JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 9 de setembro de 2017

PROCURADOR RODRIGO JANOT SEGUE COM SUAS FLECHADAS

Procurador Rodrigo Janot

Prezados leitores, não faltam alvos no Brasil para as flechadas da PGR.

"Revista Veja
Janot pede prisão de Joesley, Saud e ex-procurador Miller 
Pedido do procurador-geral da República ainda precisa ser analisado pelo relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin 
Por Da redação 
8 set 2017, 23h15 - Publicado em 8 set 2017, 22h57 
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedido para prender o empresário e dono do grupo J&F, Joesley Batista. A solicitação do procurador-geral ainda precisa ser analisada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte. Janot também pediu a prisão do diretor de relações institucionais da JBS, Ricardo Saud, e do ex-procurador da República Marcello Miller (Leiam mais)". 

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terça-feira, 5 de setembro de 2017

BOMBA! - GRAVAÇÕES DA JBS CITAM QUATRO MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL



Prezados leitores, os novos áudios de conversas de delatores da JBS não invalidam as provas anteriores, como muito bem explicou o exmo Procurador Geral da República Rodrigo Janot, mas segundo o noticiário bombas explodirão no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Procuradoria Geral da República (PGR).

"Revista Veja
Brasil 
EXCLUSIVO: Gravação da JBS cita quatro ministros do Supremo 
Em áudio, delatores também dizem que ex-assessor de Janot trabalhava para eles enquanto integrava a Lava-Jato 
Por Rodrigo Rangel access_time 4 set 2017, 21h39 
A gravação de quatro horas que poderá levar à anulação da delação premiada dos executivos da JBS traz menções comprometedoras a quatro ministros do Supremo Tribunal Federal. 
Uma dessas menções é considerada “gravíssima” pelos procuradores – embora as demais, nas palavras de quem as ouviu, também causem embaraços aos envolvidos. 
Fontes com acesso ao áudio revelaram a VEJA que os ministros são citados pelos delatores Joesley Batista e Ricardo Saud em situações que denotam “diferentes níveis de gravidade”. 
Algumas são consideradas até banais, mas “ruins” para a imagem dos ministros. Mas uma delas, em especial, se destaca por enredar um dos onze ministros da corte em um episódio que parece “mais comprometedor”. 
A expectativa é de que o Supremo torne a gravação pública nesta terça-feira. 
Joesley e Saud se gravaram durante o processo de negociação da delação premiada com a Procuradoria. Aparentemente, estavam aprendendo a operar um dos gravadores que usariam para registrar conversas com autoridades. 
O áudio, diz uma fonte, indica que ambos estavam sob efeito de álcool durante a conversa – o que, de acordo com autoridades que trabalham no caso, não elimina a necessidade de investigação sobre o teor do diálogo. 
Além dos ministros do Supremo, os dois delatores da JBS mencionam o ex-procurador da República Marcelo Miller, que trocou a assessoria do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por um escritório de advocacia contratado pela JBS. 
Joesley Batista e Ricardo Saud dão a entender na conversa que, mesmo no período em que auxiliava Janot na Lava-Jato, Miller já trabalhava para a JBS. 
Por terem omitido os episódios citados na conversa durante os depoimentos prestados como parte da delação premiada, os delatores poderão ter os benefícios do acordo cassados, conforme o próprio Rodrigo Janot anunciou no início da noite desta segunda-feira em Brasília. 
Os dois delatores serão ouvidos novamente pela Procuradoria para explicar os episódios a que se referem na gravação (Fonte)". 

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sexta-feira, 26 de maio de 2017

O GLOBO - "JBS, CABO ELEITORAL DE FACHIN"



Prezados, as delações não param.
Quem será o próximo?

"Jornal O Globo 
POLÍTICA 
JBS, cabo eleitoral de Fachin 
Saud é um dos delatores da HBS, e Fachin, o relator da Lava Jato no STF 
25/05/2017 - 07h11 
Ricardo Noblat 
Como contou, hoje, o jornalista Jorge Bastos Moreno em O GLOBO, o jurista Edson Fachin admite que pediu ajuda “ao pessoal da JBS” em 2015 para ser nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). 
A JBS era a empresa com o maior número de parlamentares eleitos. A indicação de Fachin para o STF dependia dos votos de senadores. Ricardo Saud, diretor da JBS, de fato ajudou Fachin a cabalar votos. 
Hoje, Saud é um dos delatores da HBS, e Fachin, o relator da Lava Jato no STF. Seguramente, o ministro nada teve a ver com a sorte grande da JBS na negociação dos termos de sua delação premiada (Fonte)". 

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