JORNALISMO INVESTIGATIVO
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terça-feira, 6 de março de 2018
CONTROLE DA VIOLÊNCIA: UMA SOLUÇÃO SIMPLES E EFICAZ
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VÍDEO - O ATO HERÓICO DE UM POLICIAL MILITAR
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segunda-feira, 5 de março de 2018
VÍDEO - ERROS DO SOCIALISMO E DO COMUNISMO.
Eu concordo com a argumentação.
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EMPRESAS INVESTIGADAS NA LAVA JATO SÃO CONTRATADAS PELO GOVERNO PEZÃO
"Site G1
Empresas investigadas pela Lava Jato são contratadas sem licitação para fornecer comida para presos"
VÍDEO - VOTO IMPRESSO JÁ !
Eu apoio.
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domingo, 4 de março de 2018
GOVERNADOR PEZÃO PARA ONDE ESTÁ INDO ESSE DINHEIRO?
Os serviços públicos continuam péssimos.
Os funcionários, Bombeiros e Policiais Militares continuam recebendo com atraso e boa parte não recebeu o décimo-terceiro.
Onde está sendo empregado?
"Jornal Extra
Em um ano, receita do Estado do Rio com a participação especial do petróleo sobe 48%"
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VÍDEO - NOVO ESCÂNDALO NA ALERJ
NÃO É UMA TRAGÉDIA
Hoje recebi esse vídeo e resolvi compartilhá-lo com o objetivo de despertar reflexões sobre os temas nele abordados, dentre eles a INÉRCIA que se apossou dos habitantes do Brasil.
sábado, 3 de março de 2018
A LIBERDADE DE EXPRESSÃO DO MILITAR INATIVO (RESERVA REMUNERADA E REFORMADO)
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SÉRGIO CÔRTES ACUSA PEZÃO DE TER RECEBIDO PROPINA
governador Pezão e ex-governador Sérgio Cabral
Só falta Sérgio Cabral começar a entregar TODOS que participavam dos "esquemas".
"Jornal O Dia
Pezão recebeu propina na Saúde, diz Sérgio Côrtes
Governador teria recebido dinheiro para a construção de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Clínicas da Família
PAULO CAPPELLI
02/03/2018 15h27 Atualizado às 02/03/2018 17h03
Rio - Secretário de Saúde do ex-governador Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes acaba de dizer ao juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato, que o governador Luiz Fernando Pezão (MDB) recebeu propina para a construção de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Clínicas da Família. O valor teria sido pago pelo empresário Ronald de Carvalho, que tocou as obras.
Então secretário de Obras de Cabral, Pezão teria apresentado Sérgio Côrtes a Ronald de Carvalho, que teria sido contratado através de uma licitação direcionada para, depois, pagar propina a Pezão e Cabral. Carvalho é dono da Metalúrgica Valença. Desde 2009, quando foi criada, a empresa já recebeu mais de R$ 45 milhões em isenção de impostos, como ICMS. Carvalho também é dono da Metalúrgica Barra do Piraí (Fonte)".
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SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL INCLUI PRESIDENTE TEMER EM INQUÉRITO DA LAVA JATO
presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral
O cerco está apertando.
"O Antagonista
Urgente: Fachin inclui Temer em inquérito
Brasil 02.03.18 15:00
Edson Fachin autorizou a inclusão de Michel Temer em um inquérito que investiga Eliseu Padilha e Moreira Franco dentro da Operação Lava Jato.
É o inquérito que apura repasses da Odebrecht em troca do “atendimento” a interesses da empreiteira na Secretaria de Aviação Civil.
O ministro do STF atendeu a um pedido de Raquel Dodge –cujo antecessor na PGR, Rodrigo Janot, não havia incluído o presidente na investigação (Fonte)".
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sexta-feira, 2 de março de 2018
O ESTADO (JUDICIÁRIO) PODE FAZER GREVE, MAS O ESTADO (POLÍCIA) NÃO PODE FAZER GREVE
O Estado (Poder Judiciário) pode fazer greve, mas o Estado (Polícia) não pode fazer greve.
Entendeu?
Eu não.
O Estado pode fazer greve ou não pode fazer greve?
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MINISTÉRIO DA SEGURANÇA, INTERVENÇÃO FEDERAL E FACTÓIDES
O governo Temer amarga uma reprovação popular muito expressiva, fato comprovado por pesquisas de opinião divulgadas pelo noticiário.
Neste cenário desfavorável e grave para as aspirações políticas dos detentores do poder considerando que 2018 é um ano eleitoral, após constatar que não conseguiria aprovar a reforma da previdência no Congresso Nacional, o governo decreta uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.
Logo ficou evidente que a intervenção não foi precedida de qualquer planejamento, surpreendendo até o interventor nomeado, como foi noticiado fartamente. Tanto isso é verdade que até hoje a intervenção ainda se encontra em "stand by", ou seja, no curso da fase de planejamento.
Logo ficou evidente que a intervenção não foi precedida de qualquer planejamento, surpreendendo até o interventor nomeado, como foi noticiado fartamente. Tanto isso é verdade que até hoje a intervenção ainda se encontra em "stand by", ou seja, no curso da fase de planejamento.
Apesar desse erro primário, intencional ou não, notícias sobre a melhora da avaliação popular do governo surgiram aqui e ali.
Diante do exposto, salvo melhor juízo e respeitando todas as opiniões contrárias, a decretação da intervenção caracterizou o que conhecemos como FACTÓIDE.
"Fato gerado para a imprensa propositadamente para chamar a atenção com intuito de se desviar os olhares de um assunto em discussão (Fonte)".
Indo em frente.
"Surfando na onda" positiva o governo criou o Ministério Extraordinário da Segurança Pública e, mais uma vez, apareceram notícias sobre a aprovação popular com relação à medida.
Os dividendo políticos foram alcançados.
"Surfando na onda" positiva o governo criou o Ministério Extraordinário da Segurança Pública e, mais uma vez, apareceram notícias sobre a aprovação popular com relação à medida.
Os dividendo políticos foram alcançados.
Tenho muitas dúvidas quanto à legalidade da criação do citado ministério, lamento o aumento de despesas em época tão imprópria e temo pela reunião de tanta força nas mãos de uma única pessoa, no caso o ministro extraordinário.
Apesar desses fatos, eu quero o melhor para o meu país.
Torço para que tudo dê certo e confio nas Forças Armadas e nas instituições policiais que serão empregadas na tentativa de controlar a criminalidade violenta, todavia, no atual estágio de inércia sou forçado a interpretar que até o momento o governo foi muito hábil, não para solucionar os problemas da área da segurança pública, mas para criar factóides.
Desejo estar completamente errado.
Registre-se que integro a parcela de brasileiros que vê com muita desconfiança a intervenção e o ministério.
Registre-se que integro a parcela de brasileiros que vê com muita desconfiança a intervenção e o ministério.
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quinta-feira, 1 de março de 2018
RIO - INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA - COMENTÁRIOS
Transcrevo dois comentários recebidos:
- "25 de fevereiro de 2018 14:28
Se os políticos estão pensando que engessaram as forças armadas ou a utilitizam politicamente para objetivos eleitoreiro e/ou partidários, podem ter disparado tiro nos próprios pés, pois, sabendo como os militares são tradicionalistas, honrados e comprometidos com suas missões não é de se esperar que aceitarão a mesma desmoralização imposta à PMERJ a troco de cargos e DAS.
As FFAA não se permitirão virar uma grande Upp. Pode ser que a partir desta intervenção de araque no RJ as "aproximações sucessivas" mencionadas pelo Gal. Mourão já tenham sido desencadeadas para "impor aquilo que o judiciário e o legislativo não querem resolver" e, principalmente, politicos de ideologia esquerdista acabam sendo os praticantes e beneficiários .
Não querem os militares com poder de polícia, não querem seus currais eleitorais revirados, não querem suas lideranças junto aos traficantes sendo apertadas nem querem colocar terroristas em seus devidos lugares, mas querem que as FFAA atuem de forma teatral (como as UPPs). Logo, os generais necessitarão da possível ruptura para não caírem nas mesmas armadilhas que coronéis PM caíram.
Se fosse para apostar, eu apostaria que até o final de 2018 haverá intervenção militar no Brasil e muitos canalhas dos podres poderes (que estão funcionando, sim, para o compadrio do nós somos teu e você é nosso) levarão um tranco tão forte que "haverá ranger de dentes".
O RJ está sendo um laboratório. A eclosão do ovo dependerá do que aqueles onze traidores da Pátria que usam capas semelhantes à do Batman farão com o caso de uma certa alma mais honesta deste país.
É o que desejo? Não.
Mas o que esperar das cenas e atores em palco? Para que a Ordem seja reestabelecida, e voltemos a ser um país, será preciso quebrar quase todos os ovos... Mesmo que os ovos sejam aqueles da galinha que chorou, chorou, chorou, ou daquela que põe os ovos de ouro.
Quem viver vera!
Sgt Foxtrot"
- "DINHO SOUZA
28 de fevereiro de 2018 17:35
É preciso começar certo para acertar. Como esperar acertar, no caso da retomada do cintrole da Segurança Pública , no Rio,(e no Brasil) , sem começar pela exigência das mudanças nas Leis atuais (e suas emendas) e na impunidade, maioridade penal, revisão da Constituição, combate à "Cultura do crime" ( e sua apologia) etc, que tais Leis , etc, só favorecem o Crime, criminosos e a vida marginal?! Em que momento o Estado vai ver que o Crime no Brasil virou uma "Cultura"?! e que o trabalho militar e de inteligência deve ser feito paralelo a um trabalho midiático de Contra-Cultura do Crime?! No entanto o Governo favorece a "Cultura do crime" , abriu as fronteiras, desarmou a população de bem, abandonou as periferias e só as usou como "curral eleitoral"?! Como esperar sinceridade alguma que o Estado quer a Segurança da População?! Vale apena a fidelidade de instituições gloriosas de defesa da população , à farsa do Estado creptocrático atual?!(sic)"
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O CORONEL PAÚL FICOU COM "CARA DE CANDIDATO" ?
Desde o início da minha luta em defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares, integrando o movimento dos Coronéis Barbonos, passei a ser estimulado a participar de eleições.
Isso começou logo na primeira eleição após o movimento contra o governo Sérgio Cabral, ou seja, na eleição de 2008.
Eu não participei da eleição, talvez a que tivesse a maior chance de ser eleito, considerando a enorme visibilidade que alcancei na imprensa por ser o porta voz dos Barbonos e nas 10.000 visitas/dia que o blog alacançou.
A minha recusa foi por considerar que não teria uma base de apoio nem dentro da Polícia Militar, onde deveria ser o meu reduto eleitoral, em razão de ter sido Corregedor Interno de 2005 a 2008, o que ficou mais tempo no cargo. Na época considerava que teria uma campanha contra minha eleição nos quartéis, muito maior que a favorável.
O fenômeno voltou a ocorrer quando iniciei a luta pela PEC 300 no Rio de Janeiro promovendo um ato na Zona Sul e participando dos eventos que se seguiram. Apesar de manter a minha impressão sobre o que ocorreria nos quartéis, aceitei o convite para provar meu posicionamento e tive um votação pífia para deputado Federal em 2010, pouco mais de 3.000 votos. Tendo se confirmando, segundo vários narrativas que me foram feitas, que realmente ocorreu uma campanha contra a minha eleição na PMERJ. Os contrários aconselhavam aos companheiros: não vota nele não porque é Coronel e excluiu vários "irmãozinhos".
É fato também que fiz uma campanha ridícula, optando por gastar o mínimo possível do meu dinheiro, portanto, tenho minha parcela de culpa no resultado.
Em 2012, mais uma vez, a sugestão voltou em virtude da minha forte participação no movimento SOS Bombeiros, quando fui preso pela primeira vez de forma ilegal pelo grupo de Sérgio Cabral. Repeti a campanha anterior, pouco gastei, obtendo pouco menos de 1.000 votos para vereador do município do Rio de Janeiro.
Nas duas campanhas reunidas gastei cerca de R$ 6.000,00 reais, não aceitei um centavo de dinheiro externo e o partido só me deu papel. Obviamente, ser eleito com tão pouco investimento se não é impossível, deve ser raro no mínimo.
Tenho que destacar por dever de justiça que recebi apoio material de uma amigo que fez um "jingle" para a campanha, excelente por sinal.
Em seguidas vieram as eleições de 2014 e 2016 quando me mantive firme e não aceitei os estímulos.
Eu já tinha lançado três livros sobre as nossas mobilizações contra o governo Sérgio Cabral, promovo e participei de centenas de atos nas ruas e comunicava aos que me abordavam que já tinha dado a minha contribuição para a Polícia Militar e para o Corpo de Bombeiros, acrescentando que não conseguia ninguém que tivesse feito tanto e perdido tanto (exoneração, perda de gratificação, inatividade precoce e duas prisões ilegais, uma em Bangu 1).
Eis que este ano voltaram à carga!
Paralelamente, alguns companheiros passaram também a me procurar apresentando a ideia da minha candidatura para a presidência da AME-RJ (antigo Clube dos Oficiais da PM e do CBM). Algo que me fascina muito mais do que ser político. Neste caso argumentei que considerando o contido nos estatutos é muito difícil montar uma chapa de oposição que possa ser vitoriosa. Salvo melhor juízo, quem ler as regras estatutárias chegará a conclusão que foram elaboradas para facilitar a vitória da situação, diante de todos os requisitos para a montagem de uma chapa. Nunca concorri.
Dias atrás alguns vizinhos em conversa informal pediram para que eu voltasse a ser síndico do condomínio onde resido, concorrendo na eleição que se aproxima. Neguei de pronto, justificando que já exerci a função por duas vezes e outras vezes fui do Conselho Consultivo e Fiscal, considerando encerrada a minha participação na administração.
Os fatos que relatei me fizeram pensar que devo ter ficado com "cara de candidato".
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