e do não pagamento do 13o salário, a área da segurança pública.
Não precisamos comentar as razões que levam o governo a agir assim, pois são óbvias.
O governo precisa pagar a todos, restabelecendo o calendário de pagamento de todos os servidores, militares (PMs e BMs), inativos (aposentados) e pensionistas.
Pagar só a segurança demonstra medo de "paralisações" sendo uma crueldade com as outras categorias.




"Jornal Extra
Com a ajuda de Temer, Rio recebe R$ 500 milhões da Petrobras para pagar Segurança 
01 de fevereiro de 2017
Nelson Lima Neto 
A situação de parte dos servidores estaduais poderia ser pior neste início de ano. Há poucas semanas, Michel Temer intermediou uma negociação que fez com que o Rio recebesse cerca de R$ 500 milhões em dívida da Petrobras. Integrantes do governo contaram que, após um pedido feito pelo governador Luiz Fernando Pezão, o presidente entrou em contato com a Petrobras para convencê-la a pagar uma multa que estava sendo questionada na Justiça. Desesperado por recursos, o Estado pediu que a estatal esquecesse da ação e fizesse o pagamento em juízo, o que foi articulado por Temer. Dias depois, os quase R$ 500 milhões já estavam no caixa fluminense. 
O dinheiro, por sinal, foi todo utilizado para pagar os salários de dezembro, depositados em janeiro, da área de Segurança, incluindo ativos, inativos e pensionistas das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) - (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

HOJE - ALERJ - PROTESTO CONTRA O GOVERNO PEZÃO



Prezados leitores, associações e sindicatos dos servidores públicos e dos militares (PMs e BMs) do estado do Rio de Janeiro estão convocando a todos para um protesto contra o "pacote de maldades" do governo Pezão.
Local: ALERJ.
Horário: 12:00 horas.
Salvo melhor juízo dos organizadores, centrar o protesto no "Fora Pezão!" e no impeachment do governador Pezão, dificultará que se vote qualquer item do "pacote de maldades".

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

AMANHÃ - PROTESTO CONTRA GOVERNO PEZÃO



Prezados leitores, amanhã, às 12:00 horas, na ALERJ, servidores públicos, militares (PMs e BMs, inativos (aposentados) e pensionistas protestarão contra o "pacote de maldades" do governo Pezão.
O policiamento deverá estar muito bem orientado considerando que existe uma tendência a que os ânimos dos manifestantes fiquem cada vez mais exaltados com essa insistência do governo Pezão em forçar que a população, os servidores e os militares paguem pelo rombo nos cofres públicos.

Juntos Somos Fortes!